terça-feira, 25 de março de 2008

VOCÊ SABIA?


Gunnar Vingren, fundador da Assembléia de Deus no Brasil, foi um fervoroso defensor do ministério da mulher na igreja, vindo a consagrar em 1926, no Rio de Janeiro, a primeira diaconisa das Assembléias de Deus, a irmã Emília Costa.

Fontes:

- Dicionário do Movimento Pentecostal. Isael de Araújo. CPAD
- História da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil. Silas Daniel. CPAD

27 comentários:

Paulo Silvano disse...

Caro Pastor Altair,
Há uma foto emblemática, que parece revelar essa disposição do missionário Gunnar Vingren. A foto está no livro "O Diário do Pioneiro", p. 96, e mostra os missionários suecos que serviam no Brasil em 1930. No centro da foto aparece Gunnar Vingren, ao lado da esposa Frida, única mulher na foto.
Sempre perguntei: Cadê as outras esposas? Atentando para o relato do livro, suspeito sériamente que o ministério de Vingren só foi o que foi pela ação pastoral da valorosa Frida.
Sugiro que no centenário da Assembléia de Deus no Brasil homenageássemos Frida Vingren, reconhecendo o legado ministerial de uma porção de mui valorosas mulheres assembleianas, pastoras de fato, não necessáriamente esposas de pastores, que ministram espalhadas por este Brasil.

Paulo Silvano

Anônimo disse...

Gostaria de ouvir um comentário do doutor Antonio Gilberto a essa respeito, pois é claro que ele dirá que a Bíblia está acima até de nossos fundadores!

Não existe em parte alguma da Bíblia consagração de diaconisa. "Escolhei sete VARÕES de boa reputação" - atos 6.

Lucimauro*Assembléia de Deus disse...

A paz do senhor pastor altair!
gostaria de saber qual o propósito do pastor em colocar em seu blog esta postagem.
Daquele que ama a assembléia de Deus e seus orgãos históricos.

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Paulo Silvano, a história revela a grande cooperação que a irmã Frida deu ao seu marido, mas penso que Vingren tem seus méritos pessoais.

Vossa sugestão é válida, mas como bem colocado, num meio em que muitas vezes a esposa de um obreiro não tem "nome", não sei se ela será lembrada.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Muito bem anônimo, só para mexer com o tema, atualmente nas Assembléias de Deus ligadas a CGADB, existem regiões que consagram "diaconisas".

A questão não é tão simplória o quanto parece!



Um abraço!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Lucimauro, meu propósito é meramente informativo, ao mesmo tempo em que mostro que a discussão e polêmica em torno do tema é bastante antiga.

Paz do Senhor!

Victor Leonardo Barbosa disse...

olá pastor Altair.
se Gunnar Vingreen era a favor que a mulher trabalhasse na igreja, eu concordo plenamente, creio que ele não era a favor de pastoras, mas se fosse iss não significa que a AD tenha que adotar tal postura, uma vez que ela foi fundada não somente por Vingreen, mas também por Berg e mais outros irmão vindos da Igreja batista.
Tanto igualitaristas e Diferencialistas defendem a atividade da mulher na igreja, todavia os diferencialistas( Gutierres, Ednaldo, eu e outros) não cremos que há base bíblica para o oficío de diaconisas e pastoras, pleo contrário, ela até mesmo contra tal atidude.

Abraços e Paz do Senhor!!!

Elisomar disse...

Bom, apesar de não ter essa experiencia como esposa de ministro,acho que é muito melhor ser companheira de trabalho do que pegar no leme do barco sozinha. Digo isso não por preconceito,{porque tenho consciência que Deus não escolheu apenas os do sexo masculino para realizar sua obra}. Tem mulher muito mais capacitada na igreja do que muitos homens que nem desenvolvem o trabalho do Senhor e nem têm hombridade para entregá-lo para outro. Hoje a situação está muito boa, o que tem de pastores não está no gibi, mas tenho ceteza que aquelas mulheres do século passado, exerceram e com muito vigor o trabalho não só de diaconisa assim como o de pastora. E foi com o trabalho e oração daquelas mulheres junto com seus maridos, que o Brasil foi abençoado.

ALTAIR GERMANO, disse...

Victor Leonardo, pouco se discute sobre esse tema em nosso meio assembleiano. Acho aqui um bom espaço para isso. Não vou levantar bandeiras, mas levanterei questões que são interessantes para a consolidação das diversas opiniões sobre o assunto.

