terça-feira, 28 de julho de 2009

INCOERÊNCIA PERIGOSA!

É extremamente perigoso e incoerente, quando algumas verdades são ensinadas em Escolas Bíblicas e Cultos de Doutrina, para serem desfeitas em Congressos.

Tal prática só gera confusão. Afinal de contas, o que fazer? O que escuto na Escola Bíblica e no Culto de Doutrina, em termos de equilíbrio, fidelidade doutrinária, postura do obreiro e do pregador, ordem e decência no culto ou o que vejo e escuto no Congresso?

A igreja precisa de aviãozinho, entregador de pizza, sapato de fogo, marcha soldado e outras práticas do chamado "reteté"? É claro que não. Isso são práticas de "pregadores meninos" e "igrejas meninas".

O lamentável (e preocupante) é quando quem deveria ensinar acaba apoiando tais atos e práticas.

Já que eu tenho que suportar e tolerar tais absurdos, por favor, suportem e tolerem meus textos.

15 comentários:

Atalaia disse...

Entendi! Além de estarmos no epicentro de uma "mega crise de integridade",estamos também no meio de uma também "mega crise de incoerência"! Infelizmente o exemplo de Jesus, que ensinava o que vivia e vivia o que ensinava, tem sido desprezado por esta geração,sobretudo de líderes.Fico com a impressão de que somos uma geração que não quer ser purificada de sua imundícia.

Ana Paula disse...

Parabéns!!!!!!!

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezado Atalaia e Ana Paula,

por sua misericórdia Deus me concedeu ocupar alguns cargos de confiança, todos eles relacionados com o compromisso de ensinar e ser guardião da sã doutrina e dos bons costumes.

Não ocuparia estes cargos sem a benção e a oportunidade me concedida por meu pastor presidente. Mesmo os cargos que ocupo fora do âmbito da Assembleia de Deus em Abreu e Lima-PE, não os assumi sem o seu devido conhecimento e aval. Assim aprendi, e assim faço.

Se eu me calar diante dos absurdos que estão acontecendo por este nosso Brasil afora, me tornarei um traidor de Deus, de sua igreja e do meu pastor.

Se não tirarmos logo este fermento da igreja, em breve, toda a massa ficará levedada.

Os males já podem ser claramente percebidos.

Abraços,

DC. PAULO HENRIQUE disse...

Houve um tempo em que os crentes gostavam de orar. Nessa época eles murmuravam pouco, por falta de tempo e de oportunidade e não perdiam nenhum ensejo para apresentar sua adoração, sua oração e sua intercessão diante do Trono do Pai.


Houve um tempo em que os cultos não eram um espetáculo, senão um cenáculo espiritual.


Houve um tempo em que os pastores se dedicavam à leitura da Palavra. Eles não se envolviam com política, nem secular nem eclesiástica. Eles não viviam obcecados por títulos e cargos, quer na sua comunidade, quer no âmbito nacional.


Houve um tempo que as Convenções eram convocadas para que os obreiros mais jovens ouvissem estudos bíblicos e experiências notáveis dos mais antigos, e assim eram fortalecidos e robustecidos: na fé e no ministério. Nesse tempo, ir a uma reunião convencional era um grande sonho, uma ardente paixão, um negócio de Deus.


Houve um tempo em que os presidentes não eram ditadores e os líderes não eram senhores de engenho. Todos viviam mergulhados no mar da graça misericordiosa do Senhor Jesus.


Houve um tempo a Casa de Deus não parecia com um sindicato, por ser exatamente uma assembléia dos santos.


Houve um tempo em que não havia nas igrejas círculo de oração, porque todos os crentes oravam, e não apenas uma meia-dúzia de irmãs abnegadas e de total renuncia.


Houve um tempo em que os jovens crentes não se enamoravam de senhoritas ímpias e assim o vírus do jugo desigual não se inoculava nos arraiais dos santos.


Houve um tempo em que não se cantava nem se pregava por dinheiro e assim a inspiração fluía sem tropeços, o púlpito não era balcão de barganhas e nem de aplausos para homens, porque o louvor se destinava exclusivamente a Deus.


Houve um tempo em que os cultos não eram shows, os ministros não eram artistas e os santos de Deus não eram galera.


Houve um tempo em que os compositores de hinos não eram sacoleiros, os cantores não tinham empresários e os pregadores não eram galãs.


Houve um tempo em que os crentes não deixavam de ir aos cultos por causa das novelas, as crianças não deixavam de ler a bíblia por causa dos videogames e os adolescentes não deixavam de jejuar por causa das lan-houses.


