sexta-feira, 28 de outubro de 2011

AGENDA NO RIO GRANDE DO NORTE

- 9 e 30/10 - Escola Bíblica de Obreiros na AD em Goianinha-RN

- 31/10 - Estudo Bíblico na AD das Rocas (Natal-RN) Dia da Reforma Protestante

- 01 a 03/11 - 1º Simpósio de Educação Cristã na AD em Nova Natal - Setor XIV (Natal-RN)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

NOVOS LIVROS PELA ARTE EDITORIAL


Caros amigos e leitores, se Deus quiser, entre dezembro/2011 e janeiro/2012 estarei lançando mais dois livros pela Arte Editorial.

A prática pedagógica na Escola Bíblica Dominical e princípios de Liderança são os temas em foco. Os títulos das obras serão em breve anunciados.


Continuo contando com as vossas orações.

Conheça o Blog Capuccino com Livro

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

QUESTÕES E LIÇÕES DA REFORMA PROTESTANTE PARA OS DIAS ATUAIS

A Reforma Protestante não foi um evento histórico para ser simplesmente lembrado, narrado e celebrado. Lições preciosas podem ser extraídas deste momento singular na história da humanidade.

1. Existem duas maneiras de ser viver na história: como espectador ou ator da mesma. Nossos reformadores, juntamente com todos que se envolveram e labutaram por esta justa causa, são exemplos de atores, gente comprometida com a transformação de uma sociedade dominada pela injustiça, corrupção e opressão generalizada.

2. Não importa qual é o seu papel (herói, protagonista, ator coadjuvante ou figurante), o que importa é atuar, agir, mobilizar-se, realizar, fazer acontecer para a glória de Deus.

3. Atores correm riscos. Vida sem riscos, sofrimentos, adversidades, incompreensões, perseguições e propósitos definidos é vida medíocre.

4. A Igreja não foi estabelecida por Jesus para governar o mundo, para fazer jogo ou disputar o poder temporal com o Estado. A Igreja foi constituída para influenciar o Estado, e isto na condição de sal da terra e luz do mundo.

5. Movimentos reformistas produzem marginais, hereges, contraventores e loucos (visão da classe dominante, opressora e exploradora).

6. Movimentos reformista revelam profetas ousados, homens de Deus comprometidos com o Senhor e com a sua causa (visão de Deus).

7. Quando a política secular e eclesiástica ganham preeminência no alto e baixo clero, gerando facções, disputas, traições, corrupções, alianças espúrias, nepotismos, busca por vantagens pessoais e por cargos, tudo isso em detrimento da evangelização, socorro aos
necessitados, ministração aos enfermos e fracos na fé, fidelidade doutrinária e outras atividades semelhantes, temos um claro sinal que uma reforma torna-se urgente e imperativa.

8. Reformas não são movimentos de um só homem, é fruto da associação de mentes críticas, inteligentes, questionadoras, e de corações que ardem em zelo, inclinados a buscar, conhecer e fazer valer a vontade de Deus para uma geração, custe o que custar.

9. Reformas são possíveis em tempos onde o monopólio do conhecimento e da informação são quebrados. Vivemos em um tempo propício para reformas, e isso graças ao advento da internet. As mídias e o jornalismo oficial das mais diversas denominações e segmentos evangélicos perderam o controle sobre a informação. Vivemos na era dos blogs e das redes sociais onde a notícia e a informação fluem e correm numa velocidade vertiginosa, jamais vista ou contemplada por outras gerações.

10. Reformas não acontecem da noite para o dia, antes, são resultados de processos que se iniciam com o reencontro do cristão com a Palavra de Deus, que desencadeia uma tomada de consciência, arrependimento genuíno, conversão, ação e influência. A nossa rendição em forma de silêncio ou conivência diante de qualquer tipo de corrupção, seja ela de ordem moral ou espiritual, nada mais é do que a manifestação da rendição de nossa própria consciência.

"Considerando que vossa soberana majestade e vossos honoráveis demandais desejam uma resposta plena, isto digo e professo tão resolutamente quanto posso, sem dúvidas e nem sofisticações, que se não me convencerdes através do testemunho das Escrituras (pois não dou crédito nem ao papa e nem aos seus concílios gerais, que têm errado muitas vezes, e que têm sido contraditórios contra si mesmos), a minha consciência está tão ligada e cativa destas Escrituras que são a Palavra de Deus, que não me retrato nem posso me retratar de absolutamente nada, considerando que não é piedoso nem legítimo fazer qualquer coisa que seja contrária à minha consciência. Aqui estou e nisto descanso: nada mais tenho a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim!”. (Martinho Lutero)

Texto publicado originalmente em 30/10/2007

A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 4º Trimestre/2011

Sucedeu mais que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesém, o arábio, e o resto dos nossos inimigos que eu tinha edificado o muro e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, (Ne 6.1)

Um inimigo é aquele que odeia alguém ou algo, e que procura sempre prejudicá-lo. Todos nós estamos passíveis de termos inimigos. A obra de Deus tem inimigos. Por bem que você faça, por íntegro que seja, sempre haverá aqueles que movidos por inveja, juízo equivocado, antipatia, cobiça ou influência malígna desejarão e buscarão sempre lhe fazer o mal.

INIMIGOS DECLARADOS

Há inimigos sem cerimônia alguma. Fazem questão que todos saibam o quanto te odeiam. As palavras e ações contra a tua vida são claras e públicas. A campanha contra o teu serviço prestado ao Reino de Deus é aberta. Nem todos os inimigos querem o teu lugar. Eles desejam apenas ver a tua derrota, o teu fracasso, a tua ruína e destruição. Os inimigos declarados nos oferecem uma vantagem, a de saber quem são e onde estão.

INIMIGOS CAMUFLADOS

Essa classe de inimigos é terrível, pois não se assumem como inimigos. Os inimigos camuflados fazem festa pra você, te recebem sempre com um sorriso largo, te honram publicamente, te abraçam, fazem juras de fidelidade, mas, no íntimo, te odeiam e não te suportam.

Os inimigos camuflados são maliciosos. Estão sempre por perto em busca de alguma vantagem pessoal: um cargo, um privilégio, dinheiro, benefícios, credibilidade, etc.. Enquanto assim agem, estão sempre envolvidos numa nova conspiração para tentar te derrubar. São cínicos, hipócritas, falso, mentirosos, covardes e diabólicos.

