domingo, 18 de maio de 2008

Por quais razões Malaquias cap. 3 vers. 10 não deve ser aplicado à Igreja?


O texto de Malaquias 3.10 deve servir de base para a prática do dízimo na igreja? Entendo que não. Segue abaixo, de forma bastante objetiva as devidas razões:

1. O livro do profeta Malaquias foi escrito especificamente para o povo de Israel. Sua mensagem profética tem a sua razão e o seu lugar próprio no tempo, e no espaço

"Sentença pronunciada pelo Senhor contra Israel, por intermédio de Malaquias." (Ml 1.1)

"Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas. Então, a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos." (Ml 3.3)

"Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos." (Ml 3.6)

Afirmar que as profecias e as orientações específicas de Malaquias se aplicam "literalmente" à Igreja, é uma atitude que implica na quebra de princípios básicos, sérios e confiáveis que norteiam uma interpretação gramático-histórica da Bíblia;

"[...] os princípios do sistema gramático-histórico de interpretação, que surgiram em antioquia pela primeira vez como princípios pensados e conscientes, representam o modelo de interpretação que mais bem corresponde aos pressupostos do Cristianismo histórico quanto à natureza das Escrituras" (Nicodemus, 2004, p. 256)

Bentho (2003, p. 69-71) diz que a função da hermenêutica e exegese bíblica, dentre outras, é compreender o sentido do texto dentro de seu ambiente histórico-cultural e léxico-sintático. Qualquer interpretação que tenta forçar o texto a dizer o que não diz, seja de forma voluntária ou involuntária, com base em pressupostos ou premissas previamente estabelecidos pelo intérprete, que ignora o contexto sob pretexto ideológico, que ignora a mensagem e o propósito principal do livro e que não analisa o texto à luz de outros, não deve ser confiável.

2. A mensagem de Malaquias está fundamentada na necessidade de se observar o cumprimento da Lei do Senhor, prescrita para o povo de Israel

"Lembrai-vos da Lei de Moisés, meu servo, a qual lhe prescrevi em Horebe para todo o Israel, a saber, Estatutos e juízos." (Ml 4.4)

Não vivemos sob a Lei de Moisés:

"Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo". (Gl 2.19)

"Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar seus preceitos por eles viverá" (Gl 3.12)

"Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão" (Gl 5.1)

3. Os que se utilizam de Ml 3.10, acabam por incorrer na alegorese, ou seja, no abuso de uma interpretação fundamentada na escola alegórica.

"Quem alegoriza fala ou escreve sobre alguma coisa por intermédio de outra, procurando desvendar sentidos simbólicos, espirituais ou ocultos. [...] De acordo com o método alegórico, o sentido literal e histórico das Escrituras é completamente desprezado, e cada palavra e acontecimento são transformados em alegoria de algum tipo, a fim de escapar de dificuldades teológicas ou para sustentar certas crenças estranhas e alheias ao texto bíblico. Assim, não interpreta o texto bíblico, mas perverte o verdadeiro sentido deles, embora sob o pretexto de buscar um sentido mais profundo ou mais espiritual" (Idem, 2003, p. 124)

O uso claro de alegorese em Ml 3.10, é afirmar que a "casa do tesouro" e a "minha casa", citadas no texto se aplicam aos templos cristãos. É equivocado também declarar, que as maldições ali citadas, virão também sobre os crentes. Vale lembrar as palavras de Paulo em Atos 17.24 "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas."

Muitos se utilizam do texto de Ml 3.7-11, tirando-o do seu contexto, para colocar a "faca no pescoço dos simples", amedrontando-os com maldições ou acusando-os de ladrões, no que diz respeito a prática do dízimo. Volto a declarar que a Bíblia não deve ser interpretada segundo as nossas conveniências.

Compreendo ainda pela Palavra, que na Igreja, o dízimo não deve ter a sua prática incentivada a partir de Malaquias, mas sim, a partir de Abraão (Gn 14.18-20) e Jacó (28.18-22) que contribuíram voluntariamente, livre de qualquer preceito legal, sem medo de qualquer punição ou castigo, sendo unicamente movidos por pura adoração em reconhecimento àquele que provê todas as coisas.

As bases motivadoras e punitivas que norteiam as contribuições financeiras na Igreja, estão prescritas em 2 Co 9.6-15

"E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus, visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos, enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da superabundante graça de Deus que há em vós. Graças a Deus pelo seu dom inefável!"

Dizimar e contribuir com outras ofertas, não pode ser encarado por cristãos como um fardo ou jugo da lei. Deve sim, ser percebido como um privilégio e como um ato livre e amoroso que reconhece em Deus o sustentator, provedor e criador de todas as coisas.

Bibliografia

BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica fácil e descomplicada: como interpretar a Bíblia de maneira prática e eficaz. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

LOPES, Augustus Nicodemus. A Bíblia e seus intérpretes: uma breve história da interpretação. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.

SCHOLZ, Vilson. Princípios de interpretação Bíblica: introdução à hermenêutica com ênfase em gêneros literários. Canoas-RS: Ulbra, 2006.

STUART, Douglas; FEE, Gordon D. Manual de exegese bíblica: Antigo e novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2008.

http://www.bibliaonline.net. Acessado em 18/05/2008 às 10h25m

82 comentários:

Anônimo disse...

Tendo esse assunto na aula desse domingo na EBD, eu não ousaria a falar aos alunos sobre o ponto de vista defendido no blog, pois Deus não é um Deus de confusão. A vida inteira aprendemos uma coisa e, de repente, o que aprendemos está errado, a respeito dos dízimos e ofertas. Creio que a oferta é dada voluntariamente, diferente do dízimo, que é um reconhecimento de que Deus é o supridor em nossa vida. As maldiçoes que estão descritas não recairão sobre os fiéis no tempo da graça, pois Jesus anulou a tudo isso na cruz, porém creio que não estaríamos sendo fiéis a Deus não devolvendo o dízimo.Deus não precisa do dinheiro, porém as despesas da igreja devem ser pagas. Sou contra às igrejas que visam o lucro acima de tudo. É isso.

Juber Donizete Gonçalves disse...

Pr. Altair,

Quero parabenizá-lo por colocar este post, com essa temática. Tem muita gente nas igrejas que não concordam, pois fazem de Malaquias o "São Malaquias das Contribuições". O ensino no Novo Testamento sobre contribuiçõs está explícito em II Coríntios capítulos 8 e 9.

Graça e Paz,

Pr. Juber Donizete Gonçalves
www.juberdonizete.blogspot.com/

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre anônimo, querer alimentar um equívoco ou com bastante temor e tremor desfazê-lo é uma decisão pessoal.

Cada um de nós, diante de Deus, responderá pelas decisões tomadas.

Obrigado por sua participação no blog.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Juber, obrigado por sua participação.

Realmente, se fosse depender de quem não concorda com as colocações postas aqui, eu não escreveria sobre o assunto.

Estou aberto para que dentro do texto bíblico citado, elas sejam refutadas, e não teria dificuldade alguma de reconhecer qualquer equívoco de interpretação.

Um abraço!

Daladier Lima disse...

Eu acrescentaria como referência bíblica às do Pr Juber o texto de Mateus 27:27.

De qualquer forma, o assunto levantando é importante para reflexão. Sugiro expandi-lo incluindo:
1) Percentuais, 10%? 20%? Qual?
2) Administração particular?
3) Doação a rádios e programas televisivos?
4) O dízimo é do salário bruto ou do líquido?

Abraços!

Anônimo disse...

A Paz do Senhor, Pr. Altair!

Como já foi explicado no post postado pelo sr. as maldições prescritas em Malaquias já não recairão sobre a igreja, mas só queria entender um pouco mais a respeito do dízimo...Devemos dar o dízimo ou não? Dar o dízimo como 10% ou somos livres para dar o quanto pudermo? Alguns ensinadores querem anular o dízimo pelo fato de não estarmos mais no tempo da lei e sim na graça, mas então o que dizer de Mateus 23.23 "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas."? Enfoco nessa passagem o "Não omitir aquela", como entender esse texto?
Desde já agradeço ao amado irmão!

Cleiton

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Cleiton, eis as respostas para as vossas perguntas:

1. O dízimo "deve" ser dado, como foi dado por Abraão e Jacó, com base na voluntariedade e não na "obrigação" da Lei

2. Dízimo é "décima parte". Acima disto, qualquer contribuição é a décima parte + oferta voluntária. Todo cristão é livre para assim contribuir.

3. "Não omitir aquelas" refere-se a prática do dízimo. Vale lembrar que Jesus estava falando para fariseus que viviam sob a Lei, recomendando que eles continuassem a dar o dízimo, mas com base na misericórdia e na fé, e não como mero legalismo ou ritual formal.

Um abraço!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Daladier, os assuntos que você levantou são pertinentes.

Basicamente, o princípio que entendo estar implícito no ato de contribuir no Novo Testamento, fundamenta-se na prática de trazer as contribuições e depositar ao pés dos apóstolos (líderes da comunidade cristã envolvida)conforme Atos 4.34-37; 2 Co 9.1-5, para que assim fossem administrados por quem os tais delegassem (At 6.1-4).

Se formos adentrarmos nas questões pequenas, assim as entendo, corremos o risco de impor um novo sistema legal.

Um abraço!

Elisomar disse...

Espero que os "mãos de arara não tire proveito disso. Porque afinal de contas eles já têm argumentos suficiente para não contribuir.

Zwinglio Rodrigues disse...

A diretriz neotestamentária aponta para os seguintes aspectos atitudinais:

_Liberalidade
_Alegria
_Prontidão de Vontade
_Presteza
_Empatia
_Beneficência

[vide 2Coríntios 8-9]

Nisso consiste a satisfação divina:

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque DEUS AMA ao que dá com alegria." (v 7)

A partir dessa "práxis", pode-se desejar e esperar a seguinte resposta divina:

"E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em ABUNDÂNCIA ceifará.

Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e MULTIPLIQUE a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça." (vv 6, 10)

Abraços!!!

Daladier Lima disse...

Mateus 23:23, errei a referência.

Anônimo disse...

Ao que parece ficaremos com 65 livros. È agora que os catolicos vão descer a madeira em nós. (risos)

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre anônimo, continuo com os 66 livros da Bíblia, cada um sendo interpretado dentro do seu contexto histórico-gramatical, e aplicado considerando as normas pertinentes.

Aproveito, sem nenhuma presunção ou arrogância, para pedir aos amados que não concordam com o que foi exposto neste post, que enviassem uma refutação bíblica e exegética.Creio que isto enriqueceria o debate.

Algumas coisas interessantes aconteceram após esta publicação. Alguns irmãos, sem nenhuma reflexão, aliás, uma atitude comum para quem foi massificado e castrado criticamente durante toda a sua trajetória de fé, alegaram o seguinte: aprendemos a vida inteira de um jeito, como vamos mudar agora?