Houve um tempo em que jovens crentes se respeitavam mutuamente e deixavam as práticas de intimidade sexual para depois da cerimônia de matrimônio no altar sagrado.


Houve um tempo em que as moças crentes casavam virgens, os rapazes crentes eram abstinentes e os motéis não eram jamais por eles visitados.


Houve um tempo em que falar mal dos pastores era abominação e ser infiel a Deus era apostasia.


Houve um tempo em que se pregava a misericórdia, o perdão, o arrependimento e o juízo de Deus.


Houve um tempo em que a letra sacra dos hinos inspirados não era abafada pelo barulho ensurdecedor das baterias.


Houve um tempo em que os Congressos eram selados com batismo com o Espírito Santo e não com jogo de luzes, bem ao estilo Holywood.


Houve um tempo em que não se pagava para ir a um evento evangélico, porque os pregadores e cantores não eram artistas.


Houve um tempo em que "os mais belos hinos e poesias foram feitos em tribulação" e os que os apresentavam ao público jamais sonharam com paradas de sucesso.


Gesiel Gomes - http://www.exejegues.blogspot.com/

Pr. Altair achei interessante enriquecer o comentário.....
Dc. Paulo Henrique/ Itabira-MG

DC. PAULO HENRIQUE disse...

Houve um tempo em que ser pastor dependia basicamente de um chamado, uma vocação, um compromisso e um testemunho público perante a Noiva do Senhor Jesus.


Houve um tempo em que os itinerantes, especialmente aqueles que nunca pastorearam, respeitavam os pastores e se maravilhavam com o seu diíicil e árduo labor.


Houve um tempo em que ganhar almas era um dever de cada membro da Igreja e excluir um membro da Igreja era uma tarefa dolorosa, sempre recebida com muita tristeza e temor.


Houve um tempo em que os pastores de Jerusalém não excluíam os membros dessa igreja porque visitaram a de Antioquia.


Houve um tempo em que mentir era pecado em qualquer lugar. Na Casa de Deus, então, era totalmente inaceitável.


Houve um tempo em que os líderes se respeitavam e se amavam; não se devoravam mutuamente.


Houve um tempo em que os peixes eram buscados lá fora, em alto mar, e não no aquário do vizinho mais próximo.


Houve um tempo em que as igrejas cresciam, devido aos batismos em águas e não às muitas cartas-de-mudança emitidas em seu favor.


Houve um tempo em que as congregações não eram agências de empregos, isto é, não se oferecia vantagens para quem a elas aderisse.


Houve um tempo em que não se trocava um cartão de membro em uma igreja por uma vaga no diaconato noutra.


Houve um tempo em que rebelião não era algo chic. Era uma ofensa profunda à santidade de Deus e quem a praticava era dito pertencer a Satanás, o pai de todas as rebeliões.


Houve um tempo que as senhoras idosas não ensinavam as mais jovens a desobedecerem seus maridos e assim as famílias eram mais estáveis.


Houve um tempo em que, no ato do convite para a salvação, não se chamava os pecadores de irmãos, e, sim, de amigos.


Houve um tempo em que ser humilde não estava fora de moda e ser simples não merecia agressões.
Houve um tempo em que ser fariseu soava estranho na Casa de Deus e jamais se veria ao menos um deles ser condecorado.

Houve um TEMPO em que jamais se sonhava que haveria UM OUTRO, tão diferente dele, que nem se poderia imaginar.

Mais paradoxos......amei o texto do Pr. Altair

Irmão Júnior disse...

A Paz do Senhor, Pr Altair!
Ainda bem que na igreja em que congrego, existem pastores como o Sr que tem coragem de falar a verdade, doa a quem doer. Concordo plenamente com o Sr., se todo esse movimento edificasse alguém, o apóstolo Paulo não teria escrito as cartas à igreja de Coríntios, mandando acabar com a meniníce nos cultos. Gosto muito de assistir DVDS de congressos, para receber da parte de Deus nas mensagens, que muitas vezes são inspiradas, mas não pude deixar de observar em alguns deles, pessoas que durante todo o culto estavam parecendo estar fora de sí, e me pergunto se ao findar a pregação, perguntando a alguma destas pessoas: o que foi pregado, o que entenderam da pregação, ou o que vão tirar para aplicar na sua vida? Não creio que possam me responder!
O verdadeiro avivamento é aquele que muda o que está errado em nossa vida, e nos guia para santidade que Deus quer de nós.
Que o Senhor continue te abençoando.
Quando tiver um tempinho, acesse meu bloghttp://irmaojunior.blogspot.com

Maxmiler Freitas disse...

