sexta-feira, 13 de abril de 2012

ORDENAÇÃO DE EVANGELISTAS E PASTORAS NAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL: FORTALECIMENTO DA ORTODOXIA BÍBLICA OU RENDIÇÃO AO LIBERALISMO TEOLÓGICO? (3)


Parece-nos que nas Assembleias de Deus no Brasil as bases teóricas para ao entendimento das atividades ou ofício de presbíteros foram lançadas pelo missionário e evangelista sueco Nils Kastberg. Araújo, em seu Dicionário do Movimento Pentecostal escreve o seguinte

O missionário sueco Nils Kastberg escreveu, em seu artigo “Os presbíteros”, publicado no Mensageiro da Paz de agosto de 1936, p. 2, 2ª quinzena, que a Bíblia mostra, “com toda clareza”, que há duas qualidades de presbíteros. Uma qualidade é a de apóstolos, pastores e ensinadores que também são presbíteros, com base em Ef 4.11 e 1 Pe 5.1, e nos “anjos” das sete cartas do apocalipse, que, em primeiro lugar, tinham responsabilidade pelo trabalho na igreja. Esta classe de presbítero mencionada nestes textos bíblicos, segundo Kastberg, é a que, em geral, representa os que são chamados inteiramente para o ministério, e que têm o seu sustento, completo ou em parte, da igreja onde trabalham, ou de outra igreja que queiram, por algum motivo, auxiliar, ou seja, aquela que o presbítero dirige como pastor.[1]

Observe, que Kastberg lança as bases para um entendimento de que há uma casta ou elite de presbíteros, ao escrever que “há duas qualidades de presbíteros”. O pensamento de Kastberg veio a influenciar as resoluções convencionais em torno da questão.

CONVENÇÃO GERAL DE 1933

A convenção reconhece que na Bíblia Sagrada está a regra a ser por nós adotada. Reconhece também que é o Espírito Santo quem dirige o Presbitério para, de comum acordo com a igreja, consagrar anciãos para o trabalho, e que só o Presbitério pode fazê-lo. A convenção resolve que só poderão ser consagrados os que, de acordo com a Palavra de Deus, possuírem as qualidades e a idoneidade que constam em 1 Timóteo 3 [...]. A convenção resolveu também só receber acusações contra o presbítero quando as mesmas forem feitas segundo as Escrituras, isto é, por duas ou três testemunhas, e estas sejam idôneas. Reconhecem também que os presbíteros que governam bem, principalmente os que ensinam, e também segundo o grau de espiritualidade e consagração que denotam no serviço de Deus, devem ter dobrada honra. Esta convenção recomenda ainda ao Presbitério que considere e chame a dar o seu parecer, quando necessário, os que, entre nós, são considerados como colunas.[2]

No texto acima não fica muito evidente a distinção de classes no ministério. É com o avanço das discussões nas Convenções posteriores que a diferença vai se revelando e se consolidando.

CONVENÇÃO GERAL DE 1937

Conforme nos informa Daniel,

A última sessão terminou com questões eclesiásticas. O primeiro assunto, que também tinha cunho teológico, era se os anciãos (presbíteros) não poderiam ser considerados pastores. A Convenção Geral de 1937 comprendeu, citando textos com 1 Pedro 5.1, Atos 20.28 e 1 Timóteo 5.17, que em alguns casos parece haver uma diferença entre anciãos e anciãos com chamada ao ministério, estabelecendo, assim, a hierarquia eclesiástica que até hoje existe na Assembleia de Deus: diáconos, presbíteros e ministros do Evangelho (pastores e evangelistas).[3]

A ideia de uma elite ou casta de presbíteros que comanda sobre outros presbíteros é na Convenção de 1937 fortalecida. É interessante observar o que diz o texto de 1 Tm 5.17:

Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina. (ARC)

Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. (ARA)