Sabe por que aconteceu a Reforma Protestante? Questões políticas e econômicas à parte, ela nasceu no coração daqueles que acreditaram que mudar é bem melhor do que permanecer no erro ou na omissão.

Não tenho a presunção de me tornar um "Lutero", mas comungo de alguns de seus ideais e princípios, dentre os quais, o ensino e a proclamação da verdade bíblica, custe o que custar.

Pr. Altair Germano

Anônimo disse...

Querido Pr. Altair, encerro por aqui minha participação neste post, pois estamos fazendo o que Paulo alertou na segunda carta à Timóteo 2:23 ( E rejeita as questões tolas e desassisadas, sabendo que geram contendas;e ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser brando para com todos, apto para ensinar, paciente;)
Não é resistência ao tema e não dizendo que não deva ser discutido; a Palavra de Deus foi inspirada pelo Espírito Santo e o homem tem a liberdade de interpretá-la, alguns ao seu proprio modo. Por isso existem tantas vertentes dentro do Protestantismo. Sem ressentimento algum: não fui massificado e castrado durante minha trajetória na fé. O que creio isso faço: dou dízimo à Casa do Senhor sem nenhum pesar, e sim com alegria, e creio que isso é um dever do cristão; jamais deve-se jogar as maldiçoes descritas a quem não der o dízimo. Permaneço na doutrina a qual fui ensinado, na Assembléia de Deus, e creio que ela não foge à Bíblia.

Um Abraço em Cristo.

JOSÉ DANIEL disse...

Graça e Paz Pr. Altair

Muito interessante este ponto de vista, considerando que o mesmo é bíblico e de acordo com as regras de interpretação (que falta a muitos).

Contudo não vejo essa posição como uma opção para não dizimar, uma vez que a prática é anterior à lei (Abraão e Jacó). E não vejo também como utilizar "Cada um contribua segundo propôs no seu coração..." como opção para decidir o valor do dízimo. Dízimo é dízimo, oferta é oferta.

Porém, como foi dito, fomos (e somos) "doutrinados" há anos que quem não dizima é "ladrão" e que somos/seremos amaldiçoados terrivelmente caso não sejamos dizimistas fiéis (bradado com muita ênfase a partir do púlpito), e que ficaremos "lascados em bandas" como costuma dizer um irmão.

Em várias congregações (por exemplo aqui em Porto Seguro-BA), há a lista oficial dos dizimistas do mês, afixada no painel de avisos. Quem não dizimou, não faz parte da lista e fica na mira dos irmãos "fiéis" dizimistas. Há o constrangimento e não fazer parte da lista.

No fim das contas, há uma pressão muito grande, ameaças e tudo o mais, nada condizentes com a alegria que há em Cristo Jesus.

Soli Deo Glória.

Zwinglio Rodrigues disse...

"Compreendo ainda pela Palavra, que na Igreja, o dízimo não deve ter a sua prática incentivada a partir de Malaquias, mas sim, a partir de Abraão (Gn 14.18-20) e Jacó (28.18-22) que contribuíram voluntariamente, livre de qualquer preceito legal, sem medo de qualquer punição ou castigo, sendo unicamente movidos por pura adoração em reconhecimento àquele que provê todas as coisas."
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Pr. Germano, vou discordar do irmão aqui, como já fiz em outro tópico.

1° Se dizimar não se fundamenta em um preceito legal, então não se precisa dizimar.

2° Abraão apenas dizimou, porque era uma prática cultural. Povos contemporâneos davam a té 20%. Eram mais generosos do q Abraão(?)

A ação de Abraão não está registrada como um modelo a se seguir. Mas está registrada como um fato histórico apenas.

Dessa atitude abraâmica, podemos extrair o ensino da gratidão a Deus, do reconehcimento do auxílio divino... mas nunca o ensino da perenidade do dizimar. Até porque, pode-se agradecer a Deus pelos seus livramentos, auxílios, etc., adorando-O com canções, fazendo jejuns...

3° Se a ação de Jacó deve ser imitada pelos dizimistas atuais, estes, podem também estabelecer com Deus uma troca, uma proposta de condicionalidade: "eu dou se o SENHOR me der", "Se o SENHOR for comigo, eu darei o dízimo de tudo que Ele me der" (Gn 28:18-22)

O que vem primeiro: o dar ou o receber? Antes de dar, devo fundamentar esse meu ato sobre a condição do receber primeiro?


4° A idéia de dízimos no AT está fundada em um pacto entre Deus e Israel (Dt 12:6-17). Fora esse contexto, não há boas razões interpretativas para se tentar fundamentar a prática do dizimar a partir das Escrituras veterotestamentárias (nem tampouco a aprtir do NT).

5° Concordo em gênero, número e grau com o irmão quanto à recusa de se usar o texto de Malaquias com vistas à arrecadação dos dízimos.

Mas sou contra a opinião do irmão em insistir que o dízimo deva ser aceito como que descansando em um fundamento bíblico sólido.


Abraços!!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amém nobre anônimo!

Shalom!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado José Daniel, assim como o irmão,não vejo a interpretação de Malaquias escrito sob a Lei, para os judeus, como uma opção para não dizimar.

Apenas coloco aqui, que Malaquias é utilizado de maneira inadequada para fundamentar uma prática bíblica como é o dízimo. Existem outros textos que fundamentam o dízimo, como já coloquei, que podem ser utilizados sem gerar constrangimento algum para os ouvintes.

Sou dizimista, e assim o sou, não por medo de maldições, mas por gratidão a Deus que em tudo tem me suprido.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Zwínglio, como sempre tenho colocado, respeito vosso posicionamente, porém discordando de alguns pontos, o que é bastante natural.

Não concordo com o irmão nos seguintes pontos:

- Apesar de não ser um preceito legal, isto não implica que não "precisamos" dizimar. Não devemos nos apegar a letra da Lei, mas a mesma tem princípios que podem ser observados pelos cristãos, pois são nobres e moralmente corretos.

- A afirmativa de que Abraão apenas dizimou por ser uma prática cultural não se sustenta biblicamente. As motivações de Abraão não estão expostas no texto bíblico, e não existe unanimidade entre os estudiosos das escrituras quanto ao assunto. Dessa forma o irmão fica livre para entender que ele dizimou movido por fatores culturais, e eu cá entendo que ele dizimou motivado por princípios espirituais, o que não elimina necessariamente todos os fatores culturais que possam estar envolvidos (não se pode desassociar o homem de seu ambiente cultural).
O fato é que o dízimo é uma prática que agrada a Deus, caso contrário, Ele não o prescreveria como uma forma de prover sustento para os seus ministros da Antiga Aliança e para a manutenção do templo em Jerusalém.

- Quanto a Jacó, a liberalidade e voluntariedade foi também a marca do seu ato de dizimar. O seu voto, condicional ao recebimento das bençãos de Deus, não foi pelo Senhor censurado.O que motivou Jacó a dar o dízimo? Uma questão cultural também, ou ele enxergava no dízimo um princípio do reconhecimento da soberania e generosidade de Deus sobre todas as coisas. Fico com esta segunda possibilidade, pelas mesmas razões que o irmão opta pela primeira, ou seja, por uma questão de perspectiva.

Insisto que a prática do dízimo (contribuição financeira ou material)repousa sobre o fundamento sólido das escrituras.

O princípio está presente antes da Lei e depois dela, sempre com suas bases na liberalidade, no amor e na voluntariedade.

Sou dizimista, não porque tenho medo das maldições de Malaquias, não por força da Lei de Moisés, mas sim, motivado por uma Lei maior, que foi escrita em meu coração, em tábuas de carne.

Um abraço!

Um abraço!

Ednaldo disse...

Caro Pr. Altair, perdoe a minha ignorancia.

Mas baseado na hermenutica usada pelo Sr. qual o papel do livro de Malaquias para igreja? É apenas para matar curiosidade?

Digo isso devido ao "sucesso" que o post está fazendo.

Ednaldo.

Guerreiro do Senhor disse...

só gostaria de fazer uma pergunta, talvez o senhor não poste, o Senhor ja ensinou na sua igreja este tema. e qual tem sido a reação dos ensinados.

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Ednaldo, como qualquer outro livro da Bíblia, Malaquias nos ensina lições preciosas.

No que diz respeito aos princípios da fidelidade a Deus, Malaquias nos ensina que dentro daquilo que o Senhor estabelece para cada geração, dentro da respectiva aliança,sua palavra deve sempre ser observa, pois isto resulta em bençãos para a vida do seu povo.

Malaquias, apesar de não ser um livro prescritivo para a Igreja, é altamente pedagógico.

Obrigado por cooperar com o sucesso, para a glória de Deus, do post.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Guerreiros, claro que ensinei, como não ensinar o que é bíblico. E sabe qual é maior alegria de quem ouve a abordagem, é saber que não precisam ter medo de maldições nem do inferno na hora de dar o dízimo, mas antes, se deleitar neste grande privilégio, que é o de servir ao Senhor com as suas contribuições financeiras, sejam elas dízimos ou ofertas.

Paz do Senhor!

Edson Dorna disse...

A paz do Senhor Pastor!

Visito esse blog, ele tem servido muito para meus estudos, tanto que inseri ele no meu blog.
Bem a respeito desse assunto dificil para muitos, em que aqueles que não querem dizimar, dizem que o dizimo era da época da lei, como o pastor nos informou, ele já surgiu primeiro que a Lei. Vejo que a Graça trata esse assunto com mais rigor do que a lei, pois no A.T muitos davam pq estava na Lei, muitos faziam isso por obrigação e não de coração. Vejo no N.T Jesus tratando aí, no coração, com vários assuntos da Lei, como o adultério, em minhas palavras conforme Jesus disse... "pensou, pecou". Mas os anti-dizimistas dizem que não há essa expressão dízimo no N.T, mesmo muitos tentando se defender me MT 23.23, dizendo que a questão ali não é o dízimo, mais sim a misericórdia, a justiça e a fé,mais ele mesmo disse não esqueces daquelas outras coisas (dízimo).Mas descobrimos que é mencionado como contribuições(N.T), é ai que eu quero falar com amado pastor, que olhando para a palavra de Deus, que na Igreja primitiva eles davam tudo que tinham, mas descobrimos que nas cartas paulinas, tinha que ser proporcional conforme a sua renda 1Co 16.2, nesse texto vejo que devemos dízimar até mais de 10%. E como disse, vejo a Graça mais rigorosa, pq se alguem não contribui, Jesus vai no Coração... sabemos que tem que ser com alegria e não com tristeza... Mais a pergunta que fica é... Pq deixei de contribuir??? concerteza, vai interferir em muitas coisas como, egoismo,avareza entre outros...
Lembra Pastor... Não podemos servi a dois Senhores??? Se não dou Dízimo ou contribuições para os anti-dízimistas... é pq sou amante do Dinheiro...

