sexta-feira, 27 de abril de 2012

7º SEMINÁRIO DA EBD NA AD EM PARNAMIRIM-RN


Nos dias 30/04 e 01/05 estaremos ministrando no 7º Seminário de EBD da Assembleia de Deus em Parnamirim-RN, igreja liderada pelo pastor Elinaldo Renovato. O tema para este ano é: Os Desafios Atuais da EBD para Formação de Verdadeiros Cristãos.

As informações e inscrições podem ser buscadas e feitas através dos seguintes meios:Link
Site: www.adparnamirim.com.br
Blog: adparebd.blogspot.com
Email: adparebd@gmail.com
Fone: (84) 3645-2380

Um abraços a todos e até lá, se Deus quiser

PÉRGAMO, A IGREJA CASADA COM O MUNDO. Subsídio para Lição Bíblica - 2º Trimeste/2012


A Fundação da Igreja em Pérgamo

Pérgamo situava-se a 30 km do Mar Egeu, e cerca de 100 km ao norte de Esmirna. Devido a um embargo comercial, não podendo comprar o tradicional papiro, a industrialização de peles de animais (pergaminho) tornou-se forte na cidade.[1] Como centro cultural destacou-se em possuir uma biblioteca com cerca de duzentos mil rolos e uma escola de medicina.[2] Como centro religioso, em Pérgamo havia um templo para Zeus, Atena, Nicéfora, Dioniso Catégemo e Asclépio. Um imponente altar dedicado a Zeus com cerca de 37 metros chamava a atenção. O culto ao imperador tinha seu centro em Pérgamo.[3] A idolatria dominava a cidade.

Assim como no caso de Esmirna, não há registros específicos da chegada do Evangelho e da fundação da igreja em Pérgamo, podendo se enquadrar também no contexto de Atos 19:10.

A Condição da Igreja em Pérgamo

Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. (Ap 2.12.13)

Ao se apresentar na carta à igreja em Pérgamo, Jesus enfatiza o poder da sua espada afiada de dois gumes (Ef 6.17; Hb 4.12; Ap 19.15), que simboliza o poder da sua palavra. Jesus afirma ainda conhecer o lugar onde a igreja estava estabelecida, as condições adversas, a fidelidade dos crentes perseguidos e martirizados, como no caso de Antipas, a quem o Senhor chama de “minha fiel testemunha”. Que possamos ser considerados pelo Senhor como fiéis testemunhas (gr. martys).

Por se recusarem a participar das práticas idólatras e imorais predominantes em Pérgamo, os cristão foram vitimados pela perseguição e pelo martírio. Foram injustamente acusados de infidelidade a Roma, escarnecidos e ridicularizados. Enfrentavam constantemente as pressões de uma sociedade pagã. Eram evitados por se negarem a participar da adoração pagã, perdiam o emprego ou negócio. Eram considerados pelas pessoas como indignos de viver em Pérgamo.[4] A resistência satânica era muito grande contra aquela igreja.

Em relação ao chamado “trono de satanás”, os estudiosos indicam cinco possibilidades[5]:

- A própria cidade como centro da religião pagã.

- O aspecto arquitetônico da acrópole.

- O formato do altar de Zeus.

- O deus Asclépio (da cura) que tinha a forma de serpente (símbolo da medicina).

- O fato de Pérgamo ser o centro do culto ao imperador.

O Problema doutrinário e Moral na Igreja em Pérgamo

Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição. Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas. (Ap 2.14.15)

Com aproximadamente 60 anos de fundação, a igreja em Pérgamo já sofria com falsas doutrinas (heresias). A palavra “doutrina” (gr. didache) pode se referir ao ato de ensinar ou as coisas ensinadas. O Novo Testamento nos fala da doutrina do Pai (Jo 7.16), da doutrina de Jesus (Jo 18.19; 2 Jo 9) e da doutrina dos apóstolos (At 2.42). As falsas doutrinas são também citadas (Mt 16.12; Mc 7.7; Ef 4.14; 1 Tm 6.3).

