quarta-feira, 29 de março de 2017

PROXIMIDADE E UNIDADE

Existem algumas coisas que quanto mais próximas ficam, mas tendentes a desunião se tornam. Uma delas se chama "Linha Teológica e Doutrinária". John Stott, o cito propositalmente, falando sobre a necessidade de unidade, especificou uma das razões desta tendência:
"(...) Desta forma, embora pretendamos continuar defendendo nossa própria convicção das Escrituras, em conformidade com a luz que nos tem sido dada, procuraremos não pressionar dogmaticamente a consciência de outros crentes, mas tratar a cada um com liberdade, amor e respeito mútuo." (Cristianismo Equilibrado, p. 15, CPAD, 1995)
Em se tratando das atuais discussões no Brasil envolvendo o calvinismo cessacionista e o pentecostalismo clássico (soteriologicamente arminiano), há uma maneira simples de acabar com elas: Que os calvinistas sigam o seu calvinismo em suas igrejas, e que nós pentecostais sigamos o nosso pentecostalismo em nossas igrejas.
Sempre que por palavras ou ações (explícitas ou implícitas, sugeridas ou impostas, abertas ou dissimuladas) tentarmos romper esses limites teológicos e doutrinários, a reação virá da outra parte.
Pensemos nisso.

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