quarta-feira, 28 de março de 2012

ÉFESO, A IGREJA DO AMOR ESQUECIDO. Subsídio para Lição Bíblica - 2º Trimestre/2012


A fundação da Igreja em Éfeso

Cidade de grande importância na província romana da Ásia (atualmente, parte da Turquia), com cerca de 500.000 habitantes, grande centro cultural, comercial e religioso, Éfeso foi alcançada pelo Evangelho no final da segunda viagem missionária de Paulo, que ao chegar na cidade pregava aos judeus na sinagoga (At 18.19-21). Em sua terceira viagem missionária Paulo retornou a Éfeso, onde se estabeleceu por um período de três anos (At 19.1-20; 20.17-21, 31).

A igreja em Éfeso foi destinatária de duas cartas, a primeira enviada por Paulo entre 60-64 d.C. (Ef 1.1-2), e a segunda enviada por Cristo através de João por volta do ano 96 d.C. (Ap 2.1-7).

A Ascensão da Igreja em Éfeso

Em seus primórdios, a igreja em Éfeso foi contemplada com a plenitude do poder do Espírito, derramada sob a imposição de mãos de Paulo, e manifesta através da manifestação do falar em línguas e de profecias (At 19.6-7).

Éfeso se tornou uma base missionária estratégica, a partir de onde todos os habitantes da Ásia foram alcançados pela mensagem do Evangelho, e testemunharam dos milagres extraordinários que Deus operava pelas mãos de Paulo (At 19.10-12). A sã doutrina foi também ensinada exaustivamente e amplamente por Paulo (At 20.21).

Na carta escrita por Paulo aos efésios fica evidente o alto nível de vida espiritual experienciada e vivenciada naquela igreja:

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, [...] (Ef 1.3)

e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; (Ef 2.6)

Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. (Ef 3.14-19)

A igreja em Éfeso foi abençoada também com a diversidade de ministérios, fator imprescindível para o alcance da maturidade espiritual:

E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. (Ef 4.11-14)

Apesar destas, e de tantas outras bênçãos, a igreja em Éfeso, assim como as demais igrejas da Ásia, foi seriamente e claramente advertida quanto aos perigos que a rondaria, e que trabalharia no sentido de removê-la de sua fé, amor e ortodoxia (At 20.29-31; Ef 6.10-17).

É interessante que nas últimas recomendações dadas por Paulo em sua carta àquela igreja, o desejo e a necessidade de contínua paz e amor com fé são destacados (Ef 6.23). Sobre a combinação de fé com amor William Barclay escreve:

[...] o amor sem fé é sentimentalismo, e a fé sem amor é aridez. [...] Esta combinação de fé e amor deve produzir ação, porque o amor nunca deve ser mera aparência (Rm 12.9). É perfeitamente possível pregar o amor e viver uma vida sem ele, cantar os louvores do amor nas palavras, e negar a existência dele nas ações. [...] A fé deve estar ligada ao amor, e o amor à fé, e esta combinação deve ter como resultado a mão generosa e o coração que perdoa. (As obras da carne e o fruto do Espírito, Vida Nova, 2000, p. 66 e 67)

A Decadência da Igreja em Éfeso

A igreja em Éfeso, assim como muitas outras ao longo da história, não resistiu ao fato tempo. Com cerca de sessenta anos de fundação, já se encontrava num estado de crise espiritual grave, que resultou na carta que Jesus pediu que João escrevesse e que lhe fosse enviada (Ap 2.1-7).

A grande ênfase desta carta recai sobre o abandono do primeiro amor (gr. agápe) pela igreja. Há pelo menos três possibilidades implícitas aqui:

- O abandono do primeiro amor a Deus. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas (Mt 22.37; Mc 12.30; Lc 10.27; Rm 8.28; 1 Co 2.9; 2 Tm 4.8; 1 Jo 4.19). Há um pensamento de Barclay bastante pertinente:

O cristianismo não pensa em termos do homem finalmente se submeter ao poder de Deus; pensa em termos de ele finalmente se entregar ao amor de Deus. Não se trata de a vontade do homem ser esmagada, trata-se de o seu coração ser quebrantado. (Ibid., p. 73).

O amor a Deus é provado pela livre submissão e obediência à sua Palavra e vontade, e pela maneira como amamos o nosso próximo (1 Jo 4.20).

