sábado, 17 de maio de 2008

DÍZIMOS E OFERTAS - UMA DISCIPLINA ABENÇOADORA - SUBSÍDIOS PARA LIÇÃO BÍBLICA (03)


Estou concluindo com este post, os subsídios para a lição bíblica desta semana. Como anunciei, depois de publicar uma relação de links com estudo contrários, e outros com estudos favoráveis a prática do dízimo, farei uma retrospectiva dos posts e concluirei com uma síntese sobre o assunto.

1. Links que sustentam uma posição contrária ao dízimo

- DÍZIMO: Contribuição da lei ou da graça (Luciana R. A. Viana)
- DÍZIMO: superstição ou obrigação
- O Dízimo do Velho Testamento versus o Dadivar do Novo Testamento (Brian Anderson)
- Dízimo, deve-se ou não pagar? (Paulo da Silva Neto sobrinho)
- O crente e o dízimo (José Fontoura)

2. Links que sustentam uma posição favorável ao dízimo

- Dízimos (Elias Oliveira)
- Dízimos e Ofertas (Montesião)
- Determinações Bíblicas para os Dízimos e Ofertas Alçadas (Solano Portela)
- E a questão do Dízimo??? (José Barbosa Júnior)
- Afinal de contas, devem ou não os cristãos dar o Dízimo?(Dr. Leadnet)
- Dízimo: mordomia e contribuição (Luciano Subirá)

3. Principais argumentos contrários e favoráveis


a) Argumentos contrários

- O dízimo, não poder ter sua obrigatoriedade na igreja, fundamentado em Malaquias 3.8-12, pois desta forma se tornaria uma prática legalista e não uma contribuição voluntária.

- Não existe no Novo Testamento nenhum mandamento ou orientação para a prática do dízimo pela igreja. Mateus Mt 23.23 é uma palavra destinada aos fariseus: "Dizer que, uma vez que Jesus falou a estes fariseus que deviam dizimar, isto força que também nós devemos dizimar, ignora o fato que aqueles fariseus viviam sob pacto e leis diferentes daqueles de um salvo do Novo Testamento" (Brian Anderson)

- O dízimo tem servido como instrumento de opressão e barganha com Deus por grande parte da liderança cristã.

b) Argumentos favoráveis

- O dízimo antecede a Lei no Antigo Testamento. Como exemplo disto "Abraão deu o dízimo a Melquisedeque (Gn 14.20) e Jacó também fez votos de dar a Deus o dízimo de tudo o que no Senhor lhe concedesse (Gn 28.22). Portanto, o dízimo não "nasceu" como uma ordenança e sim como um ato espontâneo, que depois foi instituído como lei ". (Luciano Subirá)
.
- O Novo Testamento não orienta claramente, mas também não suspende claramente a prática do dízimo.

- O dízimo tem servido de instrumento de bençãos para quem contribui e para o suprimento das necessidades financeiras da igreja local.

4. Considerações Finais

Analisando a Bíblia e os vários comentários sobre a prática do dízimo, fica bastante evidente os pontos abaixo:

- O dízimo é uma prática bíblica anterior a Lei de Moisés.

- O dízimo, assim como as próprias ofertas, não deve ser ensinado como uma prática "legalista" para a igreja. As contribuição financeiras, incluindo o dízimo, devem estar fundamentadas na voluntariedade, na liberalidade, na alegria, na fé e no amor

"E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus, visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos, enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da superabundante graça de Deus que há em vós. Graças a Deus pelo seu dom inefável!" (2 Co 9.6-15)

Os crentes que se utilizam do argumento de que o dízimo é uma prática legalista, não devem se privar do grande privilégio de assim servir ao Senhor.

Oro para que o sentimento que envolveu o coração de Abraão, de Jacó e de tantos outros santos, e que está presente no coração de milhares de cristãos, os impulsionando desta forma a contribuir, esteja também no coração de todos os demais.

"porque Deus ama a quem dá com alegria"

15 comentários:

Eric disse...

Pr. Altair:
Admiro o seu trabalho em relação a este blog e estou certo de que o Sr. é um homem sábio

Não sou a favor do dízimo ser algo imposto pela igreja, afinal isto não faz com que o congregado dê o seu dízimo de coração.

Mas a pergunta é: O dízimo pode ser entregue a uma pessoa específica? Tipo posso dar o meu dízimo a uma pessoa que necessita ou a um orgão na igreja? Se não pode qual é o motivo?

Abraço e Paz

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Eric, uma vez que o Novo Testamento não normatizou de forma específica a entrega dos dízimos, se aplica aos mesmos o princípio de Atos 4.34-37 e 1 Co 16.1-4, ou seja, os dízimos e as ofertas devem ser administrados pela liderança da igreja (depositados aos pés dos apóstolos).

