sexta-feira, 26 de junho de 2009

CGADB: NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PRESIDENTE DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL

O Presidente da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB, no exercício de suas atribuições estatutárias;

Considerando o ofensivo pronunciamento do membro SAMUEL CÂMARA, levado ao ar em programa televisivo no dia 13 de junho de 2009, oportunidade em que suscitou inverídicas suspeitas sobre a lisura das assembleias gerais da CGADB e respectivos procedimentos eleitorais, que ensejaram a reforma dos Estatutos e a reeleição de Membros da Mesa Diretora, estendendo seus ataques à atual e às anteriores administrações da entidade;

Considerando que o pronunciamento do membro SAMUEL CÂMARA denigre, direta ou indiretamente, a imagem, a honra e a dignidade da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB, assim como de seus Dirigentes e todos os Membros Convencionais;

Considerando que, de acordo com as normas estatutárias, cabe ao Presidente da Mesa Diretora o direito de defesa, em Juízo e fora dele, da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CGADB;

O BEM DA VERDADE e por meio do Mensageiro da Paz, vem prestar os seguintes esclarecimentos, a todos quantos possam interessar:


REFORMA DOS ESTATUTOS

1) As reformas do Estatuto Social da CGADB, algumas delas por proposta do próprio convencional SAMUEL CÂMARA, se deram por imperiosa necessidade de sua adequação aos ditames do Novo Código Civil (Lei nº 10406/2002) assim como à realidade da própria CGADB, sendo a penúltima realizada na cidade Maceió-Al. A última reforma (AGE de Porto Alegre-RS), foi efetivada principalmente para permitir a eleição eletrônica, que foi inaugurada com sucesso na AGO de Vitória, Estado do Espírito Santo, mediante a utilização de urnas eletrônicas cedidas pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral daquele acolhedor Estado, sendo, inegavelmente, uma grande vitória e profundo avanço, dado o expressivo número de eleitores que participam das AGOs.


DO PROCEDIMENTO ELEITORAL

2) Todos os procedimentos eleitorais da CGADB, sem qualquer exceção, sempre foram realizados às claras e de forma democrática, e sem manipulação, com inteira observância das disposições legais e estatutárias. Todos os convencionais tiveram plena liberdade para se inscrever como candidatos aos cargos eletivos. Prova disto que o próprio denunciante SAMUEL CÂMARA vem participando de sucessivas eleições, como candidato, tendo sido eleito, inclusive, como 1º vice Presidente da Convenção Geral, biênio de 2005/2007, afora outras funções eletivas que exerceu junto à Mesa Diretora, fatos que jamais poderá negar mesmo porque estão registrados nos anais da Convenção Geral. A reeleição do Pr José Wellington Bezerra da Costa, como Presidente, e a eleição dos demais Membros da Convenção Geral, a par da estrita observância das disposições estatutárias, devem ser tributados ao livre e consciente exercício do direito de voto dos convencionais que compareceram às sessões da Assembléia Geral, a exemplo dos respeitáveis votos atribuídos ao denunciante SAMUEL CÂMARA, restando-lhe apenas a lamúria de sua mal conduzida campanha. Duvidar da lisura, da condução e do resultado das eleições, como o fez deliberadamente o denunciante, equivale a subestimar a própria inteligência dos convencionais que participaram do certame.