CONSPIRAÇÃO

Sambalate e Gesém enviaram a dizer: Vem, e congreguemo-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. (Ne 6.2)


Conspirar é tramar ou maquinar algo contra alguém. Os inimigos da obra de Deus e de Neemias tentaram desviá-lo do seu projeto e trabalho. Kidner (2006, p. 107-108) comenta que:

A sugestão do vale de Ono era plausível, porque estava aproximadamente equidistante de Samaria e de Jerusalém. Ao mesmo tempo, estava para Neemias mais de um dia de viagem da sua cidade, e (conforme indica Brockington) bem no limite do seu território ao noroeste, formando fronteira com os distritos de Samaria e de Asdode. Visto que estas duas regiões eram histis (cf. 4.2, 7) o plano cheirava traição. na melhor das hipóteses, a viagem teria desperdiçado dias preciosos; portanto, de modo bastante sábio, baseou sua recusa nisto, e não nas suas suspeitas. Alías, a tradução familiar: 'estou fazendo grande obra', talvez pareça ter um gosto de louvor-próprio. O sentido é melhor transmitido na, e.g., NEB: 'Tenho trabaho importante em mãos,' ou de modo ainda mais objetivo: '... uma tarefa enorme...'

Barber (2003, p. 87) descreve o episódio da seguinte forma:

Este convite, por carta, é uma medida muito astuta. Sua possibilidade é mortal. Os opositores de Neemias estão dizendo: “Vamos ser amigos. Tivemos nossas divergências no passado, mas agora você conseguiu o que queria – já construiu o muro de Jerusalém. Não podemos negar o seu direito de liderar os judeus como você acha melhor. Quer gostemos, quer não, somos vizinhos; temos de viver uns com os outros. Agora que o muro está pronto, é hora de uma conferência de paz. Escolha uma das vilas da planície de Ono. Lá poderemos reunir-nos e resolver nossas diferenças, planejando uma coexistência pacífica.” Tudo isso parece muito magnânimo. O convite promete uma resolução amigável das diferenças de muitos anos. Parece ainda mais razoável porque se sabe que os judeus estão em aperto, cansados e sofrendo pela fome. A “conferência” parece oferecer uma trégua, e certamente será vista pelos moradores de Jerusalém como uma alternativa aceitável à apoquentação. Qual o líder, com as pressões sociais dos cidadãos sobre os seus ombros, como também a responsabilidade militar de proteção da cidade, que não atenderia um convite assim tão aparentemente bondoso? Mas todos esses supostos pontos positivos deixam de lado um fato importante: até que ponto se confia no inimigo quando ele aparece repentinamente com um “ramo de oliveira” na mão? Os historiadores se lembrarão de que a mesma espécie de coisa aconteceu quando o Papa prometeu salvo-conduto a João Huss, como também tratamento justo, se ele apenas fosse à Conferência de Constança. Tais promessas não impediram que Huss fosse preso e queimado no tronco.

Os líderes da obra de Deus na atualidade precisam estar atentos diante de alguns convites para reuniões e conferências, que são verdadeiros laços e armadilhas de inimigos da obra que se fingem de amigos, entre os tais estão os políticos corruptos, que só buscam o próprio interesse, e que só aparecem repentinamente às vésperas de um novo pleito eleitoral, prometendo a terra (e se possível até o céu) para pastores e igrejas. Lopes (2006, p. 103), cita Charles Spurgeon, que nos adverte:

Se os reis vos convidarem para serdes ministros de Estado, não vos deixeis seduzir, deixando a vossa posição sublime de embaixadores de Deus.

Pregadores e pastores (e cada vez mais) trocam ou dividem o seu chamado com o sedutor poder da política secular, onde boa parte acaba se envolvendo em esquemas de corrupção. Acabam desmoralizados e reprovados como políticos e obreiros.

E da mesma maneira enviaram a mim quatro vezes; e da mesma maneira lhes respondi. (Ne 6.4)

Quando as tentativas de entreter Neemias falharam, os inimigos mudaram de estratégia. Partiram para por em dúvida os reais propósitos do servo do Senhor:

Então, Sambalate, da mesma maneira, pela quinta vez, me enviou o seu moço com uma carta aberta na sua mão, e na qual estava escrito: Entre as gentes se ouviu e Gesém diz que tu e os judeus intentais revoltar-vos, pelo que edificais o muro; e que tu te farás rei deles segundo estas palavras; (Ne 6.5-6)


É sempre assim. Quando não podem atacar a objetividade das nossas realizações, os nossos inimigos (de fora e de dentro) apelam para colocar em dúvida a subjetividade de nossas intenções. Quem ainda não sofreu, prepara-se para sofrer com calúnias do tipo "ele está querendo é o seu lugar", "o que ele quer é aparecer", "acho que ele está tramando algum golpe", etc.

Acusaram Neemias de "contratar" ou "por" profetas em Jerusalém para fazer "campanha" em seu favor, num suposto interesse em se tornar rei em Judá:

e que puseste profetas para pregarem de ti em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá. Ora, o rei o ouvirá, segundo estas palavras; vem, pois, agora, e consultemos juntamente. (Ne 6.7)

No caso de Neemias, a acusação não procedia. Ele, sabiamente, a negou abertamente:

Porém eu enviei a dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; mas tu, do teu coração, o inventas. (Ne 6.8)

Acontece que usar profetas para legitimar interesses pessoais era, e ainda continua sendo prática corriqueira entre o povo de Deus. Posso citar aqui dois exemplos. O primeiro é o de alguns televangelistas que no desespero de pagar os seus horários na televisão e de manter os seus impérios pessoais, contratam profetas para anunciar milagres financeiros com base em semeaduras destituídas de pudor e de fundamentação bíblica. No final, o televangelista e o falso profeta racham os ganhos da semeadura entre si. Um outro exemplo, é o de líderes que para se manterem ou conquistarem cargos e postos (tronos e poderes), convidam pregadores-profetas para legitimarem suas ambições. Há ainda quem recorra à profecia de encomenda, contando com o apoio dos profetas ou profetisas da própria congregação.

O termo "profeta" deriva-se do hebraico nabhi (aquele que foi chamado, aquele que foi nomeado) e ocorre cerca de 309 vezes na Bíblia. O termo é usado tanto para se referir aos verdadeiros e aos falso profetas. A primeira ocorrência de nabhi está em Gênesis 20.7, onde Abraão é chamado de profeta. A segunda ocorrência acontece em Êxodo 7.1, que diz: "Então, disse o SENHOR a Moisés: Eis que te tenho posto por Deus sobre faraó; e Arão, teu irmão, será o teu profeta". É exatamente neste sentido (porta-voz) que o termo é utilizado para aqueles que falam em nome de Deus.