Os presbíteros que fazem um bom trabalho na igreja merecem pagamento em dobro, especialmente os que se esforçam na pregação do evangelho e no ensino cristão. (NTLH)

Os presbíteros que lideram bem a igreja a igreja são dignos de dupla honra, especialmente aqueles cujo trabalho é a pregação e o ensino, [...]. (NVI)

Para Rienecker e Rogers, o termo presidir, governar ou liderar (gr. proestôtes) “significa superintendência geral e descreve os deveres alocados a todos os presbíteros (Guthrie).”[4] A palavra grega traduzida para honra ou honorários é timês, que pode significar honra e reconhecimento financeiro (duplo reconhecimento).[5]

No Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, encontramos que

Fee sugere que a palavra “presbíteros” no versículo 17 provavelmente inclua “todos os que dirigem os assuntos da igreja”, isto é, os bispos de 3.1-7 (cf. At 20.17, 28; Tt 1.5-7) e os diáconos de 1 Tm 3.8-13. “A escolha da terminologia (veja também At 14.23; 15.4) reflete indubitavelmente a herança judaica da igreja; os presbíteros já eram parte integrante da estrutura das sinagogas”. O primeiro aspecto do ministério do presbítero era administrar ou dirigir “os assuntos da igreja” [...]. O segundo aspecto do serviço de um presbítero é o trabalho de pregar e ensinar [...]. A “duplicada honra” é devida aos presbíteros que lideram bem e trabalham arduamente no ministério da Palavra.[6]

Os textos bíblicos das traduções acima enfatizam a qualidade e o esforço com que se preside, prega e ensina. Não é simplesmente o fato de se ter o cargo de presbítero ou bispo que deve promover a duplicada honra, mas, a forma como tais obreiros se portam em suas funções. É neste sentido que Hebreu 13.17 deve ser entendido

Obedecei a vossos pastores e sujeita-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. (ARC)

No comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal sobre 1 Timóteo 5.17-19 lemos: “Estes versículos dizem respeito à honra apropriada aos presbíteros (aqui significa pastores) que governam bem a igreja local e que vigiam cuidadosamente o rebanho [...].”

A declaração entre parêntesis “aqui significa pastores”, fazendo a clássica distinção assembleiana, é de entendimento do comentarista da Bíblia, e não expressa o sentido do original do texto bíblico, ou seja, da intenção do autor.

CONVENÇÃO GERAL DE 1946

Conforme Araújo, na Convenção Geral de 1946, realizada na Assembleia de Deus em Recife-PE, foi aprovado que só poderiam assistir às sessões convencionais “os missionários, pastores e evangelistas”, enquanto “os auxiliares, presbíteros e diáconos” só poderiam tomar parte “com a devida recomendação de seus respectivos pastores e sem direito à votação”.[7]

Dessa forma, estava sacramentada nas Assembleias de Deus no Brasil, a ideia de que presbíteros e ministros (pastores e evangelistas) não pertenciam a mesma “classe”, “casta” ou “elite ministerial”.

Contrariando a ideia acima, Araújo cita Estevâm Ângelo

[...] nunca deixou de haver líderes entre os presbíteros na Bíblia. Para ele, isto faz parte da sabedoria com que Deus lançou as bases para a boa ordem e progresso de sua igreja. Um líder não deixará de ser um resultado dos dons que “estabeleceu Deus na igreja”, entre outros, “governos” (1 Co 12.28). Os líderes eram obedecidos e respeitados, sem, contudo, se considerarem superiores aos demais ministros, exigindo serem reverenciados.[8]

A ideia de “classe”, “casta” ou “elite” chega ao ponto de fazer com que alguns presbíteros que dirigem congregações sejam repreendidos pelos pastores e evangelistas (ministros), quando aceitam ser chamados pela congregação pelo título de pastor. - Quem lhe consagrou a pastor? Perguntam a elite ministerial em tom áspero e superior. – Você não é pastor coisa nenhuma, e sim um dirigente de congregação, pois o pastor aqui sou EU. Quanta incoerência e arrogância!