- O abandono do primeiro amor ao próximo. No comentário da Bíblia de Estudo Conselheiro (SBB, 2011, p. 552) sobre esta possibilidade, lemos:

Será que esses crentes passaram a dedicar-se tanto a combater erros, falsos profetas e falsas doutrinas que, aos poucos, acabaram se distanciando do amor e da graça, a ponto de o amor cristão nos relacionamentos ir perdendo lugar? Jesus deixa claro que essa direção é mortal para a igreja.

Em se tratando de Assembleia de Deus, acrescentaria as seguintes possibilidades: Será que a liderança da igreja passou a dedicar tanto tempo a construção de obras faraônicas, para louvor da própria glória, para perpetuação do seu nome e para demonstração de força e poder diante dos seus “concorrentes” (Gn 11.4; 2 Sm 18.18), e ainda a desperdiçar tanta energia e dinheiro com campanhas políticas eclesiásticas em disputas eleitorais por cargos e posições, a ponto de o amor cristão e o cuidado com o rebanho ir perdendo lugar? Será que as recomendações de Paulo aos presbíteros da igreja em Éfeso não nos caberia hoje (At 20.28)?

Será que na condição de crentes estamos tão voltados para o nosso enriquecimento e acúmulo de bens materiais (Mt 6.19-21), influenciados pela Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira, que acabamos por incorrer no erro do rico insensato (Lc 12.13-21) e na adoração avarenta às riquezas (Mt 6.24).

Vale lembrar que na perspectiva cristã o próximo é todo aquele que precisa e a quem podemos ajudar, inclusive reais ou potenciais inimigos (Lc 10.25-37), justos ou injustos (Mt 5.43-48).

Diante destes fatos, assim como nos dias do Novo Testamento, uma crise de hipocrisia em torno do amor assola os púlpitos e a igreja de forma geral (Rm 12.9-10).

- O abandono do primeiro amor na realização das obras. O ativismo dos efésios é outra praga vivenciada em nossos dias. Estamos tão envolvidos com a realização de coisas para Deus (e para nós mesmos), que perdemos de vista as reais e legítimas motivações para isso. Ministérios, igrejas, líderes e membros em geral são avaliados pela quantidade de coisas que fazem na e para a igreja, e não pelos sentimentos nobres que deveriam nortear as suas realizações. Fazemos as coisas pelas coisas. Queremos demonstrar nossas habilidades produtivas, nossa eficiência e eficácia, nossas competências, nossa suposta espiritualidade ou generosidade, nossa disponibilidade ao martírio, mas nos esquecemos de que se não tivermos amor, nada vale ou aproveita:

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. (1 Co 13.1-3).

Além do abandono do primeiro amor na realização das obras, passamos a amar mais as obras do que a Deus e ao próximo. Amamos presidir, construir, ensinar, pregar, orar, cantar, tocar, ofertar, etc., porque todas estas coisas ajudam na autopromoção, no louvor que vem dos homens. Quando o primeiro amor é abandonado, em lugar de altruísmo e da glória de Deus, nos tornamos egoístas e buscamos o reconhecimento dos nossos feitos aqui e agora.

A Oportunidade de Restauração da Igreja em Éfeso

Nenhum juízo é derramado por Deus sobre o seu povo, sem que Ele antes não deixe claro o pecado cometido, e não conceda a oportunidade de arrependimento.

Ao mandar que João escrevesse e enviasse a carta à igreja em Éfeso, o Senhor desejou promover uma tomada de consciência por parte do líder e de toda a igreja, que resultasse na lembrança de onde a mesma tinha caído (o que implica também “onde”), e consequentemente em seu arrependimento:

Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas. (Ap 2.5)

O arrependimento que possibilita novamente o perdão e aceitação de Deus é mais do que simples verbalização de frases prontas e impressionistas. O termo grego para “arrependimento” aqui se deriva de metanoeo, que implica em mudança de pensamento ou mentalidade que resulta em mudança de sentimentos e atitudes. É uma mudança plena de uma condição que desagrada a Deus, para uma outra condição de o alegra. Arrependimento é tristeza diante do pecado, e não simples remorso (2 Co 7.10).

A oportunidade foi outorgada à igreja em Éfeso, e é também nos concedida hoje. O que faremos? Qual será a nossa resposta àquele que graciosamente insiste em nos atrair de volta ao primeiro amor, e consequentemente a ele mesmo. Qual o nosso destino enquanto igreja estabelecida na história, denominação evangélica e igreja nacional, regional, estadual ou local?