O termo grego para "profeta" é prophetes. Trata-se de um substantivo composto da raizphe (dizer, proclamar), do prefixo pro (antes, de antemão). Embora possa ter o sentido de "aquele que prediz", na literatura antiga a combinação do prefixo pro com os verbos para "falar" não possui a idéia de indicar o futuro. Dessa forma, profeta pode significar "o que proclama abertamente", "o que proclama em alta voz", "o que declara abertamente", "o que denuncia abertamente" etc.

Unindo os termos do Antigo e do Novo Testamento, pode-se entender "profeta" como alguém nomeado por Deus para proclamar abertamente e claramente a sua palavra. Dessa forma, a autoridade do profeta reside naquele que o nomeou e na fidelidade para com a mensagem recebida.

OS FALSOS PROFETAS

Os falsos “profetas”, ou seja, aqueles que dizem falar em nome de Deus, são reconhecidos pela ausência de frutos (caráter cristão e compromisso com Deus) em suas vidas, ou pela má qualidade dos mesmos (Mt 7.15-20). Eles geralmente;

- Falam para agradar seus ouvintes ou "patrões" ( I Rs 22.1-6 );
- Falam sem serem autorizados por Deus ( Ez 13.1-9 );
- Suas profecias tendem a afastar o povo da Palavra de Deus ( Dt 13.1-4 );
- Sempre estão procurando tirar vantagens dos seus “dons” em benefício e causa própria ( Nm 22.7; Jd 11 );

Os falsos profetas agem também no que podemos chamar de "profecia pessoal", e nesse âmbito eles fazem e desfazem namoros, noivados e casamentos, orientam líderes em decisões na igreja, atendem os "clientes" em relação às suas decisões nas diversas esferas da vida, são considerados em alguns lugares com mais autoridade do que o pastor da igreja, fazem e acontecem, pintam e bordam.

Observe algo interessante nos textos bíblicos abaixo:

Sabe que, quando esse profeta falar em nome do Senhor, e a palavra de se não cumpri, nem suceder, como profetizou, esta é a palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenha temor dele. (Dt 18.22)

Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis. (Dt 13.1-4)

Perceba que um falso profeta não é apenas alguém que fala (ou prediz) algo em nome de Deus e que este algo não acontece. O segundo texto deixa claro que um profeta ou sonhador pode anunciar um sinal ou prodígio, e que isto pode vir a acontecer, mas que tal fato não autentica a integridade e a autoridade do profeta, nem a legitimidade da profecia.

Para discernir o falso do verdadeiro a pergunta chave é: Juntamente com a profecia, há um cuidado do profeta em se manter fiel ao Deus da Palavra e à Palavra de Deus?

Lopes (Ibid., p. 103-106), percebe no texto sete armas para vencer o inimigo. São elas:

- O discernimento espiritual (v. 2)

- A compreensão da importância da obra (v. 3)

- A prudência espiritual (v. 3)

- A firmeza de propósito (v. 4)

- A integridade pessoal (v. 6-8)

- Oração por fortalecimento (v. 9b)


CONCLUSÃO

Não deseje o mal, nem a morte de seus inimigos. Ame-os e ore para que eles se convertam a Deus (Mt 5.44). Não viva temeroso ou ansioso diante de suas tramas. Confie e descanse em Deus, que é aquele que nos guarda e protege. Ele cuida de nós. Nada acontece sem a sua permissão. Assim, não pare a obra, nem pare na obra:

"E enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco?" (Ne 6.3)


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARBER, Cyril J. Neemias e a dinâmica da liderança eficaz. São Paulo: Vida, 2003.

KIDNER, Derek. Esdras e Neemias: introdução e comentário. São Paulo, Vida Nova, 2006.

LOPES, Hernandes Dias. Neemias: o líder que restaurou uma nação. São Paulo: Hagnos, 2006.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

1ª ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM GOIANINHA-RN

A Assembleia de Deus em Goianinha-RN, igreja liderada pelo pastor Isaac Dias, realizará no período de 27 a 30 de outubro, sua 1ª Escola Bíblica de Obreiros.

O tema da EBO será "unidade". Na ocasião estarei ministrando juntamente com os pastores Martin Alves (Mossoró-RN), Francisco de Miranda (Açu-RN), Isaac Dias (Goianinha-RN) e Elinaldo Renovato (Parnamirim-RN).

Ore, divulgue e participe.

CONFERÊNCIA PENTECOSTAL NO SUDESTE


Conferência Pentecostal no Sudeste

O último grande evento do ano promovido pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) em comemoração ao Centenário da denominação no país já tem a sua programação definida. A última grande Conferência Pentecostal se dará na Região Sudeste, na cidade de São Paulo, nos dias 12 a 15 de novembro.

“Estamos esperando irmãos de todo o Brasil para essa grande festa de adoração a Deus e ações de graças pelos 100 anos de bênçãos derramadas sobre as Assembleias de Deus no Brasil. Cremos que serão momentos marcantes na presença de Deus”, declara pastor José Wellington, líder da CGADB e anfitrião do evento.

O culto do dia 12 envolverá as irmãs do Círculo de Oração; no dia 13, os jovens; e no dia 14, os adolescentes.

Pacaembu receberá encerramento


Os cultos nos três primeiros dias serão realizados na nave do novo templo-sede da Assembleia de Deus no Belenzinho (SP), liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, líder da CGADB. Mesmo não tendo sido ainda inaugurado, por estar com as suas obras avançadas, o novo templo já tem recebido grandes eventos do Ministério do Belém, como a Santa Ceia e o batismo de mais de 6,1 mil novos crentes nas águas em junho, em comemoração ao Centenário da Assembleia de Deus no Brasil.

O encerramento se dará no Estádio do Pacaembu, com capacidade para 40,2 mil pessoas sentadas. Como o espaço do gramado provavelmente também deverá ser usado para receber assembleianos de todo o Brasil para essa grande festa, a organização do evento espera receber cerca de 100 mil pessoas.

Preletores internacionais


Alguns preletores já estão confirmados, como o pastor George Oliver Wood, presidente do Comitê Mundial das Assembleias de Deus e do Concílio Geral das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, e o pastor Prince Guneratnam, que foi eleito em agosto do ano passado, na Conferência Mundial Pentecostal na Suécia, presidente do Comitê Mundial Pentecostal. Pastor Guneratnam é também líder da Igreja do Calvário na Malásia, uma congregação da Assembleia de Deus naquele país.

