quarta-feira, 29 de junho de 2011

A GRANDE E MARAVILHOSA OBRA DE DEUS NA VIDA DE MOISÉS (1ª Parte) - ESCOLA BÍBLICA NA AD EM AMERICANA-SP

Introdução (Êx 1.1-22)

Em todas as épocas povos, organizações e instituições vivenciam momentos de crescimento, desenvolvimento e prosperidade. Da mesma forma estes povos, organizações e instituições podem vivenciar momentos de crises, calamidades, perseguições, desgastes e falência.

O crescimento, o desenvolvimento e a prosperidade de um povo, organização ou instituição, pode provocar certo temor nos de "fora" (poder político, poder religioso, etc.), fazendo com que passem a agir no sentido de estagnar o crescimento, o desenvolvimento e a prosperidade, e de até buscar o extermínio daquele povo, organização ou instituição. A Bíblia e a história nos prova essa realidade.

Acontece que nem sempre as causas das crises que podem provocar estagnação, extermínio ou falência de um povo, organização ou instituição surgem do de "fora". A prosperidade de um grupo pode provocar disputas internas pelo poder, pelo domínio, pelo controle, por cargos, por privilégios dos mais diversos.

Neste contexto de disputas surgem os partidos, os grupos, as facções, as divisões, os inimigos, os "rachas". A autodestruição e o esfacelamento do povo, organização ou instituição passa a ser uma questão de tempo.

É nesse contexto de crise vivenciada entre o povo de Deus, que soberanamente ele levanta líderes vocacionados para uma missão profética, libertadora e restauradora.

1. LÍDERES E OBREIROS SÃO GRANDES E MARAVILHOSAS PROVISÕES DE DEUS PARA O SEU POVO E SUA OBRA EM TEMPOS DE CRISE

Foi em tempos de crise que Deus levantou Noé, os Juízes, Davi, Elias, Eliseu, Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Esdras, Neemias, Ageu, Malaquias, João Batista, Jesus, Paulo, Policarpo, Irineu, Tetuliano, Wycliffe, Hus, Lutero, Calvino, Zinzendorf, Wesley, Whitefield, Edwards, Moody, Seymour, Berg, Vingren e tantos outros.

Estes homens foram levantados para confrontar a corrupção palaciana, o profissionalismo profético, o relativismo moral, o pluralismo e sincretismo religioso, o formalismo nas celebrações e na adoração a Deus, o materialismo, o comodismo, a heresia e a apostasia. Foram levantados também para encoraja e liderar o povo de Deus em épocas de perseguição e opressão.

Deus levanta cada líder e obreiro para uma missão específica. Não temos que disputar um lugar com outros líderes e obreiros, temos que encontrar o nosso, o qual por Deus já foi determinado.

Em tempos de crise, líderes e obreiros terão duas opções:

- Renderem-se e acomodarem-se às circunstâncias;
- Colocarem-se nas mãos de Deus contra toda impiedade, contras os sistemas falidos e distanciados da Palavra;

Foi em tempos de crise que Deus levantou Moisés.

Foi nesta e para esta geração que Ele nos levantou.

Ele nos levantou por amor do seu nome e para a sua própria glória!

terça-feira, 28 de junho de 2011

O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 3º Trimestre/2011

Amados, estou envolvido na produção de material (apostilas) para alguns eventos, o que me impossibilitou de publicar o subsídio para a 1ª Lição do 3º trimestre/2011.

Se Deus quiser, retornarei com os subsídios na próxima semana.

A
partir de amanhã estarei publicando os esboços das aulas que ministrarei na 9ª Escola Bíblica da Assembleia de Deus em Americana-SP (Ministério Belém).

As aulas e os cultos serão transmitidos através do site: www.adamericana.com.br

Abraços e a paz do Senhor!

domingo, 26 de junho de 2011

9ª ESCOLA BÍBLICA DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM AMERICANA-SP


No período de 28 a 30 de Junho, a Assembleia de Deus em Americana-SP, igreja liderada pelo pastor Antonio Munhoz, estará realizando a sua 9ª Escola Bíblica. O tema deste ano será: "Grandes e Maravilhosas são as tuas obras, Senhor, Deus Todo-Poderoso!(Ap 15.3). Nos dias 1 e 2/07 acontecerá a celebração pelo Centenário.

Os preletores serão:

- Pr. Antonio Munhoz (Americana-SP)
- Pr. José Wellington Jr. (Guarulhos-SP)
- Pr. Roberto José dos Santos (Abreu e Lima-PE)
- Pr. Altair Germano (Abreu e Lima-PE)
- Pr. Randal Walker (Campinas-SP)
- Pr. Carlos Raul (Oswaldo Cruz-SP)
- Pr. João Marins (Corumbá-MS)

O CETAD e a FACETEN apoiam o evento.

Ore, divulgue e participe.

A IMPORTÂNCIA DA EBD NA PROPAGAÇÃO DO MOVIMENTO PENTECOSTAL (3ª AULA)

Estamos no ano das comemorações do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil, e percebo ser este um momento oportuno para revermos alguns aspectos desta história, marcada por grandes lutas, desafios e conquistas.

Tal tarefa contribuirá para superarmos com algumas de nossas limitações na relação entre pentecostalismo e história. A crítica de Freston[1] é pertinente, quando declara que:

O pentecostalismo toma o nome do incidente que está na origem da Igreja cristã, a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes, e se vê como um retorno às origens. Não é por acaso que as histórias domésticas se concentram nas origens (épicas) da denominação. Eventos posteriores se reduzem virtualmente à expansão geográfica, ou seja, às origens em outras cidades. Não há muita ideia de desenvolvimento, pois tudo já está contido no evento paradigmático original. Assim, o pentecostalismo tem uma relação difícil com a história. Esta é reduzida a apenas três momentos – a Igreja primitiva, o momento da recuperação da visão (quando nosso grupo começou) e hoje – e cada um desses momentos repete o anterior e descobre nessa repetição a sua única legitimidade.

A prova desta realidade se revela, por exemplo, na falta de ligação do pentecostalismo com a Reforma Protestante e com os demais eventos e movimentos que a mesma desencadeou.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL E A REFORMA PROTESTANTE

O Movimento Pentecostal está diretamente associado com a Reforma Protestante, por ter sido este o evento histórico o desencadeador das múltiplas vertentes evangélicas do cristianismo na atualidade.

A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no século XVI por Martinho Lutero, que através da publicação de suas 95 teses protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma interna.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL E O PIETISMO

O pietismo foi um movimento de renovação que surgiu no século XVI a XVIII, primeiramente entre os luteranos da Alemanha. Tinha como proposta a complementação da Reforma protestante iniciada por Martinho Lutero. Segundo os pietistas, a reforma doutrinária iniciada por Lutero precisava ser complementada por uma reforma de vida.

