sexta-feira, 26 de novembro de 2010

POR QUE VOCÊ NÃO VAI À ESCOLA DOMINICAL?

IMAGEM: ocantinhodaborboletazul.blogspot.com

Por que você não vai à Escola Dominical?

Se essa simples pergunta fosse feita por pastores, superintendentes ou professores de EBD aos ex-alunos ou alunos em potencial, muita coisa boa poderia acontecer.

Mas, por qual razão tal pergunta não é feita? Vejamos algumas possibilidades:

- Medo de ouvir o que já se sabe;
- Acham que é obrigação de todo crente frequentar a ED, independente da qualidade do ensino e de outros fatores que contribuem de maneira favorável para o crescimento integral do aluno;
- Pessimismo. Pensam que mesmo com as respostas as coisas não poderiam ser mudadas na ED devido ao descaso da liderança maior (pastores ou superintendentes) para com a mesma;
- Falta de real interesse pelo bem estar dos alunos;
- Falta de compromisso e de zelo pela obra de Deus;
- Falta de treinamento, orientação e qualificação administrativa e pedagógica;
- Falta de uma verdadeira "chamada" de Deus para o ministério do ensino;
- Resistência às mudanças;
- Nunca pensou nisso;
- Espiritualidade equivocada. Acha que os problemas e as soluções serão sempre "reveladas" por Deus através de profecias, visões, do envio de um anjo ou coisas semelhantes a estas;

A capacidade de ouvir é uma das grandes virtudes de um líder.

Outros fatores poderiam ser listados, mas vamos ficar por aqui.

Digo sem medo de errar, que no contexto geral da igreja há um número no mínimo igual ao de alunos matriculados na EBD, que pelas mais diversas razões estão fora dela.

Em nome da "Síndrome da Gabriela" (eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim...) ou do "argumento falacioso (ou equivocado) dos marcos antigos", muitas Escolas Bíblicas Dominicais caminham de mal a pior.

Do alto de sua arrogância (ou ignorância), muitos líderes insistem na ideia de que o aluno sempre tem que se adequar a EBD (horário, dia, estrutura, etc), e nunca a EBD se adequa ao alunos e às novas realidades e desafios do mundo pós-moderno.

Mudar o próprio dia da EBD, ou criar dias alternativos além do domingo é para muitos um "sacrilégio", uma "blasfêmia", um "pecado", mas nunca tentam fazer, pelo menos, como uma experiência, para ver se haverá um resultado satisfatório.

Inovar na prática docente e pedagógica é outro grande desafio. Boa parte dos alunos, principalmente as crianças, adolescentes e jovens, passam a semana experienciando aulas interessantes e inovadoras em suas escolas, para no domingo sofrerem diante de um professor despreparado, fossilizado e mumificado, que parou no tempo e no espaço. De quem é a culpa? Do professor que não busca a qualificação, ou da escola que não investe nele?

Sim, é preciso orar e buscar em Deus a direção, a sabedoria e a provisão. Mas, será que é sempre Deus que fará as coisas por nós? Não estamos um pouco (ou muito) acomodados?

Ouse perguntar!

Ouse ouvir!

Ouse agir!

28 comentários:

Márcio Cruz disse...

A Paz do Senhor Jesus Ir. Altair.

Pergunta que não quer calar.

Desde cedo fui profundamente envolvido pela Escola Bíblica. Desde pequeno fui levado a fazer parte deste ministério.
Nunca congreguei perto de casa, mas isto nunca foi empecilho para mim, pois meu compromisso sempre foi o de valorizar o que pode me ajudar a crescer.

Hoje, dando aula, vejo o quanto esta postura me ajudou a ser quem sou hoje.

Mudei certa vez o dia da EBD para 4ª, para aproveitar muitos irmãos que trabalhavam Domingo pela manhã.

Resultado:
Aumento da presença e participação de alunos.

Por causa disto fui tachado de louco. Pois o que assumiu após mim, estava com o pensamento de que o Domingo pela manhã foi profanado.

E até hoje me arrependo profundamente por não ter podido participar da Conferência de EBD que foi realizada há bastante tempo aqui em Manaus. Quem sabe uma outra vez.

Escola Bíblica: Forno de Deus para preparar soldados e ceifeiros para a Sua Seara.

Em Cristo,

Ir. Márcio Cruz

*adquiro Ensinador Cristão, Revista, procuro manter uma didática acessível, pesquiso na web. Afinal, ovelha merece comida decente, não palha velha, do tipo, aquele professor que chega, dá a Paz do Senhor e começa a ler a revista.
Ah! E eu aconselho os alunos a adquirirem a revista de mestre.
1. Para terem material;
2. Para verem se o professor está por dentro do assunto.
3. Para quem não pode comprar livro teológico, começar com as revistas da EB é um ótimo início. Simples, Bom e Barato.