Conferências pentecostais


De 30 de outubro a 1 de novembro de 2008, a primeira Conferência Pentecostal em celebração ao Centenário das Assembleias de Deus no Brasil foi realizada na Região Centro-Oeste, no Grande Templo da AD em Cuiabá (MT). Dezenas de milhares de pessoas compareceram ao evento, que lotou o Grande Templo nas duas últimas noites.

A segunda edição da Conferência se deu de 13 a 16 de agosto de 2009, na Região Sul, na cidade de Curitiba (PR). Na ocasião, as instalações do Marumby Expo Center receberam dezenas de milhares de pessoas nas três últimas reuniões, com destaque para o recorde na manhã de 16 de agosto: cerca de 30 mil pessoas num grande Culto de Missões, onde foi celebrada ainda a Santa Ceia e efetuado o batismo de 1.378 novos crentes.

De 3 a 5 de junho de 2010, foi a vez da cidade de Natal (RN) receber a Conferência Pentecostal da Região Nordeste (foto), que reuniu mais de 10 mil pessoas ao ar-livre no Espaço Natal, nas duas últimas noites de culto.

Finalmente, nos dias 9 e 10 de junho deste ano, na cidade de Belém do Pará, milhares de assembleianos de todo o país se reuniram no Hangar Centro de Convenções no dia 9, e mais de 10 mil pessoas lotaram o Estádio Baenão no dia 10, para celebrar o Centenário das Assembleias de Deus no Brasil na Conferência Pentecostal da Região Norte. Agora, é a vez da Região Sudeste.


Fonte: Mensageiro da Paz/CPAD News

sábado, 22 de outubro de 2011

DICA LITERÁRIA: AMADO TIMÓTEO (ED. FIEL)


Sinopse:

Assim como Paulo transmitiu a Timóteo por meio de cartas, estes escritos de pastores experientes contêm cerca de 480 anos de práticas ministeriais. Pastores idosos e jovens tornaram rica esta coleção de sinceros conselhos e preciosas verdades que guiarão outros nos desafios e alegrias no seu chamado em Cristo. Entre os contribuidores estão : Joel Beeke, Ligon Duncan, Fred Malone, Mark Dever, Tedd Tripp, Ray Ortlund Jr. C.J. Mahaney, Roger Ellsworth e outros.

Fonte: www.editorafiel.com.br

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

FESTIVIDADES NA ASSEMBLEIA DE DEUS EM GLEBA B 1 (CAMAÇARI-BA)

CULTO DE DOUTRINA NA AD EM ABREU E LIMA-PE


Ministro logo mais, a partir das 19h00, no Culto de Doutrina da Assembleia de Deus em Abreu e Lima-PE, que poderá ser ouvido através do site www.assembleiadedeus-abreuelima.org

Conto com as vossas orações.

COMO ENFRENTAR A OPOSIÇÃO À OBRA DE DEUS. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 4º Trismestre/2011


A oposição sempre foi uma realidade constante e presente na obra de Deus. Em todas as épocas e lugares onde algo começou a ser feito para a glória de Deus, pessoas e instituições se levantaram contra, na tentativa de impedir a todo custo a implantação, o avanço e a conclusão do projeto divino.

Na Bíblia temos vários exemplos de oposição à obra, e/ou às pessoas envolvidas na obra. Vejamos alguns deles:

- A oposição de Faraó na libertação do povo do Egito (Êx 5.1-23ss)

- A oposição dos reis dalém Jordão na conquista da terra de Canaã (Js 1.10ss)

- A oposição de Senaqueribe contra Judá (2 Rs 18.13ss)

- A oposição dos príncipes e presidentes no reinado de Dario contra Daniel (Dn 6.1ss)

- A oposição de Sambalate e Tobias contra Neemias na reconstrução dos muros de Jerusalém (Ne 4.1-23ss)

A oposição nem sempre vem de fora. Quem faz a obra de Deus com zelo e integridade enfrenta oposição de dentro:

- A oposição de Corá, Datã e Abirão contra Moisés e Arão (Nm 16.1-50)

- A oposição de Saul a Davi (1 Sm 18.10ss)

- A oposição sofrida por Jesus da parte do povo, escribas, fariseus, saduceus, etc. (Hb 12.3)

- A oposição dos judeus e dos falsos irmãos contra Paulo (At 28.19; 2 Co 11.26)

AS CAUSAS DA OPOSIÇÃO

As causas da oposição infligida contra a obra de Deus, e contra os que estão realizando a obra são diversas, e passa pelo receio ou medo do crescimento da obra, e pela ameaça que este crescimento infringe aos paradigmas e cosmovisões mundanas . A obra e os que a fazem são perseguidos porque alguém (ou grupos) teme perder o poder, o espaço, o cargo, etc. Se sentem ameaçados em seus postos e em suas convicções ou ideologias. Em se tratando da oposição que vem de fora, ela pode ser realizada por políticos governantes, por legisladores e juízes, ou seja, pelos poderes instituídos. Os mecanismos de oposição são os mais diversos, dentre os quais: leis, censuras, violência moral em forma de ridicularização e menosprezo (Ne 4.2) e física (a polícia é usada em governos totalitaristas). A oposição é feita também por formadores de opinião (professores, jornalistas, artistas, celebridades, líderes de movimentos sociais, etc.).

Na oposição que vem de dentro, os opositores buscam de todas as formas e maneiras impedir o avanço do trabalho de indivíduos e de ministérios prósperos. A inveja é uma das motivações mais comuns para a oposição que vem de dentro. Infelizmente, a tristeza com a prosperidade do próximo ainda é bem presente em nosso meio. Na oposição que vem de dentro, sofrem também aqueles que resolvem denunciar o erro, a mentira e o pecado. Quando os dominadores se sentem ameaçados em seus reinos pessoais, logo se utilizam de ameaças, retaliações, censuras e outros artifícios para calar a boca, ou impedir o trabalho daqueles que estão restaurando os “muros”.

Assim como no mundo, a própria imprensa oficial é utilizada como mecanismo de oposição e opressão. Os questionadores e denunciadores das mazelas do sistema (reconstrutores de muros) são barrados ou perdem os espaços conquistados em programas, jornais e revistas. Seus livros não são publicados, e seus artigos são censurados. Um sistema opressor, doente e perverso não admite críticas.