Segundo Olson[2], várias foram as questões levantadas pelos pietistas em relação aos efeitos da Reforma, entre elas:

- A ênfase de Lutero nos aspectos objetivos da obra de Deus, ressaltando a justificação pela graça mediante a fé, o perdão e a imputação da justiça de Cristo ao pecador;

- Achavam que Lutero teria rejeitado a ideia da doutrina da conversão pessoal como aspecto indispensável da iniciação cristã;

- A ortodoxia luterana e seu enrijecimento geral das categorias doutrinárias, mediante a sistematização racional e formulações doutrinárias extremamente detalhistas, construídas e elaboradas a partir da lógica aristotélica. A ortodoxia luterana era chamada pelos pietistas de “ortodoxia morta”. Chegou-se a criar o seguinte lema: “melhor uma heresia viva do que uma ortodoxia morta”;

- A aridez espiritual nos principais centros acadêmicos e universidades luteranas;

- A ênfase nos debates acadêmicos e discussões doutrinárias e teológicas que em nada agregavam valor à fé cristã;

- O desperdício de energia e tempo com críticas a outras formulações doutrinárias e sistemas teológicos, promovendo um infrutífero intelectualismo;

- O crescimento de uma letargia espiritual, moral e teológica.

Os Principais Nomes do Pietismo

Quatro foram os principais idealizadores, organizadores e propagadores do pietismo:

- Johann Arndt (1555-1621). O precursor do pietismo, que escreveu um livro de grande influência, considerado por muitos historiadores como a “Bíblia” do pietismo, intitulado: Quatro livros sobre o cristianismo verdadeiro.

- Philipp Jakob Spener (1635-1705). Considerado o patriarca do pietismo, escreveu a obra Pia desideria (desejos piedosos), em 1675, que contém uma crítica contundente sobre as condições existentes na igreja estatal luterana na Alemanha de sua época.

- Auguste Hermann Francke (1663-1727). É considerado o gênio organizador do pietismo. Ajudou a fundar a Universidade Pietista de Halle, criou várias instituições de caridade, escolas para ricos e pobres, um orfanato, uma editora e um centro missionário. Tornou-se o educador mais respeitado da Alemanha. Foi homem das letras e das obras.

- Nikolaus Ludwig Von Zinzendorf (1700-1760). Foi considerado excêntrico, levando o pietismo ao extremo, ainda que permanecesse dentro dos parâmetros da teologia ortodoxa luterana, sem abri mão de criticá-la. Combateu veementemente a teologia formal e sistemática. Colocou a experiência cristã e os sentimentos piedosos no âmago do cristianismo autêntico e deixou a teologia e doutrinas formais em segundo plano. O legado de Zinzendorf se encontra em todos os seguimentos do cristianismo posterior que se deleita em emoção e sentimentos espirituais.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL E O METODISMO WESLEYANO

O metodismo foi um movimento de avivamento espiritual cristão que surgiu na Inglaterra do século XVIII, que enfatizou a relação íntima do indivíduo com Deus, iniciando-se com uma conversão pessoal e seguindo uma vida de ética e moral cristã. O metodismo foi liderado por John Wesley (1703-1791), ministro da Igreja Anglicana, e seu irmão Carlos Wesley, considerado um dos maiores expoentes da música sacra protestante.

Os Antecedentes Históricos do Metodismo

Conforme Noll[3], na Inglaterra do século XVIII imperava um controle rígido da igreja estatal sobre as práticas eclesiásticas. Os batistas, congregacionais e presbiterianos, oriundos do puritanismo, movimento que tentou purificar a Igreja Anglicana dos “muitos trapos do papado”[4], precisavam de autorizações especiais para a realização de seus cultos.

Em 1730 João e Carlos Wesley, juntamente com outros amigos começaram a reunir-se em Oxford para estudar juntos, organizando uma pequena sociedade, que recebeu de seus críticos e observadores o nome de “clube santo”, “devoradores de Bíblia” e “metodistas”. Conforme Gonzalez[5]:

Os membros dessa sociedade se comprometiam a levar uma vida santa e sóbria, a receber a comunhão uma vez por semana, a cumprir fielmente suas devocionais particulares, a passar três horas reunidos cada tarde, estudando as Escrituras e outros livros religiosos, e a visitar os cárceres regularmente.

Os críticos usaram o termo “metodistas” porque, segundo entendiam, queriam encontrar e praticar um método de espiritualidade[6].

João Wesley não se propôs a fundar uma nova Igreja ou denominação, mas grupos de renovação na Igreja da Inglaterra (Igreja Anglicana).

Uma das práticas revolucionárias de Wesley foi a pregação ao ar livre. Em seu diário registrou que em 02/04/1733:

Às quatro da tarde, eu me sujeitei a ser o mais desprezível e proclamei nos caminhos as boas novas da salvação, falando de uma pequena elevação numa área próxima da cidade a cerca de 3.000 pessoas [...]. (NOLL, ibidem)

Em 24 de maio de 1738, uma experiência marcou profundamente a vida de Wesley:

À noite, fui de muita má vontade a uma sociedade na rua Aldersgate, onde alguém lia o prefácio de Lutero à Epístola aos Romanos. Quando faltava um quarto para as nove, enquanto ele descrevia a mudança que Deus opera no coração mediante a fé em Cristo, senti em meu coração um ardor estranho. Senti que confiava em Cristo, e somente nele, para minha salvação e me foi dada a certeza de que ele havia resgatado os meus pecados, e me havia salvo da lei do pecado e da morte. (GONZALEZ, ibidem, p. 177)

Após essa experiência, num período onde as estradas não ajudavam em termos de boas condições, John Wesley percorreu cerca de 380 mil km (a maior parte a cavalo), pregou cerca de 40.000 sermões (uma média de mais de dois por dia).

Assim como os pietistas, Wesley afirmava que a mera declaração verbal, e a adequação a um conjunto de doutrinas, não transformava ninguém de imediato num cristão autêntico. Seria necessário vivenciar uma experiência transformadora com Deus.

Para Noll (ibidem, p. 234), as práticas do metodismo continuaram a moldar a vida e a doutrina protestante, influenciando denominações inteiras, entre elas as Assembleias de Deus.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL E O SEGUNDO GRANDE DESPERTAMENTO

A obra de revitalização promovida pelos irmãos Wesley deu origem ao evangelicalismo moderno (NOLL, ibidem, 238). Entre os anos de 1800 e 1900, período onde se vivenciou o Segundo Grande Despertamento, e que se desenvolveu o Movimento Holiness.