Fica na Paz do Senhor! Concordo com o Senhor... em todos os aspectos que o Senhor mencionou...

Fraternalmente

Edson Dorna
www.santodosantos.blogspot.com

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Edson Dorna, realmente muitos possuem uma visão distorcida da graça, e em nome dela tentam se esquivar de alguns princípios e responsabilidades como cristãos, fazendo dessa forma uso da liberdade para dar ocasião a carne.

Obrigado pela contribuição com o post.

Um abraço!

Zwinglio Rodrigues disse...

Pr. Germano,

tentando ampliar o debate, digo-lhe:

"Desprezando" as referências que tratam da prática do dizimar vinculadas ao pacto entre DEUS e ISRAEL (parece-me que o colega não se fundamenta nelas para estabelecer sua defesa pró-dízimos)
so resta ao irmão os texto de Gn 14:18-20, 28:22 -ou existem outros fora do círculo da Lei que lhe sejam relevantes?

Pergunto:

Como fundamentar uma doutrina para a vida da Igreja com duas referências veterotestamentárias apenas?

Talvez, o irmão se apoie também em Mt 23:23 e Hb 7:8 obtendo assim a soma de quatro passagens.

Mas, mesmo com essas quatro passagens, teria o irmaõ de fato um fundamento bíblico sólido onde a doutrina em questão possa descansar?

E mais: não são as duas referências neotestamentárias desprovidas de um caráter normatizador?

Não seriam elas passagens enquadradas à apenas um evento dialógico (a primeira) e a uma narrativa (a segunda)?

Se sim, pergunto novamente: que fundamento sólido é esse no qual o irmão descansa?

Por onde anda o rigor hermenêutico no uso dessas Escrituras (as do VT e as do NT)?

Eu ainda não vi (estou levando em conta o "desprezo" das passagens que tratam do assunto quanto à vida religiosa de Israel).
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Gosto do que disse Cahmplin:

"Portanto, apesar de não podermos estabelecer nenhuma lei sobre essa questão, podemos observar, com verdade, qque dez por cento é uma boa proporção com que INICIEMOS (destaque meu) nossas contribuições, e que qualquer crente que dê menos do que isso, a menos que sejam realmente restringindo pelas circunstâncias da, não pode estar grandemente interessado pelo trabalho da igreja."
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Abraços!!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Zwíglio, entendo não ser a quantidade de citações que solidificam uma doutrina (ou princípio).

Acredito que a trindade é uma doutrina, embora a Bíblia nem cite o nome "trindade", acredito na doutrina da punição eterna no "lago de fogo" embora a Bíblia só mencione o referido lago de forma direta uma única vez (Ap 19.20), acredito que Cristo reinará por exatamente mil anos "milênio" (Ap 20.4-5), embora o tempo do seu reinado seja citado apenas neste texto, etc.

Desta forma, parece-me, que a doutrina do dízimo leva vantagem quantitativa sobre as aqui citadas e outras que poderíamos citar.

Um abraço!

Pr. André Poggianella disse...

Parabéns pela postagem, ótima matéria, estarei divulgando-a no meu blog, contudo fico triste por alguns irmãos não entenderem a profundidade da análise aqui colocada alusiva ao assunto. Porém muitos querem defender Malaquias 3.10, pois para alguns servem de amuleto para cobrarem retorno de Deus e fazendo em meio disso levarem suas vidas em meio a tantos pecados, que acham na situação de cobrar ao Senhor somente porque dizimam. Utilizam como uma "galinha dos ovos de ouro", pois meu amado traz muito dinheiro para aventureiros da fé, e boa vida para muitos falsos líderes, enquanto os irmãos não têem nem mantimento em casa. Porém como verdadeiros líderes não precisamos de colocar julgo em ninguém para dizimar e sim levarmos ao entendimento o quanto é importante devolvermos a Deus com amor de todo coração por gratidão por tudo que o Senhor Jesus tem feito em nossas vidas e que aprendam a "Dadivar" isto é, entregar os seus dízimos e ofertas com amor e não por julgo, lembrando que em Cristo Jesus fomos libertos de todo tipo de escravidão! Pois deixo bem claro, em momento algum o amado Pastor Altair Germano, falou que não era para dizimar, mas sim dizimar com entendimento bíblico e não por "achologia" e em momento algum arrancaremos as páginas do livro de Malaquias ou deixaremos de meditar nele, como dito por um amado leitor, que a bibia agora tem 65 livros, por favor não leve para ignorância e não sejais meninos na fé, pois o Senhor Jesus está voltando e muitos ainda estão tomando mamadeira com bastante leite enquanto deveriam estar comendo comida sólida!
Cristo através da sua morte, inaugurou o Novo Pacto, assim efetivando uma mudança na Lei - "semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós" Lc 22:20 e "Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei" Hb 7:12. Não querendo dizer que o dizimo é da lei, porém dizendo que em Cristo nova aliança e novo pacto foi selado com este povo, que para os judeus somos gentios, mas para DEUS somos bem aventurados de crer sem vermos! isto significa o quanto devemos andar à luz do NT e que o velho seja para entendimento e não para seguirmos as tradições judaicas e sormos judeus, pois não somos, somos nova geração de eleitos por DEUS pela GRAÇA!
Porém isto não serve para ignorarmos os dízimos e ofertas e sermos como SAFIRA E ANANIAS que podiam ter dado o que eles quisessem, qualquer quantia da venda, porém resolveram mentir, não morreram por não dar ou dar uma pequena quantia e sim por mentirem. Se você sabe que deve dizimar com amor e entendimento isto jamais servirá de motivo para você deixar de dizimar, pensando que não será atingido pelo "devorador", meu amado em tudo temos que dar o melhor para DEUS nosso louvor, nossa adoração, orarmos em espírito e em verdade e sim também dizimarmos o melhor para DEUS, pois o que temos visto hoje, pessoas que realmente dizimam fielmente, porém vivem vidas sem nenhum testemunho do Senhor Jesus, e da palavra de DEUS, quando corrigidas dizem: sou dizimista fiel, cuidado se não eu vou embora da igreja!, como que seriam justificados e que podem todas as coisas! que bobagem, temos que viver em santidade e sermos a semelhança de Cristo nesta terra. Se você for infiel para DEUS não só no dizímo ou em outras coisas, não só o DEVORADOR irá te atingir, mas estará sujeito a vários ataques do inimigo, pois assim estará andando sem DEUS, pelo seu próprio pensamento e força.
Desculpe-me por ter sido extenso, porém é um bom assunto o qual os amados precisam de entendimento! Obrigado, fiquem com DEUS e que possam meditar dia e noite nas escrituras sagradas, lógico não esquecendo que o livro de Malaquias não se resume somente em 3:10, contudo principalmente os capítulos e versiculos que são muitas das vezes esquecidos e não são pregados nas igrejas, como Malaquias 1:6 onde O SENHOR REPROVA OS SACERDOTES; também Malaquias 2 que fala sobre O CASTIGO DOS SACERDOTES e Malaquias 2:10-16 que fala sobre a ADVERTÊNCIA CONTRA A INFIDELIDADE CONJUGAL, partes estas poucos faladas pois espantam dizimistas!
Shalom! O SENHOR JESUS ESTÁ VOLTANDO!

Pr. André Poggianella/MG
Blog: www.atalaiasdedeus.blogspot.com

Zwinglio Rodrigues disse...

Irmão Germano,

Eu penso que se vc tivesse pensado melhor, vc não teria dado a resposta q deu.

Ela mais parece uma saída tangêncial do que uma argumentação sólida.

Vejamos:

Sobre a TRINDADE.

As Escrituras são extremamentes fartas quando o assunto é a apresentação de referências que apontam para um DEUS TRIUNO.

Sei q ñ preciso elencar aqui as muitíssimas provas da pessoalidade e da divindade de Jesus Cristo e do Espírito Santo.

Sobre o LAGO DE FOGO.

Acredito que ele existe não apenas por causa da referência de Ap 19:20.

LAGO DE FOGO é mais uma descrição do INFERNO, assim como

* Castigo enterno - Mt 25:46
* Fogo eterno - Mt 25:41
* Fornalha acesa - Mt 13:41-42, 49-50
* Fogo e enxofre - Ap 14:9-10
* Fogo que não apaga - Mt 3:12
* Lugar de punição - 2Pe 2:4
* Lugar de tormento - Lc 16:23

...

Sobre o MILÊNIO

Apesar da nomenclatura MILÊNIO aparecer apenas em Apocalipse 20, não significa que essa doutrina não tenha como ser alicerçada em outras Escrituras de maneira razoavelmente farta.

Veja:

Zacarias 14:9-21; Isaías 2:2-4, 11:6-9; Salmo 2.6-9; Isaías 65.18-23; Jeremias 31.12-14; Ezequiel 34.25-29; 37.1-14; 40-48; Daniel 2.35; 7.13-14; Joel 2.21-27;Amós 9.13-15; Miquéias 4.1-7; Sofonias 3.9-20;Mateus 26.27-29; Marcos 14.25; Lucas 22.18...

Entre essas referências que fundamentam os tópicos levantados pelo imrão, e as que fundamentam a doutrina dos dízimos (as que o irmão usa), percebemos uma distância quase que abissal entre elas quanto à quantidade.

Ou não?

Desta maneira, não posso concordar com o paralelo que o irmão tentou estabelecer.

Reafirmo que o irmão, ao abrir mão das referências que tratam dos dízimos a partir do pacto entre DEUS e ISRAEL, está calçado de maneira insegura e instável com as restritas e não normatizadoras referências de Gen 14:18-20, 28:22.

Em buscando suporte em Mt 23:23 e Hb 7:8, a coisa fica mais ainda caracterizada como uma tentativa de impor à doutrina uma fundamentação a todo custo.

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Zwínglio, entendo vosso ponto de vista, mas, declaro mais uma vez, que os vossos argumentos não me convencem, assim como também os meus, não convencem o irmão.

Quando você declara que a trindade, o milênio e o lago de fogo estão implícitos em outros textos (inclusive registrados em livros do período da Lei), posso fazer o mesmo sobre o dízimo, em muitos textos que falam acerca das contribuições financeiras no Antigo e no Novo Testamento.

Mesmo sem entrarmos em acordo sobre o assunto,fica aqui registrado os meus agradecimentos, pois o debate e os argumentos, certamente servirão para que os leitores façam uma síntese das idéias, analisando-as e formando assim seu próprio parecer sobre o tema.

No amor de Cristo,

Pr. Altair Germano

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre pastor André Poggianella, agradeço por vossa contribuição e lúcida compreensão de minhas argumentações, assim como, pela publicação do post em vosso blog.

No amor de Crito,

Pr. Altair Germano

Marcos disse...