Quem sabe para quem está trabalhando, e com a consciência tranquila de que está fazendo o que deve ser feito, sofre com a oposição, mas se alegra com o conforto, a presença e a aprovação de Deus em sua vida e ministério. Ele entende que Deus é o maior interessado no processo de restauração dos muros, e simplesmente confia naquele que o vocacionou, preparou e chamou para a grande obra.

Nem sempre a oposição é barulhenta e explícita, podendo ser silenciosa e discreta.

O desprezo e o descaso também fazem parte dos métodos dos opositores (Ne 4.4). Você pode ser duramente afrontado ou simplesmente ignorado, desprezado e humilhado.

A NOSSA ATITUDE DIANTE DA OPOSIÇÃO

Porém nós oramos ao nosso Deus e pusemos uma guarda contra eles, de dia e de noite, por causa deles” (Ne 4.9)

Moisés, Josué, Davi, Ezequias, Neemias, Jesus e Paulo, todos estes recorreram à oração quanto sofreram oposição. Enquanto oravam avançavam na realização da obra lhes confiada.

Neemias não buscava projeção pessoal ou qualquer tipo de reconhecimento. Neemias só queria o bem do seu povo, só desejava dar a sua contribuição no processo de restauração e reconstrução. Neemias só buscava a glória de Deus.

Estás sofrendo oposição? Estás dentro da vontade de Deus? Caso tenhas certeza disto, não desista. Ore, vigie e avance, pois o Senhor é contigo. Use a oração, a vigilância e as armas (dons e talentos )que o Senhor te concedeu.

“[...] O Deus dos céus é o que nos fará prosperar; e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos; [...]” (Ne 2.20b)

Creia, pois a obra será concluída!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

NOVOS MODISMOS DE UNÇÃO COM ÓLEO




Nos próximos dias publicarei um estudo sobre a unção com óleo, na tentativa de impedir o avanço de novos modismos, e de práticas destituídas de fundamentação bíblica, alicerçadas apenas na autoridade do "ungido de Deus" ou na "doidura" do "profeta".

domingo, 16 de outubro de 2011

CPAD INICIA CAMPANHA DE FINAL DE ANO

A 17ª Campanha de Final de Ano da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) começou no dia 07 de outubro a todo vapor. Este evento acontece anualmente no mesmo período do ano com o objetivo de estimular as vendas e aproveitar datas comerciais importantes como o Natal. Além disto, é uma mudança na rotina dos funcionários que esperam ansiosamente pelo que vai acontecer no auditório Nels Nelson da CPAD Matriz.

Foi assim, principalmente com Adriana Albuquerque, secretária do Departamento de Tecnologia da Informação. Este é o primeiro ano que ela presenciou a campanha e diz ter sido impactada. Em suas palavras, ela parabeniza a equipe dos bastidores do evento pela excelência no trabalho realizado. “Eles conseguiram demonstrar que o simples pode atingir o coração das pessoas e, principalmente, que pode ser belo”. Opiniões como da Adriana são fontes de incentivo para o chefe do Setor de Marketing, Robson Rocha. Para ele e sua equipe é um desafio fazer uma programação diferente todo ano utilizando o mesmo espaço físico e ainda correr o risco da comparação com os eventos anteriores.

Isto sem falar no envolvimento da editora com outros grandes projetos. No mês de setembro a CPAD esteve envolvida em diversas atividades externas como a Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro e em Recife, a Expo Cristã em São Paulo, a 21ª Conferência de Escola Dominical em Rio Verde (GO), entre outros. Por isso, na semana que antecedeu a data de lançamento a dedicação era exclusiva para o melhor resultado.

A campanha

O Ministério de Louvor iniciou o culto com a canção tema da campanha “Você merece o melhor”, escrita por Leonardo Marinho, funcionário do Setor de Marketing, e gravada originalmente por Wellington Muniz, funcionário do Setor de Logística. Depois de uma palavra do irmão João Batista, gerente da Rede de Lojas, e da oração do pastor Claudionor de Andrade, gerente do Departamento de Publicações, os músicos prosseguiram louvando com canções animadas. O irmão, Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor executivo da CPAD, lembrou a todos sobre o momento propício para vendas. Ao ler o capítulo 4 do livro de Neemias, dos versículos 6 ao 9, falou sobre reconstruir muros derrubados.

A 17ª Campanha de Final de Ano é o pontapé inicial para esta nova etapa de reconstrução. Prova disto é o slogan “CPAD: porque você merece o melhor”, que propõe o oferecimento de produtos da mais alta qualidade para os clientes. No evento o conceito foi representado por meio da imagem de uma criança assoprando a flor dente-de-leão fazendo-a voar simbolizando a divulgação do Evangelho. A encenação foi feita por Ana Beatriz, filha de Marilene Ramos e Rodrigo Sobral, chefe do Setor de Eventos e gerente do Departamento de Comunicação, respectivamente.

Em seguida, foi apresentado o vídeo institucional oficial da campanha. Nele, funcionários da Casa falavam que os clientes esperam sempre o melhor dos produtos com o selo CPAD reforçando o conceito da campanha. Pastor Cícero, gerente Comercial, falou sobre os objetivos de seu Departamento e, logo depois, foi a vez do Ministério Hebrom, na voz de Amaury Bertoqui, levar o público à adoração com seus louvores.

Este foi apenas um dos momentos de descontração e interatividade entre os funcionários e a programação do evento que terminou ao som da boa música do Ministério Hebrom. Mas não acaba por aí. Para os clientes o incentivo é grande. Além de descontos em produtos, a cada compra feita no valor de 50 reais, será entregue um cupom para concorrer a sorteios de 15 iPad 2 32GB Wi-Fi + 3G. E para o ano que vem ficam as palavras de Rodrigo Sobral, gerente do Departamento de Comunicação. “Em 2012 vamos fazer tudo que pudermos para trabalhar com mais antecedência e alcançar resultados ainda melhores. Mas este ano minha equipe está de parabéns por fazer tanto em tão pouco tempo”, finalizou satisfeito.

Por Daniella Rangel

Assessoria de Imprensa CPAD

Fonte: www.cpadnews.com.br

EMERSON PEDROSA (AO VIVO)


sábado, 15 de outubro de 2011

UM NOVO LIVRO!

Amados, se Deus quiser, estarei lançando um novo livro, desta feita voltado para o ensino na Escola Bíblica Dominical. Em breve publicarei novas informações.