Os principais nomes que sequenciaram o Grande Avivamento promovido pelo metodismo wesleyano foram, dentre outros:

Peter Cartwright (1785-1872)

Cartwright desenvolveu seu ministério entre os anos de 1803-1871, e foi o maior pregador de seu tempo. Ele pregou não menos de 25 mil vezes, e dirigiu encontros em acampamentos por 52 anos para cerca de 10.000 pessoas por encontro. Durante o tempo em que esteve atuando, o movimento metodista passou de 65.000 para dois milhões de seguidores.

Charles Finney (1792-1875)

Charles Grandison Finney foi pregador, professor, teólogo, abolicionista e avivalista estado-unidense, um dos líderes do Segundo Grande Despertamento.

Foi responsável por várias inovações no ministério religioso, tais como a censura pública e nominal de pessoas durante o sermão, a permissão da manifestação das mulheres em cultos para ambos os gêneros, o apelo e outros. Suas perspectivas doutrinária e práticas evangelísticas são bastante polêmicas. Era também famoso por realizar seus sermões de improviso.[7]

Dwight L. Moody (1837-1899)

Moody cresceu num contexto que foi influenciado grandemente pelo pensamento de Peter Catwright e de Charles Finney. Também conhecido como D.L. Moody, foi um evangelista e editor americano que fundou a Igreja Moody, a Escola Northfield, a Escola Mount Hermon em Massachusetts (agora chamada Escola Northfield Mount Hermon), o Instituto Bíblico Moody e a Moody Press.

Em uma viagem à Inglaterra, Moody se fez mais conhecido como evangelista, a ponto de haver sido chamado de maior evangelista do século XIX. Sua pregação teve um impacto tão grande como as de George Whitefield e John Wesley dentro da Grã-Bretanha, Escócia e Irlanda. Foi contemporâneo do pregador Charles Haddon Spurgeon, chegando a pregar, nessa ocasião de sua viagem, no Tabernáculo Metropolitano de Londres, em 1873. Em várias ocasiões encheu estádios com capacidade entre 2 mil e 4 mil pessoas. Em uma reunião no Botanic Gardens Palace se juntaram entre 15.000 e 30.000 seguidores. Este séqüito continuou em 1874 e 1875, com as multidões em todas as reuniões. Quando voltou aos Estados Unidos, as multidões de 12.000 a 20.000 eram tão comuns como na Inglaterra. Suas reuniões evangélicas se celebraram de Boston a Nova York, passando por Nova Inglaterra e outros povos da costa oeste, como Vancouver e San Diego.[8]

OS PIONEIROS DO MOVIMENTO PENTECOSTAL

A origem do movimento pentecostal se relaciona diretamente com o movimento de santidade (Holiness), nascido e difundido entre os metodistas e as igrejas independentes nos EUA, no século XIX, durante o período do segundo despertamento.

Os dois nomes de maior relevância entre os pioneiros do movimento pentecostal são Charles Parham e William Seymour. Ambos estiveram envolvidos diretamente com os movimentos e pensamentos que estiveram presentes na origem do pentecostalismo.

Charles Fox Parham (1873-1929)

Parham formulou a teologia do pentecostalismo clássico, com destaque às línguas como evidência inicial do batismo com o Espírito Santo (com ênfase na xenolalia). Em 1890 ingressou no Southwest Kansas College e, por três anos lutou com seus estudos e sua chamada para pregar.

Em 1893 abandonou os estudos para assumir o pastorado temporário de uma igreja metodista. Em 1895 deixou a igreja metodista para iniciar um ministério independente. No ano de 1898 fundou com sua esposa Sarah Thistlethwaite em Topeka, o Bethel Healing Home (Casa de Cura Betel), onde oferecia ensino sobre a fé para pessoas que buscavam a cura divina[9].

Em 1900 fundou o Bethel Bíble School, com o propósito de preparar missionários. Antes de sair par uma de suas viagens, instruiu os seus 34 alunos para pesquisarem no livro de Atos sobre qual seria a evidência do batismo com o Espírito Santo, onde chegaram a conclusão que seria o falar em outras línguas. Em 1º de janeiro de 1901, uma de suas alunas, Agnes Ozman, experienciou a tão desejada e aguardada bênção[10].

William Seymour (1870-1922)

Seymour foi o filho mais velho de escravos libertos, conforme o Censo de 1880 da região de Luisiana, onde nasceu, Seymour frequentou uma escola onde aprendeu a ler. Converteu-se na “negra Methodist Episcopal Church” em Indianápolis, e em seguida frequentou também a Evening Light Saints, a atual Church of God. [11]

Entre o final de 1899 e início de 1900, mudou-se para Cincinnati (Ohio), onde parece ter frequentado a God´s Bible School, dirigida por Martim Wells Knapp. A escola dedicava-se basicamente ao estudo da Bíblia e ao treinamento dos seus alunos para serem trabalhadores nos “grandes campos brancos, prontos para a colheita”. Mudou-se para Houston (Texas) entre 1902 e 1903, onde começou a realizar reuniões evangelísticas. Baseado numa “revelação especial”, Seymour foi para Jackson (Mississipi), onde ficou sob a liderança de Charles Price Jones, líder da Santidade Wesleyana no Sul dos EUA e co-fundador da Church of God in Christ, ao lado de Charles Harrison Manson.[12]

Em 1905 voltou para Houston, onde recebeu a liderança de uma pequena igreja fundada por Lucy Farrow, uma viúva afro-americana. Com o retorno de Charles Fox Parham para Houston, Seymour foi logo incentivado por Lucy Farrow a estudar em sua escola bíblica, e aprender sobre o batismo com o Espírito Santo. Por causa da segregação racial imposta pelas leis na região, Seymour ouvia as aulas do lado de fora da sala, através da porta entreaberta.[13]

Seymour ficou ligado ao trabalho de Parham até o início de fevereiro de 1906, quando já tinha ajustado o sistema teológico da Santidade Wesleyana com o ensino de Parham sobre o batismo com o Espírito Santo evidenciado pelo falar em outras línguas. Aceitando o convite da comunidade negra de Los Angeles para pastorear uma igreja da Santidade, que havia sido fundada por Julia W. Hutchins, a contragosto de Parham, para lá partiu, chegando em 22 de fevereiro de 1906.