Somos melhores do que a igreja em Éfeso, ou do que qualquer outra igreja da Ásia? Somos melhores do que alguma igreja que já se estabeleceu em algum momento da história, e que não mais existe? São melhores do que qualquer igreja que apesar de ainda existir, existe em sua própria apostasia?

A exortação do Senhor à igreja em Éfeso, ainda reverbera nos dias atuais:

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito dias às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus. (Ap 2.7)

Amém!

terça-feira, 27 de março de 2012

PALESTRA ISLAMISMO & APOCALISPE (Pr. Magno Paganelli)


O Islã vem aí; a bem da verdade já chegou. O avanço islâmico para o ocidente usa a mesma estratégia do Cristianismo quando faz missões. Os estrategistas islâmicos acreditam que o próprio Allah, prevendo a necessidade de fundos para financiar o avanço missionário muçulmano, confiou as reservas mundiais de petróleo às nações muçulmanas.(1)

O espaço disponível aqui para esta questão da expansão islâmica é pequeno. No entanto, quero destacar alguns pontos-chave que indicam a mobilização islâmica neste sentido.


O Islã tem disposto não de um, mas de três meios pelos quais demarca o seu território nos países ocidentais: imigração, conversão e natalidade. Em todos os países da Europa e nos Estados Unidos a população árabe muçulmana imigrante cresceu, além dos descendentes nascidos nessas regiões.


Na Inglaterra. Nos últimos 30 anos a população muçulmana cresceu de 28 mil para 2,5 milhões de pessoas. Na França em 2008 eram 5 milhões. Na Holanda, 50% dos recém-nascidos são crianças muçulmanas. Na Bélgica, 25% da população e 50% dos nascimentos é de muçulmanos. O Governo daquele país declarou que em 2025, um terço dos recém-nascidos na Europa será de famílias muçulmanas. Declaração semelhante foi feita pelo Governo Alemão, que disse prever a Alemanha como um país muçulmano até 2050.


Os muçulmanos já veem esses sinais. O recém-assassinado General Kadhafi disse:


Há sinais de que Alá garantirá vitória ao Islã na Europa sem espadas, sem armas, sem conquistas. Não precisamos de terroristas ou bombas homicidas.

É esperado que os mais de 52 milhões de muçulmanos que vivem na Europa dobre sua população em até vinte anos. Nas Américas os números não são diferentes. No Canadá o crescimento populacional total registrado entre os anos 2000 e 2006 foi de 1,6 milhão, sendo que 1,2 milhão foi de imigração. Nos Estados Unidos a taxa de fertilidade é de 1,6 filhos e chega a 2,11 somente se somada à imigração latina. Em 1970 havia 100.000 muçulmanos nos Estados Unidos, hoje há 9 milhões.

Por conta disso, mesquitas têm sido construídas nos principais centros que antes eram referência para os cristãos. A Mesquita de Roma, uma afronta o Vaticano na terra do Catolocismo e uma Mesquita em Genebra, no marco do Protestantismo. Mas em Meca, um cristão não pode nem mesmo aproximar-se da mesquita principal. Mas a ousadia islâmica nunca foi tão longe como nos Estados Unidos, onde líderes islâmicos anunciaram a intensão de construir uma mesquita e um centro de cultura islâmica em rua próxima ao Marco Zero. O
Conselho Municipal de Manhatan aprovou a sua construção e o Presidente Obama manifestou-se favorável. As famílias das vítimas dos atentados mostraram-se incorformadas.

Enquanto os protestos contra novas mesquitas em Nova Iorque, Tennessee e Califórnia ganharam as manchetes, o número total de mesquitas cresceu em silêncio, subindo de 1.209 em 2000 para 2.106 em 2010. 74% de crescimento em dez anos.


Essas estatísticas apontam, ainda, noutra direção além do seu valor ou desdobramento no que tange à questão da cultura. Há implicações econômicas, por exemplo. Enquanto a população economicamente ativa diminui, a população idosa aumenta. A Grécia, os Estados Unidos e outros países desenvolvidos revelaram nesta década os efeitos dramáticos desse modelo. A força de trabalho ativa não conseguiu sustentar o número de aposentados em função do desequilíbrio entre os trabalhadores ativos e inativos. É inevitável que num cenário assim a economia seja posta nas mãos de quem detém a força de trabalho, no caso, muçulmanos com sua numerosa população.


Na Conferência de Chicago, dezenas de nações islâmicas se reuniram para discutir a islamificação da América através de meios como o jornalismo, a política e a educação.