Obrigado pelas orações!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HABACUQUE: UM LÍDER VISIONÁRIO

IMAGEM: icvmudi.blogspot.com

A palavra-chave da mensagem de Habacuque é "visão". O termo deriva-se do hebraico hizzayon, que significa "sonho", "visão" ou "revelação". Aqui, trata-se de visões concedidas por Deus, que nos permitem ter uma clara e real percepção e compreensão da condição e realidade: presente e futura, visível e invisível, horizontal e vertical. Observemos, dessa forma, com base nas visões de Habacuque, as condições ou caminhos para um genuíno avivamento.

TER UMA VISÃO DA NOSSA PRÓPRIA CONDIÇÃO E REALIDADE PRESENTE ENQUANTO POVO DE DEUS

"O peso que viu o profeta Habacuque. Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritarei: Violência! E não salvarás? Por que razão me fazes ver a iniquidade e ver a vexação? Porque a destruição e a violência estão diante de mim; há também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa, a lei se afrouxa, e a sentença nunca sai; porque o ímpio cerca o justo, e sai o juízo pervertido." (Hc 1.1-4)

Habacuque nos revela a condição moral e espiritual na qual se encontrava o povo de Deus, marcada pelas seguintes práticas:

- Violência. A violência não se manifesta única e necessariamente na forma de agressão física ou verbal. A violência se revela na opressão e na exploração ao próximo, na falta de respeito e reconhecimento de sua dignidade. A violência nem sempre é histérica e alarmante. Há muita violência acontecendo de forma silenciosa e discreta. O termo hebraico para violência é hamas, que implica em injustiça, ganho injusto, crueldade, dano, falsa, agravo, afronta. A sequência do texto de Habacuque é mais específica quanto ao tipo de violência então praticada.

- Iniquidade. Aqui a ênfase está no vazio (hb. 'awen), na futilidade da vida, em palavras ditas e em ações praticadas que não levam a nada, quem não produzem nada e que não servem para nada. Palavras e ações vazias de sentido e propósito, são claras manifestações de vidas vazias de sentido e de propósito. Em sua visão, Habacuque contemplou dolorosamente um povo vazio, por esse povo estar vazio de Deus.

- Contenda e litígio. Quando a violência e o vazio de Deus (que consequentemente torna a vida sem sentido e propósito) estão presentes, a contenda torna-se algo rotineiro. Pessoas violentas e vazias são especialistas em provocar litígios, brigas, facções, discórdias, discussões e disputas (hb. ribh). Quanto estamos vazios de Deus, brigamos e entramos em disputas por direito de posse de coisas que não nos pertence, e de posições, títulos e cargos para os quais não fomos vocacionados, preparados, nem chamados por Deus para tê-los ou ocupá-los.

- Injustiça caracterizada pela parcialidade nos julgamentos e pela perversão das sentenças. Habacuque viu o enfraquecimento e a frouxidão (hb. pugh) da justiça e do direito, a interpretação perniciosa da lei (hb. torah), e sentença (hb. mispat) adiada ou pervertida. Nestas condições, só os grandes, os poderosos, os ricos e influentes se beneficiam do sistema judiciário. Para o pobre e oprimido resta aguardar a justiça divina, que por sinal nunca falha.

A violência ao próximo é sempre um ato de violência contra nós mesmos. Quando agimos violentamente contra o outro, violentamos a nossa própria consciência, determinando assim a nossa autodestruição integral. Praticamos violência a nós mesmos, quando conscientes ou entorpecidos por nossa insensatez e loucura, nos privamos da presença, da direção e da bênção de Deus.

TER UMA VISÃO FUTURA DE CURA, RESTAURAÇÃO, RENOVAÇÃO E RESSURREIÇÃO RESULTANTE DA INTERVENÇÃO DE DEUS NA HISTÓRIA

"Vede entre as nações, e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizo, em vossos dias, uma obra, que vós não crereis, quando vos for contada." (Hc 1.5)

O Senhor afirma que fará algo grande. Acontece que o processo de cura, restauração, renovação e ressurreição é por vezes doloroso. A disciplina que vem de Deus, apesar de por um momento suscitar dor, está fundamentada em seu amor. Deus nos ama, por isso nos corrige (Hb 12.5-11). As obras ou ações de Deus nos maravilham porque nos surpreendem. Os seus caminhos, nem sempre são aqueles que imaginamos. Deus nem sempre segue a lógica humana.

Além da declaração de que realizará, Ele deixa especificado o tempo. A coisa aconteceria nos dias dos contemporâneos de Habacuque. Eles sofreriam a disciplina e a correção pedagógica, necessárias para o arrependimento, quebrantamento e obediência:

"Então, o SENHOR me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa. Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará." (Hc 2.2-3)

Os caminhos de Deus podem ocasionalmente promover em nós dúvidas, e certa confusão mental. Ficamos sem entender, sem compreender, sem alcançar. É nesse momento que precisamos descansar e confiar que "[...] o justo, pela sua fé, viverá." (Hc 2.4b). O justo não questiona o Senhor. Apenas crê, espera, confia.

Na experiência visionária, não apenas os meios no processo de avivamento são conhecidos, os resultados são também revelados: "Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar." (Hc 2.14).

Uma inundação do conhecimento (hb. yadha') da glória (hb. kabhodh) do Senhor sobre a terra é prevista. Não apenas um novo saber sobre Deus, ou uma nova forma de contemplação, mas, um novo e amplo relacionamento com Ele será possível, e isso resultará em seu louvor: "Deus veio de Temã, e o Santo, do monte de Parã. (Selá) A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor." (Hc 3.3)

Quando somos contemplados por visões, e quando ouvimos coisas semelhantes àquelas ouvidas por Habacuque, algumas reações e atitudes são esperadas:

"Oração do profeta Habacuque sob a forma de canto. Ouvi, SENHOR, a tua palavra e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia." (Hc 3.1-2)

A primeira delas, identificada no texto acima, é o temor, a reverência e o respeito pela pessoa e pela palavra de Deus. Não apenas tememos, mas, também, trememos: "Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim;" (Hc 3.16a). Tal temor e tremor não produz medo, antes, produz oração, música e canto.

Uma outra atitude esperada é o clamor pelo cumprimento da sua palavra, do seu projeto, do seu querer: "[...] aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica;" (Hc 3.2b). Quando clamamos por um avivamento estamos pedindo que o Senhor, mediante a sua intervenção na história e em nossa vida, nos sare, renove e vivifique (hb. hayah), de maneira que essa restauração se torne visível e notória em nós.

TER UMA VISÃO DOS ATRIBUTOS TRANSCENDENTES E IMANENTES DE DEUS

A experiência visionária de Habacuque não lhe proporciona apenas uma visão clara da realidade presente. Não se limita ao conhecimento dos acontecimentos futuros. Ele é alcançado com uma visão de Deus e sobre Deus.