Porque não se da alimentos ao inves de $$$ porque o $$ necessarios para comprar nossas coisas sempre entra em questão, não sou contra o dizimo mais acho que ele deve ser dado para alimentar os irmaos mais pobres.

Eu penso assim.Sera que ajudar o proximo agradaria a Deus?

Valdomiro disse...

Pr. Altair quero, sinceramente, parabenizá-lo pela matéria. Também sou contribuinte na igreja, mas desde que comecei a estudar heresiologia, ainda muito jovem 16 anos, hoje tenho 39, me convenci de que as citações de Ml.3.10 estavam descontextualizadas. Ora, se da Lei havia passado tudo: sacrifícios, incenso, festas bíblicas, sacerdócio, etc, etc, etc, por que então apenas o dízimo de que falou o profeta Malaquias não teria passado? Se devemos dar o dízimo que o seja baseado na consciência cristã do sustento da obra. Muitos citam Mt. 23.23, mas este verso está ao mesmo nível de Mt. 8.4, quando Jesus manda o curado cumprir o preceituado por Moisés. Se Mt. 23.23 é uma determinação de Jesus para a igreja dar o dízimo, então, os que forem curados devem, também, apresentar as ofertas determinadas na Lei de Moisés para suas curas, mas se a determinação da oferta pela cura preceituada na Lei findou na Cruz, por que o dízimo citado por Malaquias não? Além do mais o dízimo referenciado por Malaquias é aquele da partilha da herança dada por Deus às tribos de Israel Num. 18.20,21. Hoje, estão cobrando aquilo de quem a Bíblia não manda cobrar e dando a quem a bíblia não manda dar, inclusive cobrando o que a Bíblia não manda cobrar (observe-se sobre o que era tributado o dízimo). Estão tomando posse da herança de Levi e dando a outras pessoas. Observe-se que existiram muitos homens de Deus proeminentes de outras tribos que não a de Levi, mas eles não recebiam dízimo por haverem trabalhado para Deus, porque isso seria descumprir a própria ordem de Deus. O dízimo era a herança de Levi e não apenas uma retribuição por serviço religioso prestado, assim os únicos dignos do dízimo citado por Malaquias, segundo a Bíblia são os filhos de Levi, filho de Jacó.
Considero sua matéria de suma importância por trazer uma abordagem desmistificadora do assunto, além de em nenhum momento dizer que não devemos contribuir, mas, apenas, que os moldes em que tem se cobrado estão equivocados.
Parabéns,
Eirênê apo Theou!
Valdomiro.

José Herminio disse...

Muito bom o estudo e comentário a respeito de dízimos e ofertas feitas por um pastor, isso é muito inspirador.
Como é diferente do ensino da EBD nesse trimestre da lição 7, onde trata do não dizimista como não agraciado, e nem dá testemunho do Senhorio supremacia de Deus sobre suas vidas por causa de não serem dizimistas.

Entendo que o melhor texto base para ensinar o cristão a ofertar a Deus não está na Atitude de Abraão de nem de Jacó

- O primeiro deu apenas o despojo de guerra e nada dos seus bens que cresciam em bençãos.

- O segundo foi por voto e condicional, na qual colocou algumas condições de retorno da parte de Deus.

Eu entendo que melhor caminho para os cristãos a cooperarem com as ofertas seja no texto de:

2º Corintios 9:

5 Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que, primeiro, fossem ter convosco e preparassem de antemão a vossa bênção já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção e não como avareza.
6 ¶ E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará.
7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
8 E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra,
9 conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre.
10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça;
11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.
12 Porque a administração desse serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que se dão a Deus,
13 visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos,
14 e pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há.
15 Graças a Deus, pois, pelo seu dom inefável.

A paz do Senhor Jesus!

Fábio Reis disse...

Primeiramente gostaria de parabeniza-lo pelo blog...segundo gostaria de compartilhar uma experiencia referente a esse assunto na escola dominical ao qual participo:
1-gostaria de classificar como abuso moral e espiritual a entonaçao da seguinte expressao "roubar a Deus" utilizada por muitos pastores e pregadores....(entendo que o dizimo e a oferta sao dados espontaneamente,ora como posso roubar a Deus em algo q faço espontaniamente???? entendo sim q a questao do dizimo e uma questao de pricipios na sua essência,como forma de reconhecimento da sua soberania e provisao sobre nossas vidas,e nao como uma moeda de troca com Deus........(eu vou dar pq Ele vai me dar isso e tal.....)
2- qndo abordei o assunto e descordei primeiro da abordagem da revista ,confrontando-a dentro do proprio livro de malaquias.... a resposta dada pelo prof. foi aspera e cheia alegorias , espiritualizando a mensagem,e o pior sem utilizaçao da hermeneutica na interpretaçao do texto e contexto do livro de malaquias....
3- 2 Coríntios 13:8 Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.
....ai fica a pergunta ...nosso compromisso e com quem ou com o q???
4-Fiquei a me perguntar pq nao foi usado o texto de dt 14:22-29 onde foi instituido o dizimo, e sim o de ml 3.10????

O mais interssante foi q o Pastor da igreja veio depois compartilhar sua experiencia sobre o assunto , e o mais triste de tudo foi q ele se utilizou de jogo de palavras de efeito ,emocionalismo e pasmem uma contradiçao atraz de outra.....

gostaria de deixar claro q nao sou contra o dizimo nem contra oferta,e sim contra pessoas q se utilizao desses textos para chantagear pessoas simples rotulando-as como "estar roubando a Deus" isso sim e um abuso moral e espiritual...

Deus o abençoe e espero seu comentario meu irmao.....fica na Paz!!!

Amor maior disse...

Pastor eu creio que dar dízimo e/ou oferta tem que ser conforme o Espírito Santo falar ao coração de cada um. A Bíblia é o manual de instrução do crente, portanto cada letra, vírgula é importante da mesma forma.Os roubadores não herdarão o Reino de Deus. Fica na paz!

Anônimo disse...

QUERIDOS SE ESTE TEXTO NÃOP ODE SER APLICADO PARA IGREJA SERIA MELHOR CRIAR UMA BIBLIA PARA HOJE NA CGADB, E RASGAR A ATUAL, POIS SÓ AS BENÇÃOS DO SALMO SERVE PRA VOCÊS, ENTÃO AS OBRIGAÇÕES ARRANCA DA BIBLIA, SE FOR O CASO...ESSES TEÓLOGOS!!!!!!!QUANTO MAIS ESTUDAM MAIS CONFUNDEM.....Espero que seja imparciais e coloquem o texto...

Fábio Reis disse...

Amados... temos que atentar para o texto em si,e atraves da hermeneutica fazer sua interpretação.Com isso analisamos o texto ,seu contexto e se possivel ate seu pretexto.Respondendo o topico: o texto em suma não deve ser utilizado para igreja nos seguintes aspectos;1. - Malaquias é contexto da Antiga Aliança e nunca é citado na Nova Aliança para a Igreja (Levítico 27:34; Neemias 10:28-29; Malaquias 3:7; 4:4).

2. - Malaquias 1:6; 2:1 e 3:1-5 são muito claramente endereçados aos sacerdotes desonestos, os quais são amaldiçoados porque haviam roubado as melhores ofertas de Deus.

3. - As cidades levíticas devem ser consideradas, enquanto Jerusalém nunca foi uma cidade levítica (Josué 20, 21). Não faz sentido algum ensinar que 100% dos dízimos eram levados ao Templo, quando a maioria dos levitas e sacerdotes não morava em Jerusalém.

4. - Em Malaquias 3:10-11, os dízimos ainda são apenas alimentos (Levítico 27:30-33).

5. - As 24 localidades residenciais dos levitas e sacerdotes também devem ser levados em conta.

Começando com os Reis Davi e Salomão, eles foram divididos em 24 famílias. Essas divisões também continuavam a vigorar no tempo de Malaquias, com Esdras e Neemias. Visto como normalmente apenas uma família servia ao Templo e por uma semana da cada vez, não havia, absolutamente, qualquer razão para que todos os dízimos fossem enviados ao Templo, quando 98% daqueles a quem se destinavam como alimento ainda se encontravam nas cidades levíticas (1 Crônicas 24:26; 28:13,21; 2 Crônicas 8:14; 23:8; 31:2, 15-19; 35:4-5,10; Esdras 6:18; Neemias 11:19,30; 12:24; 13:9-10; Lucas 1:5).

Desse modo, quando o contexto das cidades levíticas, as 24 famílias dos sacerdotes, os filhos menores, as viúvas, Números 18:20-28, 2 Crônicas 31:15-19, Neemias 10-13 e todo o livro de Malaquias são avaliados, vemos que apenas 2% do total do primeiro dízimo eram normalmente exigidos no Templo de Jerusalém.

Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.

Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. A loteria e os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança, nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8, 13).
consulte tambem : http://www.desafiodasseitas.org.br/Mary/Dizimar_nao_e_uma_doutrina_crista.htm
O estudo cuidadoso em oração da Palavra de Deus é essencial ao crescimento da igreja. Que Deus os abençoe.

Anônimo disse...

se seguimos o exempro de Abraão daremos o dizimo uma só vez séria otimo,nós agora usar a biblia de forma correta,sem mudar o texto pois como no N.T.não existe doutrina para a igreja da o dizimo já li os livros doutrinarios de romanos a judas

Anônimo disse...

Prezado Pr. Altair Germano,

O senhor é muito corajoso em colocar idéias tão claras acerca do assunto em tela.
Percebe-se o cuidado com a leitura correta das Escrituras Sagradas!
A comunidade evangélica parece que parou no tempo...
São pouquíssimos aqueles que são dedicados, com sinceridade, ao estudo detido das Escrituras.
Prevalece os interesses pessoais, a falta de conhecimento o interesse em alargar a compreensão dos assusntos discutidos.
Hoje temos comunidades facilmente manituláveis, que não raciocinam com as suas próprias mentes... tornando-se presa fácil dos aproveitadores. Sei que existem pastores que não são pastores, mas são lobos dissimulados... e quando falam em dinheiro... aí o bicho pega.

Parabéns.

Um cristão Presbiteriano.

Marcos Barros disse...

"EXCELENTE".

Caro Pr. altair. Acerca deste assunto, achei o seu comentário "excelente" sobre o texto de Malaquias. A abordagem é perfeita. Não sei como alguns dos queridos irmãos não entendem tais questões e teimam em querer sustentar interpretações equivocadas, baseadas exclusivamente em suas tradições.
A bem da verdade, é claro que fomos e ainda somos ensinados a dizimar baseado nas promessas e no "temor" do texto de Malaquias. Infelizmente, o entendimento é que se não for pelo medo, o crente não dizima. Ou seja, voluntariamente não vai funcionar. Porém, é tempo de tratarmos a Palavra de Deus com mais respeito. Parabéns pelo seu comentário. Paz.

Ir. Marcos Barros. Dirigente da EBD em Casa Caiada.

