sábado, 2 de fevereiro de 2008

A FORÇA DE UMA MARCA

"A força de uma marca" é um interessante texto que trata sobre a influência e significado das marcas na sociedade contemporânea, caracterizada pelo consumismo.
Você é o que usa? É claro que não. Por trás de grandes marcas se escondem pessoas infelizes, estúpidas, arrogantes, egoístas, vazias, carentes de Deus e de salvação.

Me lembro que em certa concentração evangelística, um destes pregadores da prosperidade (um tal de Rodolfo alguma coisa) falou da marca de seus sapatos, de seu terno, de sua gravata, relógio, etc. Falou mais das marcas do que de Jesus. Foi um fiasco.

Não estou falando que o cristão não possa usar roupas e acessórios de "marca", mesmo porque, muitas marcas identificam produtos de excelente qualidade. Só não podemos é ser escravos das marcas e marionetes dos grandes estrategistas de marketing (nem dos pregadores da vitória financeira).

Pense nisso!

5 comentários:

Elisomar disse...

Gosto daquilo que me faz sentir bem. Não importa a marca, desde que tenha boa qualidade. Mas a marca que não pode mesmo faltar em nós, são as marcas de Cristo. E estas, estão faltando Em muita gente que se diz cristão.

Paulo Ceroll disse...

1. Saudações pr. Altair Germano.
2. Concordo com o internauta Elisomar. Entendo que as referidas "marcas" se referem à conduta, à ética que deve identificar o cristão em relação à sociedade em avançado processo de degradação e aos tantos crentes nominais.
3. De Jeito nenhum podem significar "martírio físico", "penitências", obras sacrificiais; “demonstrações exteriores de bens terrenos”; etc, como se acrescentassem virtudes, graças ou merecimento ao devoto.
4. Portanto, “as marcas” cristãs que devemos exibir são de natureza moral e ética: “para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” (Filipenses 2:15). As quais adornam, de fato, a santa doutrina (ensino) que professamos.
Abraço fraterno.
Paulo Ceroll.

Elisomar disse...

Querido irmão Paulo Ceroll, obrigada por me citar. Mas não sou um internauta, e sim uma internauta. rsrs Deus te abençõe sempre.

Paulo Ceroll disse...

1. Prezado pr. Altair Germano. Estive relendo Gênesis 4:16-24; 6:1-5 e observei um fato curioso: os primeiros inventores de bens de consumo sofisticados e promotores de um estilo de vida mundano que serviu para “seduzir” os “filhos de Deus” foram os caimitas e não os "teólogos" da prosperidade material, como muita gente pode pensar... Como disse Salomão: “nada há novo debaixo do sol.” (Ec 1:9b). O artigo linkado ao “post” prova que a sociedade contemporânea superou (em muito!) os esforços dos caimitas em fazer da Terra, um paraíso:

2. "As pessoas não consomem grifes só por uma questão de projeção social, por causa da mensagem que elas transmitem aos outros. Trata-se também de auto-satisfação, de recompensa pessoal. As melhores marcas são aquelas que compreendem as motivações humanas. Elas fazem o consumidor sentir-se melhor, diferente, maior, mais contente, mais confortável, mais confiante”.

3. A mensagem espiritual e socialmente “fabricada” para ser embutida nos consumidores é o problema (e não o produto): Disse JESUS: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá.”(João 14.27a).

4. Pr. Altair, me permita agradecer “a” internauta ELISOMAR. No dia 16 Jan 08 - sobre o artigo “Edir Macedo e Aborto: mente assassina” - ela disse: “[...] O Deus que tece um sistema tão complexo, como o nosso corpo físico e mental, é o mesmo que faz mudanças na nossa vida, segundo o seu querer. O que todo ser precisa é temer a Deus.” - O SENHOR usou estas palavras para lembrar-me da parte “b” de João 14.27: “Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” . Glórias a Deus.

5. Querida irmã Elisomar, obrigado. Deus a abençoe. Continue “amando o SENHOR, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade” (Dt 30:20a – ARA). Amém.
Abraço fraterno,
Paulo Ceroll.

Lukas Migliori disse...

na paz Pr Altair Germano.

Concordo Plenamente com o irmão.

porem muitos evangelicos , usam roupas de marca , relogio etc....

Algumas igrejas por aqui , parece desfile. toda hora tem uma irmãzinha levantando da cadeirinha e indo beber agua, isso tudo para mostrar ou o vestido novo, ou calça nova, ou sapatos novos , brincos etc...

isso tudo acontece bem na hora da pregação, porque? pelo fato de todos estarem sentados então tem maior visibilidade das pessoas sobre aquela que acha que o corredor da igreja virou passarele de moda.

Muitos evangelicos tem que ter mais ética, e saber que aquela hora não é uma das melhores para se mostrar.

Não estou criticando ou falando que o cristão não deve usar roupas boas, ou de marcas, só que devem respeitar mais a ética moral.

logo apos o culto parece uma discutissão de quanto compro, quanto pagou , aonde compro .
Isso é horrivel, e Deus não se agrada nenhum pouco com isso, e não to falando só de mulher, e também de Homemm que é assim.pode ter certeza.

na paz de Cristo jesus

Lukas Migliori
www.realidadecrista.blogspot.com