A América Latina também tem números expressivos de muçulmanos. No Brasil a população estimada é de 1,5 milhão. Somente no Estado de São Paulo os muçulmanos são 400 mil. Na tríplice fronteira, Brasil, Argentina e Paraguai, há um grupo radical islâmico. Um muçulmano xiita da região converteu-se e passou a frequentar a comunidade metodista. Logo houve ataques, agressões e ameaças contra esse irmão e seu pastor.(2)


No mais, a estratégia para basear-se na América do Sul é a mesma. Aumentar a população, influenciar na política e na educação. O primeiro ponto já está em andamento por aqui. O segundo também. Na Inglaterra já há um partido islâmico e eles já aprovaram leis voltadas para a sua comunidade. O Brasil não fica atrás. Em 1998 ocorreu um Congresso Islâmico em São Bernardo do Campo (SP) com 147 representantes de diversas sociedades islâmicas do país. O congresso deliberou pela criação de uma comissão provisória com vistas à criação de um partido.(3)


Em 2011, o Deputado mineiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Miguel Corrêa apresentou (em 06.07.2011) a PL 1780/11 que altera a Lei nº 9.394 (de 20 de dezembro de 1996), a chamada Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica” e dá outras providências. Esta PL 1780/11 foi retirada da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, mas não nos esqueçamos do que ocorreu com a PL 122, a PL da Homofobia, que mesmo depois de sua retirada da Mesa foi desarquivada com força ainda maior pela Senadora Marta Suplicy, do mesmo Partido dos Trabalhadores, e ganhou forte expressão nacional. Não pense o leitor que o fato de a PL 1780/11 não constar da pauta, que a questão está encerrada.


A presença nas instituições de ensino não é um mecanismo novo. Nos Estados Unidos as lideranças islâmicas já ocupam consideráveis espaços nas escolas secundárias, bem como em universidades. A proposta às reitorias e juntas diretivas é feita em face à necessidade de fornecer um departamento de estudos islâmicos no campus. A universidade cede o local e todo o recurso necessário é fornecido pelo Islã.
Mulás são indicados para ensinarem, a fim de que haja garantia de que o Islã será bem representado.(4) Isso também ocorre entre a comunidade local por meio das próprias instituições islâmicas já estabelecidas na sociedade, não apenas nos centros de educação.


Mesquita de Mogi das Cruzes (SP)

No Brasil, há dezenas de instituições espalhadas por todo o território. Segundo o Centro Islâmico no Brasil, são dezessete mesquitas, doze centros culturais, vinte e três federações, assembleias e sociedades, cinco escolas e dois cemitérios.(5) Se tudo isso parece novo para você, é bom começar a acostumar-se com a presença islâmica em nosso meio. O problema é quando começarem manifestar a imposição das suas leis em nosso país, até agora dito “de tradições cristãs”.

O esforço concentra-se também na publicação de obras em língua portuguesa. “O Islamismo tem se esmerado em atacar as doutrinas cristãs através de regulares publicações. Entre os vários livros cujo propósito é desacreditar as doutrinas cristãs, temos conosco alguns publicados em português no Brasil com este propósito. Entre eles destaco
A Bíblia, o Alcorão e a Ciência por Dr. Maurice Bucaille. Há outros livros que se opõem as doutrinas cristãs como O Islam e o Mundo por Abul Hassam Annaduy e Islam e Cristianismo por Ulfat Aziz Assamad e Islamismo Mandamentos Fundamentais por Mohamad Ahmad Abou Fares. São apenas alguns exemplos (há muitos outros títulos publicados) do que já há em português publicado pelo Islamismo para atacar e desacreditar o Cristianismo”.(6)

A diversidade étnica e a liberdade de culto no Brasil são públicas e notórias; nem por isso vemos as comunidades de alemães e de italianos no sul do país, ou de orientais e italianos no Estado de São Paulo, fazendo
lobbies para que sejam criadas leis específicas para eles. Imigrantes que chegam aqui convivem harmoniosamente há séculos com os nossos padrões e as nossas leis. Por que haveria de mudar agora?

A pluralidade religiosa brasileira bem que podia servir de exemplo para países e comunidades muçulmanos, o que definitivamente não ocorre. Vemos, isso sim, perseguição, mortes, condenações, incêndio a igrejas e muito mais. Seria bom, se de fato o Islã é uma religião da paz, que a cada instituição implantada aqui, uma igreja ou seminário também fossem abertos por lá, sem riscos à vida de quem quer que seja. Infelizmente sabemos que isso não acontecerá.


