sábado, 9 de outubro de 2010

A FÉ E A CAMPANHA PRESIDENCIAL

Revista Época: Capa da Edição 647

"A religião não é um tema estranho às campanhas políticas no Brasil. A cada par de eleições, o assunto emerge da vida privada e chega aos debates eleitorais em favor de um ou outro candidato, contra ou a favor de determinado partido. Em 1985, o então senador Fernando Henrique Cardoso perdeu uma eleição para prefeito de São Paulo depois de um debate na televisão em que não respondeu com clareza quando lhe perguntaram se acreditava em Deus. Seu adversário, Jânio Quadros, reverteu a seu favor uma eleição que parecia perdida. Quatro anos depois, na campanha presidencial que opôs Fernando Collor de Mello a Lula no segundo turno, a ligação do PT com a Igreja Católica, somada a seu discurso de cores socialistas, fez com que as lideranças evangélicas passassem a recomendar o voto em Collor – que, como todos sabem, acabou vencendo a eleição."

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2 comentários:

Julio Neves disse...

Junto com esse "poder" que os evangelicos conquistam, vem a responsabilidade da escolha certa de um candidato.

Tomara que no voto haja um peso maior dos valores cristaos do que valores economicos...

jonas disse...

Eu,minha opinião pessoal sou a favor do aborto sim,,ouço falar muito contra o aborto,,mas não conheço informação nenhuma em salvar as crianças que estão jogadas nas ruas,,dormindo ao relento,passando fome e usando crak,,que sociedade é essa que é contra o aborto e não fazem nada,para diminuir o sofrimento das crianças que nasceram mas vivem como zumbis.