domingo, 26 de fevereiro de 2012

PR. ALTAIR GERMANO: AULA MINISTRADA NA 9ª EBO DA AD EM CAMPINA GRANDE-PB

4 comentários:

Marco A Correia disse...

Prezado Pastor,

Com todo o respeito à vossa sapiência e sem nenhuma pretensão de esposar entendimento dogmático ou um libelo de verdade absoluta, permita-me não concordar com a expressão "doutrina assembleiana" ou "nossa doutrina", assim como não faz o mínimo sentido, uma doutrina presbiteriana, luterana, calvinista, arminiana, etc.
No meu singelo entendimento, a doutrina é uma só: a sã doutrina cristã.

A Doutrina Cristã não diz respeito ao entendimento particular de uma organização, à pressupostos catados aqui e ali como uma colcha de retalhos e, por conseguinte, construídos como dogmas de uma instituição. A Doutrina Cristã nos fala acerca da Salvação, do Espirito Santo, do Pecado, da Justificação, e constitui questões fundamentais da vida e do relacionamento com DEUS. A Doutrina Cristã lida com verdades gerais que implicam no conhecimento (mesmo que parcial) à respeito de Deus.

Por isso, acredito que, quando falamos em doutrina como uma identidade denominacional, existe um sério risco em colocarmos no mesmo arcabouço, conceitos como usos e costumes, influências históricas, legalismos desprovidos de embasamentos bíblicos e o pior; sofismas capazes de destruir a própria fé.

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezado Marcos Correia, usei o termo "assembleiana" pelas peculiaridades de algumas ideias que norteiam o referido sistema doutrinario. Entendo vosso ponto de vista. Outra questão é que muita coisa em nosso meio assembleiano é chamada de doutrina, quando na realidade se enquadra em alguns ítens por você citados.
Abraços,

Valdomiro Filho disse...

Amado Pr. Altair!

Como sempre uma boa palavra. O irmão acerta em dizer que há unitarianos e/ ou unicistas no meio assembleiano. Eu sou um caso (unitariano), mas não sou do ministério; mas já recebi e-mail de um presbítero, dentre vários outros e-mails de irmãos de várias igrejas (inclusive de ex-aluno do IBAD) se identificando com unitarino. Aquele presbítero tinha exatamente esse temor: o de revelar-se unitariano e ser recusado pela igreja. Recentemente ele me escreveu e hoje está em uma comunidade messiânica presidida pelo Marcos Abrão (autor do livro O Filho de Elohim). Foi a saída que ele encontrou, diante da ausência de uma igreja unitariana bíblica aqui no Brasil sem viés de cultura judaica (algo bem comum no EUA e Europa). Acredito que um concílio assembleiano exporia a existência de muitos unitarianos e unicistas em nosso meio. Acho até que revelaria uma demanda reprimida e arrisco a dizer que poderia haver cismas nesse sentido, talvez pequenos, mas haveria. Mas, acredito também que se o concílio for feito só, por assim dizer, por ortodoxos será homologado o que já se crê sem o debate de partes. Se, de fato, houvesse um concílio, bom seria a inexistência de pressa e a possibilidade do amplo contraditório.
Bem, se haverá ou não só o futuro dirá!

Parabéns pelo trabalho!
Grande abraço!
Valdomiro.

honoriojos disse...

Assistir o vide e gostei muito.