quinta-feira, 28 de maio de 2009

SUCESSÃO MINISTERIAL

4 comentários:

Robson Silva de Sousa disse...

A Paz do Senhor, prezado Pr. Altair Germano.

A despeito do "ar satírico" da charge, sabemos que este é um problema sério, pouco ventilado e por demasiado delicado. Por conseguinte, poucos são os que se aventuram em tratá-lo, especialmente os que já se encontram no "ministério".

Recentemente em meu blog postei um artigo intitulado "UM SUBSTITUTO PARA O MINISTÉRIO", onde, dentre outras coisas, escrevi:

"A necessidade de um substituto para o Ministério é algo incontestável. Não há como darmos prosseguimento às ordenanças do Mestre sem termos em mente que, mais cedo ou mais tarde, teremos de ser substituídos. Infelizmente essa realidade tem sido desprezada por muitos líderes, pastores, evangelistas e até por alguns missionários no campo (os mais vulneráveis à substituição).”

“Há líderes que não apenas se fazem “vitalícios” – o que não seria nenhum problema, se verdadeiramente estivessem dispostos a dar suas vidas por amor ao evangelho – mas se julgam “insubstituíveis”, como se o resultado pelo trabalho executado ao longo de anos tivesse de ser sepultado juntamente com eles, sem que ninguém mais pudesse aperfeiçoar, dar crescimento ou desfrutar desse trabalho."

Quero registrar aqui meu apreço por este rico espaço e pela vossa dedicação, sobretudo no que concerne à EDUCAÇÃO.

Peço vossa gentileza em recomendar a íntegra do supramencionado artigo (bem como nosso blog) aos amigos e irmãos leitores do BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO.

Um forte abraço.

Em Cristo Jesus,

Robson Silva
Prossigo para o Alvo... Fp 3:14

PAULO MORORÓ disse...

Caro pastor Altair, A Paz do Senhor.

SUCESSÃO MINISTERIAL. Eu,ou...outra opção

Está com dois dias que sugeri ao blog Teologia Pentescostal, um tema para seu novo quadro, "DEBATE". Achei pertinente e oportuno enviar na íntegra o que eu penso sobre SUCESSÃO MINISTERIAL. Segue abaixo o meu comentário feito naquele Blog em seu seu primeiro DEBATE:

"Achei excelente e bastante interessante a ideia de se fazer debates. Gostaria de sugerir um tema para os próximos debates: "Dinastias Eclesiásticas nas Igrejas evangélicas", ou seja, (Estruturas de governos e de cultura administrativa, com raíses no nepotismo, muito comum em "ministérios" pentecostais, algo do tipo: O pai é o presidente e o filho logo é o vice, ou o genro, e etc).
As sugestões para questões no debate seriam vastas, como:
- Qual a relação entre ter chamada ministerial e ocupar funções extratégicas?
- Tem fundamento bíblico e neotestamentário?
- Por que este assunto é pouco debatido?
- A formação e manutenção de "Dinastias Eclesiásticas" podem ser consideradas tipos de "Modismo" ou heresias?
- As "Dinastias Eclesiásticas" já são uma tradição que tem que ser mantida devido a identidade da denominação? Será um “Modismo” quase virando mania, que irá depois se estabelecer de vez?
- Qual o motivo de grandes "ministérios" desde já colocarem o filho, ou genro, ou a esposa do pastor presidente, como "VICE", imediato de sempre?
- As profecias de revelação (sérias) e de "revelamentos" (carnais) têm implicações neste tema?
- O filho de um pastor presidente que tem o dom ministerial, também está automaticamente predestinado para ser o “vice”?
- Qual o motivo de Moisés não colocar seu filho como vice? (o garoto era levita, neto do sacerdote e conselheiro Jetro; sobrinho do Sumo-sacerdote Arão, e claro filho do próprio Moisés. Tinha uma linhagem de fazer inveja a qualquer “vice” de hoje).
- Qual o motivo de Jônatas, o principe filho do rei Saul, não brigar com Davi, mesmo sabendo que Davi já estava UNGIDO para ser rei? Era uma disputa de trono, e Jônatas era filho do Dono.
- Qual o motivo de Jesus não chamar o seu irmão Tiago, aquele da Epístola, para ser um dos doze apóstolos, visto que era seu "irmão de sangue"? O negócio ia ficar na família, mais seguro, mais confiável.
- Que sentimento havia na mamãe dos filhos de Zebedeu, ou “filhos dos trovão”, em Mt 20.20-23, quando esta pediu à Jesus para que seus filhos se assentassem um à direita e outro à esquerda do Mestre? Ser mãe de dois apóstolos não bastava? Será que ela queria ser diferente da mãe de Pedro e André? Que “diferencial” ela queria entre os pescadores galileus? Será que ela refletiu na resposta do Mestre? “...mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”.
- Será que precisamos de um catedrático ou especialista em exegese e hermenêutica bíblica para entendermos a frase: “ E ele mesmo deu...” em Ef 4.11 ? Quem deu os dons ministeriais? Será que Deus dá os dons e os homens dão os cargos?
- Qual o motivo de haver tanto consentimento, tanta “vista grossa”, diante de uma idolatria de cargo tão flagrante nos púlpitos?
O tema "Dinastias Eclesiásticas", precisa ser encarado com responsabilidade e coragem, pois mexe com altos interesses de poder e vanglória.
Fica aí a sugestão. Espero que este comentário não fique censurado, pois existe blogueiro que não quer nem ouvir falar neste assunto.
Um abraço.
Paulo Mororó – E mail – paulomororo2@bol.com.br
enviado par o blog -Teologia Pentecostal – em 26 maio 09"

Obrigado pela atenção. Um abraço
PAULO MORORÓ

Marcos Barros disse...

Paz, Pastor.
Na página inical do seu blog o sr. aconselhou a leitura do livro de A. W. Tozer - A Tragédia da Igreja, que trata acerca dos problemas enfrentados pela igreja no nosso tempo.
Eu ainda citaria o livro do Rev. Augustus Nicodemus - O que estão fazendo com a igreja?
Eu, particularmente, quando olho para a igreja primitiva mencionada nas páginas do NT e volto novamente o olhar para a igreja da atualidade, não mais vejo traços daquela igreja.
O alvo não é mais o sofrer pela causa do evangelho e, sim, aproveitar o máximo dos benefícios materias (terrestres) que ele pode proporcionar. O alvo mudou para alguns... Que pena!
E a sucessão ministerial. Virou uma espécie de cargos empresariais que nada tem haver com o santo ministério, mas simples cargos, os quais não terão as suas funções exercidas conforme o padrão bíblico, até porque, na Bíblia não existem cargos, mas ministérios que serão exercidos pelos escolhidos de Deus, por meio da ação do Espírito Santo para a edificação da igreja.

antonio saraiva disse...

é um fato sem argumento[Eu sou Eu faço so existe um...Jesus de nazare]misericordia.