A paz do Senhor!

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Pr. Altair Germano!

Mais uma vez seu blog traz uma assunto de muita seriedade e ao mesmo tempo polêmico, sem no entanto, ignorar os pensamentos contrários e contrapo-los segundo as escrituras sagradas.
Concordo em gênero, número e grau com suas conclusões finais e também com a reposta ao amigo Eric.
Parabéns!

Zwinglio Rodrigues disse...

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"O Novo Testamento não orienta claramente, mas também não suspende claramente a prática do dízimo."

http://altairgermano.blogspot.com/2008/05/dzimos-e-ofertas-uma-disciplina_17.html
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"Fundamentar uma argumentação no que não está escrito é perigoso.

Se não adotarmos tal postura, as discussões acabarão sempre esbarrando no velho jargão:

'A Bíblia não aprova, mas também não condena'".

http://altairgermano.blogspot.com/2008/05/uma-questo-de-convenincia.html
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Irmão Germano,

Com a sua fala mais acima sobre a prática do dizimar, o colega acabou por cair na condenação proposta por você mesmo quando falou do ministério feminino.

Será que é uma questão de CONVENIÊNCIA?

Irmão, precisamos ser objetivos e corajosos para admitirmos que o DÍZIMO não está, em hipótese alguma, delineado como uma prática neotestamentária.

O que temos é uma mudança de uma prática percentual para uma prática liberal segundo o que se pode dar e o que se propõe a dar...

Aí, fica demonstrado que se semeio pouco, pouco ceifo; se semeio muito, muito vou colher...

Vejo muito esforço para se tentar fundamentar a legitimidade da prática dos dízimos pela Igreja, mas, o que encontro são distorções exegéticas fruto de um "estica daqui e estica dali" de referências bíblicas para compor um esboço doutrinal deformado...

Minhas perguntas são:

A Igreja pode sobreviver sem a insistência anti-escriturística (neotestamentariamente falando)da prática dizimal?

Se as denominações disserem ao povo que os dízimos não precisam ser mais repassados porque a prática não é neotestamentaria, as arrecadações vão cair?

Se sim, o q isso revela?

Se não, a Igreja se despreenderia de mais uma prática tradicional não corroborada pela pregação apostólica. Algo que seria libertador e salutar.

O que pensam de fato os líderes? Pensam em uma pregação neotestamentaria a todo custo, ou pensam em não deixarem de administrar muito dinheiro advindo dos dizimistas?

Se devemos nos espelhar em Abraão que deu o dízimo a Melquisedeque, não seria melhor sermos mais generosos do q Abraão q deu menos do que davam os povos contemporâneos dele aos deuses estranhos?

A prática abraâmica, embora registrada na Bíblia, não é apenas uma escritura que reflete um costume cultural?

(repetindo)Se não há uma normatização, não seria mais genoroso, e portanto mais neotestamentario, darmos 20% como faziam os pagãos do tempo dele?

Um dos argumentos para não observarmos a guarda do sábado, é que o NT fala de todas as demais leis do Decálogo, menos da guarda sabática.

Ora, se não fala da guarda do sabado, e por isso também, não devemos guardá-lo, é justo dizermos ao povo que da mesma maneira, o NT não fala dos dizimos como uma prática continuada e, por isso, não devemos praticá-la.

Caro colega, em se tratando de vida doutrinal eclesial, devemos sempre partir da revelação neotestamentária para chegarmos à revelação veterotestamentaria.

Esta tem que descansar sobre aquele, e não o oposto.

Portanto, muito embora não critique as denominações que pregam a atualidade da prática do dizimar,

eu não vejo de nenhuma maneira, fundamentos neotetsamentarios sólidos e irretorquíveis para
se continuar a dizer ao povo que ele deve, por essa ou por aquela razão, continuar a dizimar.

O que isso iria causar nas entradas das denominações seria um problema delas.

Mas, mais importante do que ficar cosntruindo espantalhos doutrinais, é falar a verdade.

Essa é a minha opinião dada de maneira parcial.

Abraços!!!

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre pastor Zwinglio, em relação ao ministério pastoral feminino, quando cito a questão da "conveniência", não estou tomando posição contrária ou favorável ao mesmo, apenas falo que o silêncio da Bíblia é utilizado por muitos tanto para defesa como para condenação da ordenação feminina.

No que diz respeito ao dízimo, ao ministério feminino ou a qualquer outro tema bíblico, uma análise no que "toda a escritura" diz sobre o assunto é sempre coerente. Dessa forma "o não está escrito", pode não está escrito literalmente, mas seus princípios podem estar presentes norteando outras situações e contextos.