Excelente postagem pastor.

O que tem acontecido hoje em dia é terrível, recentemente na igreja onde congrego, tivemos problemas com um irmão que veio de outra igreja. Só que na "outra igreja" ele atuava como "itinerante" - não sei aonde arrumaram isto. Estava acostumado a pregar e ir embora, sem se preocupar com os resultados da pregação. E, ele quis agir da mesma forma lá na igreja, pregou o que quis e acabou ouvindo uma dura repreensão do meu pastor. Conclusão: Foi embora para outra igreja, e, sua esposa ainda achou que o povo da igreja era muito enjoado.

Só Deus mesmo!

Matias Borba disse...

Pois é, e de tanto vermos isso, sempre ouvimos: "Deus faz o que quer, usa quem quer, e como ele quer!"

O dificil é ser compreendido quando dizemos que Deus jamais recusa sua Palavra como prioridade.
Nosso compromisso deve permanecer, acima de qualquer distorcao Bíblica.

Paz do Senhor!

Richelieu Luciani disse...

Amado,

Infelizmente a nossa amada AD passa por um turbilhão de problemas, e creio que a descaracterização doutrinária é a mais perigosa de todas.
Podemos atenuar os conflitos entre a liderança justificando que SOMOS HOMENS CARNAIS, e tentar suportar tanta carnalidade.
Mas, quando a santa Palavra é deturbada nos púlpitos assembleianos, por PASTORES ORDENADOS e renomados... como eles mesmo dizem: "Os caras dos DVD's", a situação fica crítica.
Perdemos a identidade, cada qual fala e prega o que quer. Abandonamos a Bíblia, nos deleitamos em DVD's, nos mega congressos. Pregador que se preza tem que possuir "voz de trovão", fazer aviãozinho, profetizar favoravelmente para o líder local e decretar a morte dos inimigos de alguém... Deus tenha misericórdia de nós!
Estamos orando pelo senhor, Pr. Altair... siga firme neste propósito!

Pr. Steven Ribeiro disse...

SINCERAMENTE O ADMIRO MUITO!!! PORÉM O SR. ESTA SENDO EXTREMISTA, PORQUE A NOSSA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS CRESCEU COM ESSES FATOS, QUE SÃO REALIZADOS POR PESSOAS IMATURAS E DE POUCO EQUILIBRIO EMOCIONAL. NÃO APOIO O INCENTIVO DE TAIS PRÁTICAS, MAS NÃO CONDENO OS QUE REAGEM DE MANEIRA IMPULSIVA A UMA MENSAGEM PODEROSA DE DEUS, E ISSO NÃO QUER DIZER FALTA DE ORDEM E DESCENCIA, POR FALAR NISSO EM QUE POSIÇÃO PRA O SENHOR É AVALIADO A ORDEM E A DESCENCIA? SE HOJE SOMOS TÃO DIVERSIFICADOS? AQUI SE BATE PALMA, ALI NÃO BATE. AQUI SE TEM GRUPO DE GESTO, ALI NÃO TEM ??????? A ORDEM NO CULTO DEPENDE MUITO DA FORMA DE DEUS AGIR EM CADA CULTURA, IGREJA, REGIÃO.
COMO OBREIRO DE IGREJA A QUASE DEZ ANOS, TIVE A BONDADE E MISERICORDIA DIVINA DE MINISTRAR NA REGIÃO E EM OUTROS ESTADOS, JÁ VI MUITA COISA, PORÉM FAÇO MINHA PARTE ENSINANDO A PALAVRA DE DEUS. JÁ VI REAÇÕES DIVERSAS, DOS QUE FICAM CALADOS OUVINDO, E DOS QUE SOBEM NO BANCO, CAI NO CHÃO, CORREM PELA IGREJA, PENSO QUE CADA SER HUMANO TEM UM ESTAGIO DE AMADURECIMENTO. UM DIA TAMBÉM JÁ AGI COMO MENINO NA IGREJA, HOJE AMADURECI E NÃO ME COMPORTO MAIS ASSIM, E DEUS POR SUA INFINITA MISERICORDIA TEM ME DADO GRANDES RESPONSABILIDADES E PRIVILEGIOS NO MINISTÉRIO. PENSO QUE ESSES TITULOS QUE SE DA DE FORMA TÃO RASTEIRA, COMO AVIÃOZINHO, ETC. É RIDICULARIZAR NOSSOS IRMÃOS QUE MILITAM DO MESMO JEITO QUE OS CERTINHOS. _ JÁ VI UM OBREIRO NOSSO DIZER: QUE QUANDO JESUS LHE BATIZASE COM O ESPÍRITO SANTO, ELE NÃO QUERIA SER MUITO EXTRAVAGANTE. MAS QUANDO CHEGOU O DIA, ELE GRITOU, PULOU, CHOROU, ESPERNIOU, ROULOU PELO CHÃO FOI BATIZADO ASSIM. E HOJE É UM GRANDE ADMINISTRADOR NOSSO.