Na igreja de Pérgamo estava presente a doutrina de Balaão (Nm 22-25; 31.16; 1 Co 10.8; Jd 11) e a doutrina dos nicolaítas (Ap 2.6). Em ambas a ênfase estava num ensino distorcido associado a um estilo de vida permissivo. Quando a doutrina está doente, o que se resulta disso é uma vida cristã enferma. Neste sentido, a falsa doutrina ensinada fundamentava a idolatria e a imoralidade sexual (práticas geralmente associadas nos ritos de adoração aos deuses).

Lições que Aprendermos com a Igreja em Pérgamo

A máxima “boa doutrina gera bons costumes” é verdadeira. No sentido de estabelecer os seus parâmetros doutrinários, e dessa forma se proteger das heresias, as principais igrejas cristãs protestantes elaboraram as suas confissões de fé ou documentos doutrinários oficiais (Ex: Luteranos, Reformados e Batistas).

Quando falamos em doutrina no contexto das Assembleias de Deus, enfrentamos sérios problemas. Em primeiro lugar, o que entendemos por “Assembleia de Deus”? É lamentável afirmar, mas muitas igrejas que possuem na “placa” o nome “Assembleia de Deus” fazem isso pela credibilidade da “marca”, mas em nada se relacionam com a igreja fundada a partir da chegada ao Brasil dos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, no ano de 1911. De lá para cá muitas águas rolaram (e se dividiram).

A Assembleia de Deus no Brasil é hoje uma grande colcha de retalhos, com inúmeras ramificações. As duas maiores convenções nacionais que reúnem os seus pastores são a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério de Madureira (CONAMAD). Em todos os estados existem igrejas e congregações independentes, cujos pastores não estão associados a uma destas convenções, nem a nenhuma outra. Há igrejas e congregações que são fundadas pelos motivos e interesses mais absurdos, entre os quais o desejo pelo poder, pelo título de presidente e por dinheiro. É de fundamental importância que ao procurar uma Assembleia de Deus para se congregar, você busque conhecer a história daquela igreja e alguma coisa sobre a vida do seu líder. Fazendo isso você evitará uma série de problemas futuros.

Diante desta realidade denominacional, e associada ao presente estudo, temos a questão doutrinária. Como anda a doutrina nas Assembleias de Deus no Brasil? A pergunta não é fácil de ser respondida, tendo em vista as dificuldades criadas pelo esfacelamento da denominação. Dessa forma, além de procurar conhecer sobre a história da igreja local e sobre a vida do seu líder, é necessário saber sobre os fundamentos doutrinários daquela organização.

No que diz respeito às igrejas cujos pastores estão associados à CGADB (me deterei nela pelo fato de ser um associado), existe nesta convenção de ministros órgãos e conselhos que de alguma forma procuram regulamentar a sã doutrina. Distoando das denominações protestantes históricas (e isso para mim é grave), não há um documento oficial (tipo confissão de fé) que estabeleça os padrões doutrinários da denominação (além de um tímido “cremos”, publicado mensalmente no Mensageiro da Paz, jornal oficial da instituição). Sua doutrina está dispersa nos periódicos, lições bíblicas e livros publicados pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus – CPAD, e em algumas resoluções oficiais. Quando surge um problema doutrinário tido por grave, a CGADB estabelece uma comissão para discutir a questão e emitir uma parecer, que deve ser aprovado pelo plenário em suas assembleias. A doutrina “assembleiana” tem influência de várias correntes históricas, mas principalmente dos batistas, denominação de origem de seus fundadores no Brasil, alcançados pelo movimento pentecostal no início do século XX, vivenciado nos Estados Unidos da América.

O espaço aqui não permite uma discussão mais aprofundada sobre o assunto, mas é o suficiente para dizer que as Assembleias de Deus no Brasil enfrentam uma crise doutrinária, e consequentemente uma crise moral, assim como na igreja em Pérgamo.

Diante das múltiplas faces e formas de Assembleias de Deus no Brasil, há igrejas que gozam de saúde doutrinária e moral, enquanto outras estão gravemente enfermas. Não podemos aqui de forma alguma generalizar a crise, ou passar a régua, nivelando todas e todos.