Desejar plena unanimidade de opiniões é utópico, devido as próprias dificuldades em relação ao texto bíblico, principalmente quando não há clareza sobre o assunto em questão, como também nas múltiplas idéias pré-concebidas pelos intérpretes.

Adotar uma posição, desde que não fira a santidade de Deus, não contradiga cabalmente a sua palavra, e que esteja fundamentada na humildade, no amor a Ele e ao próximo é aconselhável.

No amor de Cristo

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre companheiro e pastor Carlos Roberto, sua visita neste blog é sempre motivo de alegria de minha parte.

Suas palavra sempre são encorajadoras.

Um abraço e a paz do Senhor!

Anônimo disse...

OLA PASTOR OBRIGADA FOI D MUITA ULTILIDADE SEU TRABALHO P MIM.ATE PEGUEI ALGUNS TOPICOS P MEU ESTUDO SOBRE O ASSUNTO.FIQUE NA PAZ Q DEUS CONTINUE TE ABENCOANDO.

Anônimo disse...

Queridos irmãos, pastores e etc.
estudando o assunto dos dizimos e ofertas cheguei a seguinte conclusão: os dizimos são uma pratica legalista sim !!! malaquias é um profeta legalista, em torno de 450ac, da mesma forma que Esdras e Neemias; e por falar em Neemias observemos o capitulo dez versos 37 e 38:
as primicias da nossa massa, a nossa oferta, o fruto de toda arvore, o vinho eo azeite traríamos aos sacerdotes, às camaras da casa do nosso Deus; os dizimos da nossa terra, aos levitas,pois a eles cumpre receberos dizimos em todas as cidades onde há lavoura.
O sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando recebessem os dizimos, e os levitas trariam os dizimos dos dizimos à casa do nosso Deus, às camaras da casa do tesouro.
concluimos que: todos os dizimos não eram entregues no templo (no templo eram entregues a primícias e os dizimos dos dizimos, entregues pelos levitas) e quanto ao roubo mencionado por Malaquias, é só esaminar Neemias 13, 10e11.
vamos colocar um ponto final neste mistissismo,dogma chamado osenhor dizimo, e passemos a contribuição voluntaria, pregando que ela é uma necessidade humana e não usando Deus, como uma arma amaldisoadora, honestidade verdade, é isso que é a verdadeira boa nova.
a paz do Senhor para todos.

Mark disse...

Pr.Altair, gostaria de saber se o dízimo, é tirado sobre o bruto ou o líquido dos meus rendimentos? Se possível mostrar-me algum versículo como base....
obrigado

oscarito disse...

pr OSCARITO PAULO NOGUEIRA

CREIO QUE O HOMEM ESPIRITUAL ENTENDE QUE O DIZIMO TAMBÉM É ESPRITUAL ASSIM COMO TODA A BIBLIA DISCUTIR SE É LEGALISTA OU NÃO CREIO QUE NÃO LEVA A LUGAR NENHUM,SE CADA CRISTÃO ENTENDER QUE O REINO DE DEUS SÓ VAI SER PLANTADO NA TERRA COM A CONTRIBUIÇAO DE CADA UM AI VAI ACABAR AS DISCUÇOES..O MAIÓR PROBLEMA É QUE A MAIORIA CONVERTE TUDO MENOS O BOLSO..GRAÇA E PAZ..

sander disse...

paz pastor altair germano , respeito sua opiniao , mais entendo que nao adianta fazer um estudo onde fala que nao devemos usar malaquias para cobrar o dizimo e dizer que a pratica do dizimo é corréto , quando vc disse que a biblia nao fica clara com relaçao a dar e nao dar , eu discordo porque o texto de atos 15 :30 , como vc ja conhece , onde paulo saiu pregando o evangelho e formando grupos gongregacionais , falando da graça em CRISTO , e outro grupo de judeos vinha atras colocando a lei na pregaçao de paulo , a contenda foi muito grande e qual foi a decisao dada para os gentios , ali esta firmado a nossa obrigaçao pela fé e graça , se o dizimo fosse algo tao importante e de tanto valor , ele éra obrigado a estar naquela decisao vc nao acha? eu entendo que o que é doutrina é doutrina o que nao é , nao podemos tenar formala como tal .

mais como disse no começo respeito sua posiçao , cérta ves alguen me perguntou , como entao que uma igreja pode sobreviver ? eu disse a ésta pessoa pergunte aos testemunhas de jeova ou aos da congregaçao crista ou qualquer outra que nao existe a pratica do dizimo ! e nao sao igrejas pequenas nao hem !

agora ésta deste ultimo pastor que postou que a biblia é espiritual e o dizimo tambem !!! olha eu morro e nao vejo tudo , se esta na frente de uma igreja como será seu rebanho !!! nao falo com relaçao a palavra mais sim do dizimo

prsamuelpereira disse...