3) Quanto às inscrições de convencionais, principalmente daqueles que participaram da última eleição, são infundadas as denúncias propaladas pelo membro SAMUEL CÂMARA, a exemplos dos demais fatos que ele veiculou em programa de televisão. Inicialmente, convém esclarecer que as inscrições foram acompanhadas pelo próprio convencional SAMUEL CÂMARA e seus assessores, tendo resultado na confecção de um relatório subscrito por ele (Samuel Câmara) e pelos membros da Comissão Eleitoral. E é oportuno informar que as impugnações do denunciante foram examinadas e rejeitadas pela Comissão Eleitoral, por ausência de qualquer irregularidade. Não era verdadeira a alegação de falta ou intempestividade de pagamento das taxas de inscrições ou de anuidades envolvendo 1626 inscrições. Todas foram pagas a tempo e modo, cumprindo ressaltar que alguns convencionais, residentes na cidade do Rio de Janeiro, efetuaram os respectivos pagamentos no dia 21 de janeiro de 2009, porque o dia 20 de janeiro de 2009, último dia de prazo, foi FERIADO na cidade do Rio de Janeiro e, de acordo com o artigo 132, § 1º, do Código Civil, “Se o dia do vencimento cair em feriado, considerar-se-á prorrogado o prazo até o seguinte dia útil”. E nada melhor do que cumprir a Lei, como sempre foi do feitio dos Membros da Convenção Geral, cuidado que o denunciante demonstrou não possuir. Por outro lado, o denunciante insinua que 1300 convencionais compareceram somente no dia da votação, mas não estariam inscritos no prazo do edital. Mais uma inverdade pronunciada pelo membro SAMUEL CÂMARA. Todos os 1300 convencionais estavam inscritos. Por sua vez, não se pode censurar os convencionais que optaram por comparecer ao local de votação somente no dia da eleição, visto que a participação dos atos correlatos ao pleito é de livre iniciativa de cada convencional. Curioso que o denunciante SAMUEL CÂMARA, deliberadamente, deixou de mencionar os convencionais que ele apresentou às vésperas da eleição, e, portanto, fora do prazo regimental, os quais foram inscritos em cumprimento de decisões judiciais provisórias proferidas em ações que eles ajuizaram contra a CGADB perante a Comarca de SERRA, Estado do Espírito Santo.

DO CADASTRO E DO REGISTRO DE CONVENÇÃO

4) Sob o enfoque deste tópico, também carece de veracidade a denúncia do membro SAMUEL CÂMARA. Nenhum convencional pode ignorar que o cadastramento e o registro de convenções são atos de competência da Mesa Diretora, a teor do artigo 39, III, do Estatuto Social, submisso a homologação da Assembléia Geral. A inscrição da entidade convencional que o denunciante mencionou em programa de televisão preencheu todos os requisitos do Estatuto da CGADB, especialmente quanto ao prazo de seis meses anteriores a data da AGO. Bem por isso que seus membros concretizaram suas inscrições no prazo do edital da última eleição, mediante o pagamento dos respectivos valores, tudo a demonstrar a inveracidade das afirmações do denunciante.

DA ÚLTIMA ELEIÇÃO

5) A eleição levada a efeito durante a AGO em Vitória-ES, como dito acima, foi a primeira mediante processo eletrônico, com urnas eletrônicas cedidas pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Espírito Santo. Todos os atos que a precederam, regulados no Estatuto Social e Regimento Interno da CGADB, foram rigorosamente cumpridos e fiscalizados, inclusive acompanhados pelo denunciante, ora pessoalmente, ora por seus representantes. Como se isso não bastasse, convém salientar que o próprio Tribunal cedente das urnas designou seus técnicos, que, diligentemente, acompanharam todos os procedimentos, culminando com a apuração e proclamação dos resultados. Como prova inequívoca da transparência, da oportunidade e lisura do pleito, mesários, escrutinadores, secretários, presidentes de mesas e fiscais foram indicados e recrutados pelos candidatos a presidente, até mesmo para a lacração das urnas, o que concorreu para o equilíbrio, a igualdade e a verdade dos resultados. Portanto, quando o denunciante se refere a suspeição e manipulação das eleições e seu resultado, em verdade o faz como ato de desespero, sem medir as consequências de suas inverídicas afirmações, sem a preocupação de atingir a honra, a imagem e a dignidade de consagrados servos de Deus, que, com dedicação e desvelo, cuidam de imensos rebanhos do Senhor da Seara.

DAS DELIBERAÇÕES DO PLENÁRIO

6) A respeito das deliberações do Plenário, o denunciante SAMUEL CÂMARA demonstra estar desinformado quanto ao que dispõe o artigo 21 do Regimento Interno, que regulamenta a forma de aferir a votação de matérias submetidas a debate em plenário. Conferindo o Regimento da CGADB, é inegável que a conduta do presidente do conclave se ateve rigorosamente ao que determina o mandamento estatutário e regimental, não sendo verdadeira, portanto, a afirmação do denunciante sobre suposta conduta diversa do presidente da Mesa.


