quinta-feira, 21 de novembro de 2013

SOBRE A RAZÃO DE ESCREVER


Na introdução de Uma Igreja com Saúde, expresso de forma sucinta minha principal motivação para escrever: "Não escrevo par agradar. Escrevo para fazer pensar". 

Se na medida em que a reflexão produz a satisfação do leitor de minhas obras, essa satisfação é consequencial.

Não sou politicamente correto, sou autêntico. Procuro tratar as grandes e sérias questões evangélicas do nosso tempo com clareza e objetividade. 

Não trato as referidas questões com pessimismo, antes, busco ser o mais realista possível, regado sempre pela esperança, não de dias melhores, mas da constante presença de um remanescente fiel, pastores, pensadores, teólogos, escritores, irmãos em Cristo de forma geral, que ainda conseguem pensar, falar, escrever e se posicionar com autonomia no presente século.

Também não escrevo para vender. Se as vendas acontecem num volume relativamente bom por parte das editoras e livrarias, com uma sequência de tiragens e publicações esgotadas, isso é também consequencial. 

Dizer o que todo mundo diz, e da forma como todos dizem, ou se omitir temendo retaliações, não deveria nortear o pensamento dos que desejam enveredar pelo maravilhoso e desafiador caminho da palavra escrita.

Ao escrever seja você mesmo. Seja autêntico. Vivencie essa autenticidade e liberdade objetivando influenciar e contribuir para a transformação da realidade, tendo os fundamentos das Sagradas Escrituras  como referenciais.

Escreva acima de tudo para a glória de Deus!

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