Jesus é o Caminho disse...

Pr. Altair
Graça e Paz sobre ti.

Realmente o assunto é muito pertinente e seus esclarecimentos carregam a luz do evangelho conforme a graça de Deus. Porém se passarmos a pregar a verdade nos templos evangélicos, quem suportaria? Será que aqueles que exploram o povo a tanto tempo, e isso em nome de "Deus" abririam mão dessa bolada? Acho que não. Veja ai a Bliblia da Properidade, a que ponto chegamos? O amor ao dinheiro é o princípio muitos males. Certa vez um pastor pregou sobre esse assunto em sua igreja e muitos irmãos o cumprimentaram e agradeceram por os ajudar a tirarem um peso de seus ombros imposto pela Lei. Porém nas semanas seguintes, as contrubuições cairam a ai a galera de cima chiou e mandaram o pastor rever sua postura. Chamaram até um outro para desfazer o estrago causado pela graça de Deus. Amaram mais o dinheiro que a liberdade em Cristo. Depois de tanto tempo sendo forçado a contribuir, tal entendimento pode levar a um relaxamento e a galera de cima não está a fim de confiar na graça de Deus, mas que se encham os celeiros até estourarem, para que possam construir novos e maiores. É uma pena que a grande maioria não pense assim. Talvez nossas contribuições fossem maiores e carregadas de amor pelo reino de Deus. Mas enquanto existir a Lei, seja de Moises ou dos homens, da graça decaímos. Afinal se quisermos guardar a Lei, devemos guardar toda ela e ainda assim não seremos salvos por lei nenhuma, mas tão somente pela lei de Cristo.
Fique na paz.

claudio disse...

prezado pastor altair

nao sou contra os dizimos e ofertas

sou contra o modo como a maioria esmagadora dos nossos pastores o tratam

como um fardo usando muitas vezes as maldiçoes de malaquias para os nao dizimistas

tambem vi sua colocaçao sobre deus ama ao que da com alegria
claro que o texto em referencia aplicasse aos santos nas suas nescessidades

repito nao sou contra os dizimos mas sou contra a ma utilizaçao dos mesmos

como o senhor e professor de teologia com certeza sabe que existiam varios tipos de dizimos

inclsive um que era distrivuido aos pobres e nescessitados inlcusive viuvas e orfaos

em nossa igrejas posso falar da ass de deus pois faço parte dela
os dizimos nao sao aplicados para os nescessitados e viuvas e orfaos ou desamparados

nunca vi um unico irmao desempregado ou viuva receber nada dos dizimos e ofertas

so com raras excessoes as viuvas de pastores do alto escalao da igreja

gostaria se possivel que fosse feita uma abordagem sobre os dizimos para os orfaos nescessitados e vuvas

como postei no blog do ciro

pelo que entendi do antigo testamento principalmente nos leviticos
sobre os dizimos

1/3 era para o sustento do sacerdote e sua familia

1/3 era para manutençao do tabernaculo e mais tarde o templo

1/3 era para os pobres viuvas , orfaos e desamparados

claro que estou aberto a contestaçoes
estu aberto ao aprendizado

mas vemos nas nossas igrejas so entrando dinheiro
e quando tem algun nescessitado as vezes muito raro se tira uma segunda oferta para uma agua luz ou sexta basica para um pobre do nosso meio

por que nao se tira dos dizimos e ofertas na igreja ?

Ivanilson Ribeiro disse...

Parabéns.. é bom saber que ainda existem pastores sinceros e comprometidos com a verdade..

Em Cristo.

Abraços

alexandro disse...

gostaria que o pastor me esclarecesse sobre toda essa polemica sobre dizimos e ofertas,porque as igrejas falam tanto no texto de malaquias e pregam sobre a forma que se deve dizimar e dar as ofertas somente como esta escrito em malaquias e nao usam a forma como esta escrito em deuteronomio12-1/28 ou como esta escrito em deuteronomio14-22/29 eu sei que o dizimo deve ser dado mas nao concordo com a maneira que e usado.Deus instituiu o dizimo para que fosse usado como mantimento para a casa do senhor e nao para que fosse usado para se construir imperios me perdoe se estou sendo ignorante mas usar a biblia apenas para o bem estar de alguns eu nao concordo me responda fique com Deus

Anônimo disse...

A Paz do Senhor Jesus.

Gostei muito deste Blog e estou aprendendo muito com cada opinião escrita pelos irmãos.
Em nossa igreja temos muitos irmãos dizendo que ainda não foi tocado por Deus para dizimar.
Mas querem chegar na igreja e encontrar agua mineral,assentos confortaveis e limpos,uma iluminação boa para podee ler a palavra, microfones em bom estado, aparelhagem de som de ultima geração e etc e etc.
Os que mais reclamam é os que não ofertam e não dizimão.
Temos que ofertar e dizimar com alegria, assim como o Pastor disse.
Porque Deus não precisa de dinheiro mas o Templo a onde vamos adorar a deus precisa de reforma e cuidados para acolher o pode Santo.

Moacir Oliveira.
Assembléia de Deus Ministério Madureira.

sander disse...

graça e paz pastor

fique tranquilo DEUS esta abrindo o olho do seu povo sobre este assunto , e nao se preocupe com os pastores anonimos , porque visan as questoes financeiras apensas , se concordaren quen ira pagar suas contas , mais DEUS ira cobralas ,

pastor este assunto estamos debatendo em varias comunidades no orkut , e fiqueu perplexo com o tanto de cristaos que estao abrindo os olhos para este assunto tao polemico e que foi empreguinado em nosso meio tao erradamente e equivocadamente .

louvo a DEUS por sua vida e coragen de falar sobre ésta questao qu8e mais tem tirado pessoas das igrejas do que colocado , pois muitos lideres estao vivendo vidas de contos de fadas e com muito luxo , enquanto a parte pobre fica a merce de ajudas de outras pessoas , porque nao ha ajuda das igrejas .

se o livro de o dizimo fosse realmente colocado como muitos colocan , os pobres e miseraveis que sao dizimistas fiéis , terian que desfrutar daquilo que malaquias fala : entao vos abrirei as janelas do céu ...

cade ? DEUS é mentiroso ? nao é que DEUS seja mentiroso é que ésta palavra é realmente para um determinado povo e outr que acrescento pastor , malaquias se refere ao0s sacerdotes que roubavan na casa de DEUS , preste bem atençao e favor cometar sobre o que falei sobre os sacerdotes

graça e paz

Atalaia disse...

O dízimo assim como a circuncisão, e a guarda do sábado são anteriores à lei de Moises. Se temos que dizimar porque o dízimo existia antes da lei,temos que também nos circuncidar-nos e também guardar-mos o sábado porque foram instituídos antes da lei(mosaica).Mas não somente por isto, mas como bons imitadores do Senhor Jesus,que foi circuncidado e guardava o sábado devemos nós também assim fazê-lo!?!?!? NÃO, o Senhor, cumpriu toda a lei por nós!
O dízimo,a circuncisão, e a guarda do sábado,"todos anteriores à lei" não pertencem à dispensação da graça. A graça pertence as OFERTAS,(2COR 8:9)e não o dízimo,Jesus disse aos farizeus que faziam bem em guardar o dízimo,ora o que vocês queriam que Jesus tivesse dito? Que era para os farizeus descumprirem o mandamento? Porem sabemos que dízimos,sábados,circuncisões,tudo isto expirou na cruz,ainda que tudo isto existisse antes da lei(mosaica).
Agora passo a outra consideração,as igrejas evangélicas que pregam a atualidade dos dízimos o fazem de boa fé??? COM CERTEZA,NÃO!!! Eu não conheço, uma, umazinha que seja,igreja evangélica que ao ensinar sobre dízimos,mande os crentes abrirem a bíblia em Deuteronômio cap 14:22-29 e Deuteronômio cap 26:12-15. POR QUE ??? Porque os pastores não querem que suas ovelhas descubram que Deus mandou o dizimista comer do seu próprio dízimo..."come-o ali perante o Senhor,teu Deus,e te alegrarás,tu e tua casa"(Deut.14:26)-----OUTRA coisa que os pastores não querem que suas ovelhas descubram,é que os dízimos eram repartidos pelo próprio dizimista e entregues ao Levita, ao estrangeiro, ao orfão e à viuva. Ou seja,pastor nenhum quer que suas ovelhas descubram que ao levita(hoje seria à igreja) caberia somente uma cota parte do dízimo,sendo às demais pertencentes ào orfão,á viuva,ào estrangeiro. E POR QUE ISTO ??? Porque os levitas de hoje(da goela grande) querem todo o dìzimo só para eles,ocultando assim que Deus determinou que dele comeriam também o próprio dizimista e sua casa, o orfão, a viuva, e o estrangeiro. ESTAMOS DIANTE DE UMA CRISE DE INTEGRIDADE,--------Pergunto eu, quem é o ladrão,o roubador desta estória??? Pois se apropriam indevidamente da cota parte do orfão, da viuva,do estrangeiro e também da do próprio dizimista.
EU NÃO TENHO DÚVIDAS,Malaquias cap.3:8 se cumpre nesta geração e deve sim se aplicar aos novos levitas de hoje, pois são eles que tem roubado à Deus, sendo ROUBADORES DE ORFÃOS, VIUVAS,DIZIMISTAS E DE ESTRANGEIROS.
É o que penso, graça e paz!

cincosolas disse...

Pr. Altair,

Parabéns pela coragem na postagem do texto.

Concordo com sua interpretação sobre Malaquias e com a postura de voluntariedade com o dízimo.

Talvez discordemos com relação ao ensino pastoral que o crente deva dar o dízimo, baseado em passagens do Novo Testamento.

Em Cristo,

Clóvis

virtude disse...

Que a Paz de Cristo sempre abunde em nossas vidas...
Dizimamos e ofertamos, de forma a reconhecer que o nosso Deus é Grande, Poderoso, Maravilhoso, Misericordioso, Benigno, e infinito em qualidades excelentes.

Nossa adoração quer seja através da Obediência, do Louvor, dos Dízimos, das Ofertas, são formas de expressar nossa alegria e gratidão, pelo livramento daquilo que éramos dignos e pelos favores que não merecíamos. Deus é Fiel!

Tudo que fizermos ou dediquemos a Deus será sempre pequeno em relação ao que Ele fez e faz por nós! Por isso não devemos ser soberbos e presunçosos, mas humildes e sinceros servos de Deus, Ele nos adotou como filhos pela sua Graça e Misericórdia. Aleluia!

O Espírito Santo está conosco, em nós, Ele nos consola e orienta. Amém!

Creio que o Profeta Malaquias escreveu inspirado por Deus a cerca do dízimo aqueles sob o julgo da lei, que foi cumprida por Cristo em nosso favor, sendo agora instaurado o período da Graça, onde somos justificados pela fé e não pelas obras, sendo assim dizimar para nós é um ato de adoração, pois somos justificados pela fé.

