quarta-feira, 27 de março de 2019

A Hermenêutica Convergente

Autor, texto ou leitor?
Horizonte bíblico ou contemporâneo?
Razão humana ou iluminação do Espírito?
Cognição ou experiência?
Teorização acadêmica ou aplicação piedosa?
Todas as vezes que um destes aspectos hermenêuticos é demasiadamente enfatizado em detrimento dos demais, um novo problema surge.
Não seriam cada um destes aspectos hermenêuticos (ou ênfases hermenêuticas) convergentes, em vez de divergentes? Não seriam complementares em vez de excludentes?
Até na hermenêutica o equilíbrio é necessário e desejável.

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