Meus cumprimentos em Cristo Jesus, caríssimo ALTAIR GERMANO;

È por justiça, um dever em reconsiderar vossa exposição; porém , não sou limitado na minha crença, de que dízimo nesta NOVA ALIANÇA, quando ofertado ou devolvido como queira o circunstante, trata-se de fé. Como o tratado apresentado por V,Rma., têm no seu bojo o sotaque assembleano, e como tal, fui da Assembléia de Deus por 42 anos, saindo de suas fileiras para abraçar um ministério em outra denominação pentecostal, reafirmo que, não sou contraditório as ofertas ou doações, portanto, sem qualificar a porcentagem, e sim preservo na minha teoria que dízimo é um legalidade de propriedade exclusiva dos levitas, conforme "ESCRITO ESTÁ NO PENTATEUCO". O famoso e convidativo refrão de Malaquias 3.6-10 é uma conclamação aos israelitas, em não cumprirem as observações legais determinadas pelo Senhor Deus, quanto a manutenção dos serviços próprios do santuário bem como, dos cantores, porteiros e levitas cooperadores nas atribuições do santuário. O legalista Malaquias recebeu a incubência de alertar a nação judaica para rever suas obrigações que tinham força de lei. Reconheço que somos dizimistas por empréstimo, assim como por empréstimo a Igreja Católica Romana, submeteu-se a plagiar em suas missas o " O INCENSÁRIO", "A ESTOLA SACERDOTAL" "O SANTÍSSIMO", como se fosse "A REPRESENTAÇÃO DOS DOIS QUERUBINS" demonstrando a presença de Deus no SANTO DOS SANTOS. Depois que Cristo morreu, cumpriu em si mesmo todo propósito divino revelado na lei, nós da nova aliança ficamos livres. Já que não existe em todo NOVO TESTAMENTO,observância, OU SEQUER ACONSELHAMENTO ordenado para ofertar. Seguiríamos um entendimento noviço. Nosso costume em ofertar deveria ser DAR COM LIBERDADE E LIBERALIDADE, sem a ostentação legalista judaica. Quem puder dar, faça com liberalidade, dando tudo, ou com nada contribuindo, se for o caso, porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas, sim paz, justiça e alegria no Espírito santo. O fato de ofertar com liberdade e liberalidade não nos daria o direito de ser indiciplinados, contanto que vivamos segundo a piedade. Numa fé sem hipocrisia. - Penso eu, quando nos lançamos a tomar por empréstimo uma nomenclatura de um povo que tambem é de DEus, mas, com finalidades e rituais diferentes, ainda que alegoricamente espirituais, admitamsos que nossa construção tem outro fundamento, nosso mestre é Jesus Cristo (Deus), não nos levou a plagiar os costumes judaicos, apenas frizou em alto e bom som, "DÊ A DEUS O QUE É DE DEUS".
Deixo-os a vontade pra fazer uma lista daquilo que pertence a Deus.
Acreditamos não ser mais necessário uma interveenção divina quanto ao estado de propagação daquilo que tem sido motivação para muitos se tornarem mercenários, em nome de Deus blefando com as coisas divinas. talvez essas teses surtam efeitos pela palavra da verdade que é apta para ensinar, redarguir, e tambem CORRIGIR. Com meu abraço prsamuelpereira

prsamuelpereira disse...

PR OSCARITO
Vossa reverendíssima usou bem o termo para as ofertas doadas liberalmente, pelos assistentes da entidade religiosa. CONTRIBUIÇÕES.
O que se leva em conta não é a espiritualidade do membro, mas sim a pertinência do DÍZIMO, em relação ao ensino desprovido de garantias interpretativa da SOLA SCRIPTURA.

prsamuelpereira disse...

pr Oscarito

Seu modo de atuar lembra-me certos pregadores pentecostias que primam por refrões e comparativismo. ORA, bolso convertido não cabe aqui e agora. O assunto é muito mais sério do que aquilo que se pensa. ENTÃO VAMOS PENSAR COMO VERDADEIROS INTERPRETADORES DA SANTA PALAVRA. ELA VEM DE DEUS. Onde não há sombra e nem variação; PENSE NISTO. E também apta para ensinar, redarguir,E CORRIGIR. Se tam algo errado em intrepretar Malaquias como base para a igreja Cristã, porque não reaver este erro no ensino. Lembre-se que se discute aqui "VERDADEIRO ENSINO" e não simplesmente a ganancia para abarrotar a RECEITA da Entidade que supre os gastos necessários. Livre-nos o Senhor desta OBRA, taxar-nos de Mercenários.

prsamuelpereira disse...

Agradeço ao Pastor Altair Germano
A inclusão no seu blog para sediar minhas teorias bíblicas - com meu abraço pastorzão