DO RELATÓRIO DA COMISSÃO ESPECIAL

7) As inverídicas afirmações do membro SAMUEL CÂMARA a respeito de gastos, encargos e compromissos financeiros da CGADB, principalmente no que se refere ao período de 2007 a 2008, comportam os seguintes esclarecimentos:

a) Como é do conhecimento de todos os Membros Convencionais, a CGADB tem vários órgãos que exercem atividades em sua estrutura administrativa, tais como: Mesa Diretora, Conselho Fiscal, Conselho de Ética, Comissão Jurídica, dentre outros. Todos os convencionais que integram esses órgãos, exercem suas atividades sem remuneração de qualquer espécie, cabendo à CGADB os custos de deslocamentos, hospedagem e alimentação dos de seus Membros, quando no desempenho de suas atribuições estatutárias. Aliás, o próprio denunciante SAMUEL CÂMARA, enquanto integrante de órgãos da CGADB, também recebeu o mesmo tratamento, sem que desembolsasse, de si próprio, ou da igreja que preside, qualquer valor para cobrir suas despesas no desempenho de atividades estatutárias. Ao contrário do que insinuou o denunciante, todos os valores indicados no relatório da Comissão Especial nomeada são decorrentes de intensas e exaustivas atividades dos Membros que integram os diferentes Órgãos da CGADB, realizadas em diferentes regiões do País, sempre no interesse da entidade, como os convencionais tiveram a oportunidade de verificar e comprovar na última AGO. Não merecem credibilidade, portanto, as gratuitas afirmações do denunciante, mesmo porque desprovidas de qualquer prova em sentido contrário.

b) Quanto às dividas fiscais apontadas (INSS e FGTS), convém ressaltar que é absolutamente inverídica a informação da existência de “apropriação indébita” de valores descontados dos empregados da CGADB. O relatório da Comissão Especial nomeada dá conta de que os valores descontados de salários foram quitados. Logo não procedem as afirmações do denunciante. Quanto ao saldo apontado como objeto de parcelamento junto ao órgão governamental competente, aguarda-se deferimento de requerimento formulado em estrita observância das normas legais.


c) Com relação aos compromissos assumidos, é oportuno esclarecer que as finanças da CGADB são alimentadas pelas anuidades e taxas de inscrições dos Membros Convencionais de sorte que, em razão da ausência de provisão de fundos de vários cheques recebidos de convencionais, a entidade teve momentânea dificuldade para saldar seus compromissos, mas, conforme consta do relatório da Comissão Especial, os títulos de créditos mencionados pelo denunciante foram resgatados. Por não ser de seu interesse, o denunciante omitiu, propositadamente, o parecer final da aludida comissão, que não foi por ele contestado em plenário, onde está expresso que: “Diante dos fatos analisados e dos comentários citados, somos de parecer de que os relatórios financeiros de 2007 e 2008, apresentados pela CGADB, sejam aprovados, com a incorporação deste relatório e documentos, com atendimento as recomendações aqui constantes, em especial com o preparado das demonstrações financeiras em conformidade com os princípios contábeis geralmente aceitos. De igual modo, esta comissão considerando os aspectos envolvidos e a documentação apresentada, conclui que, tendo em vista a matéria discutida, não se identifica nenhum elemento evidenciador de improbidade administrativa.” Deve ser destacado que a Comissão Especial em referência foi composta por convencionais dotados de formação técnica adequada, e com a participação de representante do denunciante SAMUEL CÂMARA. O parecer acima parcialmente transcrito foi submetido à discussão e apreciação do plenário, tendo sido APROVADO POR UNANIMIDADE pelos Convencionais, dentre eles o próprio denunciante SAMUEL CÂMARA.


