quinta-feira, 4 de abril de 2013

O PASTOR E DEPUTADO MARCOS FELICIANO E A PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS DA CÂMARA


O pastor e deputado Marcos Feliciano representa na Câmara todos os evangélicos do Brasil?

R - Não. Ele representa apenas os seus eleitores.

O pastor e deputado Marcos Feliciano foi infeliz em algumas de suas declarações de ordem teológica?

R - Sim. Leia o artigo do pastor José Gonçalves sobre a questão AQUI 

O pastor e deputado Marcos Feliciano é racista e homofóbico?

R - Entendo que não. Tais afirmações são ataques de cunho meramente político. 

O pastor e deputado Marcos Feliciano tem, conforme declarou em entrevista, o apoio dos 24.000 pastores (números redondos) que participarão da 41ª AGO da CGADB em Brasília? (Veja a entrevista AQUI)

R - Não. A questão poderá ser tratada em Brasília, mas ainda não há, até onde sei, posição oficial da CGADB sobre o assunto.

A questão que envolve a indicação do pastor e deputado Marcos Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara é um problema da Igreja?

R - Não. É um problema político, fruto dos esquemas e acordos internos dos partidos na Câmara. Que ninguém transforme o episódio numa "guerra santa" entre evangélicos e ativistas do movimento gay.

O pastor e deputado Marcos Feliciano é digno de nossas orações?

R - Sim. 

4 comentários:

Anamim Lopes Silva disse...

Concordo plenamente. E como problema politico aduzo que marco Feliciano entrou nessa devido duas coisas 1) perspectivas de dividentos eleitoreiros e 2) impulsionada pela sua teologia milenarista que está em sintonia com o "milenarismo irreligioso" do PT co resquicio de esquerdismo comunista bolchevique e tem usado o incidente como cortina de fumaça para encombrir os mensaleiros consenados aboletados na CCJ. A solução é orar. Ora pelo citado pstor para que bom senso como dádiva do céu. E que o espectro politico nos traga a ressurgênmcia de partidos de esquerda não-comunmista e conservadores para uma saudável alternaância de poder. Feliciano é subproduto das limitações de um combalido parlamwento inetencionalmente restrito pelas ambiões políticas de que grupo politico animado por devaneios. Cito um escrito politico de 1955:

Quanto aos limites da ação parlamentar e democrática, alguns decorrem da instituição e devem ser aceitos porque o Parlamento é a única instituição conhecida que garante um mínimo de oposição e verdade. Há outras que decorrem dos usos parlamentares e das manobras - esses não merecem qualquer respeito. Mas podem ser denunciados no próprio Parlamento. A mistificação parlamentar consiste em não colocar os verdadeiros problemas, ou em colocá-los obliquamente ou tarde demais. Uma esquerda não-comunista poderia muito contra isto. Perdemos um pouco o hábito da ação parlamentar e o Partido Comunista teve seu papel nesse declínio do regime: engajado numa estratégia de defesa da URSS em escala mundial, oscila entre a agitação e o oportunismo, renuncia ação de fustigamento que agora cabe à esquerda não-comunista. Merleau-Ponty im Aventuras da Dialética!

Carlos Roberto Silva, Pr. disse...

É isso aí, sem tirar nem acrescentatr!

Parabéns!

Gilmar Valverde disse...

Este artigo tem tudo que falta em alguns outros que li: equilíbrio.

Que Deus o abençoe.

Um abraço,

Gilmar

Elisomar disse...

O pastor Marco Feliciano pode até ter sido imprudente na forma como falou, mas eu insisto em dizer que se o Brasil é um país de todos, todos têm o direito de expor sua opinião.
Ja fomos muito discriminados, e nunca vi alguem ser punido por isso.
Quem quiser ser gay seja, mas nao espere que eu ache isso lindo.