domingo, 16 de novembro de 2008

A PEDAGOGIA DO ERRO

"A verdade científica não é outra coisa senão a soma de “erros retificados”, dizia Gaston Bachelard. Ao longo de séculos, tivemos muitas dificuldades de fazermos uma leitura positiva do erro. O ideal de perfeição transformou nosso senso moral em ética neurótica de impecabilidade." (Leia em ULTIMATO)

Até que ponto o erro deixa de inflacionar a culpa e torna-se agente colaborador para a ação da graça de Deus? Anderson Clayton tenta dar respostas para estas perguntas neste interessante texto.

2 comentários:

Elisomar disse...

O erro é inevitável na vida do ser humano, e não deve ser um peso para o resto da vida. Tentar outra vez é o melhor caminho a ser seguido.shera

Matias Borba disse...

A Paz!

"É melhor tentar e falhar, que preocupar-se em ver a vida passar. É melhor tentar ainda que em vão, que sentar-se fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias tristes em casa me esconder. Prefiro ser feliz, embora louco, que em conformidade viver."(MARTIN LUTER KING)