Por exemplo,

Em 1 Tm 2.11-12, temos claramente a orientação paulina de que "A mulher aprenda em silêncio, com toda submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o homem; esteja porém em silêncio.

1. Há inúmeros casos em nossas igrejas de mulheres com ação pastoral, em virtude de algumas "necessidades" locais;

2. O que falar das missionárias (apóstolas????) que tanto ensinam questões doutrinárias como também exercem autoridade sobre os homens na igreja;

3. E as dirigentes de mocidade, campanhas evangelizadoras, etc. que também ensinam e exercem autoridade sobre (ou de) homem na igreja;

4. Sim, lembrei-me das conferencistas!

Não podemos entender tais questões como meramente culturais, visto que Paulo apela para um princípio bíblico-teológico: "Pois primeiro foi formado Adão, depois Eva." v. 13

O quê fazer?

Afastamos todas as mulheres dos cargos e funções onde exercem autoridade sobre os homens e ensinam na igreja?

Reconhecemos a legitimidade do ministério feminino, alegando que as mulheres no N.T. não foram consagradas por questões da cultura "patriarcal"?

Ou, procuramos na Bíblia, fundamentos para o papel das mulheres em nossas igrejas (assembleianas), para dessa forma não mudarmos nada do que já foi feito, mantendo assim os limites já estabelecidos (mesmo que seja difícl saber ao certo quais são)?

Convido os leitores para participarem dessa discussão salutar.

Um abraço!

ALTAIR GERMANO, disse...

Elisomar, realmente, tanto no passado quanto no presente, o papel da mulher na igreja é de fundamental importância.

Paz do Senhor!

Elisomar disse...

É como pastor Altair falou: tem que se ver a cultura da época do apostolo Paulo. Também havia a problemática de a mulher ser mais sensível as crendices e superstições daquela gente,podendo assim influenciar e macular a igreja do tempo de Paulo. Sabemos perfeitamente que com os homens está uma maior força física mas com a mulher, o mover da cabeça e amolecer do seu coração.

Anchieta Campos disse...

Nobre Pastor Altair Germano, a Paz do Senhor!

Não vou sucintar um debate sobre o tema aqui (fui um membro ativo de um recente no blog do seu conterrâneo, o irmão Daladier).

Vou apenas deixar o link de um humilde artigo de minha autoria, onde procuro expor o tema:

http://anchietacampos.blogspot.com/2007/11/prolas-de-uma-pastora-liderana-pastoral.html

Deixo também o link de um artigo postado no CACP:
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=459&menu=7&submenu=4

Respeitosamente,

Anchieta Campos

Vitor Hugo da Silva disse...

As mulheres sempre tiveram e sempre terão um papel importantíssimo dentro dos trabalhos eclesiásticos. Existem mulheres que são exemplos de determinação, coragem, e fidelidade para muitos homens. Isto é algo indiscutível. Porém, nomeá-las pastoras ou diaconisas é outro caso. Pois, até hoje nunca precisou tal atitude dentro da Assembléia de Deus; porque agora necessitaria? Está faltando homens com o chamado? Está faltando homens capacitados?

Na minha opinião isto não passa de vaidade pura. Não é necessário reconhecê-las com uma nomenclatura para destacá-las como mulheres de Deus. Isto é vento, vazio, sopro, não irá edificar em nada, pelo contrário, irá causar escândalo, pois nunca precisamos disto. O grande problema é que todos os pastores concordarão que suas mulheres são aptas para serem chamadas de pastoras. Assim como muitas apóstolas.

Isto é vaidade e não é necessário para os nossos dias. Repito: As mulheres sempre terão seu espaço dentro das atividades eclesiásticas, mas não quer dizer que é necessário nomeá-las a pastoras.

Deus os abençoe!
Vitor Hugo
pericopecc.blogspot.com

Victor Leonardo Barbosa disse...

Concordo como xará Vitor Hugo, e me lembro da frase de Lutero: " Paz, se possível, mas verdade, a qualuqre custo".
Infelizmente com o aumento do número de mulheres cristãs e o aumento do neopentecostalismo, o que está acontecendo é que as mulheres cada vez mais tomam conta do cenário evangélico, e existem homens cada vez mais frouxos e preguiçosos para exercer sua autoridade e liderança.
As verdades bíblicas são claras, e não devemos nos prender a pressão da sociedade ou do mundo, se há pessoas exercendo autoridade sobre os homens, devemos humildemnte mostrar o caminho bíblico, com sabedoria e discernimento, e um totalcomprometimento com as Sagradas Escrituras.
Indo até onde a Bíblia vai, caso estejamos ultrapassando tal coisa, devemos urgentemnete mudar isso.
Prometi em outro blog que escreveria no GQL sobre a questão do ministério feminino.
Pela graça espero ainda esta semana cumprir essa promessa.
Abraços e Paz do Senhor!!!