Habacuque pôde contemplar e conhecer a santidade de Deus:

"Não és tu desde sempre, ó SENHOR, meu Deus, meu Santo? Nós não morreremos. Ó SENHOR, para juízo o puseste, e tu, ó Rocha, o fundaste para castigar. Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar; por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?" (Hc 1.12-13)

Separado de todo o mal, puro em tudo, Deus é inerentemente, integralmente, plenamente e absolutamente santo (hb. qadhosh). (Sl 22.3; Hc 3.3a; Is 6.3; 1 Pe 1.13-16).

Habacuque pôde contemplar e conhecer a majestade de Deus: "Mas o SENHOR está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra." (Hc 2.20). Ele é o Rei de toda a terra:

"[Salmo para o cantor-mor, entre os filhos de Corá] Aplaudi com as mãos, todos os povos; cantai a Deus com voz de triunfo. Porque o SENHOR Altíssimo é tremendo e Rei grande sobre toda a terra. Ele nos submeterá os povos e porá as nações debaixo dos nossos pés. Escolherá para nós a nossa herança, a glória de Jacó, a quem amou. (Selá) Deus subiu com júbilo, o SENHOR subiu ao som da trombeta. Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso Rei, cantai louvores. Pois Deus é o Rei de toda a terra; cantai louvores com inteligência. Deus reina sobre as nações; Deus se assenta sobre o trono da sua santidade." (Sl 47.1-8).

Isaias contemplou magnificamente a majestade do Senhor: "No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Os serafins estavam acima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, e com duas cobriam os pés, e com duas voavam." (Is 6.1-2).

Ele é o Rei da glória!

Habacuque pôde contemplar e conhecer a justiça e bondade de Deus: "[...] na ira, lembra-te da misericórdia." (Hc 3.2c). O salmista Davi é enfático e confiante: "Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR por longos dias." (Sl 23.6)

Deus é justo e bom. Com a sua justiça Ele nos corrige, e com sua bondade nos restaura: "Bom e reto é o SENHOR; pelo que ensinará o caminho aos pecadores." (Sl 25.8).

Habacuque pôde contemplar e conhecer a verdade e a fidelidade de Deus: "Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará." (Hc 2.3). É impossível que Deus minta (Hb 6.18). A verdade vai adiante dele: "Justiça e juízo são a base do teu trono; misericórdia e verdade vão adiante do teu rosto." (Sl 89.14).

Quando tais conhecimentos sobre Deus se manifestam, além das atitudes aqui já expostas, só nos resta cairmos com a nossa face ao chão, e adorá-lo. Não importa se entendemos ou deixamos de entender o seu agir, não importa a escassez ou a abundância, os ganhos ou as perdas:

"Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, todavia, eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação. JEOVÁ, o Senhor, é minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de música.)" (Hc 3.17-19)

Se a nossa visão fica apenas na dimensão do aqui e agora, e não percebe em Deus as possibilidades futuras, desmaiaremos em nosso desespero e desesperança. Por isso, juntamente com a possibilidade de discernir a realidade presente, de enxergar as coisas como as coisas são, Deus nos oportuniza vislumbrar um futuro de glória, onde a sua vontade prevalecerá, e o seu nome será glorificado.

Aleluia!

Araçatuba-SP, 14/10/2011

CAXIAS DO SUL SEDIARÁ SEMINÁRIO DE CIÊNCIAS BÍBLICAS

Nos dias 28 e 29 de outubro, a cidade de Caxias do Sul (RS) será palco de mais uma edição do Seminário de Ciências Bíblicas. Realizada há mais de uma década, a iniciativa, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), visa contribuir para a ampliação do conhecimento sobre o Livro Sagrado. Para isso, reúne palestras que abordam aspectos sobre tradução da Bíblia e sua história, bem como a aplicação dos ensinamentos do Livro Sagrado em diferentes setores sociais, na igreja, na família e na escola, entre outros.

Organizados desde o ano 2000, esses encontros já alcançaram milhares de pastores, líderes cristãos, obreiros, professores de escola bíblica e seminaristas. A edição, que acontece na Igreja Evangélica Encontros de Fé, terá cinco painéis, além de espaço para uma sessão de perguntas e respostas. O investimento é de R$ 20,00 (estudantes pagam meia entrada). Mais informações pelos telefone 0800-727-8888 ou (51) 3272-9000

Confira, a seguir, a programação completa do evento:

28 DE OUTUBRO – Das 19h30 às 22h30
:: A Bíblia: sua natureza, funções e finalidade – Vilson Scholz: Essa palestra aborda a importância da Bíblia Sagrada, o livro mais traduzido e lido de todos os tempos. Regra de fé e de vida dos cristãos, a Bíblia é lida, pregada, discutida e vivida. No entanto, raramente seu leitor faz uma pausa para perguntar: Que livro é esse? Quais são as suas funções? Aonde esse livro quer nos levar? Qual é a sua finalidade? E são justamente esses os questionamentos levantados pelo palestrante durante o painel.
Vilson Scholz: Pastor e professor de Teologia Exegética, tem mestrado e doutorado na área do Novo Testamento. Consultor de Tradução da Sociedade Bíblica do Brasil, é professor da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas (RS). É tradutor do Novo Testamento Interlinear Grego-Português (SBB) e autor de Princípios de Interpretação Bíblica (Editora da Ulbra).

:: A Bíblia e a Evangelização – Christian Santiago Lo Iacono: A palestra abordará a Bíblia como um livro de salvação, o significado da pregação, o poder de Deus e o chamado para pregação. De acordo com o palestrante, é perigoso quando a tarefa da pregação é exercida apenas por quem “sente” o chamado, já que esta obra não depende de sentimentos, mas de Deus.
Christian Santiago Lo Iacono: Formado em Direito pela UFRGS, Teologia pela ULBRA e pós-graduado em Gestão Empresarial pela FGV, é presidente do Diretório Estadual da SBB no Rio Grande do Sul.

29 DE OUTUBRO – Das 8h30 às 17h
:: A transmissão do texto bíblico – Vilson Scholz: A Bíblia, escrita em hebraico, aramaico e grego, é uma coleção de livros que ficou pronta há mais ou menos dois mil anos. Se hoje os textos originais são traduzidos, cabe perguntar: Como esses textos foram preservados? Onde estão publicados? Como ter acesso a eles? Esta palestra, que inclui temas relacionados com paleografia, arqueologia e crítica textual, procura mostrar como a Bíblia foi transmitida, desde o tempo dos profetas e apóstolos, até os dias de hoje.

