domingo, 2 de dezembro de 2018

A Oração do Farisaísmo Eclesial Contemporâneo: Uma aplicação de Lucas 18.9-14


"Ó Deus, graças te damos, porque não somos como as demais igrejas, nem como esta...
Somos a maior denominação, a mais antiga, a mais tradicional. Somos ainda os melhores crentes, os mais espirituais, os mais santos, os mais caridosos, os mais qualificados teologicamente, musicalmente e evangelisticamente.
Temos as maiores arrecadações financeiras, os maiores e mais belos templos, as melhores escolas teológicas, faculdades, institutos e seminários, os melhores líderes, pregadores, ensinadores, cantores e músicos.
Fazemos os maiores e melhores eventos, batismos e cultos."
A alma farisaica pode transformar o que somos (ou pensamos ser), temos e fazemos enquanto igreja, num instrumento de autopromoção eclesial e denominacional, e de desqualificação do outro.
Orgulho, arrogância, presunção, ostentação e sentimento de superioridade, não demonstram amor ao próximo, não nos justificam diante de Deus, nem promovem a sua glória.
O farisaísmo eclesial não é um problema local e pontual. Ele está presente nas relações intradenominacionais e extradenominacionais, e de forma constante nas diversas realidades estaduais e regionais.
Ó Deus, tem misericórdia de nós, pecadores!

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