domingo, 31 de agosto de 2008

JESUS VAI À ESCOLA!


Com este título, a Revista Época desta semana aborda mais uma vez a discussão sobre o tema "educação religiosa" nas escolas.

Leia em Época.

No mundo secularizado, a tendência é a religião deixar de vez a escola, a família e a vida do indivíduo.

Pobre mundo, pobre escola, pobre família, pobre indivíduo.

2 comentários:

Marcos Barros disse...

Paz, amado...

Embora muitos achem desnecessário que se tenha qualquer disciplina de educação religiosa nas salas de aula, porém acredito que seja imprescindível que falem mais de Deus em nossas escolas. Exatamente hoje (01/09/2008) ao conduzir a minha filha de seis anos à escola, passando pelo corredor interno daquele estabelecimento de ensino que dá acesso às várias salas de aula, ouvi quando a Diretora (ela não me viu) estimulava as crianças de uma determinada sala de aula a, em uníssono, fazerem a “Oração do Pai Nosso”.
Contudo, o que mais me chamou a atenção foi quando uma das criancinhas, após haver finalizado a oração, perguntou a ela se não iria fazer a oração da virgem Maria, foi quando aquela Diretora, de forma bem mansa e ao mesmo tempo compreensível, falou: “Não. Pois há outros amiguinhos seus que são evangélicos. Por isso só estaremos orando o “Pai Nosso”.
Ou seja, existem formas sábias de falar de Deus sem agredir o próximo ou incitar à violência religiosa. Pior é passar o dia inteiro vendo violência nas reportagens televisivas, nos filmes, nos desenhos animados, nas novelas, na própria família, etc. Deve-se, sim, falar de Deus em sala de aula, pois as famílias não evangélicas (principalmente as crianças) não têm a oportunidade que os nossos filhos têm de ouvir falar de Deus. Seria uma boa oportunidade para os nossos próprios filhos evangelizarem outras crianças.

Ir. Marcos Barros / Dirigente da EBD em Casa Caiada.

Elisomar disse...

Acho que o grande problema não está nas religiões diferentes, e sim na opinião das bestas consideradas, que acham que religião deforma. Se uma escola religiosa é católica, simplesmente ela respeita os evangélicos. O que for cabível a um evangélico, ele faz (como é o caso do Pai Nosso que é "universal"). Afinal de contas, vivemos num país democrata, e democracia sim, mas nunca independencia de Deus.