Os ensinos de Seymour acerca do batismo com o Espírito Santo foram rejeitados por Julia Hutchins, e ele acabou impedido de entrar no prédio da igreja. Pediu socorro a um dos membros da igreja, Edward Lee, que lhe acolheu em casa. Foi convidado então por Lee a ministrar num pequeno grupo de estudo bíblico que se reunia na Rua Bonnie Brae, 214, em casa de Richard e Ruth Asberry, onde continuou a ensinar sobre o batismo com o Espírito Santo com a evidência do falar em outras línguas, apesar de ainda não o ter recebido. Em 9 de abril de 1906, vários membros daquele grupo de estudo começaram a falar em outras línguas. Como muitos foram atraídos pelo fenômeno, Seymour foi obrigado, por volta de 15 de abril, a buscar um local mais adequado para as reuniões. Foi alugado então um prédio vazio, onde funcionara a Stevens African Methodist Episcopal Church, na Rua Azusa, 312.[14]

O pentecostalismo difundido a partir da Rua Azusa alcançou dimensões gigantescas, influenciando pessoas e nações.

O MOVIMENTO PENTECOSTAL E OS PIONEIROS DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL

Os pioneiros do Movimento pentecostal no Brasil foram os missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em terras brasileiras em 19 de novembro de 1910. Eles vieram dos Estados Unidos. Conforme Freston[15]:

A Suécia da época não era a próspera sociedade do bem-estar em que se transformou posteriormente. Era um país estagnado com pouca diferenciação social., forçado a exportar grande parte da população. Mais de um milhão de suecos emigram para os Estados Unidos entre 1870 e 1920.

Daniel Berg chegou aos Estados Unidos em 25 de março de 1902, e GunnarVingren em novembro de 1903.

Vingren e Berg tinham o propósito de pregar a mensagem pentecostal. Não intencionavam abrir igrejas ou fundar uma nova denominação. O desejo dos missionários era que a mensagem pentecostal, com ênfase no batismo com Espírito Santo evidenciado pela manifestação do falar em outras línguas, fosse recebida pelas igrejas no Brasil, proporcionando dessa forma um grande despertamento espiritual.

O projeto dos missionários enfrentou uma tão grande resistência, que acabou promovendo uma divisão na Primeira Igreja Batista do Pará, vindo este fato a contribuir para o surgimento daquela que se tornaria a maior denominação pentecostal do mundo na atualidade, a Assembleia de Deus.

A data de 18 de junho de 1911 é tida como a data oficial da fundação da igreja, que inicialmente foi chamada de "Missão da Fé Apostólica". Em 11 de janeiro de 1918, Gunnar Vingren registrou em cartório a "Sociedade Evangélica Assembléia de Deus". A Assembleia de Deus não foi "trazida" para o Brasil. Nenhuma ação missionária foi empreendida ou promovida por uma Assembleia de Deus estrangeira neste sentido. Ela é genuinamente brasileira. Apenas o nome coincide com grupos que nos Estados Unidos assim denominavam-se.

Vingren e Berg não tiveram por ocasião da partida dos Estados Unidos nenhum suporte ministerial ou financeiro de igreja ou de alguma organização cristã missionária americana ou sueca. O relato de Gunnar Vingren em seu diário deixa isso evidente[16]:

Tanto eu com Daniel já tínhamos recebido todas as confirmações de nossa chamada divina. Agora só restava nos ocupar dos preparativos, e ver o que tínhamos de levar conosco. Porém, em vez de receber alguma coisa, tivemos de dar tudo. Eu havia sacrificado o privilégio de ter cursado durante quatro anos no seminário batista, e renunciado a chance de ser enviado como missionário deles à Índia. E o Daniel também não tinha nada. Ali estávamos os dois sem nenhum recurso, sem pertencer a nenhuma denominação. Porém pertencíamos à denominação do Céu.

O apoio que os missionários receberam da missão sueca, principalmente através da Igreja Filadélfia de Estocolmo, presidida pelo pastor Lewi Pethrus foi algo que aconteceu posteriormente. Em 10 de outubro de 1914 chegou ao Brasil o primeiro casal de missionários ligado à missão sueca, Otto e Adina Nelson, oriundos da cidade de Chicago, EUA. Em 05 de junho de 1916, na Igreja Filadélfia de Estocolmo, o casal Samuel e Lina Nyström foram separados para o trabalho missionário no Brasil, aonde chegaram no dia 18 de agosto de 1916, na cidade de Belém do Pará.

Lewi Pethrus e Daniel Berg foram grandes amigos durante a juventude na Suécia.[17] Desceram às águas batismais no mesmo dia, em 12 de fevereiro de 1899[18]. Certamente, a amizade entre Petrus e Berg foi decisiva para o apoio da missão sueca ao trabalho dos pioneiros no Brasil. Daniel Berg viajou para a Suécia em 1914, ocasião esta onde manteve contato com Lewi Pethrus, e foi convidado para pregar, dar um relatório do trabalho no Brasil, e levantar uma oferta na Igreja Filadélfia de Estocolmo[19].

Dos dois missionários pioneiros, apenas Gunnar Vingren tinha formação teológica. Ele realizou seus estudos na Faculty of the Divinity School, de 1904 a 1909, sendo diplomado pela Swedish Theological Seminary, da University of Chicago (USA).

Com o passar dos anos, outros missionários (suecos, escandinavos e americanos) vieram para o Brasil no sentido de cooperar com a evangelização da nação, e com a expansão daquela que se tornaria a maior igreja evangélica no Brasil, que no seu Centário alcança os índices de cerca de 10% da população brasileira, e de aproximadamente 50% da população evangélica.

A IMPORTÂNCIA DA EBD NA PROPAGAÇÃO DO MOVIMENTO PENTECOSTAL

A Escola Bíblica Dominical cumprirá o seu papel de agência propagadora do Movimento Pentecostal, na medida em que:

- Propagar a história do Movimento Pentecostal

- Propagar a doutrina do Movimento Pentecostal

- Priorizar o papel do Espírito Santo na Educação Cristã

Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galiléia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. E ensinava nas suas sinagogas e por todos era louvado.” (Lc 4.14-15)


[1] FRESTON, Paul (1996). Breve história do pentecostalismo brasileiro. In Alberto Antoniazzi et al (Org.), Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do pentecostalismo clássico (p. 67-99). 2. Ed. Petrópolis-RJ: Vozes., p. 69.

[2] OLSON, Roger. História da teologia cristã: 2000 anos de tradição e reformas. São Paulo: Vida, 2001, p. 458-504.

[3] NOLL, Mark A. Momentos decisivos na história do cristianismo. São Paulo: Cultura Cristã, 2000, p. 232-233.

[4] CAIRNS, Earle E. O cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1988, p. 273

[5] GONZALEZ, Justo L. Uma história ilustrada da igreja: a era dos dogmas e das dúvidas. São Paulo: vida Nova, 1990, p. 175.

[6] OLSON, ibidem, p.522

[7] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Finney, acesso em 07/06/2011

[8] Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Dwight_L._Moody, acesso em 07/06/2011

[9] ARAUJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 542.

