Durante uns trinta anos, um vizir serviu ao seu senhor e era conhecido e admirado por sua lealdade, sinceridade e devoção a Deus. sábado, 31 de dezembro de 2011
O SULTÃO E O VIZIR
Durante uns trinta anos, um vizir serviu ao seu senhor e era conhecido e admirado por sua lealdade, sinceridade e devoção a Deus. quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
A PROSPERIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO. Subsídio para Lição Bíblica - 1º Trimestre/2012

A prosperidade, como já foi ensinado na primeira lição do trimestre, é uma verdade bíblica que não se limita a visão reducionista do sucesso financeiro. Observaremos através de alguns textos, a maneira como no Antigo Testamento o tema prosperidade foi exposto.
Ele, porém, lhes disse: Não me detenhais, pois o SENHOR tem prosperado o meu caminho; deixai-me partir, para que eu volte a meu senhor. (Gn 24.56, ARC)
Ele, porém, lhes disse: Não me detenhais, pois o SENHOR me tem levado a bom termo na jornada; permiti que eu volte ao meu senhor. (Gn 24.56, ARA)
O termo hebraico traduzido por “prosperado” ou “levado a bom termo” é hotselih, que transmite a ideia de ser bem sucedido numa tarefa ou missão. As palavras são do servo de Abraão, ao cumprir a missão de encontrar e tomar uma esposa para o filho de seu senhor. Diante de todos os acontecimentos, o servo de Abraão creditou a sua prosperidade ao Senhor, tributando a Ele toda honra glória e louvor.
Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em sua mão, (Gn 39.3, ARC)
Vendo Potifar que o SENHOR era com ele e que tudo o que ele fazia o SENHOR prosperava em suas mãos, (Gn 39.3, ARA)
O termo hebraico traduzido por “prosperava” é matselih, e transmite aqui a ideia de ser bem sucedido na administração de negócios e empreendimentos. José, de quem o texto fala, é descrito como aquele através de quem Deus abençoava a casa e as posses de Potifar. Havia nisso tudo um soberano propósito em andamento (Gn 37.6-11), que conduziria José ao cargo de governador do Egito (Gn 41.38-44).
E apalparás ao meio-dia, como o cego apalpa na escuridade, e não prosperarás nos teus caminhos; porém somente serás oprimido e roubado todos os dias; e não haverá quem te salve. (Dt 28.29, ARC)
Apalparás ao meio-dia, como o cego apalpa nas trevas, e não prosperarás nos teus caminhos; porém somente serás oprimido e roubado todos os teus dias; e ninguém haverá que te salve. (Dt 28.29, ARA)
O hebraico welo’ thatselih (não prosperarás), é aqui contrário às bênçãos descritas em Deuteronômio 28.1-14, que estavam condicionadas ao “ouvir a voz do Senhor” e “guardar todos os seus mandamentos” (Dt 28.1), o que implicava em não se desviar de todas as palavras ordenadas, nem para a direita, nem para a esquerda (28.28-14). As bênçãos (hb. haberakoth), falam do favor de Deus para com os justos, e no presente contexto envolvia benefícios e abundância sobre a produção agrícola e pecuária, vitória sobre os inimigos, posição de proeminência, etc. A prosperidade de Israel seria o sinal visível da obediência deste povo ao seu Senhor. No Antigo Testamento é comum a realidade visível (concreta) apontar para a realidade invisível (abstrata).
Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás. (Js 1.8, ARC)
Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. (Js 1.8, ARA)
O “fazer prosperar” (hb. tatselih) o caminho, implicava em Josué transmitir, refletir e cumprir as palavras do livro da Lei, o que não significava a ausência de adversidades e lutas (Js 1.9, 14, 15ss ), mas que garantiria uma cautela, habilidade, prudência e entendimento (hb. tasekil), necessários para superar os obstáculos e alcançar o sucesso.
É importante perceber, que ao tratar de prosperidade, o Antigo Testamento não apresenta a ideia de mera barganha, mas de obediência incondicional a Deus, mediante a sua vontade manifesta (oral ou escrita). Numa barganha, as partes se nivelam na troca de favores. Com Deus, não há possibilidade alguma de nivelamento, por ser Ele quem é (Soberano e Santo), e por sermos nós quem somos (servos e pecadores).
Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. (Sl 1.1-3, ARC)
Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. (Sl 1.1-3, ARA)
Mas uma vez temos na tradução “prosperará” a raiz hebraica tsalah. Utilizando-se da metáfora da árvore plantada junto a corrente de águas, o salmista condiciona a prosperidade ao prazer (hb. hephetso) na lei do Senhor, que protege e afasta o indivíduo do conselho dos ímpios, do caminho dos pecadores e da roda dos escarnecedores, na medida em que este prazer à lei é seguido de meditação (hb. hagah, considerar,) na própria lei.
Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. (Sl 73.3, ARC)
Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos. (Sl 73.3, ARA)
Neste salmo, a possibilidade de prosperidade (o termo hebraico aqui é shelom, de shalom, ganhos financeiros e materiais, saúde, bem-estar, etc.,) por parte dos ímpios (hb. rasha`, perverso, injusto, malfeitor, transgressor) é exposta (v. 4-12). Fica agora evidente, que nem toda prosperidade é resultado da bênção proveniente da obediência a Deus. Por desconhecer até então esta possibilidade, o salmista Asafe ficou confuso ao ponto de quase se desviar e escorregar (v. 2).
Na condição de justo (v. 13), Asafe sofria constantes aflições (v. 14). Quando tentava entender, segundo a lógica humana, a sua própria condição, ainda perturbado, entrou no santuário de Deus e percebeu o fim (hb. ‘aharith, futuro, posteridade) deles (v. 17). Asafe pôde compreender que a aparência nem sempre manifesta a essência das coisas e das pessoas, que o ter não revela necessariamente o bom caráter do ser e que o bem-estar nesta vida não garante uma eternidade de gozo, paz e alegria na presença de Deus (v. 20).
Mesmo desfalecido em seu próprio ânimo, o salmista não abre mão da presença de Deus, do seu conselho, direção e força (v. 23-26), e diante da realidade da glória futura (v.24) encontra motivação para aproximar-se, confiar e anunciar as obras do Senhor (v. 28).
Com Asafe, aprendemos que é possível ter abundância de saúde, bens e riquezas materiais, sem ter a bênção decorrente da obediência a Deus. Aprendemos também, que é possível ter a bênção de Deus (presença, conforto, força, esperança e graça), decorrente da obediência a Ele, sem ter abundância de saúde, bens e riquezas materiais nesta vida.
É aqui que os fundamentos teóricos da Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira) começam a “ruir”, pois ela não consegue associar a prosperidade bíblica com a ausência de bens terrenos, nem com qualquer outro tipo de aflição temporal (inclusive problemas de saúde) experienciada pelo justo (o crente sincero, obediente, temente e confiante em Deus).
Que a prosperidade bíblica seja buscada e ensinada, ao mesmo tempo em que a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira) seja combatida, abominada e extirpada de nosso meio.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
PROJETOS LITERÁRIOS PARA 2012
Amados, como já divulgado neste blog, inicio o ano de 2012 com dois projetos literários já prontos. Um deles é "O Perfil de Sete Líderes", com previsão de lançamento para janeiro, pela Arte Editorial. O segundo, "Pedagogia Transformadora: fundamentos para a prática educativa na Escola Bíblica Dominical", segue com alguns detalhes editoriais e de publicação que serão em breve definidos.
narrativas históricas sobre o fenômeno são discutidas. No demais, peço orações por dois novos projetos que já estão esboçados, e que penso em publicá-los ainda em 2012. Um deles, inclusive, já começei a escrever.
Que neste novo ano a vontade de Deus seja buscada mais intensamente por todos nós, e que em tudo o seu nome seja glorificado.
Abraços,
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
AMIZADE, HONESTIDADE E PODER NAS ORGANIZAÇÕES

A frase acima foi escrita por Robert Greene num contexto de aconselhamento sobre como conquistar o poder nas organizações (nos padrões maquiavélicos).
Realmente, os que amam e buscam o poder a todo custo se instrumentalizam da falsidade, do fingimento e de outros artifícios semelhantes a estes para alcançá-lo e nele se manter.
Num ambiente corporativo mundano onde a competição dita as regras, e onde os princípios cristãos não são observados, vale tudo pelo poder. Muitos estão obstinados pelas várias possibilidades do poder.