:: Dúvidas de Tradução – Denis Timm: O leitor da Bíblia tem sempre o desejo de conhecer mais e melhor os textos sagrados. Por isso lê constantemente, compara traduções e tenta entender o sentido do texto original. Com essa busca, vêm algumas dúvidas. A fim de dirimir algumas delas, o painel aborda as questões mais comuns em torno do Livro Sagrado, entre os quais: Por que a Bíblia é tão difícil de entender? O que determinado termo ou texto quer realmente dizer? Por que o mesmo versículo parece tão diferente, quando comparado entre duas traduções bíblicas? Os textos originais são confiáveis? Qual é a melhor tradução bíblica?
Denis Timm: Bacharel em Teologia pelo Instituto Concórdia de São Paulo (SP) e em Letras pela Universidade de São Paulo – USP, tem especialização em tradução. Atua como gerente editorial da Sociedade Bíblica do Brasil.

:: O trabalho da SBB – Vilson Scholz: Nesta palestra, serão destacados os vários esforços da organização para difundir a Bíblia e a sua mensagem. Entre os destaques está a apresentação dos programas sociais da entidade, voltados especialmente para as populações em situação de risco social, e o programa sócio evangelizador, mantido pela SBB há mais de 30 anos.

Seminário de Ciências Bíblicas de Caxias do Sul
Data: 28 e 29 de outubro de 2011
Local: Igreja Evangélica Encontros de Fé
Endereço: Rua Pinheiro Machado, 880 Caxias do Sul – RS
Horário: 28/10 – Das 19h30 às 22h30 29/10 – Das 08h30 às 17h00
Investimento: R$ 20,00 (estudantes pagam meia entrada) Informações: 0800-72-8888
Inscrição online: www.sbb.org.br/seminarios

Fonte: www.sbb.org.br

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A ORIGEM DO "CREMOS" DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL

Imagens cedida pelo CEMP - Centro de Estudos do Movimento Pentecostal da CPAD

O "Cremos" é uma declaração de fé concisa e sintetizada, que equivale aos Credos elaborados e presentes na Grande Tradição Cristã.

Sua origem nas Assembleias de Deus no Brasil remonta ao ano de 1938, quando o missionário norte-americano Theodoro Stohr, que atuava no interior de São Paulo, na edição do Mensageiro da Paz da segunda quinzena de outubro, p. 2, publicou um artigo traduzido por ele, sob o título "Em que crêem os pentecostais (no evangelho integral)", onde um "Cremos" foi citado. As razões para a publicação do artigo de Sthor foram as constantes difamações, e as concepções errôneas acerca do movimento pentecostal.

A partir da 1ª edição de junho de 1969, p. 3, o "Cremos" passou a ser publicado no jornal Mensageiro da Paz. Na ocasião, o pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos era o diretor de publicações da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) e diretor do Mensageiro da Paz, função assumida em 10 de janeiro de 1969, ao substituir o jornalista Emílio Conde.

Os motivos e a decisão (ou resolução oficial) para a publicação do "Cremos" no Mensageiro da Paz até o momento são desconhecidos.

Entre as décadas de 60 a 80 houve várias discussões em torno da elaboração, no âmbito da CGADB, de um Credo assembleiano. As tentativas esbarravam sempre na postura reacionária de alguns obreiros, que alegavam ser um Credo coisa da igreja Católica e das igrejas protestantes Históricas e Reformadas.

Acredito que esta postura reacionária está diretamente associada com o antagonismo e resistência à educação teológica formal, que por décadas imperou nas Assembleias de Deus no Brasil.

Particularmente, sou a favor não apenas de um Credo nas Assembleias de Deus no Brasil, mas, de um documento mais amplo (Confissão de Fé), para minimizar a crise de identidade doutrinária que nos assola.

O "Cremos" contido no artigo de T. Stohr, em questões doutrinárias declara o seguinte:

"[...] O nosso fundamento é a fé, na salvação pela obra expiatória de Jesus Cristo, como nosso substituto no calvário. Igualmente, o movimento pentecostal não admite o fanatismo das predestinações e salvação incondicional; mas, se adstringe à Palavra de Deus, aceitando e pregando a salvação pelo sangue de Jesus; e o batismo no Espírito Santo; a cura divina, e a anunciação da segunda vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. [...] Aceitamos a santa inspiração das Escrituras; reconhecemos a degradação moral e espiritual do homem, pelo pecado; sabemos, sim, que todos estavam destituídos da glória de Deus, mas que, aos que aceitam o sacrifício de Cristo e buscam o arrependimento, Deus tem feito participantes das bênçãos perdidas pela desobediência. Cremos em um único Deus verdadeiro, manifesto em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo: todos, com o mesmo poder, a mesma glória e majestade, porém, com ofícios diferentes. Quanto aos mandamentos do Evangelho, cremos e praticamos o batismo de imersão, não como uma ordenança salvadora, mas, sim, como um ato de obediência, fé e testemunho público e raso, da transformação que em nós se operou, bem como da nossa disposição de sepultar a velha criatura. Cremos na ceia do Senhor, em cuja presença participamos do pão e do vinho, anunciando a Sua vinda (1 Co. 11:26). Cremos que a unção com azeite, nos enfermos, em nome do Senhor, lhes traz cura física (Tg 5.14-15; Mc 6.15-18). Cremos, sobretudo, no novo nascimento, como obra divina e sobrenatural, a qual transforma o pecador, num homem são, dando-lhe poder para viver de modo puro e agradável a Deus, em Cristo. Cremos na vida santa dos discípulos (mesmo contemporâneos nosso) [...]."

O atual "Cremos" das Assembleias de Deus no Brasil, publicado no Mensageiro da Paz desde 1969, afirma:

Cremos,

1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19 e Mc 12.29);

2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9);

4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus (Rm 3.23 e At 3.19);

5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8);

6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor. (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9);

7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12);

8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15);

9)
No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);

10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade (1Co 12.1-12);

11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda — visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14);

12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10);

13)
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15);

14)
E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46

(Fonte: www.cpad.com.br)

Fica aqui registrado os meus sinceros agradecimentos ao pastor Isael de Araújo (Chefe do CEMP - Centro de Estudos do Movimento Pentecostal da CPAD) pelas preciosíssimas informações históricas que me passou, e pela gentiliza do envio das imagens.