EU VEJO BASICAMENTE TRÊS TIPOS DE MENINOS NA IGREJA:

1. O QUE SE FAZ DE MENINO PARA BARGANHAR. são aqueles que não tem nada de menino. mas buscam através de meninice lucrar com o reino, fazendo da igreja sua principal fonte de lucro. são irresponsaveis, maliciosos, hipocritas, mercenarios, falsos...

2. O MENINO CRÍTICO. esse daí vê defeito em tudo, ninguem pode dizer nada, e fazer nada, pra ele tudo deve ser perfeito e corresponder aos seus caprichos, se não for como ele quer pra ele é meninice. essa postura também é meninice.

3. O MENINO POR NATUREZA. é aquele que antes de amadurecer tem que ser menino, uma dia todos nós fomos meninos, ninguem nasceu sabio, teologo, mestre, doutor todos um dia fomos meninos.

...até o apostolo Paulo foi menino!! 1Co 13.11 "Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino".

UM DIA OS MENINOS CRESCEM E ACABAM COM AS COISAS DE MENINO!!!!

CONCLUINDO E DIZENDO: minha opinião pastor Altair a esse seu posicionamento é que devemos avaliar e ponderar as coisas pois nossa igreja esta repleta de novos convertidos, pois somos atualmente a que mais ganha alma, porisso acontece essas demandas de meninos entre nós, que logo estarão amadurecendo e dando fruto.

obs: é penoso também saber que somos a igreja que mais ganha alma, mas também a que mais perde... PRECISAMOS DE PACIÊNCIA...

Steven Ribeiro, Bacharel em Teologia e Pastor das Igrejas em Paratibe - PE

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre amigo Steven,

"EU VEJO BASICAMENTE TRÊS TIPOS DE MENINOS NA IGREJA:

1. O QUE SE FAZ DE MENINO PARA BARGANHAR. são aqueles que não tem nada de menino. mas buscam através de meninice lucrar com o reino, fazendo da igreja sua principal fonte de lucro. são irresponsaveis, maliciosos, hipocritas, mercenarios, falsos..."

Meu problema é com este grupo citado por você.

Algumas coisas óbvias o irmão colocou:

1.Todos um dia fomos meninos. Por onde passei pastoreando, cuidei de meninos sem matá-los e a igreja, para a glória de Deus cresceu (e não inchou;

2. Ordem e descência. Se o que temos visto por este Brasil afora não é falta de ordem e descência nos cultos, vou ter que desacreditar dos mais antigos, com quem aprendi, e da Bíblia. Você é um jovem obreiro inteligente e sabe do que falo;

3.Paciência. Pois é nobre amigo, procuro ter paciência com os novos convertidos meninos. Mas com as lideranças que promovem deliberadamente "espetáculos da fé", com pregadores que vergonhosamente manipulam e agridem irreverentemente o texto sagrado, com os já "manjados" fale para... toque nele..., para com estes não tenho paciência, tenho BÍBLIA, tenho o que alguns não tem "coragem" para no Senhor confrontar publicamente tais atos (pois os fatos são públicos), pois alguns só falam nos corredores e bastidores. Falo publicamente para que não coloquem os pentecostais assembleianos numa só "panela", a "panela" dos desajustados, desiquilibrados e incoerentes.

Nossos pioneiros pentecostais gritaram, pularam, caíram no chão, bateram palmas cheios do ESpírito, falaram línguas, profetizaram, mas tinham compromisso com a Bíblia, com a sã doutrina (o irmão concorda com a manipulação da Palavra?). Houve posteriormente amadurecimento no movimento, mas a biblicidade esteve sempre presente;

Nobre amigo, tenho responsabilidade com Deus e com a sua palavra e não negocio por nada, nem com ninguém.

Nessa "panela com veneno" (aproveitando a onda da alegorese)estou é para jogar farinha dentro.

Abraços sinceros,

Pr. Steven Ribeiro disse...

SOBRE A PERGUNTA SE CONCORDO COM A MANIPULAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS. É OBVIO QUE NÃO!!!