Do ponto de vista da doutrina temos problemas nas áreas da doutrina de Deus, do Espírito e de Cristo, na eclesiologia, etc. Além disso (e por causa disso), sofremos forte influência de modismos doutrinários (quebra de maldição de hereditária, teologia da prosperidade, etc.) e dos modelos “mercadológicos” de algumas igrejas neopentecostais.

Na questão moral, me assusto com o crescente número de divórcios envolvendo pastores, e mais ainda, com os motivos fúteis e escandalosos de boa parte destes divórcios. A consequência disso é que o mau exemplo de algumas lideranças (não podemos generalizar) acabou por banalizar o divórcio entre os membros da igreja. Se os pastores podem, podemos também, afirmam alguns. Se eles não são disciplinados, não podem também nos disciplinar, declaram outros. Além da questão do divórcio (que trato com temor e tremor), há os escândalos sexuais que envolvem do adultério à pedofilia. Pérgamo é aqui! Diante dos fatos, a nossa única saída está no arrependimento e abandono de tais práticas: “Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca.” (Ap 2.16)

Jesus está voltando, e para aqueles que conseguem ouvir e atender ao seu alerta, em vez de se irritarem diante das verdades aqui expostas, fica a promessa:

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe. (Ap 2.17)


[1] KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 171

[2] ANDRADE, Claudionor. Os sete Castiçais de Ouro: a mensagem final de Cristo à Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 62

[3] KISTEMAKER, Simon. Ibid., p. 172

[4] Ibid.

[5] Ibid., p. 174.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A INFANTILIZAÇÃO DA VIDA CRISTÃ


A primeira infância na vida de um ser humano é marcada por um forte sentimento egoísta. Ao nascer, a criança deseja para si o amor, a atenção, a proteção dos pais e o peito da mãe. Tudo caminha relativamente bem, até que ela toma consciência que o amor da mãe, expresso e manifesto de todas as formas possíveis, não é apenas seu. Esse amor “exclusivo” precisa ser dividido, compartilhado, repartido. O nascimento de um irmão mais novo, ou a tomada de consciência da existência de um irmão mais velho, com certeza desencadeará o ciúme, a rivalidade e a competitividade entre irmãos, que se manifestarão das mais diversas formas, podendo ir do sentimento de ódio ao ato homicida. Mais do que uma teoria psicológica ou psicanalítica, o fato é encontrado nas primeiras páginas do livro do Gênesis.

Em Gênesis 4.1 a Bíblia nos relata o nascimento de Caim. O primogênito de Adão e Eva gozou de todos os privilégios, de toda a atenção, de toda a proteção, de todos os cuidados, de todos os mimos, de todos os abraços, do peito, do colo, do afago, do amor. Tudo, na própria concepção da criança Caim era dele e para ele. Foi a partir de Gênesis 4.2 (considerando o nascimento de Abel subsequente ao de Caim), que as coisas começaram a mudar para Caim. Tudo que pertencia a Caim, como citado acima, teria que ser repartido com o seu irmão. Com certeza, os sentimentos que afloraram em Caim não foram diferentes daqueles que nos dominavam na infância, quando queríamos que aquele ou aqueles que “roubavam” de nós os privilégios e a exclusividade não existissem, ou pelo menos, que estivessem bem longe.

Na primeira infância, não apenas sentimos tais coisas, mas somos por elas também movidos a agir, de forma que o ciúme e o ódio se manifestam em palavras e atos agressivos. Quem nunca tomou um brinquedo seu da mão do irmão? Mordidas, beliscões, tapas e socos nortearam o comportamento de muitas relações entre irmãos que se percebiam como rivais, que lutavam pelo direito de exclusividade e propriedade das mesmas coisas.

Caim perdeu a exclusividade do amor dos pais, e inclusive, na condição de filho, da adoração a Deus. Tudo que possuía teria que dividir com Abel.

Na medida em que envelhecemos, estes sentimentos infantis que geram disputas tendem a ser superados, ou ao contrário, podem nos dominar e serem reproduzidos nas mais diversas formas de relacionamentos adultos. Nesse caso, nem sempre a idade adulta cronológica é sinônimo de maturidade psicológica.