[10] ANDERSON, Allan. El pentecostalismo: El cristianismo carismático mundial. Móstoles, Madri: Akal, 2007, p. 48.

[11] ARAÚJO, ibid., p. 779.

[12] Ibid., p. 780.

[13] ANDERSON, ibidem, p. 55.

[14] ARAÚJO, ibid.

[15] Ibid., p. 76.

[16] VINGREN, Ivar. Diário do pioneiro: Gunnar Vingren, fundador das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, p. 30

[17] BERG, Daniel. Enviado por Deus: memórias de Daniel Berg, fundador das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, , p.28-29.

[18] PETHRUS, Lewi. Lewi Pethrus: a vida e obra do missionário sueco que expandiu a mensagem pentecostal no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 37-38.

[19] ARAUJO, ibid., 470.

sábado, 25 de junho de 2011

20ª CONFERÊNCIA DE ESCOLA DOMINICAL (CPAD) - AD RIO BRANCO-AC

Chegou a vez de Rio Branco, capital do estado do Acre, sediar a Conferência de Escola Dominical. Esta grande celebração da Palavra que está em sua 20ª edição, tem como objetivo promover a Escola Dominical e a Educação Cristã. Os temas que serão abordados nessa conferência são de suma importância para o bom desempenho do ministério de ensino em nossas classes dominicais.

Ore, divulgue e participe!

Acesse aqui o hotsite do evento para outras informações e inscrições

Fonte: www.cpad.com.br

A DOUTRINA DA REGENERAÇÃO E O PROFESSOR DA EBD (2ª AULA)

A Doutrina da Regeneração, dentro da Teologia Sistemática, está classificada no campo da Soteriologia (estudo sobre a salvação), e já foi conceituada das seguintes formas:

A regeneração é a comunicação da vida divina à alma (Jo 3.5; 10.10, 28; 1 Jo 5.11, 12), como a consessão de uma nova natureza (II Pe 1.4) ou coração (Jr 24.7; Ez 11.19; 36.26), e a produção de uma nova criação (II Co 5.17; Ef 2.10; 4.24)”.[1]

Portanto, regeneração é uma ressurreição espiritual: o começo de uma nova vida. Às vezes a palavra expressa o ato de Deus. Deus regenera. Às vezes designa o efeito subjetivo de seu ato. O pecador é regenerado. Ele se torna uma nova criatura. Renasce. E isso é sua regeneração. Essas duas aplicações da palavra estão tão estreitamente interligadas que não produzem confusão.” [2]

A regeneração é o ato de Deus pelo qual a disposição governante da alma se torna santa e pela qual, através da verdade, assegura-se o primeiro exercício dessa disposição santa. A regeneração, ou o novo nascimento, é o lado divino da mudança do coração que, vista do lado humano, chamamos conversão. É Deus voltando a alma para ele mesmo; enquanto a conversão é a volta da alma para Deus, a qual é tanto a conseqüência como a causa.” [3]

Os conceitos acima expressam a opinião quase universal dos teólogos acerca da regeneração, reproduzida nos tratados de Teologia Sistemática mais atuais, como no caso de Grudem[4], que define regeneração como: “[...] um ato secreto de Deus pelo qual ele nos concede nova vida espiritual. Isso é às vezes chamado de “nascer de novo (na linguagem de Jo 3.3-8).”

A NATUREZA DA REGENERAÇÃO

Hodge[5], ao falar da natureza da regeneração, afirma que “a mudança não se dá nem na substância nem nos meros exercícios da alma, mas naquelas disposições, princípios, gostos ou hábitos imanentes que subjazem a todos os exercícios conscientes, e determinam o caráter do homem e de todas as suas ações”.

Grudem[6] declara que a regeneração nos afeta como pessoas integrais, ou seja, cada parte de nós é afetada pela regeneração (2 Co 5.17).

A regeneração é um evento único e instantâneo. É uma mudança instantânea operada secretamente por Deus em nós, e só se conhece em seus resultados.[7]

AS IMPLICAÇÕES PRÁTICAS DA DOUTRINA DA REGENERAÇÃO NA VIDA DO EDUCADOR CRISTÃO

É preciso entender que algumas condições ou práticas não sinalizam, nem garantem por si só, a realidade da regeneração na vida do Educador Cristão:

- Nascer num lar cristão

- Ter uma linguagem e uma conduta moral íntegra

- Ter conhecimento bíblico teológico

- Ter uma boa habilidade de comunicação e oratória

- Ter habilidades de liderança e administração

- Saber pregar ou ensinar

- Falar em outras línguas

- Promover ou contribuir para o crescimento da igreja, de uma congregação, de um órgão ou departamento

A regeneração deve ser uma experiência vivenciada por aqueles que almejam ou já exercem o ministério do ensino. As implicações práticas da regeneração na vida do Educador Cristão se manifestam da seguinte forma:

- A regeneração é o primeiro requisito para exercer o ministério do ensino, visto que para tal é preciso antes ser um cristão autêntico, nascido de novo (Jo 3.3)

- A regeneração é uma experiência pessoal e sobrenatural com Deus, como muitas que o Educador Cristão deve ter em sua trajetória ministerial (Lc 3.22; At 9.1-9)

- A regeneração possibilita a habitação do Espírito Santo na vida do Educador Cristão, lhe proporcionando consolo, socorro, direção, etc. (Jo 14.16-17)

- A regeneração possibilita o revestimento de poder, necessário para potencialização do ensino genuinamente bíblico (Lc 4.14; 24.49; At 1.8; 10.38)

- A regeneração possibilita a concessão dos dons necessários para o exercício do ministério do ensino (Rm 12.1-8; Ef 4.11; 2 Tm1.6-11)

- A regeneração possibilita o desenvolvimento e manifestação do fruto do Espírito na vida e ministério do Educador Cristão (Gl 5.22-25)

- A regeneração possibilita para o Educador Cristão um viver cheio do Espírito Santo (Lc 4.1; Ef 5.18)


[1] THIESSEN, Henry Clarence. Palestras introdutórias à Teologia Sistemática. São Paulo: IBR, 1987, 263.

[2] HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001, p. 1031.

[3] STRONG, Augustus Hopkins. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2003, p. 518.

[4] GRUDEM, Wayne. Teologia sistemática: atual e exaustiva. São Paulo: Vida Nova, 1999, p. 584.

[5] Ibid., p. 1053.

[6] Ibid., p. 586.

[7] STRONG, ibid., p. 522.