Matias disse...

Não vou a ED porque:
1. minha igreja atual não tem tal instituição
2. porque quando ia, os professores eram muito mal preparados e apenas liam a revistinha. Ler a "revistinha" posso em casa....
3. porque crente deve tambêm dedicar o seu domingo para a familia e não passar o domingo dentro da igreja.
Mas antes que me apedrejem...
Não sou contra o ensino bíblico na igreja. Ao contrário, pois sendo teólogo de formação reformada, insisto que deve haver um excelente ensino bíblico. Mas o ministério (não o conteúdo) deve ser ajustado ao estilo de vida moderna
1. deve ser em horários que não comprometam a vida familiar (já passamos pouco tempo juntos - falo de uma família que vive em São Paulo, onde o trabalhador passa 12 horas+ fora de casa...) Não sou a favor de passar o domingo na igreja (2 horas de culto é mais do que suficiente....)
2. o horário deve ser mais flexível (vd o que escreveu Marcio Cruz no seu comentário)
3. o material deve ser mais didático (bom exemplo de "teologia para todos" são os catecismos de Lutero e Heidelberg, que permitem fixar os conceitos básicos, que hoje são desprezados na igreja evangélica, e que na sua época foram escritos para o ensino do povo)
4. Sugiro abordar temas como "panorama do AT", "panorama do NT" "1a coríntios" "romanos" etc em forma de seminários esporádicos, enquanto que as doutrinas centrais ('os catecismos") sejam tratados na ED (ou E2a, E3a, E4a, E5a, E6a, ESab, ED-> veja o que escrevi sobre horário) Estes ensinamentos devem ser repetidos anualmente (assim a pessoa que não participou da revista sobre Jesus na época que foi ministrada, tem a oportunidade de ser ensinado sobre o assunto em ocasião posterior)
5. Sou favorável a pequenos grupos domésticos que são liderados por gente adequadamente treinada e dotada do dom de ensino. Nestes grupos deve ser feita boa parte do ensino. Principalmente em cidades grandes é importante, pois o pastoreio é distribuído e a comunhão é incentivada. O ensino pode ser coordenado centralmente por uma comissão de ensino

Abraço,
Matias

Elisomar disse...

Pastor Altair,

Achei interessante esta postagem. Desde criança que faço parte da ED, aprendendo o que às vezes a gente não aprende em outros cultos.
Lembro-me que os frequentadores eram na maioria os mesmos dos outros trabalhos da igreja. Inclusive pastores, evangelistas, presbíteros e diáconos.
Com o passar do tempo (com raras exceções), isso foi ficando "restrito" a professores e alunos, membros da igreja.
Embora esse seja um ponto só defendido por alguns, também faz a diferença.
As respostas que tenho recebido mediante a pergunta exposta aqui no blog, são geralmente estas:

* A ED é muito barulhenta, não aguento.

* O domingo é o ùnico dia que tenho pra receber os filhos e amigos.

* Meu marido não é crente e no domingo está em casa.

* Fica muito muito puxado escola dominical, evangelização, culto da UMADAL e culto oficial.

* Domingo é o ùnico dia que temos para descanso com a família.

* Não vejo os ministros na ED nem na evangelização.

Quanto a evasão de alunos na escola, acho que está faltando a participação e o estímulo por parte do ministério da igreja.
Sem contar que as lições bíblicas
estão vindo muito repetitivas. E isso não é o caso de os assuntos voltarem sempre, é a repetição constante das mesmas.
Digo isso baseada em fatos. Já perguntei e não só uma vez.
- Por que a senhora não veio domingo?
- Porque me ocupei e também a lição seria a mesma, né?
Acho que seja necessário uma avaliação e uma troca de dia para a nossa escola, porque falta de preparo dos professores acredito que não é, mediante o cuidado que a superintendência vem tendo em formar professores qualificados.

Paz do Senhor!

Adriano disse...

