quinta-feira, 30 de setembro de 2010

LIDERANÇAS NACIONAIS ASSEMBLEIANAS SE DIVIDEM EM TORNO DO APOIO AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA


As duas maiores lideranças das Assembleias de Deus no Brasil, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, Presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, e o Bispo Manoel Ferreira, Presidente da CONAMAD - Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Madureira, não apoiam os mesmos candidatos à Presidência da República.

A preferência do pastor José Wellington ao candidato José Serra é pessoal, visto que a CGADB não oficializou apoio a nenhum dos candidatos.

Já a posição do Bispo Manoel Ferreira, com base em carta circular expedida pela CONAMAD é oficial.

Em meio às opções pessoais ou oficiais das lideranças assembleianas, oremos a Deus e exerçamos com sabedoria, liberdade, consciência e responsabilidade o nosso direito como cidadãos brasileiros.

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4 comentários:

Elisomar disse...

Não sou contra a liderança da igreja apoiar um candidato, o que não se pode tolerar é o desprezo que se dá a outro.
Na atual conjuntura, todos têm o mesmo objetivo: ganhar a eleição.
O que não deve acontecer é a igreja apoiar pessoas descomprometida com Deus e a nação.
E isto é muito fácil de se identificar, é só observar a desenvoltura do político durante a sua atuação.
E nada de mágoa, porque só chega lá quem o Senhor e o povo quiser.

Marcelo Dornelas disse...

Mas sem dúvida a escolha do pastor Wellington é a melhor,basta ver esse vídeo,faço minhas as palavras do Malafaia: http://www.youtube.com/watch?v=J8zONKXPLhc

Marcilio disse...

como cidadão ACH0 que qualquer pessoa pode e deve se quiser expor aquem apoia, agora como INSTITUIÇÃO discordo PLENAMENTE pastores , lideres , oficiais ou seja lá quem for não tem TUTELA para falar em nome da instuição no sentido de apoiar pretensões politicas, uma vez que é mult forme a igreja em opiniões, seria saudavel para a igreja que os seus lideres não se envolvem tendo como suporte a instuição afinal entendo que igreja não tem dono pelo menos no campo ético é para não ter...dessa forma seu lider não pode afirmar que seus seguidores irão apoiar seja lá o que for só por que o " iluminado" só DEUS sabe as razões resolveu apoiar tal segmento politico, no minimo como disse não é ético...respeitando opiniões diversas apenas deixo aqui me recado que em relação ao silas e caio as afirmações de ambos são lamentáveis mais, não faria das palavras dele e opiniões como sendo algo a ser seguido e observado....não o vejo como referencia de coisa alguma para a igreja e para a sociedade ..sou evangélico, mais discordo plenamente do mesmo..em diversos assuntos..afinal ele mostrou ser preconceituoso com quem não concorda com ele...TEM QUE AMADURECER e muito ainda..

Julio Neves disse...

Interessante esse comentário no blog do Noblat:

"Em outras palavras, a polêmica em torno da legalização do aborto pode ter tido um peso maior no refluxo das intenções de voto de Dilma nesta reta final do que as denúncias de corrupção no governo e os ataques de Lula à imprensa."

"Fato inédito, uma questão religiosa pode ser responsável pelo segundo turno, se ele acontecer."

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/10/02/corrida-de-dilma-para-recuperar-voto-evangelico-329392.asp