sábado, 13 de agosto de 2011

SOCORRO! MINHA IGREJA SE DIVIDIU (Magno Paganelli)


A divisão entre pessoas do mesmo grupo social não é problema novo. No cristianismo, ainda no primeiro século – e por que não dizer já entre os doze apóstolos, esse problema já existia. Mas há solução para aqueles que querem um grupo unido mesmo com sua diversidade própria. O apóstolo Paulo enfrentou uma grande cisão na igreja em Corinto, e registrou as causas, efeitos e feitos em sua primeira carta àquela igreja.

“SOCORRO! Minha igreja se dividiu”, agora em sua 2ª edição ampliada e com prefácio do Pr. Altair Germano, trata desse problema nas igrejas de hoje. Com um texto leve e bem humorado, o escritor e pastor Magno Paganelli destaca as principais causas de divisão nas igrejas e dá dicas importantes para solucioná-las, baseado em sua própria experiência e n própria Palavra de Deus. Este livro, certamente, interessa a todas as pessoas que se preocupam com a saúde espiritual de sua igreja.

2 comentários:

JoãoRibeiro disse...

Pr Altair, a paz do Senhor:

Este tema toca em uma ferida que vem de muito longe e que hoje se repete e multiplica geometricamente. Parabéns ao autor.
Gostaria de sugerir a leitura da postagem em http://eclesianet.blogspot.com/2010/02/como-se-cria-uma-organizacao-religiosa.html que trata deste assunto. Um abtaço.

Ivomar Costa disse...

Conflitos sempre existiram e sempre existirão. Algumas pessoas tentam crair a impressão de que no cristianismo nunca houve e não poderá haver qualquer conflito, o que é uma forma de dominação, pois anula as resistências sempre necessárias quando a cabeça quer levar o corpo pra o lado errado. A questão é que tipo de conflito estamos lidando. No cristianismo primitivo um dos primeiros conflitos ideológicos aconteceu entre Pedro e Paulo.

Estando Pedro em Damasco, convivia naturalmente com os gentios, mas quando chegaram os amigos vindos de Jerusalém Pedro afastou-se deles. Paulo não teve dúvidas e o admoestou.

O conflito que não deveria existir é o de personalidades, o que decorre do orgulho, da soberba, da prepotência e da imposição da própria vontade em detrimento do diálogo.