Em Abel não havia maldade ou algum desejo de usurpar o que era de Caim. O irmão mais novo só queria o seu espaço. Deus se agradava de Abel:

Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta; (Gn 4.4).

Caim ganhava anos de vida, mas seus sentimentos e emoções permaneceram os mesmos da infância, sempre lutando por aquilo que entendia ter sido roubado ou tomado por seu irmão. Deus, em razão disso, não se agradava de Caim:

[...] ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante. Então, lhe disse o SENHOR: Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo. (Gn 4.5-7).

No colo, no peito e nos braços da mãe há lugar para todos os filhos. A atenção, a proteção e a provisão do pai, da mesma maneira, são também suficientes para todos. Mesmo em tempos de escassez, os pais tratam de dividir com os filhos tudo por igual. O ciúme e a rivalidade alimentados por Caim culminaram com um sentimento e um ato homicida (Gn 4.8).

As manifestações de rivalidades e contendas que vivenciamos ao longo de nossa vida adulta, mas nem sempre madura, geralmente são reproduções destes sentimentos de nossa primeira infância. É neste sentido que Paulo escreve aos coríntios:

Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? (1 Co 3.1-3)

Percebam que Paulo associa os ciúmes e as contendas ao fato dos irmãos em Corinto serem “crianças em Cristo” disputando coisas, lugares e preferencias. Nos dias atuais as coisas não são diferentes, e encontramos ainda “crianças em Cristo” na igreja disputando cargos, posições e privilégios.

Uma relação transferencial acontece, onde os sentimentos que se tinham pelo pai são direcionados para Deus Pai e para o pastor-pai, e o sentimento que se tinha pela mãe, para a Igreja-mãe. Dessa maneira, as “crianças em Cristo” disputam a preferência, a atenção, a provisão e a proteção do Deus Pai e do pastor-pai, e a exclusividade do peito, dos braços, do colo e do amor da Igreja-mãe.

Ao percebermos que isso não é possível, e que precisamos dividir com os outros irmãos na fé estas coisas, os instintos infantis brotam, e a velha e infantil rivalidade, briga e intriga ressurge. Podemos, inclusive, desejar a distância e a morte dos nossos irmãos na fé.

O amadurecimento na vida cristã implica em entender que o Deus Pai, o pastor-pai e a Igreja-mãe têm amor e lugar para todos os filhos. Não precisamos ser irmãos rivais e competidores, mas leais e cooperadores. Precisamos ainda ajudar, consolar, socorrer, incentivar, apoiar e servir uns aos outros. Não devemos alimentar o ciúme e ódio infantil pelo fato de alguns irmãos ocuparem certos lugares e possuírem determinados dons e talentos. Completamo-nos através do que a cada um foi concedido em Cristo e pelo Espírito.

Alcancemos assim a varonilidade perfeita, a maturidade (gr. teleios), a medida da estatura da plenitude (gr. pleroma) de Cristo (Ef 4.13). Vivamos em unidade, harmonia e em comunhão, para o louvor e a glória de Deus. Seguindo a verdade e o amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Ef 4.15).

quarta-feira, 25 de abril de 2012

VELHOS AMIGOS, NOVOS BLOGUEIROS!


Parabenizo a iniciativa, e recomendo os blogs dos pastores e amigos Dário José e Esdras Cabral. Os links são:

À LUZ DA BÍBLIA (DÁRIO JOSÉ)
PENSATA (ESDRAS CABRAL)

Os blogs são ferramentas que superaram o monopólio dos canais de informação e comunicação oficiais, democratizando e promovendo dessa forma a livre e responsável expressão.

terça-feira, 24 de abril de 2012

1º FÓRUM CONSCIÊNCIA CRISTÃ EM DEBATE - CRISTIANISMO E CULTURA

LANÇAMENTO: O PERFIL DE SETE LÍDERES (ALTAIR GERMANO)


Uma avalanche de biografias tem inundado as prateleiras de livrarias em todo o mundo recentemente. Biografias autorizadas, não autorizadas, trabalhos feitos por acadêmicos, por historiadores, textos sobre a vida de políticos, celebridades, enfim. Há muita coisa boa sendo produzida atualmente, o que certamente preservará a memória dos heróis e a memória do povo que foi influenciado por ele.