Parabéns, Pr. Altair, pela abertura desse espaço para debater um assunto importante que é tão mal ensinado e aplicado por muitos membros e líderes.

O que “dói no coração” mesmo é a má gestão desses recursos. Aqui na Igreja onde sou membro, a EBD tenta sobreviver com apenas 5% dos dízimos e ofertas angariados nela, tenta porque é quase sempre humanamente impossível, mas Deus tem abençoado o corpo docente e discente, que já dizimam e ofertam, para contribuírem ainda mais de forma a manter esta obra, já que 5% em uma igreja pequena, a maioria das vezes, corresponde a um valor baixíssimo, no último domingo os cinco por cento corresponderam a aproximadamente R$ 7, graças a Deus, pois na maioria não passa da metade desse valor, o que não garante a manutenção e desenvolvimento deste trabalho de tamanha importância para o crescimento e aprimoramento da Igreja de Cristo, obra de ensino prevista no desígnio da Grande Comissão: Ir, “Discipular”, Batizar e “Ensinar”. É bem verdade que se ganha outros poucos por centos com as Lições.

Já que o Sr. é Superintendente, gostaria de sugerir um aumento nesse percentual dos dízimos e ofertas, que para igrejas grandes “talvez” já esteja ótimo, mas para a maioria das pequenas é uma parcela baixíssima. E ainda como sugestão, esse percentual poderia ser proporcional Tamanho da EBD, de acordo com as necessidades locais.

Fazer Missões é fundamental, já que o próprio Jesus, nosso Mestre, saiu junto com os discípulos de cidade em cidade anunciando as boas novas de salvação, nos mostrando o exemplo, porém não garantir plenas condições para que os Neo-conversos através do ensinamento se tornem verdadeiros discípulos, e os que já são discípulos se mantenham aplicados aos ensinos que santificam, é uma falta grave, segundo meu pequeno entendimento.

Prezo para que os elogios, críticas e sugestões se entendam como construtivos.

Arquimedes disse...

Pr Altair,antes de tudo quero diser que tenho uma adimiraçao muito grande pelo amado irmão,acompanhei seu crescimento ministerial em abreu e lima,muito aprendi com o sr;estou morando no rj e aqui na nossa igreja nao estudamos com a revista da cpad,gostaria de saber ja que malaquias 3;10 nao pode ser aplicado para igreja,as promessas do tipo toda ferramenta...mil cairao ao teu lado...e tantas outras pode ser aplicado? um grande abraço e muitas saudades de abreu...paz

Riardo Vagner disse...

Amado Pr. Altair, é a primeira vez que estou tendo contato com seu blog. Com base nessa análise de Ml 3:10, concordo com o seu ponto de vista ( a meu ver biblicamente correto )e esclareceu algo que eu já percebi algum tempo atráz, onde a voluntariedade e não o terror psicológico deve prevalecer nos dízimos a nas ofertas. Um grande abraço e estarei lendo mais alguns comentáris seus.

Anônimo disse...

Prezado Pastor Altair, parabens pelo seu comentario e pela coragem em posta-la, sei que comprara briga com dezenas de pastores que acham que os fins justificam os meios.
O comentario sobre MAlaquias e em consequencia do dizmo da lei esta perfeito, mas se me permiter a ousadia eu gostaria de discordar de uma frase da sequencia do estudo.
.........................
Compreendo ainda pela Palavra, que na Igreja, o dízimo não deve ter a sua prática incentivada a partir de Malaquias, mas sim, a partir de Abraão (Gn 14.18-20) e Jacó (28.18-22) que contribuíram voluntariamente, livre de qualquer preceito legal, sem medo de qualquer punição ou castigo, sendo unicamente movidos por pura adoração em reconhecimento àquele que provê todas as coisas.
..........................

Acho que esta parte pode confundir pois o dizimo de Abraao e Jaco são fatos isoolados e não servem como justificativa para o dizimo.
O que o Senhor posta a seguir é suficiente para que a igreja contribua ( com 1, 5 , 10, 20 ou 100 por cento de sua renda)
........................




As bases motivadoras e punitivas que norteiam as contribuições financeiras na Igreja, estão prescritas em 2 Co 9.6-15
.....................


SObre o dizimo de Jaco e Abraão gostaria de deixar estas considerações:
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E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo" (Génesis 14:18-20)



leiamos o contexto, que neste caso é o capítulo todo.

A primeira coisa que vemos é que o «tudo» em questão não pertencia a Abrão. Era propriedade de outras pessoas., incluindo Ló, sobrinho de Abrão, que tinha sido capturado aos exércitos de vários reis.

Abrão e um pequeno grupo de seus servos envolveu-se numa batalha contra estes grandes exércitos e – contrariamente a todas as expectações mais otimistas – e venceu. Melquisedeque reconheceu que foi Deus que concedeu esta vitória miraculosa (versículo 20).

Notemos as declarações de Abrão nos versículos 22-24. Ele não possuía nada dos bens em questão antes da batalha e, embora tendo direito aos despojos como vencedor, recusou tomar o que quer que fosse: "... näo tomarei coisa alguma de tudo o que é teu . . ." (versículo 23).

Abrão deu 10% das coisas das outras pessoas num ato representativo de gratidão a gratidão a Deus em nome das pessoas que tinham sido miraculosamente libertadas de uma vida de escravidão.

Este evento foi único. Não tem nada a ver com o ensino agora comum ,em que utilizam esta ação de Abrão para lastrear a doutrina do dízimo atualmente...

E Jacó prometeu dar o dízimo...

«E Jacó fez um voto, dizendo: ‘Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; e esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo" (Génesis 28:20-22).

"Notem," dizem eles, "que o Dízimo era uma prática em vigor nos dias de Jacó, muito antes da Lei ter sido dada.

Mas leiamos exatamente o que Jacó disse em Génesis 28:20-22

Ele fez um voto – uma promessa (e notai que não há nenhum registo bíblico de que ele tenha cumprido alguma vez essa promessa!).

Era uma promessa condicional. Notemos as cinco condições:

SE Deus for comigo,
SE Deus me guardar,
SE Deus me der comida para comer,
SE Deus me der vestuário para vestir, e
SE eu voltar à casa de meu pai em segurança (que não aconteceu senão 20 anos mais tarde),
ENTÃO, e somente então, Deus pode ter 10% de tudo o que me dá.
Se isto é o “dízimo”, sintam-se à vontade para fazerem uma lista de tudo o que queiram de Deus, e – quando tiverem recebido tudo – começai a dar os vossos dízimos de 20 em 20 anos, portanto, com base nesta passagem, o Cristão não tem nenhuma obrigação de dizimar...

Se o dízimo de fato era uma ordenança de Deus anterior a Lei, teríamos que adotar a circuncisão nos dias atuais, pois Deus ordenou isso a Abraão em Gênesis 17:10, em Gênesis 17:14 seria extirpado quem não fosse circuncidado, em Gênesis 17:24 Abraão com a idade de 99 foi circuncidado para a manutenção da aliança com Deus. Notem que Deus não condicionou o dízimo a aliança feita com abraão, e sim a circuncisão...
Dessa forma, se o dízimo era de fato uma ordem Deus, imaginem a circuncisão, que era vital para a mantenção da aliaça entre Deus e Abraão... Se usarmos as regras vigentes anterior a lei temos que adotar todas as práticas de Abraão...

nei

Samuel Renovato de Lima disse...

Pr. Altair Germano,
a paz do Senhor,

Parabéns pela iniciativa de falar sobre um tema tão complexo, mas necessário, que envolve a vida da Igreja do Senhor. Dízimos e ofertas.
Gostaria apenas de perguntar, se o texto de Malaquias não se aplica à Igreja, qual foi o fundamento da pregação de Jesus, de Paulo, de Pedro e de João, senão as Escrituras - A Lei, os Salmos e os Profetas - visto que à época do início da Igreja primitiva ainda o Novo Testamento não estava escrito e canonizado?

Um abraço fraterno,

Samuel Renovato de Lima.
Ev.Ass.de Deus Nova Cidade I
Natal-RN

ALTAIR GERMANO, disse...

Prezado Samuel Renovato,

a base dos ensinos de Jesus e dos apóstolos, embora fundamentados em grande parte no AT, não implicou na exportação e aplicação da Lei, nem dos aspectos culturais e cerimoniais do judaísmo à Igreja.

Os aspectos proféticos (messiânicos e escatológicos)do AT, juntamente com os princípios morais e espirituais, é que tiveram destaque e importância, principalmente na cultura gentílica.

A grande questão é que o AT tem sido usado de acordo com a conveniência de cada um, para fundamentar algumas práticas "legalistas" na igreja.

Abraços e paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Arquimedes,

mais uma vez é preciso distinguir entre princípio e norma.

São os princípios dos ensinos do AT, e não a observação dos modelos e das prescrições legais, que devem ser pregadas e ensinadas na igreja.

O Evangeho é vinho novo em odres novos.

Abraços.

Moyses Liberdade em Cristo disse...

Shalom...

Parabenizo pela ousadia de postar sobre assunto tão polêmico, sei que a postagem é antiga, mas para mim é nova, a tecnologia demorou um pouco mais para chegar aqui em casa, e também estou "gatinhando" na fé, sempre fui curioso com respeito ao assunto "Deus e o homem", quando na servidão do pecado, li de paulo Coelho a Lobsang Rampa procurando a "Verdade de Deus", encontrei na Bíblia, mas é incrível como vemos tantas acusações de heresias para outras denominações que usam versículos isolados e sem contexto, mas quando se trata da "nossa" denominação, aí vale tudo! Quando encontrei a "Palavra de Deus" mergulhei de cabeça nas suas páginas sagradas e a cada dia fico maravilhado com o que nela encontro, mas estou cansado desse "terrorismo" que ouço nos pulpitos por aí afora chamando os irmãos de ladrões usando esse texto como base, e completando com outro que diz que os ladrões não herdarão o Reino dos Céus, aí que muita gente acaba dando o dízimo não por fé, mas por medo de perder a salvação, e sabemos que, se não é por fé é pecado!
Que Deus nos ajude e continue a levantar homens com coragem como o Senhor para por em discussão essas questões polêmicas mas necessárias, estou colocando esse post, assim como outros de sua autoria em: Leituras Abençoadas; no meu blog, creio ser desnessária sua autorização, a intenção é abençoar e os seus posts estão especificados como seus; com os respectivos links...

Que Deus abençoe sempre...

Sebastião Cardoso disse...