CONCLUSÃO

Entendo que um dos motivos da evolução histórica desta distinção entre presbíteros e ministros (pastores e evangelistas) nas Assembleias de Deus no Brasil seja a questão financeira. Como os ministros (pastores e evangelistas) recebiam ajuda financeira por trabalhar em regime integral (ou parcial), se os presbíteros fossem “promovidos” ao status de ministros, isso incorreria em ter que remunerá-los também.

Outro motivo para a consolidação e perpetuação desta ideia equivocada de classe “superior” e “inferior” de presbíteros no contexto assembleiano, credito a inacessibilidade dos nossos pioneiros aos recursos bibliográficos, em especial, às obras nas línguas originais, léxicos, comentários e dicionários bíblicos, como as temos hoje abundantemente. Acrescente-se a isto toda oposição feita ao estudo teológico formal por longos anos.

Não encontramos no Novo Testamento, em hipótese alguma, os presbíteros ou bispos que exerciam o governo na igreja se colocando em posição de domínio ou superioridade “especial” sobre companheiros os crentes em geral. É neste sentido que Pedro escreve

Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbíteros com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas, servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória. (1 Pe 5.1-4, ARC)

Percebam a humildade do apóstolo ao afirmar “sou também presbítero com eles”, em vez de “sobre eles”. Dessa forma, mesmo que o “anjos” nas cartas às igrejas da Ásia (Ap 2-3) sejam interpretado como um presbítero-líder, isso não o colocava em posição de domínio absoluto sobre os demais. As decisões na igreja do Novo Testamento sempre foram tomadas em conjunto (At 1.15-26; 6.1-6; 15.22-29). Em 1 Timóteo 3.1-7 temos a prescrição das qualidades que deveriam ser observadas nos candidatos ao bispado, presbitério ou pastorado, mas a forma como a escolha era feita não fica clara no texto. Escrevendo a Tito, Paulo orienta o estabelecimento de presbíteros nas cidades. Também não é exposto no texto como se dava o processo. Alguns entendem, fundamentados no contexto do Novo Testamento, que a igreja local participava ativamente do processo de eleição

À medida que era aumentada a autoridade dos clérigos (especialmente dos bispos), diminuía a importância e participação dos leigos. Dessa maneira, a Igreja se tornava cada vez mais institucionalizada e menos dependente do poder e da orientação do Espírito.[9]

Anselm Grün, monge católico, escreve

Só no início do século III os bispos e presbíteros são descritos segundo conceitos sacerdotais. Desde Tertuliano e Cipriano, o bispo é designado regularmente como sacerdos (sacerdote). No ocidente, Orígenes também define o bispo como sacerdote. Ao mesmo tempo, os presbíteros são chamados de sacerdotes. Depois de Orígenes, porém, passam a ser sacerdotes num grau inferior. Os presbíteros participavam do ofício dos bispos. Os diáconos não são incluídos no sacerdócio.[10]

Como se pode observar, a ideia de sacerdotes inferiores fortalecida no século III, e não no Novo Testamento, é a mesma que norteia a distinção feita nas Assembleias de Deus entre presbíteros (sacerdotes inferiores) e pastores/evangelistas (sacerdotes superiores). Ainda sobre a consolidação de tão conceito no século III, Humberto Almeida, frei católico, afirma que

No fim do século II a Igreja chega a um ponto de expansão que exige um organograma maior na sua atuação [...]. Consolida-se a posição do bispo como pastor, com presbíteros seus “vigários”, prenúncio das futuras dioceses e paróquias.[11]

A distinção no episcopado foi reafirmada no XXI Concílio Ecumênico, o Vaticano II, nos seguintes termos