(1) Nisto concordam Dom Richardson,
Segredos do Alcorão, p. 156ss e Marius Baar, O Ocidente na Encruzilhada, p. 36ss.

(2) http://www.comunidademetodista.com.br/noticias/?id=490 em 09.03.2012.

(3) Diário do Grande ABC, 05.05.1998.
(4) RICHARSON, Ibidem, pp. 171,172.
(5) Fonte: Centro Islâmico no Brasil (Arresala).
(6) TOSTES, Silas. O Islamismo e a Trindade, pp. 2,3.

* Este artigo foi extraído e adaptado do livro
Islamismo e Apocalipse, de Magno Paganelli (Arte Editorial, 2012). Pode ser reproduzido desde que citada a fonte.

Fonte: Blog Neoprotestante

segunda-feira, 26 de março de 2012

BLOGS E SITES QUE PUBLICAM NOSSOS ARTIGOS E ESTUDOS

Amados, pela bondade de Deus alguns sites e blogs publicam com regularidade artigos e estudos nossos, cooperando dessa forma com a divulgação de minhas reflexões e ministrações em forma de textos e vídeos. Segue abaixo alguns links:


Se você publica regularmente os nossos artigos em vosso site ou blog, nos informe, pois teremos o prazer em divulgar.

Abraços!

domingo, 25 de março de 2012

Donnie McClurkin: Holy (Legendado)

APOCALIPSE, A REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO. Subsídio para Lição Bíblica - 2º Trimestre/2012

IMAGEM: ENOMIR SANTOS

O livro de Apocalipse, e em especial as cartas de Jesus às Sete Igrejas da Ásia, será objeto de estudo na Escola Bíblica Dominical neste 2º trimestre de 2012.

Em nossos subsídios procuraremos contextualizar cada uma das sete cartas à realidade da igreja evangélica no Brasil, e de forma mais específica às Assembleias de Deus.

Não acredito na eficácia de um estudo bíblico que se limita ao conhecimento gramatical, literário, cultural, histórico e doutrinário, mas que não avança na extração dos exemplos e na aplicação dos princípios, essenciais para orientar e tratar as situações-problemas atuais vivenciadas pela igreja.

Como introdução ao livro de Apocalipse, em razão do vasto material disponível na internet e em livros, sugiro os links e obras abaixo indicados:

Links:


Livros:

ANDRADE, Claudionor de. Os Sete Castiçais de Ouro. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.

LAWSON, Steven J. As sete igrejas do Apocalipse: o alerta final de Cristo para o seu povo. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

SILVA, Severino Pedro da. Apocalipse: versículo por versículo. 11. ed. São Paulo: CPAD, 1996.

terça-feira, 20 de março de 2012

domingo, 18 de março de 2012

PASTOR MARTIM ALVES CONVOCA A IEADERN PARA CAMPANHA DE ORAÇÃO, JEJUM E UNIDADE


“Bendize, ó minha alma ao Senhor...”

Começo as minhas palavras bendizendo ao bondoso Deus pelos privilégios e alegrias que Ele me tem concedido, bem como agradecendo a cada irmão e irmã que compareceu ao Ginásio Nélio Dias, no último dia 10, e ali aprovou o meu nome como o novo Pastor Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus no Rio Grande do Norte – IEADERN, em substituição ao nosso amado Pastor Raimundo João de Santana, atual Presidente de Honra da nossa Igreja.

Agradeço à Igreja (Ministros, obreiros em geral, membros e congregados) pelas orações e por todo o apoio que me foi dado, bem como à minha família, por seu carinho e compreensão.

Ao longo de minha trajetória de vida e ministério, aprendi que a oração e o jejum são chaves importantes para as nossas vitórias. Vida no altar é vida que vale a pena ser vivida. É vida que exala o bom cheiro de Cristo. É vida que faz a diferença. Foi o Senhor Jesus quem nos ensinou a orar sempre e nunca desfalecer (Lc 18.1) e a jejuar quando “o Noivo” fosse tirado (Mt 9.15).

Assim, queridos irmãos e irmãs, com a minha posse, por direção do Espírito Santo, foi deflagrada uma CAMPANHA DE ORAÇÃO, JEJUM E UNIDADE, em todo o nosso Estado.