Aula ministrada no 6º Seminário de EBD da Assembleia de Deus em Parnamirim-RN.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A EBD COMO MEIO DIFUSOR DAS DOUTRINAS BÍBLICAS (1ª AULA)

Amados, publicarei neste final de semana o esboço de minhas palestras no 6º Seminário da EBD da Assembleia de Deus em Parnamirim-RN. O presente conteúdo pode ser reproduzido por qualquer meio, desde que citada a fonte.

"O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco." (Filipenses 4.9)

Introdução:

O termo "doutrina" deriva-se do grego didache, e pode significar o ato de ensinar ou o conteúdo do ensino. Na atualidade, podemos definir "doutrina" como: O conjunto de verdades fundamentais das Sagradas Escrituras, organizadas de forma sistemática ou metódica.

Conforme o texto de Filipenses 4.9:

- A doutrina (conjunto de saberes) é algo para ser aprendido, recebido e ouvido (aspectos teóricos ou conceituais), através do estudo informal (leituras, cultos ou reuniões de ensino, etc.) ou formal (cursos bíblicos ou teológicos em seus diversos níveis) da Bíblia sagrada.

- A doutrina é algo para ser visto em quem ensina e praticado por quem aprende (aspectos práticos ou vivenciais)

Observemos o texto abaixo:

"E desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava. E muitos se maravilhavam de sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade." (Lucas 4.31-32)

Desta narrativa aprendemos que:

- O ensino da doutrina com poder, graça, clareza e profundidade fará com que os aprendentes se maravilhem.

- A vivência ou a prática da doutrina outorgará reconhecimento e autoridade aos ensinantes.

O valor da doutrina pode ser percebido:

- Em sua função de declaração da verdade bíblica revelada (referencial ou fundamento: credos, confissões, ):

a) Jo 7.16.17 – A doutrina de Jesus

b) At 2.42 – A doutrina dos Apóstolos

c) 1 Tm 4.16; Tt 2.1 – Passando o bastão para os jovens obreiros

- Em sua função apologética (defesa argumentativa e a justificação da fé cristã perante seus opositores e críticos):

a) Jd 3-4 – Lutando pela fé

b) Mc 7.7 – Preceitos de homens

c) 1 Tm 4.1 – Doutrina de demônios

- Em sua função evangelística e discipuladora (Mt 28.19-20)


O Ensino Doutrinário na Escola Bíblica Dominical

A EBD é o espaço educativo informal da igreja, onde o ensino doutrinário encontra as melhores condições (pelo menos deveria) de ser transmitido, pelas seguintes razões:

- Considera as características cognitivas, morais, sociais e biológicas dos alunos (etariedade)

- Conteúdo selecionado, sistematizado e direcionado considerando as peculiaridades de cada faixa etária

- Ambiente propício para o uso de recursos didáticos (ferramentas de apoio pedagógico)

- A proximidade entre ensinante/aprendente possibilita a dialogicidade/interacionalidade (Jo 3.1-21; Jo 4.1-30; Mt 16.13-20)

- A convivência entre ensinante/aprendente possibilita a afetividade (Jo 13.1)

Continua...

6º SEMINÁRIO DA EBD DA ADPAR - PARNAMIRIM-RN

Se Deus quiser, estaremos no próximo final de semana na AD em Parnamirim-RN, igreja liderada pelo pastor Elinaldo Renovato de Lima, ministrando no 6º Seminário de EBD.

Na ocasião abordaremos os seguintes temas:

- A EBD como meio difusor das doutrinas bíblicas
- A Importância da EBD na propagação do Movimento Pentecostal

Para maiores informações ligue para (84) 3645-2380.

Site da ADPAR: www.adparnamirim.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O LÍDER IMPROVISADOR


O líder improvisador faz da excessão do improviso a regra.
O líder improvisador é inimigo do planejamento.
O líder improvisador sempre deixa as decisões para a útima hora.
O lider improvisador não discute alternativas.
O líder improvisador não considera os possíveis imprevistos.
O líder improvisador é um "repentista" na arte de administrar.
O líder improvisador é um constante dependente da sorte.
O líder improvisador é desorganizado.
O líder improvisador não é eficaz.
O líder improvisador desperdiça recursos materiais, tecnológicos e humanos.
O líder improvisador não possui ferramentas de controle adequadas.
O líder improvisador transfere sempre a culpa dos seus fracassos administrativos para os seus auxiliares.
O líder improvisador é inimigo da excelência.

"Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz." (Lc 14.28-32)

5º CONGRESSO DE SENHORAS SETOR "B" SUDESTE EM TERESINA-PI

terça-feira, 21 de junho de 2011

O LÍDER CENTRALIZADOR

IMAGEM: www.tracegp.com.br

O líder centralizador não faz com excelência, nem permite que outros façam.
O líder centralizador é um atraso para o crescimento e desenvolvimento de qualquer obra.
O líder centralizador é um castrador de ideias.
O líder centralizador é um amante de títulos, cargos e posições.
O líder centralizador acha que ninguém faz melhor do que ele.
O líder centralizador pensa ser mais capaz do que todos os demais cooperadores.
O líder centralizador não consegue enxergar o talento alheio.
O líder centralizador tem medo que os outros façam melhor do que ele.
O líder centralizador tem receio de perder a autoridade ao delegar.
O líder centralizador tem um pouco de imperialista, totalitarista e ditador.
O líder centralizador se mantém no cargo na base da compra, da ameaça, do favorecimento e dos conchavos políticos com outros líderes centralizadores
O líder centralizador finge escutar, mas no fim a opinião que prevalece é sempre a dele.
O líder centralizador é um promotor narcisista de sua própria imagem.
O líder centralizador se coloca acima da própria instituição.
O líder centralizador pode em alguns casos até ser uma boa pessoa, mas é um péssimo administrador.
O líder centralizador pode ter conhecimento, mas lhe falta sabedoria.
O líder centralizador perde tempo e energia em tarefas pequenas, secundárias e sem muita importância, quando poderia estar envolvido em questões de maior relevância e prioritárias.
O líder centralizador delega tarefas, para depois agir paralelamente, desmerecendo o esforço e a habilidade alheia.
O líder centralizador pode não ter consciência de sua própria condição.
O líder centralizador sacrifica a família.
O líder centralizador se desgasta e desgasta os outros.
O líder centralizador tem vida curta ou de baixa qualidade.

"O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes. Sem dúvida, desfalecerás, tanto tu como este povo que está contigo; pois isto é pesado demais para ti; tu só não o podes fazer." (Êx 18.17-18)

Paulista, 21/06/2011

VIAGEM À TERRA SANTA - CARAVANA YERUSHALAIM SHEL ZAHAV


Para maiores informações click AQUI ou entre em contato pelo e-mail altair.germano@gmail.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

AGENDA - ASSEMBLEIA DE DEUS EM BRASIL NOVO (RIO LARGO -AL)

Se o Senhor me permitir, pregarei amanhã numa concentração em celebração a Deus pelas festividades do Centenário, que será realizada pela Assembleia de Deus do campo de Brasil Novo (Rio Largo-AL), igreja presidida pelo pastor Pedro Lins.