Poder mandar,
poder desmandar,
poder ter,
poder não ter,
poder colocar,
poder tirar,
poder fazer,
poder desfazer,
poder expor,
poder omitir,
pode falar,
poder calar,
poder querer,
poder não querer,
poder dar,
poder reter,
poder abrir,
poder fechar,
poder para acumular,
poder para repartir,
poder fazer sorrir,
poder fazer chorar,
poder fazer viver,
poder mandar matar.
Particularmente, não tenho interesse pelo "poder" secularizado (mesmo em ambientes religiosos), por isso não abro mão da honestidade, mesmo que isso me custe caríssimas amizades. Prefiro o poder que emerge da observância da Palavra de Deus, que geralmente implica em perdas e sofrimentos aqui e agora.
O poder que nos faz andar de cabeça erguida,
que não negocia princípios,
que não tem o que esconder,
que submete os demônios no nome de Jesus,
que nos enche de autoridade para pregar o Evangelho,
que desafia com autoridade profética os "senhores" deste mundo,
que não teme desengavetamentos,
que não nos deixa nas "mãos" de ninguém,
que não cauteriza a própria consciência,
que resiste aos padrões modernos de grandeza, sucesso e prosperidade,
que não se percebe acima de,
que reconhece as próprias fragilidades e limitações,
que nos lança com o rosto em terra arrependidos diante do Pai,
que nos afoga em lágrimas diante da realidade da própria miséria e condição humana,
que nos faz olhar para os gigantes da fé do passado e nos enche de vergonha.
Num ambiente genuinamente cristão é possível conciliar honestidade e amizade.
Num ambiente genuinamente cristão o "jogo do poder" é superado pelo desejo de servir.
Num ambiente genuinamente cristão o maior é o menor.
Ó Deus, socorre-nos.
Ó Deus, humilha-nos.
Ó Deus, sara-nos.
Ó Deus, restaura-nos.
Ó Deus, levanta-nos.
Ó Deus, perdoa-nos.
Ó Deus, trata-nos.
Ó Deus aviva-nos.
domingo, 25 de dezembro de 2011
O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. Subsídio para Lição Bíblica - 1ª Trimetre/2012
[...] o pentecostalismo não foi o pai desse novo evangelho, embora talvez possa ser chamado de padrasto, por causa da forma como o abraçou e seguiu seus ensinos. Então, a primeira pergunta que se levanta é por que as denominações pentecostais têm sido mais abertas a esse ensino do que qualquer outro grupo protestante. A resposta parece estar na tendência que elas têm de aceitar dons de profecia e profetas dos dias atuais que afirmam exercer esses dons. Por causa da abertura para visões, revelações e orientações espirituais contínuas fora da Bíblia, cria-se um espaço para a entrada das afirmações do evangelho da prosperidade.[1]
Em qualquer época, toda reivindicação de autoridade profética, ou de veracidade da profecia, esteve relacionado à revelação de Deus em seus escritos inspirados
Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis. (Dt 13.1-4, ARA)
Foi o televangelista Oral Roberts quem criou a noção de "Vida Abundante" e deu início à pregação da doutrina da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior do que o valor ofertado. Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando, ao ingressar na TV, suas despesas aumentaram consideravelmente. [...] Nos anos 70, essa doutrina ganharia maior projeção por meio do ministério de Kenneth e Gloria Copeland, que a radicalizaram prometendo retorno centuplicado dos dízimos e ofertas. [...] A origem das doutrinas sobre prosperidade manteve íntima conexão com a expansão do televangelismo norte-americano . [...] em função do aumento da competição entre os televangelistas, o tempo na TV tornou-se mais caro para eles. O custo dos programas subiu mais que a audiência. Pressionados pelas despesas crescentes de seus projetos, que foram se tornando cada vez mais ambiciosos, os televangelistas refinaram as formas de levantar fundos, integrando os apelos financeiros à teologia [...]. Não é à toa que a Teologia da Prosperidade ingressou no Brasil e se espraiou em diversos segmentos evangélicos por meio dos neopentecostais, justamente os mais ativos difusores do televangelismo entre nós.[3]
INSENSATEZ ADMINISTRATIVA

Caso não repense os seus atos, o seu fracasso e queda é uma questão de tempo.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
O CAIR NO ESPÍRITO: UMA ANÁLISE CRÍTICA DO FENÔMENO À LUZ DAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS
As discussões em torno da manifestação do Espírito é uma realidade presente na comunidade cristã desde o período neotestamentário.