Quero, assim, conclamar a todos que fazem a nossa Assembléia de Deus no Rio Grande do Norte, para que intensifiquemos nossa consagração ao Senhor com mais oração e jejum, até o dia 13 de abril de 2012, realizando diariamente, de segunda a sexta-feira, em cada congregação, uma hora de oração de joelhos, das 9h às 10h, e que em cada culto seja realizada uma oração de joelhos de quinze minutos, clamando a Deus pela UNIDADE da Igreja. Também realizaremos em cada Igreja Polo de Natal e do interior, um seminário composto por três palestras que tratam da unidade cristã. Todos devem participar.

Dentro das possibilidades de cada um, igualmente, que também estejamos jejuando nesses trinta dias de campanha, desde a meia noite até o meio dia. O inimigo de nossas almas quer nos ver separados, magoados uns com os outros, mas o Senhor nos chamou à unidade, porque somos membros uns dos outros, somos membros de Seu Corpo. Lutemos, pois, para que a oração sacerdotal de Jesus se cumpra em nossa IEADERN.

“Para que todos sejam um”,


Fonte: www.adnatal.org

segunda-feira, 12 de março de 2012

A GRAÇA DE JESUS


Quando tento me conhecer melhor, percebo o quanto dependo Dele.


Quanto mais tento me compreender, mais complexo percebo que sou.


Em meio a tamanha complexidade, desisto de me entender e simplesmente me entrego àquele que me conhece plenamente.


Me entrego àquele que me escolheu em graça, e que em graça me suporta, me sustenta, me corrige, me conduz, me abraça, me afaga, me guarda, me consola, me aceita.


A graça causa impacto e escândalo.


Impacto nos necessitados e escândalo nos religiosos.


Impacto em leprosos, cegos, surdos, paralíticos, possessos, mendigos, prostitutas, cobradores de impostos, samaritanos, gentios, adúlteros, e escândalo em discípulos imaturos e em fariseus hipócritas.


É preciso se apropriar da graça, sem abusar e banalizar a graça.


Graça, maravilhosa graça!

domingo, 11 de março de 2012

MINISTRANDO NA ASSEMBLEIA DE DEUS EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP (MINISTÉRIO DO BELÉM)


Estaremos, se Deus quiser, ministrando hoje à noite na Assembleia de Deus em São José dos Campos-SP (Ministério do Belém), igreja liderada pelo pastor Emanuel Barbosa (foto acima).

Durante a semana participaremos de outras atividades na referida igreja, que serão divulgadas aqui no blog.

O endereço da igreja é: Rua Cel. José Monteiro, 293 - Centro.

Abraços e paz do Senhor!

segunda-feira, 5 de março de 2012

A MEDIOCRIZAÇÃO MASTURBATÓRIA DA TV BRASILEIRA


Fonte: GENIZAH

PROMOÇÃO NO BLOG: RUMO AOS 2.500.000 ACESSOS


Amados leitores, estamos próximos dos 2.500.000 acessos ao blog, e isso não seria possível sem a graça de Deus e sem a participação de todos vocês. Fico feliz por cada palavra de incentivo e ânimo, e por saber que vidas e ministérios estão sendo edificados.

Em comemoração, estarei sorteando 04 livros de minha autoria (você escolherá dentre os títulos disponíveis por ocasião do sorteio) assim que a marca for atingida.
Para participar da promoção, basta comentar este post.

Após o sorteio os dados de endereço dos contemplados deverão ser enviados por email para altair.germano@gmail.com


Abraços,

sábado, 3 de março de 2012

UMA IGREJA VERDADEIRAMENTE PRÓSPERA. Subsídio para Lição Bíblica


O que caracteriza a prosperidade de uma igreja local?

O tamanho e suntuosidade do seu templo?

A quantidade de filiais que possui?

A riqueza de seu patrimônio?

O alto valor das contribuições financeiras?

Os resultados numéricos dos batismos em águas realizados?

A quantidade de crentes que frequentam os cultos?

O nível cultural, social e econômico de seus líderes e membros?

As manifestações dos dons espirituais?

O assédio dos políticos?

Assista a mensagem abaixo que preguei durante a 36ª Confraternização da Mocidade na AD em Abreu e Lima-PE (link abaixo), e ao final você terá a resposta para estas perguntas.

PRIVILÉGIOS E RESPONSABILIDADES DE UMA GERAÇÃO NA REALIZAÇÃO DA OBRA DE DEUS

Abraços,