1º A PALAVRA DE DEUS NÃO PODE SER MANIPULADA POR NINGUEM, ELA É SOBERANA. MAIS ACHAM QUE MANIPULAM POIS DELA IRÃO PRESTAR CONTA, POIS AI DAQUELE QUE ACRESCENTA OU TIRA ALGUMA COISA DELA:

AP 22.18,19: Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;
e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro.

2º ESSES ESPERTINHOS MANIPULAM APENAS QUEM NÃO LER E TEM COMPROMISSO COM A PALAVRA, ALCANÇANDO APENAS OS AVENTUREIROS DA FÉ.

ESTOU COM O SENHOR MEU NOBRE E QUERIDO PASTOR ACREDITO DO SEU COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS E MISSÃO COMO PROFETA DESSA GERAÇÃO, NUNCA DUVIDEI DISSO...

MAS NOSSO DIÁLOGO ESCLARECE MUITA COISA PARA LEIGOS, E MILITANTES EM GERAL DA NOSSA FÉ...

que Deus continue te abençoando...
a paz do senhor ....

Daladier Lima disse...

Sem querer entrar na polêmica, acho que o problema está no incentivo à meninice. Em todas igrejas há meninos, mas em nome deles não podemos estimular as bizarrices.

Flávio Alves disse...

"A igreja precisa de aviãozinho, entregador de pizza, sapato de fogo, marcha soldado e outras práticas do chamado "reteté"? É claro que não. Isso são práticas de "pregadores meninos" e "igrejas meninas"."

Amado pastor Altair, e queridos irmãos em Cristo,

De fato, existem muitas aberrações e exageros "pentecostais" por parte de alguns irmãos que são verdadeiros "meninos" e praticam tais coisas como se isso fosse edificá-los em alguma coisa.

Contudo, minha advertência é para os extremistas de ambos os lados:

1º Qual edificação os pulos, marchas, danças e outras coreografias trazem para a igreja? Ou mesmo para que as fazem? Onde a carne reina, de fato, haverá prejuízos na Obra de Deus. Alguns querem parecer mais espirituais do que os outros e fazem tais coisas para chamar a atenção(e estão conseguindo).

Portanto, a primeira advertência seria para aqueles que se usam, que são carnais, e que podem(até incoscientemente) estarem sendo usados por demônios, conforme fui ensinado pelo reverendo e saudoso Pr.Isaac Martins.

2º A segunda vai para aqueles que não aceitam certas formas de Deus usar seus servos. Deus usa como quer, do jeito que quer e da forma que quer e não precisa dar satisfação á homem algum. Deus é soberano, e quem é o homem, por mais graduado que seja, para ditar o jeito que Deus pode usar uma pessoa ou não?
Já vi Deus usar alguém marchando para curar câncer, outro apenas colocando as mãos; já vi Deus falar poderosamente no 'trovão' e também na 'brisa'. Deus opera de várias formas. E as vezes nem podemos discernir.
" O desafio final para os líderes pentecostais acha-se na área das demonstrações e/ou fenômenos sobrenaturais. É nesse foro onde o ministro, sobretudo o pastor, tem que buscar 'discernimento espiritual'.
Ao longo da história pentecostal, Deus tem usado demonstrações incomuns para dar a necessária ênfase ao Corpo de Cristo ou para falar diretamente ao não-crente...Não devemos presumir que algo, por ser incomum, não é de Deus."
Devemos ter cuidado ao taxarmos o que é ou não de Deus.
Logo podemos perceber, á luz da Palavra de Deus, que aquilo que não tem propósito, nem objetivo algum concerteza não vem de Deus, pois tudo o que Deus faz, inclusive de forma incomum, possui um objetivo. É o que chamo de a "aparente loucura" de Deus. Mas, que na verdade, é uma sabedoria mais sublime do que a mente dos homens podem alcançar.

Infelizmente a igreja sofre por que alguns pastores não interferem na carnalidade demonstrada por alguns crentes, e também sofre quando estes tentam interferir nas formas "incomuns" de Deus usar seus servos.

Precisamos é de muito discernimento e sabedoria de Deus. Que possamos ensinar nossas ovelhas á serem moderadas, sábias, mas também a nunca limitarem a operação do Espírito Santo em suas vidas.

Que Deus abençoe a todos,

www.ministerioflavioalves.blogspot.com

(citações: Manual do Pastor Pentecostal-CPAD)

Rejane Di Cavalcantti disse...

A Paz do Senhor pr Altair Germano!Concordo em gênero, número e grau com tadas as sábias palavras escritas pelo senhor a este respeito "incoerência perigosa". Que Deus continue te abençoando com toda sorte de bençãos,fica na Paz!

Rejane Cavalcanti