Prezado Pastor Altair Germano,
não resta dúvida de que o irmão foi usado para esclarecer um assunto por vezes controverso, porém da maior importância para os evangélicos.
Por mais que tenha gostado do seu artigo, não posso deixar, porém, de concordar com os textos dos irmãos zwinglio rodrigues e "anônimo" sobre a falta de referência neotestamentária sobre o valor da contribuição.
O comentário do anônimo (nei), postado em 23 de Março de 2009 19:41, me pareceu perfeito...mas não foi postada uma contra-argumentação sua.
Assim sendo, fiquei feliz pelo seu artigo, mas acho que ele fecharia com "chave de ouro" se também esclarecesse, com base no NT, qual a referência para o valor de 10% a ser dado nos dias de hoje (lembrando que 2Coríntios 8 e 9 não fixam valores).
Que o Senhor lhe abençôe!
Sebastião

Anônimo disse...

moacir, rio claro, sp

começou bem , mas o fato de ter citado que se deve dar o dizimo e as ofertas segundo o que diz , aquele que semear pouco ,pouco seifará e o que semear muito , muito seifara , já esta gerando no coração do homem um interesse e isso diante de Deus não tem valor é barganha, devemos ajudar sim mas sem pensar em recompensas mas simplismente por amar ao proximo os mais nescessitados, o que as "igrejas" não o fazem(não gereralizando).

joão disse...

Excelente palavra irmão Altair. Sei que é dificil falar sobre esse assunto, mas a verdade deve ser falada custe o que custar. Apasar de fazer parte de uma organização que crê no dízimo, como forma de sutentar a obra de Deus na Terra, não concordo com a idéia de imposição ou mesmo certas colocações de irmãos que dizem que quem não dizima está roubando a Deus. A Bíblia diz que ladrões não podem herdar o Reino, e se não dizimar é roubar a Deus, isso contradiz a Salvação pela graça de Deus em Cristo.Esclareço que sempre fui dizimista fiel e tenho sido abençoado pela minha fidelidade, mas creio que é de forma voluntaria e por fé, não como "lei".

Cleuton disse...

Queridos irmãos o dizimo é claramente uma ordenancia e devemos entregalo sem questionar.E por falar nisso gostaria de entender por que não é aplicado segundo o texto biblico de Deuteronômio 14.27 ao 29. Será que agindo assim seriamos mais abençõados????????

João disse...

Muito esclarecedor este assunto. Acima está exposto o verdadeiro sentido do dízimo, bem como deve ser feito.

Eu pessoalmente ando meio triste meus irmãos. Estes dias tenho dado o dízimo na Igreja não com um coração voluntário e, sim porque sei que se não fizer isso, posso sair da lista de obreiros.

Dou o meu dízimo com um coração voluntário, mas essa maneira "obrigada" de dar ou desce tem me deixado muito triste. Pessoalmente, já me passou na mente largar tudo e ir para o banco, pois sei que alí "ninguém" estará me vendo.

É algo constrangedor...

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos Libertará disse...

Estava olhando as postagens do Blog do Pr. Germano e me deparei com esse. Temos que analizar e refletir neste tema, desprovidos de nossas crenças e deixar totalmente de lado aquilo que nos foi ensinado até hoje, para podermos entender realmente o que quer dizer Malaquias #.10.

Malaquias 3.10 fala sobre o dízimo que Israel tinha que dar/pagar.

Agora uma coisa muito interessante e que ninguém comenta, é Malaquias 3.1-4 que é para a igreja. É a profecia de como seria a oferta.

Deus começa falando que enviará seu mensageiro (João Batista) que anúnciará o Anjo ou Mensageiro do Senhor (Jesus Cristo ) e fala que ai a "OFERTA" não mais dízimo, será agradavel como nos tempos antigos, em que tinham que mandar o povo parar de trazer oferta...

Outra coisa que temos que perceber é que quando Abraão deu o dízimo a Melquisedeque. Esse dízimo não era fruto de trabalho e sim despojos de guerra.

Uma coisa muito importante é que Melquisedeque, era Sacerdote e Rei, ele detinha os 2 poderes, politico e religioso. Então vamos dizer que o dízimo naquela época era como os impostos hoje... e foi pago ao rei, melquisedeque. Hoje pagamos para o governo.

Vou deixar o texto Abaixo para que possa ser melhor entendido.

Quem quiser textos bem feitos, embasados, sérios e esclarecedores, podem me enviar um email solicitando que envio por email. tenho muito material...

corrigindoeensinando@gmail.com

Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos Libertará disse...

Perdão Pastor Altari!!!!1 pela minha grosseria, mas foi involuntária.

Quando eu disse que quem quiser textos bem embasados, sérios etc... que eu enviaria, NÃO QUIS EM HIPÓTESE ALGUMA DIZER QUE O SEU TEXTO É O CONTRÁRIO... O texto do Sr. é sério, embasado e bem esclarecedor, tanto que salvei na minha máquina, junto com outros que tenho.

Foi uma colocação ruim... Peço desculpas...

Tigerface7 disse...

eu dou meu dizimo com prazer ,as vezes até me aperto um pouco mas sempre vem as recompensas faço vários trabalhos extras ,dizimando sobre eles tambem ,e as coisas sempre me vão bem,porem sou da convicção de que dar o que lhe vai faltar é sacrificio de tolo ,de pessoas que querem aparecer mesmo ,porem se vc não dá o dizimo em um mes as coisas ficam estranhamente dificeis nos meses posteriores e forçando vc a não devolver o dizimo de novo,vejo aí uma ação clara do inimigo de nossas almas tentando diminuir as bençãos que Deus sempre derrama sobre os fiéis da Terra,uma outra coisa Deus não cobra atrazados se vc não contribuiu este mes ou no mes passado peça perdão a Deus e volte a contribuir com alegria no coração ,porque Deus sabe todas a s coisas e jamais iria desamparar um filho seu ,DEUS É FIÉl!!!
Paz!!! gostei do Blog!!!

Djalma disse...

obrigado meu irmão por voce existir deus ti abençoe continue assim para ver se o povo de Deus desenvolve na sua caminhada crescendo na graça e conhecimento
do senhor nosso Deus. A paz seja contigo.

Djalma disse...

obrigado meu irmão por voce existir Deus ti abençoe continue assim para ver se o povo de Deus desenvolve na sua caminhada crescendo na graça e conhecimento
do senhor nosso Deus. A paz seja contigo.

Miqueias disse...

Caro Pastor Altair.

É preciso ensinar urgentemente para esse povo que o periodo da DISPENSAÇÃO DA GRAÇA começa a partir da RESSURREIÇÃO DE JESUS, e não no dia do seu nascimento ou no ano que começou a sua missão.

Muitos assuntos que Jesus abordou nos evangelhos foram abordados segundo a antiga aliança, pois Jesus veio para cumprir a Lei e não para anulá-la.

A nova aliança começa basicamente após a ressurreição de Cristo e o marco é o Livro de Atos dos Apóstolos.

A dispensação da graça começou no ano 29 ou 33 d.C. e não no ano domini.

http://miquels007.wordpress.com

Elaine disse...

A paz do Senhor Jesus a todos!
Primeiro gostaria de dizer q a propria Biblia IPalavra do Senhor} diz q a letra mata! Esquecamos de teologia e clamemos pela revelacao atraves do Espiritu Santo!
Aconselharia a todos a ler todo o capitulo 3 de Malaquias, temos q ver o contexto, por duas vezes, vc encontrara q o q diz aih eh o Proprio DEUS falando (ASSIM DIZ O SENHOR) nao foi quem escreveu.
Tambem temos q observar q Jesus veio para cumprir e nao anular a Lei. Outra coisa o dizimo nao eh a lei do homem, eh DEUS falando, e tb o unico lugar q vc encontrara, Deus falando pra vc prova-lo!!!
Dizimo vem da palavra dez, nao existe de cinco ou qalquer outra coisa. Dizimo= 10%
Oferta= Gratidao.
Os q os Pastores fazem ou nao com o dinheiro eu nem penso, minha alegria eh poder devolver 10% do que DEUS tem me dado! Em relacao ao q vao fazer com o dinheiro de DEUS, eh entre o Pastor e DEUS.
NO Caso da nova alianca e a respeito dos gentios.
Se Jesus Anulou a Lei, podemos matar, adulterar, mentir, ter outros deuses....
Eh com muito amor e Carinho q escrevo estas palavras.

Ricardo Fernandes Nunes disse...

Eu entendo a partir dos anais da história veterotestamentária que foi registrado pelo profeta Malaquias 3.10, foi ali sentenciado a partir do afano que existia no templo pelos os tesoureiros que roubava os dízimos trazidos por amor e as ofertas depositadas como vemos no modelo que havia de ser recolhidas as ofertas naquela época,dentro do templo,se investigarmos de um ponto de vista analítico do modelo de práticas ofertantes voluntárias dentro do templo.Um texto fora de seu contexto só concorda com as formas heréticas de ser pregado o falso evangelho do movimento da fé.Eu concordo em todos os aspectos formulados em sua apresentação inspirada por Deus, Deus continue te abençoando!

SEMADESGA disse...

A paz do senhor Pr. Altair Germano
Desde que você veio em Natal pregar no na semana teológica, com o tema preservando a pureza da doutrina cristã, que fiquei maravilha com o seu conhecimento sobre este tema, ficamos todos maravilhados com tanta ousadia, e sinceridade, compromisso com a palavra de Deus, Deus te guarde e te proteja para levar esta mensagem a muitos lugares, entre outras, não dizendo que o Sr° é inerrante, todos temos falhas perante Deus, mais Deus esta levantando uma geração de pessoas que estuda a palavra de Deus, e as suas palavras estão nos ajudando muito.
este tema são debatidos por poucos, ja fui perseguido por causa disto, em querer apresentar a verdadeira interpretação sobre este tema, mas fiquei mal visto.
meus parabéns, nos ajude com estes ensinamentos, que Deus te recompensará por isso, nem que o Sr° veja o ceu aberto e os anjos no ceu, não pare de pregar desta maneira( me refiro a estevam).

Samuel Renovato disse...

Pr. Altair, a Paz do Senhor.

Parabéns pela forma como abordou tão rico e importante tema, aprendi. Li vários comentários que foram postados.
Se entendemos que o assunto dízimo é doutrina, e, se entendemos que doutrina é ensino e, como, o ensino deve ser colocado em PRÁTICA, para demonstrarmos que realmente aprendemos, pois só há aprendizado com a mudança de comportamento, quando éramos do mundo não dizimávamos, agora... "Quem está em Cristo nova criatura é as coisa velhas já passaram eis que tudo se fez novo" então, quando dizimamos demonstramos que aprendemos verdadeiramente a doutrina sem mais comentários.

Samuel Renovato de Lima

Gilson Barbosa disse...

Estimado Pr Altair,

Ainda que não precise disso, venho parabenizá-lo por um postar um texto tão esclarecedor. O primeiro irmão que comentou escreveu: "A vida inteira aprendemos uma coisa e, de repente, o que aprendemos está errado, a respeito dos dízimos e ofertas."