DA DOCUMENTAÇÃO PARA A INSCRIÇÃO

8) No que se refere aos documentos de inscrição dos candidatos, o pronunciamento do membro SAMUEL CÂMARA, igualmente, está permeado de inverdades. De todos os que se candidataram aos mais diversos cargos eletivos da CGADB, foi exigida a documentação regimentalmente determinada, conforme dispõe o artigo 41 e seguintes do Regimento Interno, com prazos de impugnações. Por outro lado, é absolutamente inverídica a afirmação de que o subscritor da presente teria presidido sessão da Comissão Eleitoral, até porque os membros daquele órgão, que atuaram com total independência, jamais permitiriam a ingerência de terceiros em seu funcionamento. É lamentável observar, mas o denunciante, propositadamente, confunde a pessoa física dos candidatos com a pessoa jurídica da CGADB.

9) Finalmente, destaca o subscritor desta nota, em nome da Mesa Diretora e todos os demais órgãos da CGADB, que não é cabível, por impertinente, a ressuscitação de questões exaustivamente debatidas e já decididas, soberanamente, pelos Membros Convencionais, não sendo demais acrescentar que as denúncias do membro SAMUEL CÂMARA configuram comportamentos espiritualmente reprováveis, cabendo ao Senhor da Seara avaliá-las segundo seus santos propósitos e juízos. Bom seria que o precioso espaço do programa de televisão fosse utilizado pelo membro SAMUEL CÂMARA para a propagação do Santo Evangelho, porque é com esse magno propósito que ele foi consagrado ao Ministério da Palavra.

Fraternalmente, em Cristo Jesus, Senhor Nosso
Rio de Janeiro, 18 de Junho de 2009



JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
Pastor Presidente
FONTE: Jornal "Mensageiro da Paz"
ANO 79 - Nº1490 - Julho de 2009
Orgão Oficial das Assembléias de Deus no Brasil



Fonte: Blog do Pastor Wellington Júnior

Meus agradecimentos ao irmão Clayton Góis pela informação sobre a publicação da nota acima reproduzida.

Por fim,

"em razão da ausência de provisão de fundos de vários cheques recebidos de convencionais..."

Amados, se a relação nominal destes convencionais que passaram cheques sem fundos fosse publicada, certamente haveriam muitas surpresas e desencantos. Mas, certamente, quero acreditar que não houve má fé dos mesmos, apenas dificuldades financeiras, tais quais a nossa CGADB enfrentou!

*Grifo nosso.

14 comentários:

Saulo Vale disse...

Parabéns ao Pr. José Wellington, sempre com muita sabedoria respondendo as acusações. Bom seria se o Samuel Câmara usasse o programa dele para propagar o Evangelho de Cristo, mas infelizmente usa para fazer acusações inverídicas e denegrir a imagem da CGADB.
Que Deus continue abençoando o nosso pastor.

Anônimo disse...

Demorou a explicação mas, apesar de tudo, VALEU !

Eudes Pereira disse...

Bem-vindos à política brasileira!
Eu vou reclamar das eleições realizadas nesse país? Pra quê?
Tá tudo igual, lamentavelmente.

presbitero A.Filho disse...

Quero parabenizar o pastor altair germano pelo espaço do seu blog, de esclarecimento dos fatos reais sobre os acontecido entorno da cgadb, e parabenizo o pastor jose wellingtom por sempre com moderação e respeito aqualquer que le atinge, com acusações inveridicas querendo causar tumuldo em torno do povo de Deus!!

Flávio Alves disse...

Parabenizo a sabedoria e prudência das palavras e atitudes tomadas pelo Pr.José Wellington. São dignas de louvor a sua atitude em relação ás acusações do Pr.Samuel Câmara:
" as denúncias do membro SAMUEL CÂMARA configuram comportamentos espiritualmente reprováveis, cabendo ao Senhor da Seara avaliá-las segundo seus santos propósitos e juízos. "
De fato, cabe ao Sumo pastor avaliar as intenções do Pr. Samuel Câmara e não a nós. Que Deus continue abençoando ao Pr.J.W. como também ao Pr.S.C.; iluminado-lhes e orientando-lhes em estratégias para crescimento da Obra do Grande Mestre e não de seus próprios interesses.
Precisamos de mudanças, mas não é por meio de acusações que iremos consegui-la.

GESIEL ALVIM DE OLIVEIRA disse...