O evento acontecerá no ginásio esportivo da Escola Estadual Profª Claudizete, às 18h00, e contará com a participação dos grupos de louvor, senhoras, jovens e crianças do campo de Brasil Novo. Toda igreja está convidada. Leve uma pessoa não evangélica.

A Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Estado de Alagoas é presidida pelo pastor José Neco.

Conto com as orações dos irmãos.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

DORMIU NO SENHOR O PASTOR FRANCISCO PACHECO DE BRITO

Faleceu hoje, dia 16 de junho, o pastor Francisco Pacheco de Brito, aos 95 anos de idade. Ele era o pastor da Igreja Assembleia de Deus em Campina Grande (PB) e presidente da Convenção das Igrejas Assembleias de Deus de Campina Grande e Estado da Paraíba.

O corpo do ministro está sendo velado no templo-central da AD em Campina Grande, na Avenida Antenor Navarro, 693, bairro Prata. O sepultamento ocorrerá neste sábado, dia 18 de junho, às 15h. Familiares, amigos e obreiros estão prestando as últimas homenagens ao pastor e as condolências para família.

O pastor Francisco Pacheco de Brito nasceu em 16 de maio de 1916 no município de São João do Cariri, filho de Inácio Jerônimo de Brito e Maria de Jesus. Ainda jovem, adotou Campina Grande como sua terra natal, onde trabalhou na construção civil. Ele sempre disse ter orgulho da cidade que viu crescer. Casou com Albertina Barbosa de Lima (já falecida), com quem constituiu uma família composta de 10 filhos, netos e bisnetos. Sua carreira ministerial começou cedo. O pastor Francisco Pacheco foi consagrado diácono em novembro de 1943 e presbítero, em outubro de 1948. Em janeiro de 1949, foi ordenado ao ministério como pastor. Já liderava a AD em Campina Grande havia algumas décadas e sempre se destacou pela seriedade e amor à obra de Deus, sendo um dos mais prezados líderes das Assembleias de Deus no Nordeste e no Brasil.

Fonte: Redação CPAD News

Minhas condolências à família e igreja enlutada.

STF LIBERA "MARCHA DA MACONHA" - UMA ANÁLISE EVANGÉLICA

IMAGEM/FONTE: Site do STF

"Em decisão unânime (8 votos), o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a realização dos eventos chamados “marcha da maconha”, que reúnem manifestantes favoráveis à descriminalização da droga. Para os ministros, os direitos constitucionais de reunião e de livre expressão do pensamento garantem a realização dessas marchas. Muitos ressaltaram que a liberdade de expressão e de manifestação somente pode ser proibida quando for dirigida a incitar ou provocar ações ilegais e iminentes." (Leia AQUI)

Para simplificar, conforme o precedente aberto pelo STF, qualquer marcha, contra qualquer crime pode ser realizada, desde que não incite ou provoque ações ilegais e iminentes. Dessa forma, qualquer grupo, em nome da liberdade de expressão pode fazer a sua marcha em favor de descriminalizações.

Salvo melhor entendimento, nos próximos dias, meses e anos poderão acontecer as seguintes marchas:

- A marcha da cocaína
- A marcha do crak
- A marcha do êxtasi
- A marcha do tráfico de drogas
- A marcha da pedofilia
- A marcha da nudez
- A marcha do aborto
- A marcha da propina
- A marcha do suborno
- A marcha da corrupção
- A marcha por qualquer outra descriminilização (desde que não incitem ou provoquem ações ilegais e iminentes)

Como é triste ver uma sociedade "marchar" sem ter a Bíblia como referencial e fundamento.

Como é lamentável ver juízes de um Superior Tribunal Federal, em nome da "liberdade de expressão" apoiarem com os seus votos tais "marchas".

Por falar em "marcha", há dois grupos marchando para a eternidade. Um grupo (minoritário) marcha em direção à vida, enquantro o outro grupo (majoritário) marcha em direção à perdição. Em qual grupo você está marchando, e por qual caminho?

"Entrem pela porta estreita porque a porta larga e o caminho fácil levam para o inferno, e há muitas pessoas que andam por esse caminho. A porta estreita e o caminho difícil levam para a vida, e poucas pessoas encontram esse caminho." (Mateus 7.13-14)

As marchas nas quais nos envolvemos aqui, poderão definir o nosso destino eterno.

P.S. - Aquele crucifixo (símbolo cristão) pendurado na parede do Superior Tribunal Federal é o puro retrato de nossas contradições espirituais, morais e legais.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

UNÇÃO E OPOSIÇÃO

A unção do Espírito sobre a vida de um servo ou de uma serva de Deus não promove apenas admiração (Lc 4.22), mas pode também provocar inveja, descaso, murmuração, resistência e forte oposição.

Imagina que nem Jesus escapou dessa realidade:

"Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira. E, levantando-se, expulsaram-no da cidade e o levaram até ao cimo do monte sobre o qual estava edificada, para, de lá, o precipitarem abaixo. Jesus, porém, passando por entre eles, retirou-se." (Lc 4.28-30)

"Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma." (Hb 12.3)

Saiba conviver com as oposições!

FUJA!


Fugir pode ser um ato de prudência (Gn 39.12; Mt 10.23; 1 Tm 6.11; 2 Tm 2.22).

Se precisar, não vacile, fuja!

Isso pode salvar sua vida, sua família e seu ministério.

PARCERIA COM A EBD DA AD EM PARNAMIRIM-RN


Os subsídios para Lições Bíblicas da CPAD postados neste blog, são publicados também no blog da Escola Bíblica Dominical da Assembleia de Deus em Parnamirim-RN, igreja liderada pelo pastor Elinaldo Renovato.

Blog: adparebd.blogspot.com

terça-feira, 14 de junho de 2011

CÂMARA TAMBÉM HOMENAGEIA CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL

Com o plenário lotado, a Câmara dos Deputados, em Brasília, realizou na manhã desta terça-feira uma sessão especial em homenagem ao Centenário das Assembleias de Deus no Brasil, celebrado em 18 de junho.

Parlamentares e pastores de todo o Brasil participaram da cerimônia que teve início pouco depois das 10 horas da manhã. Na solenidade, foi apresentado o vídeo em comemoração aos 100 anos, contando a chegada dos missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e a trajetória da maior denominação evangélica do Brasil.