Gosto da Escola Dominical e tenho consciência de sua importância, já que o ensino bíblico nas igrejas está realmente fraco. Mas deixei de freqüentar há aproximadamente um mês, pelo motivo de ser censurado por fazer perguntas que algum professor não pudesse responder. E o recado que me respondeu veio justamente em um dia em que eu não estava presente na escola dominical por estar participando de um curso teológico, quando um dos professores, falou para a classe toda que tem gente que fica fazendo perguntas somente para colocar o professor em aperto. Minha intenção jamais é essa, mas minhas dúvidas são sinceras. Ademais, não vejo mal algum em levantar questionamentos que levam o povo a refletir. Estas são pessoas com perfil completamente contrário ao descrito no artigo “Ensinar é uma atividade crítica”. O que elas desejam são pessoas passivas que engolem tudo o que ouve, pois preferem substituir ensinos genuinamente bíblicos pelas suas próprias ideias e por manifestações que não passam de barulho sem sentido. Quem não é dessa forma é considerado “polêmico” e outras coisas, assim como eu.

Pastor Geremias Couto disse...

Caro amigo e pastor Altair Germano:

Creio que mudar o dia da EBD pode ser uma opção. Há que se ter flexibilidade aí.

Mas numa hierarquia de valores, acredito que o grande desinteresse "alhures" (olha o vocábulo aí de novo!) é falta de preparo dos professores, faltea de atualização, falta de criatividade, falta de contextualização (no correto sentido do termo) da lição ensinada, falta de estrutura (os templos são construídos pensando-se nas massas)e em muitos casos falta de interesse do próprio pastor.

Mas vamos em frente. Estamos aí para ajudar a mudar esse quadro.

Abraços!

blogdoeudes disse...

Se esta pergunta fosse feita à maioria dos ministros, que não costumam frequentar a ED, quais seriam as respostas?
Como disse Elisomar, poucos ministros vão à ED e à Evangelização. Acaba acontecendo a lei da duplicação: se meu pastor não vai, por que eu tenho que ir?
Imaginem quão prezeroso seria e qual seria a melhora no nível de ensino da lição se pastores, evangelistas e presbíteros passassem a ir à Escola Dominical todos os domingos pela manhã.
Eudes Pereira - Professor da classe especial de inglês da AD de Abreu e Lima-PE.

Marcos Jones disse...

Querido Pr. Altair,

Eu frequento a EBD.
O número de frequentadores é reduzido, geralmente noto que estão matriculados, em tese, aqueles que não teriam necessidade de estar na aula aprendendo, pois já possuem uma formação e condições próprias de aprendizagem.
Não falto nenhuma aula, minha esposa também e de coração sincero aprendo sempre,todas as semanas.
Estudo a revista em casa, pesquiso em livros, na internet, leio os comentários postados pelo irmão.
Concordo, que o Senhor Jesus nos comparou a ovelhas, mas é uma comparação, pois somos humanos e creio um pouquinho melhor do que elas, então podemos ser criativos, inovar sem desviar, ensinar sem escravizar.
Sou advogado e minha esposa bacharel em direito, mas gostamos de compartilhar a escola com os irmãos. É um benção.
Nossa igreja tem escola bíblica em locais e dias alternados. Na sede aos domingos 9h.; congregações segundas e sábados 20h.
Quanto ao modo da aula é precário, não há nada de atraente, exceto a palavra de Deus, que me instiga a querer sempre aprender.
Na enquete sugiro incluir mais um item - ( ) frequento a escola dominical.
Caso contrário não posso participar da enquete.
Deus continue lhe abençoando e quem sabe pelo seu esforço possamos ter uma escola bíblica de verdade.
Eu respondo o questionário da revista, mas nunca fui indagado sobre as respostas.
Creio que sempre podemos melhor até que cheguemos a perfeição.

Um grande abraço na paz do Senhor Jesus.

Escola Bíblica Dominical - Seminário Teologico Permanente disse...

Graça e paz, pastor Altair e parabéns pelo texto excepcional!

Aceitei a Jesus em um sábado, no outro dia estava na EBD e vi que não podia mais fugir àquele chamado de Deus para o ensino cristão.
Com dois anos de convertida fui convidada a lecionar na EBD e estou à frente da classe senhoras da minha congregação há oito anos.

Com o pouco de experiência que adquiri nesses anos, vejo que os problemas enfrentados pelo corpo docente e discente da EBD das Assembléias de Deus hoje, não só aqui, mas em várias partes do Brasil, é uma conjuntura de todas aquelas coisas listadas pelo senhor e muitas outras, mas principalmente pelo último tópico: espiritualidade equivocada. Em minha opinião, este é o cerne da questão! Todas as outras partem dela!