Obras assim, quando honestas, retratam os bons feitos, mas também carregam aspectos negativos. Ninguém está imune a isso e o leitor atento, crítico, não perdoará um livro biográfico que conte somente o que de bom e elogioso o biografado tenha feito. Ainda mais numa época como a nossa, quando “o que vende” é a notícia ruim, não a boa.

Olhar para o passado sempre traz recompensas como ensino, orientação, modelos a serem seguidos, inspiração e outros. A história é excelente professora. Feliz o homem e a mulher sensíveis e inteligentes que sabem extrair o melhor da vida e das realizações de gigantes do passado.

Os desafios enfrentados hoje diferem dos desafios do passado apenas no modo como se apresentam, nos aspectos exteriores, na etimologia, nas suas conjunturas. Mas as virtudes humanas necessárias para vencê-los todos são exatamente as mesmas. O homem está adaptado ao mundo do seu tempo, mas a sua essência não foi mudada, desde que foi “plantado” neste planeta. Ele tem as mesmas fraquezas e necessidades, as mesmas forças e desejos desde sempre. Um palestrante famoso costuma dizer que “nós somos o mesmo modelo desde....”.

É nisto que reside a importância desta nova obra de Altair Germano, O Perfil de Sete Líderes, ela conduz o nosso olhar para homens “cujo modelo” deu certo, colocando-os lado a lado com modelos de fracassos que ainda hoje são adotados. O autor volta-se ao passado, para a história bíblica, e busca nas biografias de sete líderes destacados quais virtudes os levaram mais longe do que a seus contemporâneos ou quais vícios os impediram de avançar. São eles: Roboão, Naamã, Uzias, Habacuque, Daniel, Neemias e Jesus.

O que alguns desses homens trouxeram ao mundo que vale a pena observar? Quais caminhos devemos evitar? A influência de uma obra como essa ― que não tem a proposta de ser uma biografia, mas um inventário de virtudes a serem estudadas ― é relacionar um conjunto variado de qualidades (ou falta delas) em homens sujeitos aos mesmos dilemas que vivemos hoje. Feito isso, propor o nosso investimento no desenvolvimento das mesmas virtudes com vistas a excelência em nosso meio, em nossas vidas.

Depois de ler este livro, seguramente você terá recursos e orientação necessários para avançar ainda mais contra os desafios e conquistas diárias que surgem. Trata-se de uma leitura leve, sintática, própria de um mestre no ensino que há muito vem contribuindo com a melhor formação de todo aquele que procura aprimoramento nas páginas das Sagradas Escrituras.
(Do prefácio)

Amados, tenho a satisfação de informar que o meu novo livro O Perfil de Sete Líderes acaba de “nascer”. A obra é dedicada a todos que exerceram liderança sobre minha vida e ministério. Tive o privilégio de mais uma vez contar com o belíssimo trabalho editorial, e com o honroso prefácio do pastor, editor e escritor Magno Paganelli.

Louvo a Deus por todos que fazem a Arte Editorial, pela maneira tão atenciosa com a qual sou tratado, e pelo brilhante trabalho desenvolvido no mercado editorial evangélico brasileiro.

Agradeço a todos que direta e indiretamente contribuíram para a concretização deste projeto literário. É meu desejo com mais esta obra que a edificação dos santos seja promovida, e que toda glória a Deus seja dada!

Especificações:
Formato: 13,6 x 20,9 cm
Páginas: 72
Capa: Cartão Supremo 250 gr
Miolo: Papel Norbrite Crean 66 gr
Adquira o seu exemplar através dos contatos abaixo:
Editora: (11) 39230009 ou editora@arteeditorial.com.br ou arteeditorial.net
Autor: (81) 92320617 ou altair.germano@gmail.com