O evento foi proposto pelo pastor e deputado Paulo Freire (PR – SP), que dirigiu a sessão. Durante todo o período da solenidade, vários deputados evangélicos falaram da emoção e da importância da comemoração, entre eles, o deputado João Campos (PSDB – GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, que destacou a importância do segmento evangélico para a construção do país e relembrou os nomes de diversos líderes que fizeram parte da história da AD. “Essa sessão é para a glória de Deus, mas é justo que também se faça uma homenagem aos homens de Deus que fizeram parte dessa história”, enfatizou o parlamentar, citando nomes como os de Cícero Canuto de Lima, Alcebíades Pereira de Vasconcelos e Paulo Leivas Macalão.

Para o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), esta foi mais uma oportunidade de enaltecer e glorificar ao Senhor pela comemoração. “O ambiente está muito bonito. Estamos aqui com a presença de quase todos os nossos deputados federais e da liderança evangélica da AD. E nessa solenidade podemos, mais uma vez, enaltecer, glorificar e adorar Àquele que tem abençoado o Brasil e a AD, nos fazendo celebrar o Centenário de nossa igreja com muito júbilo”, comemorou.

Pastor José Wellington Costa Júnior, presidente do Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), também falou da alegria daquele momento. “Essa solenidade, promovida pelo Congresso Nacional, vem ratificar a representatividade dos evangélicos e, particularmente, da Assembleia de Deus do Brasil. Este trabalho, certamente, estará demonstrando que hoje a AD tem representatividade política, social e acima de tudo, é um parâmetro espiritual para o povo brasileiro”, afirmou.

Presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad), pastor Manoel Ferreira falou do desenvolvimento da AD ao longo desses 100 anos. “São 100 anos de vitória, de desenvolvimento em todos os sentidos, tanto na questão espiritual e também na área social e material. A igreja, além de ter feito um grande trabalho na área espiritual, tem crescido também na área social, no desenvolvimento humano. A igreja tem acompanhado esse processo. Hoje, estamos marcando um passo muito importante na história dessa nação e na história da Igreja”, enfatizou.

Pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém do Pará, falou das celebrações que estão acontecendo em todo o Brasil e da movimentação que está acontecendo em Belém durante esses dias. O líder convidou ainda a todos os parlamentares e pessoas presentes no plenário para participarem das festividades. “Essa é uma festa do Brasil. A Assembleia de Deus é uma igreja esplêndida, a maior dessa nação, e todos devemos comemorar essa marca de 100 anos!”, concluiu pastor Samuel Câmara, que finalizou prestando uma homenagem especial ao pastor Firmino Gouveia, um dos pioneiros da AD em Belém.

Fonte: Redação CPAD News

SAIBA COMO ENVIAR O RELATÓRIO DO BATISMO REALIZADO DENTRO DA PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO

Entre as atividades programadas pela CGADB (veja aqui a programação) para acontecerem durante o mês de junho está a proposta de batizarmos nas águas cem mil novos crentes. O batismo, estava previsto para acontecer, simultaneamente, na manhã do dia 12 de junho, em cada AD sede de Ministério no país.

Para o levantamento oficial do número de batizados solicitamos que cada igreja-sede envie relatório com os seguintes dados:

Nome da igreja
Indicar se é igreja sede/matriz ou congregação
Estado
Município
Bairro
Nome do pastor presidente
Quantidade de batizados

As informações devem ser enviadas pela seção Contatos do site Centenário.

Clique aqui para enviar a listagem dos batizados em sua igreja

Se preferir, você também pode informar o número de batizados à sua convenção regional. O representante do Centenário em sua convenção se responsabilizará em enviar ao Comitê Executivo do Centenário o número oficial de batizados.

O total de batizados será divulgado para todo país pelo site do Centenário, jornal Mensageiro da Paz, portal CPADNews e pelo programa televisivo Movimento Pentecostal.

Certificado

O certificado de batismo bem como outros materiais relacionados ao Centenário pode ser adquirido na CPAD somente pelo telefone 0800-021-7373 (ligação gratuita)



Fonte: www.centenarioadbrasil.org.br

CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 2º Trimestre/2011

Mais uma vez, diante de um tema das Lições Bíblicas, vou optar por uma abordagem mais realista, concreta e extremamente necessária.

Em primeiro lugar é bom que se entenda que por "Pureza da Doutrina Pentecostal" se quer dizer "Pureza da Doutrina Bíblica". O genuíno e puro pentecostalismo é fundamentalmente e puramente bíblico.

Fico perplexo quando no meio pentecostal, uma vez questionados sobre algumas "doutrinas" ou "modelos" pseudo-bíblicos, alguns líderes e irmãos respondem: "não deu certo até agora, por que mudar?", ou ainda, "aprendemos assim, não é bom remover os marcos antigos". Geralmente, respostas e declarações como estas são meramente pragmáticas e utilitaristas. É bom lembrar que nem sempre o crescimento é sinal de "bênção" ou "aprovação divina".

É necessário deixar bem claro que Deus só aprova o que a Bíblia aprova, pois nela está manifesta a sua vontade e revelação (Gl 1.8). A tradição não é maior do que a Palavra (Mt 15.1-9). Apenas as boas (fundamentadas em princípios bíblicos) devem ser guardadas (2 Ts 2.15)

Como já escrevi sobre a nossa (assembleiana e evangélica) realidade doutrinária, para não ser redundante, segue abaixo alguns links com questões que poderão ser discutidas em sala, entre professores e alunos:

POR UM CONCÍLIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (1)
POR UM CONCÍLIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (2)
POR UM CONCÍLIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (3)
POR UM CONCÍLIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (4)
POR UM CONCÍLIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (5)
O ARGUMENTO FALACIOSO (OU EQUIVOCADO) ACERCA DOS "MARCOS ANTIGOS"

Num momento onde em plena Assembleia de Deus alguns pastores, pregadores e mestres afirmam a não existência do inferno, a doutrina unicista (negação da trindade), a teologia da properidade e da vitória financeira, e outras heresias, é tempo de militar pela sã doutrina, bíblica e pentecostal.

É bom lembrar que muitas igrejas que levam o nome de "Assembleia de Deus", de assembleianas só possuem a placa. Lamentavelmente, por diversas razões, as placas denominacionais foram banalizadas, e hoje são exploradas por muitos como mero "negócio espiritual" (para ganhar dinheiro, aumentar e fortalecer impérios pessoais, etc.), ou "vaidade carnal" (para exercer poder, controlar, mandar, ser presidente, etc). O nome "Assembleia de Deus" ainda é confiável, e espero que continue assim, o que está difícil (por causa dos mercenários e falsos obreiros), mas que não é impossível.

"Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos." (Jd 3, ARA)

Uma boa aula a todos!