Em muitos lugares delega-se a Deus o que é de obrigação nossa: capacitar-se. Coloca-se à frente de uma turma um professor completamente despreparado em todos os sentidos, não lhe dá a orientação necessária para exercer a função. O professor novato, por sua vez, não assume sua condição de despreparado no tocante a buscar tal aperfeiçoamento antes de assumir o trabalho, e o erro vai se alastrando por um longo caminho até desestruturar, em alguns casos, uma turma inteira... E o pior de tudo é dizer que foi Deus quem mandou: “Deus não chama capacitado, mas capacita os que chama”. Este tem sido o clichê que mais tenho ouvido em nosso meio para endossar a falta de visão de muitos.

Quando um cristão verdadeiramente dá ouvidos à voz de Deus e quer fazer a Sua obra com afinco, mesmo que não tenha a competência para estar à frente de uma EBD, ele vai atrás de aprender ou coloca alguém que tenha capacidade, mas nunca, sob hipótese alguma faz de maneira tal que venha a por em risco o bom funcionamento desta tão grandiosa obra missionária, inclusive. E muitos nem se dão o trabalho de saber como tudo começou e qual o propósito real da EBD. Como o sr disse: acham que é a obrigação de todo crente ir à EBD, mesmo que essa funcione precariamente.

Como possíveis soluções, vejo o seguinte:
1) O superintendente geral da EBD na cidade, conjuntamente com toda a direção da igreja deve promover treinamentos periódicos de caráter obrigatório para os professores em exercício e os que almejam esta obra. (Isto já está sendo implantado aqui em Campina Grande, glória a Deus!).
2) Os pastores das congregações acompanharem de perto a EBD e alterar o quadro de obreiros quando necessário.
3) Incentivar irmãos que tenham cursos seculares na área de educação a servir o Senhor como professores da EBD.
4) E cada professor da EBD tome consciência de que precisa sempre estar se reciclando e buscando conhecimento, inclusive, se possível fazer um curso na área de educação que vai servir também para seu crescimento profissional.

Que Deus continue nos abençoando!
Simone Tavares.

Valdeci do Carmo disse...

Frequento escola dominical desde minha infancia...mas na adolescencia cansei de ver o professor ter um assunto em mãos e falar outras coisas que não tem nada a ver. Acredito que o desinteresse da escola dominical tem duas vias. Uma é a falta de incentivo da maioria das lideranças e este descaso se vê claramente nos templos construídos. Pensam em tudo, sala vip para refeitório para pastores presidentes, ampla estrutura para grandes concentrações, mas se esquecem do principal equipar para o devido funcionamento de uma escola biblica. Sem falar que em muitas igrejas nem se pode usar um data show. Não existe nenhum trabalho na igreja local que vá para frente se o pastor não colocar os ombros. Sei também que dificilmente teremos a maioria na EBD por motivos diversos, desde a festas interminaveis nos fins de semanas como compromissos pessoais.

Cidinha disse...

Sou professora da EBD para juniores ,tenho que sempre estar preparada para fazer um boa aula,para as crianças terem interesse em participar.

Não aceito o argumento que não se frequenta a EBD ,porque precisa ter mais tempo com a família e etc ..,ora em minha igreja a EBD começa ás 9 horas e termina ás 10:30 .o culto á noite ás 19 horas,tempo suficiente para sair,almoçar fora,passear com os seus.

Eu amo a EBD,e fico triste pq realmente hoje em dia a frequencia nas aulas são minoria.

Gospel Home Blog disse...

Sou da Assembléia de Deus e realmente a EBD dessa demominação necessita de uma reforma.

Muitos professores que ministram em minha igreja são diáconos, que não tem oportunidades de pregar nos dias de culto. O que acabam fazendo? Em vez de ministrar a aula na EBD, aproveitam a oportunidade para pregar para a classe, mesmo que tenha 10 ou 15 alunos. Já presenciei os professores ensinando gritando, como se fosse num culto pentecostal.

Outra realidade que presencio é a falta de preparo do professores, que se contém apenas na leitura da revista e de comentários superficiais sobre o assunto. É perceptível que alguns pegam a revista 1 hora antes da escola e passam o olho para ver a matéria.

Outra dificulada encontrada, na grandes cidades como SP, é o dia e horário das aulas. O povo geralmente trabalham de seg. a sáb. e tem apenas o domingo para o afazeres domésticos, com a família e o descanso também.

É um árduo caminho que deve ser discutido pelas lideranças para fazer da EBD formadores de discípulos instruídos, bons manejadores da Palavra.

Abraço Pr. Altair

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Márcio Cruz,

a Escola Dominical é sem dúvida alguma um órimo espaço para a formação integral do cristão.

Abraços!

ALTAIR GERMANO, disse...

Matias,

obrigado pela participação e sugestões.