Porque o Pr. Samuel Camara quer tanto ser o presidente? Para isso vale tudo? Ofensas pessoais? inverdades? Parabéns Pr Altair por reproduzir a defesa da CGADB e do seu presidente. Concordo com o Pr Wellington que o horário da tv deve ser usado para anunciar a salvação. Se for da vontade de Deus um dia ele será eleito. Agora, essas atitudes são reprováveis entre "homens de Deus". Vamos orar. Estou preocupado com a unidade da igreja e com as comemorações do centenário.

Pr.D S Acioli disse...

Nobre Pr. Altair!

Como eu disse anteriormente: Pr Samuel, perdeu uma grande oportunidade de ficar calado, e aceitar o resultados das urnas em Vitória-ES!

Como diz alguém: Falar é Prata o Silêncio é Ouro!

Essa coceira na língua só prejudicou!

Lamentavel!

Pr. Daniel S. Acioli

Ely Domingos disse...

Agradeço a Deus e aos senhores que respeitosamente vieram a público esclarecer as denúncias feitas pelo Pr. Samuel Camara.
Obrigado pelos esclarecimentos,demorou um pouco mais veio e valeu a pena. Que possamos viver em oraçao e na Paz de Deus.

Flávio disse...

Quero Parabenizá-lo, pela coragem exibir comentários em seu blog... Por isso lhe respeito e certamente um dia irei conhece-lo pessoalmente.... Após visitar alguns blog's, percebi que não existe espaço para comentários, é uma atitude de quem não quer ouvir ou participar da diversidade de opniões e idéias, que considero ser importante para o desenvolvimento e formação do carater..... expor ao contraditório é essencial para a verdade.... porque a verdade sempre prevalecerá.....
Parabéns!
Se o Pr. JW e JWJr. e SC não tem o que temer .... sigam o exemplo do irmão ..... libere os comentários e enfrentem a opnião dos leitores e do público, a não ser que eles estejam "se lixando para a opnião pública", essa frase é conhecida...
Parabéns... Pastor Altair!

Paulo Mororó disse...

Amado pastor Altair, a Paz do Senhor.

As declarações do pastor S. Câmara vieram à público no dia 13 de junho. É o mesmo dia e mês que os irmãos pioneiros pentecostais foram expulsos da Igreja Batista em Belém-PA. O livro Diário do pioneiro Gunnar Vingren faz o seguinte relato: " Estes dezoito irmãos saíram então da igreja batista para nunca mais voltarem. Isto aconteceu no dia 13 de junho de 1911".
Ficam então “no ar” as seguintes perguntas:
Quais os objetivos finais desta dada escolhida estrategicamente, para tais declarações?
Se já existe uma real e explícita cisão "de fato", por que não torná-la também, "de direito", como ocorreu no caso de Madureira?
Se Paulo e Barnabé se assumiram, diante de suas convicções, a respeito de um problema, At 17 37-40, por que então ficar fazendo escândalos? Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?
Se Abraão e Ló também se assumiram diante de uma real cisão, por que insistir nestas guerras carnais? ( No início eram sutis, discretas, nos bastidores, porém agora são ostensivas, causando fedor e vergonha)
Se a AD é especialista em divisões (divisões locais, regionais etc),então, mais uma, ou menos uma, se é para o bem, por que não se assumir? Quantas convenções tem no RJ? E em SP?
Já vi neste blog um estudo muito bem feito sobre divisão.
Se alguém não queria colher tais frutos de sentimentos facciosos e divisões, então por que semeou politicagens,carnalidades,conchavos e outros temperos políticos no ambiente eclesiástico?
Quando há dureza de corações, falta de perdão, falta de submissão, então o que esperar se não a separação?
Vivemos tão bem com os nossos irmãos de Madureira. (Pelo menos foi a mensagem que ficou, com a visitas dos destacados Ministros daquela convenção, à 39ª AGO, em Vitória-ES ), porém, eles lá e nós aqui. Cada tomado conta e de suas próprias convenções.
A resposta institucional da CGADB foi fria e formal como se espera ser, mas situação espiritual continua latente e ferida.
Eu Paulo, um dos frutos, das orações e das ações do ilustre missiosário Orlando S. Boyer, nos sertões nordestinos, estou sentido e triste com toda esta guerra. Estou orando, por todos nós.
Um abraço
PAULO MORORÓ

Pr. Dinamercio Lima disse...