Daladier Lima disse...

O vento sopra aonde quer... A eisegese é evidente, mas pertinente. Concordo em gênero, número e grau com o Pastor Paulo Silvano. Vamos ter diaconisas, presbíteras e pastoras lado a lado conosco nas Convenções e Escolas Bíblicas de Obreiros, daqui há alguns anos. Aliás, de fato já temos. Duvido que os que pensam o contrário não queiram estar no mesmo púlpito com Marlene LeFever!

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro pastor Altair:

Participei recentemente de uma discussão sobre o tema no blog do Daladier. Alguns ficaram um pouco chocados com a minha posição, pois certamente esperavam que eu fosse contra a ordenação de mulheres ao ministério.

No entanto, tenho como prisma assumir o que creio com bastante transparência, como no tema que o irmão traz novamente ao debate.

Com esse intuito, transcrevo aqui os dois comentários que postei no blog do Daladier, sem qualquer adptação ou alteração.

Abraços

Primeiro comentário:

"Assino embaixo a sua exposição sobre tão polêmico tema. Infelizmente, só se legisla sobre um tema quando este já tomou conta do "praça" e na maioria dos casos de forma equivocada.

"É o que vem acontecendo com o ministério feminino. Por falta de uma postura clara baseada na Bíblia, e não em estereótipos, hoje vemos "pastoras" para todos os lados, que usam a nomenclatura mais como título do que mesmo como resultado da vocação. E aí vira bagunça. Mesmo aquelas irmãs que sabidamente não foram vocacionadas, acabam sendo nominadas dessa forma por que são esposas de pastores. Passa a ser tratamento honorífico.

"É preciso que leiamos melhor o Novo Testamento, sem os óculos da tradição, para descobrirmos a relevância do papel feminino no ministério apostólico e, aí sim, reconhecermos a vocação daquelas abnegadas servas de Deus que foram chamadas para o ministério.

"Mas acho que na Assembléia de Deus ainda somos minoria. De qualquer modo, estamos no caminho!"

Segundo comentário:

"Essa é uma boa discussão. Quero avançar nela.

"1. Em primeiro lugar, não há em qualquer parte do Novo Testamento nenhuma afirmação que proíba as mulheres de exercerem o ministério. Por mais que eu o leia, não encontro nada nesse sentido. O que há são pressuposições. E eu as respeito.

"2. No entanto, ao contrário, há uma citação específica de uma mulher, Febe (como o Daladier já mencionou) ocupando um cargo que, a prevalecer a tese acima, pertenceria apenas aos homens, já que o termo diácono, no original, aparece no masculino. Há quem sugira, de forma até preconceituosa, que na ausência de homens naquela igreja, coube a Febe tal função. Acho essa pressuposição totalmeente ilógica, pois dificilmente uma igreja não teria pessoas do sexo masculino. O que vejo aí é apenas o título que se dava ao cargo. E Febe o exercia com dedicação, pois recebeu recomendação explícita e amável na carta de Paulo aos Romanos. Era alguém que fazia um trabalho proeminente na igreja.

"3. Outra discussão interessante diz respeito a Andrônico e Junia (Romanos 16.7), os quais foram considerados companheiros de Paulo e apóstolos em Cristo. É assim que aparece no original. Duas correntes se distinguem aqui: uns acham que Junia se refere também a um homem, dependendo da forma como se traduza o original; outros preferem a forma como está traduzido o vocábulo, como se fosse uma mulher. Prefiro a segunda opção, pois é assim que Paulo trata os demais casais no capítulo 16. Ele os apresenta juntos. É uma questão de coerência.

"4. Quando Paulo saúda a Priscila e Áquila no mesmo capítulo(v. 3), essa forma de tratamento, mencionando primeiro a mulher, era incomum naquela época. O homem sempre vinha antes nesse tipo de saudação. Fazer ao contrário era quebrar o protocolo. Posso então pressupor que Paulo se reportou a ela em primeiro lugar por tratar-se de quem liderava a igreja que se reunia em sua casa.