Esta é a questão: aprendeu errado, infelizmente. Não pretendo desqualificar o pastor que lhe ensinou isso, mas, não usou adequadamente as regras da hermeneutica.

Também escrevi em meu blog (www.pbteologil.blogspot.com) sobre dízimos e compartilho o mesmo pensamento.

Grande abraço.

Marco A Correia disse...

Pastor, sinceramente, acho que o senhor deveria mudar de igreja, afinal de contas a Assembléia de Deus é a grande responsável (historicamente) pela interpretação que aqui está sendo refutada.

Olin disse...

Queridos irmãos:

Tudo que li neste blog com referência a postagem sobre Ml. 3:10, vem de encontro com o Evangelho de Jesus Cristo, pois se trata exatamente de discursões infundadas. Lembre-se sempre que Deus não é Deus de confusão e o que vi, não tem fundamento Bíblico justamente por se tratar de controvérsias Bíblicas. O mais importante para Deus é exatamente o amor, que acaba de vêz com todos os tipos de contendas. Deus é o dono de tudo qunto há no universo, Ele por acaso necessita de dinheiro? Com a palavra, Jesus Cristo.

24 de fevereiro de 2012.

Olin disse...

Pr. Altair:
Parabéns pelo teu blog e principalmente pela postagem sobre o dízimo, concordo plenamente com as suas colocações, porém saibamos que no contemporâneo, as Igrejas de Deus já não se preocupam muito com a principal missão deixada por Jesus Cristo em Mc. 16:15.
Agora a missão do evangelho tem sido trocada pela Aristocracia.
O assunto referido, terá como apoio principal, Hb. 7:5.
A retirada da obrigatoriedade de dizimar hoje, seria para as Igrejas de Deus como a potássia para a prata; ou seja, tiraria toda imundícia hipócrita dos altares de Deus, porque dai em diante se trabalhariam apenas e tão somente pelo verdadeiro amor.
Sou coeso com o senhor nesta colocação.
Mais uma coisinha quero dizer, debater esta tese com os contrários é perca de tempo, pois os mesmos retrucaria até o prórpio Deus se pudesse, à favor do recebimento dos dízinos.

Reginaldo Barbosa disse...

Mas aí vem a desculpa que o dizimo foi estabelecido antes da Lei ser promulgada, o que eu antes, também defendia.
COMO FOI O DIZIMO ANTES DA LEI

a) O dízimo que Abraão deu a Melquisedeque não era daquilo que ele possuía, mas dos despojos que ele espoliou de seus inimigos, quando os matou. Se, este principio é válido para os cristãos, logo, não será pecado matar meu inimigo e se apossar de seus bens e dá-los à igreja, pois foi isso que Abrão fez. Também, antes da lei ser estabelecida, Abraão praticou e estabeleceu a circuncisão e, se for pelos princípios de Abraão, creio que também deverei me circuncidar.

b) Não temos evidências que Abraão foi dizimista, pelo fato de ter entregado o dizimo apenas UMA ÚNICA VEZ. Abrão também mentiu duas vezes, mas isso não o faz mentiroso, assim como o fato de ele ter dizimado uma vez.

c) Jacó fez um voto desnecessário, pois antes, Deus já havia prometido abençoá-lo e guardá-lo e ainda disse mais: "não te deixarei, até que se cumpra tudo o que tenho dito a teu respeito”. Não podemos dizer que Jacó foi dizimista, pelo fato de ele haver feito um voto de entregá-lo, se Deus cumprisse com as determinações que ele impôs (como muito fazem hoje). Lembremos que Jacó quer dizer enganador e nesse tempo ele ainda não era Israel, e no cap. 35 de Gn., quando ele chega de volta à sua terra, mais de 20 anos depois que fez o voto, não temos notícias de que ele cumpriu a sua promessa em relação a entregar o seu dízimo, como havia votado. E, se o fez, a quem ele entregou seu dízimo, pois também, não temos notícia de que havia algum sacerdote do Senhor naquele tempo, já que Melquisedeque já havia morrido, e Levi, seu filho, ainda era uma criança?

Samuel Renovato disse...

Pr. Altair, a Paz do Senhor,

Meditando por estes dias sobre o texto postado no seu blog, cheguei a conclusão que a questão do dízimo tem gerado controvérsias tendo em vista a perspectiva pela qual os debates têm sido colocados, senão vejamos:

Perspectivas:

Do tempo, se é da Lei ou da Graça,

Do lugar, era para ser dado na casa do tesouro, o Templo, mas ele já não mais existe, então, não precisa ser mais dado.

Do aspécto cultural-histórico, exclusividade dos judeus, porém, nem mesmo eles estão mais dando o dízimo.

Ao meu ver, devemos estudar a questão do dízimo sob
a perspectiva da resposta à questão de quem é o dízimo, ou melhor, a quem pertence o dízimo?

A Bíblia nos diz em GN - 1,1 , Lv - 27- 30 a 34, Sl, 24,1. Quando compreendemos que O Senhor DEUS tem a posse de tudo e que nós somos apenas mordomos e que haveremos de prestar-lhe contas daquilo que Ele colocou em nossas mãos, se nos apropriamos indevidamente do dízimo, creio pra mim, que estamos cometendo o crime de "apropriação indébita" e isto está previsto no Código Civil Brasileiro, razão pela qual, O Senhor usou a expressão forte no contexto do livro do profeta Malaquias para chamar os judeus de ladrões. Assim exposto, entendo que DEUS ainda é o dono de tudo, portanto, o Dízimo ainda pertence ao Senhor, não cabendo qualquer pretexto, sob qualquer ótica ou qualquer justificativa para não devolvermos a quem de direito, salvo melhor juízo.

Ev. Samuel Renovato de Lima

Rafael Ferreira disse...

Sabe qual o maior erro dos que concordam em devolver o dízimo... são acomodados que o que suas igrejas (doutrinas) ensinam... Se formos despertado pelo Espírito Santo de Deus e tivermo VONTADE de ler, aprender e interpretar de maneira sábias muitas coisas deixariam de acontencer e nossas igreja... por exemplo campanha disso ou daquilo outro... campanha é bíblico NÃO. Mas tem muitos que conconrdam isso porque vivem numa doutrina e bíblia (CRISTO).

Unknown disse...

Enfim, um pastor coerente com a hermenêutica e exegese bíblica. Parabéns Pr. Altair. Apesar de não conhecê-lo, já o admiro.

Att; Jonas.

Diogo Chagas disse...

Amados em Cristo,

Usar 2º Corintios onde se diz "cada um contribua conforme seu coração" não sustesta a obrigatoriedade de dar a "Igreja", ou o Templo, pois Paulo estava se referindo aos pobres e não a ele próprio.... Onde se diz Santos, quer dizer os irmãos necessitados.

Outra coisa, o Dízimo bíblico sempre foi em alimentos e nunca em dinheiro, além disto, tais alimentos eram destinados aos necessitados, e já existe dinheiro no Livro de Genesis, há mais de 60 passagens onde você pode encontrar dinheiro ou prato no antigo testamento.

Portanto, o significado sempre foi o amor para com o próximo....


Paz de Cristo a todos.

A. Esteves disse...

Pr Ciro Sanches Zibordi comentando em seu blog sobre o tema ‘’Dízimo é uma obrigação, um ato de amor ou ambas as coisas?’’, enfatiza fervorosamente, a ''atemporalidade'' da Lei Mosaica e o dever dos cristãos de, semelhantemente aos judeus sob os ditames da Lei Mosaica na Antiga Aliança, pagar rigorosamente os seus dízimos (10% das suas rendas - a palavra ‘dízimo’ significa exatamente isto). Só não explica porque não é mais com o pr´prio produto da terra e da pecuária e porque perdeu a sua original finalidade como determinava a Lei dos judeus, sendo agora obrigatório pagar somente em dinheiro vivo, contrariando o que detrminava o que está escrito na Palavra do Senhor em Dt 14.22-29.
Pr Ciro ensina isto quando diz: ‘’Porque a graça NÃO ANULA todos os princípios e MANDAMENTOS divinos contidos na LEI MOSAICA. Uma análise do assunto, sem preconceito, não deixa dúvidas quanto à ATEMPORALIDADE da LEI MOSÁICA em relação ao DEVER de se 'contribuir' com o dízimo. ’’ (as palavras em maiúsculas são minhas). Dessa forma o insigne pastor prega a obrigatoriedade de se pagar o dízimo baseando-se principalmente em Malaquias 3 (logo, compulsoriamente), e não como oferta voluntária de amor, como ensina a Bíblia na Nova Aliança do N. Testamento. Ele mostra ainda que as novas ‘’casas do tesouro’’ hoje passaram a ser as diversas igrejas e denominações cristãs locais existentes em todo lugar.
Finaliza dando ‘’Graças a Deus’’ e dizendo: ‘’nem todos crentes foram influenciados pela PERIGOSA conduta de demonizar o dízimo. Caso contrário, algumas igrejas já teriam FECHADO AS PORTAS...’’ (???) - As igrejas iriam ‘’Fechar as portas’’ não fosse os dízimos arrecadados, pastor? E as ofertas alçadas, contribuições voluntárias, dinheiro de ‘votos’, doações, não bastam? Então os crentes precisam ser ameaçados no DEVER de ‘pagar’ o dízimo (que oferece mais arrecadação), para que a igreja não vá à ‘’falência’’?
[às vezes fico me perguntando se ‘ouvi’ mesmo tal declaração do insigne pastor...]
Jamais se viu tal ‘preocupação’ na igreja primitiva. Os crentes da época jamais acharam, em momento algum, que a caminhada da igreja nesta terra dependesse ‘principalmente’ de dinheiro. Ademais, não há sequer uma só menção no Novo Testamento de que os discípulos ou qualquer dos membros da igreja tenham PAGO os 10% dos seus ganhos. E dos apóstolos, apenas Paulo fala sobre finanças na igreja e suas finalidades, tendo reservado para isso um capítulo inteiro (1Co 9) para falar sobre o assunto sem citar um só versículo em que mencione a palavra ‘dízimo’, mas somente ‘ofertas’. Nunca jamais a igreja correu risco de ‘’falir’’ em sua missão, que é de ganhar almas para o reino de Deus por falta de dinheiro.
É claro que, bem diferente de hoje, o povo cristão tinha naqueles tempos áureos da igreja, pré-disposição para contribuir, se necessário, até com tudo que possuíam (alguns, voluntariamente, fizeram isso), motivado apenas pela qualidade do ensinamento que recebiam, pelo exemplar testemunho que vinham em seus líderes, pela operações de milagres que presenciavam, testemunhando que Deus estava entre eles. Como nos dia a Palavra do Senhor: ‘’ E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias ACRESCENTAVA o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

P.S – Peço desculpas pelos erros. Não fiz correção do português e não sou bom em redação.