É lamentável que o presidente da CGADB tenha que vir a público se defender de acusações já tratadas em AG, mas o faz com muita propriedade e por necessidade. Espero que este episódio sirva de lição para todos os convencionais membros de ministérios e aspirantes, antes de qualquer chamada ministerial, precisamos, como princípio elementar, de um coração modesto, suscetível a sucessos e insucessos, disposto a cumprir em nossa vida a vontade de Deus, custe o que custar, e a ela nos rendamos.Se o nobre convencional não se elegeu, foi porque a vontade de Deus foi prevalecente, as provas estão aí, às claras, não ver quem não quer.
Lamento mais uma vez, pela falta de ética ministerial, pelo descompromisso e incosequência, e também pela falta de humildade face a um mal êxito, ao qual todos estamos sujeitos.

Anônimo disse...

Só uma perguntinha para o SM ? ele já leu 1 co 6 ? ou frequenta a Ebd ?

se nao me engano foi justamente nesse3 trimestre que a revista da cpad tratou sobre irmao levar os outros a ustiça ou tornar publico os problemas que deveriam ser resolvidos dentro da igreja!

Valdivan Nascimento disse...

Caro Pr. Altair

Me atrevo a dar minha opinião acerca desta disputa. O que está por trás de tudo isso é a ganância do poder, do status, da vanglória. Busca-se não a glória de Deus, mas dos homens. O Pr. José Wellington, não dá oportunidade a outro, candidatando-se eternamente. o Pr. Samuel Câmara, após ser derrotado nas urnas, vem agora com essas denúncias. A pergunta que me vem ao coração é: se ele tivesse ganhado as eleições, traria à luz estas denúncias, ou não haveria nele interesse para isso.

Não sou assembleiano, mas essa lavagem de roupa suja pública, toca em todos nós evangélicos.

Que Deus tenha misericórdia!

Visitem: Para Onde Iremos Nós? http://valdivannascimento.blogspot.com/

joel lobato disse...

VENHO OBSERVANDO JÁ HÁ ALGUM TEMPO OS DIVERSOS COMENTÁRIO FEITOS NESTE ESPAÇO E ACABO PERCEBENDO QUE TODOS INDISCRIMINADAMENTE TENDEM À UM DOS LADOS.GOSTARIA SOMENTE DE DIZER QUE TANTO UM QUANTO OUTRO MERECEM SER TRATADOS COM RESPEITO INDEPENDENTE DE SUAS SITUAÇÕES.NÃO ME AGRADA VE-LOS SENDO CHAMADOS EM MUITAS VEZES DE FORMA DESRESPEITOSA,NO ENTANTO SOU DA MESMA OPINIÃO DO IRMÃO PAULO MORORÓ,QUAL O VERDADEIRO MOTIVO PARA NÃO ACEITAREM A "NOVA CONVENÇÃO DE BELÉM OU DA IGREJA MÃE" SE EM OUTROS ESTADO E INCLUSIVO EM SÃO PAULO TEM MAIS DE UMA?
AGORA COMO MEMBRO DO MINISTERIO DE BELÉM GOSTARIA QUE TODOS TRATASSEM NOSSOS PASTORES COM RESPEITO E DEIXASSEM QUE O TEMPO DIGA OS QUE ESTÃO DE ALGUMA FORMA ATUANDO CONTRA AS ADS.QUANTO AS DECLARAÇÕES DE AMBAS AS PARTES DEVERIAMOS AVERIGUAR POIS ALGUMA COISA ACONTECEU SIM NA CONVENÇÃO,É SÓ TODOS VEREM A FORMA COMO OS MINISTROS QUE APOIAVAM O PASTOR SAMUEL FORAM E AINDA SÃO TRATADOS PELOS DEMAIS.
BENÇÃOS DE DEUS À TODO