quarta-feira, 19 de maio de 2010

OS IMPROVÁVEIS


Se analizassemos a vida de todos os homens e mulheres que foram chamados e usados por Deus, observaríamos que cada um deles, aos olhos humanos, teriam pelo menos um motivo para não serem escolhidos como líderes e cooperadores na obra do Senhor.

A estabilidade econômica de Abraão nos levaria a pensar que ele não aceitaria o desafio de sair sem saber para onde.

Os artifícios de Jacó nos faria entender, que um caráter duvidoso como o seu, não o tornaria confiável.

A auto-suficiência de Moisés nos sinalizaria problemas em suportar as pressões do dia-a-dia.

O sentimento de inferiodidade de Gideão nos faria duvidar de sua capacidade de liderança.

A inclinação de Sansão por mulheres estrangeiras nos levaria a reprová-lo de imediato.

Pelo fato de se tratar de uma mulher, não daríamos à Débora credibilidade alguma.

A disposição de Davi em submeter-se aos seus superiores nos faria pensar que teria dificuldades para tomar iniciativas.

Os lábios impuros de Isaías nos conduziria a desqualificá-lo para o ministério profético.

A meiguice e a amorosidade de João nos fariam duvidar de sua grande coragem.

A instabilidade emocional de Pedro não nos permitiria perceber seu sincero desejo de acertar.

A intelectualidade e o zelo religioso de Paulo provocariam em nós dúvidas quanto a possibilidade de ser removido de suas crenças, e do seu compromisso com o farisaísmo judaico.

Diante dos olhos do Senhor, e mediante o seu poder, misericórdia e graça, na vida destes personagens e em nossas vidas, o improvável se tornou possível, e o possível se tornou real.

"pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes;" (1 Co 1.27)

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2 comentários:

Elisomar disse...

O interessante de cada personagem aqui citado, é que eles diante do improvável desempenharam o papel que lhe foi entregue, não fizeram das "impossibilidades" seu escudo

Márcia Gizella disse...

É, verdade pastor, concordo.