Eusébio de Cesaréia (263-340 d.C.), em sua "História Eclesiástica", narra os fatos acerca de Montano e seu movimento da seguinte maneira:
"Diz-se haver certa vila da Mísia na Frígia, chamada Ardaba. Ali, dizem, um dos conversos recentes de nome Montano, quando Crato era procônsul na Ásia, tendo na alma excessivo desejo de assumir a liderança, dando ao adversário ocasião para atacá-lo. De modo que foi arrebatado no espírito, sendo levado a certo tipo de frenesi e êxtase irregular, delirando, falando e pronunciando coisas estranhas, e proclamando que era contrário às instituições que prevaleciam na Igreja, conforme transmitidas e mantidas em sucessão desde os primórdios. Mas quanto aos que aconteceu estarem presentes e ouvir esses oráculos espúrios, ficaram alguns indignados, censurando-o por estar sob a influência de demônios e do espírito de engano e por estar apenas incitando distúrbios entre a multidão."[6]
Apesar da importância histórica do relato acima, vale salientar que Eusébio seguiu as ideias teológicas de Orígenes, foi provavelmente bispo de Cesaréia, simpatizou com o arianismo, mas coagido por Constantino, veio a aceitar a ortodoxia do Credo Niceno.[7] Sendo assim, já envolvido com a institucionalização e romanização do cristianismo, é possível perceber a força de suas palavras contra Montano. A frase "falando e pronunciando coisas estranhas", sugere a ideia do falar em línguas.
Sobre Montano, Olson nos narra que ele reuniu um grupo de seguidores, construindo em Papuza uma comunidade. Duas mulheres, Priscila e Maximila, se uniram a ele para profetizar, alertando para o breve retorno de Cristo, e condenando os bispos e líderes como desprovidos de vida, corruptos e apóstatas. Montano e as duas profetisas, quando entravam em transe espiritual, falavam na primeira pessoa como se Deus, o Espírito Santo, falasse diretamente através deles.[8]
O historiador Cairns entende que na tentativa de combater o formalismo e a organização humana, e de reafirmar as doutrinas do Espírito Santo, Montano caiu no extremo oposto, concebendo fanáticas e equivocadas interpretações da Bíblia. O aspecto positivo do movimento foi que:
"O montanismo representou o protesto perene suscitado dentro da Igreja quando se aumenta a força da instituição e se diminui a dependência do Espírito de Deus. Infelizmente, estes movimentos geralmente se afastam da Bíblia, entusiasmados que ficam pela reforma que desejam. O movimento montanista foi e é aviso que a Igreja não esqueça que a organização e a doutrina não podem ser separadas da satisfação do lado emocional da natureza do homem e do anseio humano por um contato espiritual imediato com Deus."[9]
Sherril, escrevendo sobre estes acontecimentos, e enfatizando a sua perspectiva pentecostal, diz que o movimento foi prejudicado pelo aumento das línguas e de outros fenômenos carismáticos.[10]
Para Synan[12] e Olson[13], o principal motivo da rejeição do movimento não foi a presença dos dons, mas a afirmação de Montano de que as declarações proféticas estavam no mesmo nível de autoridade com as Escrituras.
A Igreja reagiu a estas extravagâncias, condenando o movimento no Concílio de Constantinopla, em 381, declarando que os montanistas deviam ser olhados como pagãos. Tertuliano, um dos Pais da Igreja, tornou-se montanista.[14]
Com o montanismo, temos a primeira tentativa histórica do resgate da manifestação do Espírito através do dom de línguas, da profecia e dos demais dons designados no pentecostalismo clássico de extraordinários.
Referências Bibliográficas
CESARÉIA, Eusébio de. História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da igreja cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
OLSON, Roger. História da Teologia Cristã: 2000 anos de tradição e reformas. São Paulo: Vida, 2001.
SHERRILL, John L. Eles falam em outras línguas. São Paulo: Arte Editorial, 2005.