Os presbíteros, solícitos cooperadores da ordem episcopal, seu auxílio e instrumento, chamados para servir ao povo de Deus, formam com seu Bispo um único presbitério, empenhados, porém, em diversos ofícios [...]. Por esta participação no sacerdócio e na missão, os Presbíteros reconheçam o Bispo verdadeiramente como seu pai e reverentemente lhe obedeçam. O Bispo, porém, considere os sacerdotes, seus cooperadores, como filhos e amigos, a exemplo de Cristo que chamou seus discípulos não servos, mas amigos (cf, Jo 15,15).[12]

Como fica evidente com o texto acima, a relação nas Assembleias de Deus entre os pastores e os presbíteros é a mesma do modelo católico reafirmado no Vaticano II entre Bispos e Presbíteros, distanciado dos parâmetros do Novo Testamento.

Concluo minhas argumentações, entendendo que é quase impossível uma mudança no sistema assembleiano de governo eclesiástico, e na forma de conceber o ofício de presbítero. Há por parte da “classe superior” muito poder centralizado e privilégios conquistados envolvidos na questão.

Afirmo, para consolo e ânimo dos nobres e estimados obreiros e companheiros, eu, “que sou também presbítero convosco”, que um dia o Senhor da obra haverá de corrigir todos os equívocos ensinados e injustiças praticadas acerca deste tão digno e honroso ofício.

Após esta breve exposição acerca do ofício de Bispo ou presbíteros no Novo Testamento e no contexto assembleiano, voltemos à discussão acerca da ordenação de mulhere nas Assembleias de Deus no Brasil.

Continua...



[1] Araújo, 2007, p. 716.

[2] Daniel, 2004, p. 76.

[3] Ibid., p. 135.

[4] Rienenecker; Rogers, 1995, p. 467.

[5] Haubeck; Siebenthal, 2009, p. 1169.

[6] Gill, 2003, p. 1477.

[7] Ibid., p. 716.

[8] Ibid., p. 715.

[9] Dusing, 2008, p. 540.

[10] Grün, 2006, p. 25.

[11] Almeida, 2007, p. 68.

[12] Compêndio Vaticano II, 2000, p. 75.

10 comentários:

João Paulo disse...

A paz do Senhor, pastor Altair!

Com relação à ordenação de mulheres ao ministério eclesiástico, penso que aquela é incongruente com o que ensinam as santas Escrituras. Jesus chamou doze homens para a Escola Apostólica (Mt 10); o substituto de Judas, o suicida, não foi uma mulher, senão que foi um homem (At .26); as orientações de Paulo, tanto para Temóteo quanto para Tito, foram as de que estes separassem para o santo ministério apenas homens que, individualmente, tivessem somente uma esposa (1 Tm 3; Tt 1).

Ademais, achei assaz interessante suas argumentações acerca das Assembleias de Deus em nosso país.

Em Cristo,

http://www.joaopaulomsouza.blogspot.com.br

tadeu disse...

Excelente texto!

Pastor Carlos alberto - Clamor Universal disse...

Acredito que a presidenta Dilma Russef tem um pouco de parcela nesta questão. Pois as mulheres ganharam mais destaque e autoridade no Brasil, após sua eleição. É muito normal que as mulheres exerçam cargos diversos na sociedade, haja vista que elas são habilidosas e capacitadas, entretanto, quando se trata de funções eclesiásticas, biblicamente existem limites nas funções. Como muitas igrejas copiam a cultura deste mundo, para as tais igrejas e Convenções é muito normal consagrar mulheres ao ministério pastoral, contrariando os princípios bíblicos passando por cima de estatuto e da opinião da maioria. São tantas coisas ínfimas não permitidas nas igrejas, como: Diácono não dar benção apostólica, não batizar em águas, não tomar assento no púlpito de algumas igrejas, igualmente, presbítero não celebrar casamento, não entrar em reunião das AGOs, não ser consagrado à evangelista com menos de quatro anos de presbítero, no caso (CEADEB) enfim, a um cooperador é quase impossível ser consagrado a pastor por causa da escada ministerial: Tem que ser cooperador, diácono, presbítero, evangelista e pastor. RSRSRSRS. Como hoje estamos em fase de mudanças, mulheres seguem direto ao pastorado, estão com mais moral e crédito do que os homens, que vergonha!
Agora será permitido as “pastoras” fazerem casamento, batizar em águas, celebrar santa ceia ser candidata a presidenta de Convenção, ou a algum cargo da diretoria, consagrar diáconos, diaconisas e presbíteros, presbíteras; tomar assento na cadeira central do púlpito e dar ordens aos obreiros auxiliares. Coisas piores virão, acreditem!