"5. O caro Ednaldo, a quem tenho acompanhado nos blogs e percebo que se trata de uma pessoa amada e que trata esse tipo de discussão com bastante cordialidade, levantou a questão de como conciliar a nossa tese com 1 Coríntios 14.34,35 e 1 Timóteo 2.10-12. A essa pergunta contraponho outra: Como conciliar essas passagens com 1 Coríntios 11.4,5, onde homens e mulheres são colocados no mesmo nível quanto ao ato de exercer o dom profético na igreja? A explicação mais plausível já deu o Daladier. Nos casos de 1 Coríntios 14.34-35 e 1 Timóteo 2.10-12, Paulo se reporta a uma situação meramente cultural e particular. É tanto que em 1 Coríntios 11.4,5 as mulheres podem livremente profetizar, "se estiverem com a cabeça coberta", mas aí é outra história.

"6. Seguindo a mesma linha, por que Paulo levaria consigo uma mulher irmã, como faziam os demais apóstolos (1 Coríntios 9.5)? Seria apenas para passear ou para cumprir uma função específica no ministério? Por que o mesmo apóstolo menciona Evódia e Síntique como mulheres que deveriam ser ajudadas, ao lado de "outros" cooperadores, como Clemente e os demais cujos nomes estão escritos no livro da vida ( Filipenses 4.2,3)? Seriam elas simplesmente carregadoras de malas ou teriam de fato trabalhado com Paulo em alguma área do ministério, como deixa claro o verso 3?

"7. Por último, há que se ver também 1 Timóteo 3, onde Paulo descreve o perfil dos "episkopos" e "diakonos". Em determinado momento (v. 11), ele interrompe abruptamente a descrição para introduzir as mulheres no contexto e lhes dar também algumas recomendações, para então retormar suas instruções aos "diakonos". Seria essa interrupção meramente para falar às esposas dos bispos e diáconos? Ou estaria ele se reportando também às mulheres que tinham o mesmo ofício?

"8. Desculpe-me, Daladier, se fui longe demais em minha argumentação. Mas o que eu quero afirmar, em suma, é que se aqueles que se opõem à ordenação de mulheres se baseiam em pressuposições (e isto é fato), temos nós muito mais base no Novo Testamento para pressupor que elas podem, sim, exercer o ministério, como acabo de demonstrar.

"9. Agora, como você mesmo disse, não se altera uma tradição da noite para o dia. É um processo. No entanto, ficar como está, em que quase todas as mulheres cristãs com alguma projeção são chamadas de "pastoras", como se fosse um título honorífico, é que não pode. Conheço irmãs que se sentem constrangidas quando são assim apresentadas por terem consciência de que este não é o seu ministério. Mas o que dizer das missionárias, que ministram ceia, batizam, ensinam etc? Não seriam elas pastoras? Há, no Rio de Janeiro, o caso da irmã Antonieta Rosa, muito conhecida, por sinal, que há mais de 20 anos dirige uma Assembléia de Deus, a qual, através de sua igreja-mãe, tem vínculos com a CGADB. Por que ela não pode ser ordenada ao pastorado? É nesses casos que eu advogo a ordenação de mulheres, bem como em se tratando do diaconato, questão já vencida em nossa CGADB, ficando essa decisão (a de ordenar diaconisas) a cargo de cada igreja local.

"Abraços e que Deus abençoe a nós todos."

Anônimo disse...

caro pastor ALTAIR, o nosso DEUS não esta subordinado,ao homen ele chama quem quer.DEUS chamou varias mulheres.

Pr. Robson Aguiar disse...

A paz do Senhor, Pr. Altair Gostaria de saber se possível, se o amado recebeu o meu comentário sobre o tema em debate.

www.adcadeesope.nireblog.com
www.prrobsonaguiar.nireblog.com

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Anchieta, obrigado pela participação. Vou conferir o link.

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Pr. Robson, não recebi a mensagem.

Fico no aguardo!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amigo Daladier, preciso visitar mais o seu blog, pois não tinha conhecimento desta abordagem lá.

Penso contudo que quanto mais discussão sobre esse tema melhor, quem sabe não se chega a um "consenso"!

Paz do Senhor!

ALTAIR GERMANO, disse...

Nobre Vitor Hugo, obrigado pela opinião.

É das opiniões contrárias que se extraí as sínteses.

Shalom!

ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Pr. Geremias do Couto, agradeço vossa especial participação.

Uma abordagem fundamentada biblicamente, mesmo que venha a gerar contra-argumentações bíblicas, sempre é melhor do que qualqer achismo, ou fundamento em tradições.