Abraços,

ALTAIR GERMANO, disse...

Elisomar,

a contínua avaliação e inovação é fundamental para a sobrevivência de qualquer instituição.

Paz do Senhor.

ALTAIR GERMANO, disse...

Adriano,

todas as questões, na medida do possível devem ser respondidas pelo professor.

Tanto o aluno como o professor devem julgar a pertinência das perguntas nas aulas.

Há realmente casos de alunos que só querem tumultuar a aula, o que penso não ser o seu.

Professores abertos para pesrguntas e questionamentos são necessários na ED.

Abraços.

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre amigo e pastor Geremias do Couto,

que o Senhor nos ajude a promover uma tomada de consciência nos líderes, superintendentes, dirigentes e professores da ED em relação às "faltas" aqui listadas, para que o ensino em nossa ED possa alcançar os seus reais objetivos.

Abraços.

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezado Eudes,

embora os pastores e líderes de congregações nem sempre possam estar envolvidos integralmente em todos os trabalhos (daí a necessidade de dirigentes), a presença regular deles é fundamental.

Abraços.

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Marcos Jones,

obrigado pela colaboração.

A enquete não contém o ítem: "você frequenta a ED?", pois a razão da mesma é identificar as causas de evasão e aversão.

Graças a Deus que os nossos leitores, em sua grande maioria são frequentadores assíduos da ED.

Abraços.

Abraços.

ALTAIR GERMANO, disse...

Simone,

que a verdadeira espiritualidade possa ser aplicada à ED.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Valdeci,

estrutura e equipamentos adequados são realmente um fator muito negativo para o processo ensino-aprendizagem na ED.

Um pouco de planejamento, visão e até criatividade, ajudaria em muito a ED.

Abraços.

ALTAIR GERMANO, disse...

Irmã Cidinha,

em razão da diversidade de casos e situações, não descartamos o domingo, mas, entendemos a importância de dias alternativos para a ED.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Gospel Home Blog,

A capacitação e o treinamento dos professores fará com que a qualidade de ensino melhore.

Abraços.

Ícaro Lenine disse...

Ótima iniciativa do Pr. Altair Germano de elaborar uma enquete para averiguar quais são as razões de muitos não frequentarem a escola dominical.

Essa pesquisa deveria ser feita em todas as congregações para dicernir os problemas especificos de cada uma delas.

Mas assim, muita oposição seria levantada. Como o irmão Altair falou, alguns imaginam que anjos devem vir do céu para anunciar os problemas da igreja.

Que Deus nos ilumine.

Rinaldo Santana disse...

Graça e paz, Pastor Altair aqui na igreja em que congrego e sirvo a Deus, a Escola Biblica Dominical é no sabado, existe uma frequencia considerada, mas os obreiros não participam, diaconos, presbiteros e auxiliares de trabalho nunca estão na Escola Dominical, alegam eles os professores não serem capacitados, mas tambem não querem ser professores da EBD. Como Superintendente da EBD já solicitei varias vezes ao pastor uma capacitação, mas até hoje nunca foi realizada, acho que a Escola Dominical aqui poderia ser melhor se houvesse mas insentivo nesta parte de preparo dos professores.
Em Cristo
José Rinaldo de Santana
www.rinaldoeapalavra.blogspot.com

Linda Sonhadora 10 disse...

Conheci o blog hoje por esse texto e achei sensacional, é um trabalho difícil, mas que é possível com Deus.
Na minha igreja a consequência disso foi o surgimento da "classe do pastel" onde todos fogem para ir a feira comer um belo pastel de queijo com caldo de cana.
Há pouco tempo percebi em meu Pastor uma mudança, como um reavivamento e ele iniciou diversas mudanças, como no clássico culto de oração praticamente as baratas, a escola dominical tb já está sendo modificada, mas é um processo lento, as pessoas parecem se apegar aquela vidinha e criam verdadeiros muros, mas os frutos vão aos poucos aparecendo. Persistir com Cristo é o caminho.
Vou continuar acompanhando!
Deus abençoe!

Mara Dallenna disse...

Rapaz,eu sempre digo isto e sou tida como a revolucionária. Agora vou levar esse seu post bem aqui e quero ver alguém ir contra o pastor!!! hehehehehe...
Concordo com tudo pastor!
Um abraço!
;)

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezada Mara,

que todos possam pensar e agir em favor de nossa EBD, se abrindo para a necessidade de ouvir.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezada Linda Sonhadora,

conto com as vossas orações. Obrigado por seguir o blog.

Paz do Senhor!