Estafaltandoconhecimento! disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Estafaltandoconhecimento! disse...

É incrível como atitudes e falas machistas ainda tenham força e vez em nosso meio. Será que as pessoas não reconhecem o trabalho desenvolvido pelas mulheres na Igreja? E mais, que o contingente feminino supera em quantidade( e porque não dizer) e qualidade nos eventos e participações na obra de Deus? Obviamente ninguém está discordando das implicações éticas e eclesiásticas que a ordenação feminina pode trazer mas associá-la "ao fim do mundo" já é demais!

Jose Costa disse...

Gostei muito deste artigo.Estava faltando mesmo uma abordagem deste assunto a luz da bíblia e não em dogma do homem!
Estava faltando homens de Deus para falar de assunto como este,que incomoda interesses de uns poucos.abraços

Mario Sérgio disse...

Espero as considerações finais sobre esse polêmico assunto dentro das Assembleias de Deus. Mas não acredito que a separação de mulheres ao ministério seja rendição total ao liberalismo teológico. Talvez esse elemento atualmente esteja presente, mas há outros fatores em jogo.

Abraço!

Pastor Carlos Alberto disse...

Será que em Cem Anos que a Assembléia de Deus existe, não descobriram na bíblia que uma mulher poderia ser consagrada a pastora? São tantos pastores exegetas, hermeneutas, PHds, doutores em Divindade, que ensinam tantos assuntos obscuros inimagináveis, esplendorosos e etc. E eles nunca, pelo menos, desconfiaram que consagração deste tipo fosse bíblica? Será que é uma nova interpretação bíblica revelada por algum anjo, por algum espírito, ou editaram uma “nova bíblia” que traz assunto espetacular! Ou será que esses milhares de presbíteros atuantes nos púlpitos das Assembleias de Deus não são dignos de serem consagrados a pastores? Está faltando homens neste negócio? Ou Deus não mais dirige esta Instituição? Isso pra mim e levar a arca de Deus em carro novo. Quando devia ser levada nos ombros dos Sacerdotes. Invencionices e inovações são epidemias do século XXI. Não sou machista, sou conservador dos princípios bíblicos.
Carlos Alberto

wistemy disse...

Deus é claro quando fala q nao faz acepçao de pessoas,1 Pedro 1:17,Colossenses 3:25,Tiago 2:9,Atos 10:34,Tiago 2:1,Romanos 2:11...irmaos nao vamos cometer os mesmos erros de nossos pais.Todos nós vamos passar pelo jugamento de Deus,nem homem nem mulher estará livre da sepultura.nao deixe que vossa soberba e ingnorância,roube o amor que JESUS depositou em nós.pois devemos amar e RESPEITAR a TODOS.SENDO submiso uns para com os outros.amém

rosemarliotowicz@hotmail.com disse...

a paz do senhor irmaos ,sou missionaria, e nao fui eu que pedi essa unçao foi o espirito santo. lembrem irmaos que debora foi juiza sobre israel. E deus nao faz acepçao de pessoas,quando jesus ressuscitou, quem foi anunciar foi as mulheres. isso e machismo , quantos homens que nao tem a coragem que tem uma mulher, tem mulheres guerreiras e deus se agrada dos corajosos. eu tenho plena conciencia que foi o senhor que me chamou para esse ministerio, porque la no ceu nao tem separaçao de homens e mulheres.