É preciso deixar claro para todos que participam desta salutar discussão algumas coisas:

1. Se Vingrem errou no passado, nossa liderança incorreu no mesmo erro no presente, visto que, conforme reforçado por vossas colocações, a ordenação de diaconisas é materia vencida dentro da CGADB, ficando a cargo das convenções estaduais a decisão de ordená-las ou não.

2. Todos nossos mestres e doutores são também convencionais da CGADB, por qual razão não se vetou a ordenação de diaconisas, foi por acaso questão política?

3. Temos um conselho de ética e doutrina que também, até onde sei, não questionou a decisão.

Dessa forma, sendo bastante sincero, pelo acompanhamento de alguns fatos, penso que logo estaremos discutindo em plenária a ordenação de pastoras.

Continua ainda aberta neste post a discussão!

Morestino disse...

Pr Altar !!!! gostei do resultado(rs) Vigren era um homem de Deus mesmo!! q pelo jeito não importava se era homem ou mulher, judeu ou gentio, ele queria q pessoas se deixassem ser usadas por Deus. Homem do nosso tempo e tbm é interessante notar q existem homens q estão atrasados no tempo(rs) como o Pr q viajou o Brasil para falar com Vigren para tirar a mulher do diaconato.
Forte abraço:.

Anônimo disse...

como poderia Deus barrar consagrção de diaconizas ,se qdo o miss. Vingren começou o trabalho da Assembleia de Deus no Brasil ,a historia conta que foi uma mulher que recebeu o batismo com o Espirito Santo(primeirinha a receber o Batismo)

Anônimo disse...

gostei muito do comentario do Pr Geremias Couto,sou esposa de pastor,não tenho nenhuma vocação para os cargos em debates,sou diaconiza da assembleia de Deus ministerio de madureira,mais acho muito lindo uma mulher realmente usada por Deus. ontem mesmo tivemos um estudo maravilhoso ministrado por uma missionaria sobre a chamada ministerial de mulheres como obreiras outão somente como esposa de obreiro.Oque eu achei muito interessante que ela disse , que a esposa pode ser uma benção na vida do obreiro ,mas tambem pode ser uma derrota. Isso quer dizer que querendo ou não a mulher é 100% obreira

Abnilson Marcolino disse...

A paz do Senhor!
Aproveitando o assunto em questão, compartilho essa curiosidade.

Fatos e curiosidades inéditas sobre as mulheres na história das Assembleias de Deus

Que dos 18 crentes batistas de Belém do Pará que creram na mensagem pentecostal pregada por Gunnar Vingren e Daniel Berg, e fundaram a Assembleia de Deus em 18 de junho de 1911, 10 eram mulheres, ou seja, 55% do grupo (sem contar as outras mulheres que faltaram naquele dia). Logo, o grupo fundador assembleiano foi mais feminino do que masculino?
Que Frida Vingren foi ordenada solteira na Suécia em 1917 para ser professora de Bíblia no Brasil?
Que em 1921 a Igreja Filadélfia de Estocolmo da Suécia enviou um grupo com oito missionários para trabalhar no Brasil constituído de seis mulheres e dois homens?
Que 56,5% da força missionária sueca que atuou no Brasil de 1910 a 1976, eram mulheres?
Que Gunnar Vingren ordenou em 1924 a irmã Emília Costa como diaconisa na Assembleia de Deus em São Cristóvão, Rio de Janeiro?
Que Gunnar Vingren ordenou, em 1929, na primeira Escola Bíblica da Assembleia de Deus do Rio de Janeiro, a irmã Deolinda Evangelista, como evangelista juntamente com o seu esposo, João Evangelista?
Que a discordância sobre o papel da mulher na igreja fez Gunnar Vingren e Samuel Nyström se separarem em 1929 e, por conta disso, Vingren fundou o jornal O Som Alegre no Rio de Janeiro?
Que a atuação de Frida Vingren e o ministério feminino na igreja, foram um dos principais motivos da “crise” que levou os pastores brasileiros a publicarem o manifesto em 1929 no jornal Boa Semente e a convocarem a primeira convenção geral das Assembleias de Deus no Brasil em 1930?
Que Frida Vingren, não conformada com a resolução da CGADB e como redatora do jornal Mensageiro da Paz, publicou o artigo “Deus mobilizando suas tropas” no qual convoca todas as mulheres assembleianas a se convencerem que podem fazer mais do que tratar dos deverem domésticos saindo para pregar o evangelho?
Em breve, mais Você Sabia extraído do livro 100 mulheres que fizeram a história das Assembleias de Deus no Brasil.