sábado, 18 de março de 2017

Sobre a publicação de mais uma obra de autor calvinista pela CPAD

A CPAD publica MacArthur, calvinista e cessacionista, questionado no artigo abaixo do pastor Silas Daniel (publicado no CPADNEWS, leia em http://www.cpadnews.com.br/…/as-sandices-de-john-macarthur.…) por declarações absurdas contra os pentecostais, é ironizada em evento calvinista nos Estados Unidos por um líder calvinista brasileiro, exatamente por publicar MacArthur e outros autores calvinistas, e mesmo assim vai insistir no que vem fazendo? Eu não quero acreditar.

Nesse momento, uma outra obra de um calvinista admirado por sua eloquência, já começa a ser anunciada como um dos próximos lançamentos da CPAD.
Trata-se da obra "Os Tesouros de Davi", um comentário dos Salmos, feito por Charles Spurgeon. Veja aqui https://youtu.be/ddkzx3-3JXg
Por duas vezes, em menos de seis meses, ações incompatíveis e incoerentes com a confessionalidade da CPAD e da FAECAD, ambas instituições ligadas à CGADB e às Assembleias de Deus no Brasil, foram aqui denunciadas, e canceladas a tempo pelos órgãos internos competentes.
Não se trata dos assembleianos não poderem ter acesso a publicações deste gênero. Trata-se sim, do fato de uma editora confessional publicar autores que não comungam dos mesmos fundamentos doutrinário e teológicos, ou de parte substancial deles.
Editoras de confissão calvinista e de outras confissões de fé não fazem isso (até onde eu sei). Já cheguei a sugerir certa vez, buscando um meio termo, que pelo menos em obras de autores de outras linhas teológicas e doutrinárias, ou que pudessem ter conteúdo não compatível em sua totalidade com nossas crenças, que se colocasse notas de advertência no início das referidas obras ou no rodapé das páginas, mas nem isso foi feito.
Novamente deixo claro, que se não é para manter a coerência confessional e oficial da CPAD, que se leve o caso para o plenário convencional da CGADB, e se discuta os rumos da publicadora, ou seja, se a mesma mantém a sua missão e coerência confessional e oficial, ou se ela se torna de uma vez por todas uma editora puramente comercial. Isso precisa ser definido, e repito, em plenário convencional, pois a CPAD é das Assembleias de Deus no Brasil.
Apelo mais uma vez à Mesa Diretora da CGADB, aos Conselhos de Doutrina e Apologética, ao Conselho Administrativo da CPAD, ao seu Diretor Executivo e ao seu Gerente de Publicações.

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