quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

PRINCÍPIOS ESPIRITUAIS NO CONTEXTO DA CRÍTICA TEOLÓGICA

JOHN NEWTON

"Quanto ao seu oponente, desejo que, antes de você colocar a pena sobre o papel contra ele, e durante todo o tempo em que estiver preparando sua resposta, possa entregá-lo, por meio da sincera oração, ao ensinamento e à benção do Senhor. Essa prática terá uma tendência direta de levar seu coração a amá-lo e a ter piedade dele." (John Newton’s Works; Letter XIX - On Controversy)

Temos aqui um sábio conselho para aqueles que estão envolvidos constantemente (como eu) em controvérsias teológicas (e outras).


5 comentários:

Zwinglio, Pr. disse...

kro colega, é isso aí!!!

www.przwinglio.blogspot.com

Pastor Geremias do Couto disse...

Excelente conselho!

É bom frisar, todavia, que John Newton não aconselha para deixar de confrontar o oponente, mas para que isto seja feito em oração. Nâo vamos pensar que ele esteja dizendo: "Deixe tudo como está para ver como é que fica".

Pode parecer óbvio o que estou dizendo, mas como, hoje, a interpretação de um texto é "livre", alguém pode pensar que John Newton esteja desestimulando o debate ou a exposição do erro.

Abraços

Elisomar disse...

Há situações, em que é necessário um esclarecimento dos fatos. Porém, todo questionamento deve ser feito com sabedoria. Tem gente que ao ser atingida, busca defeitos e até certas atitudes do passado do seu opositor, e trás à tona. O que deveria ser solução, passa a ser uma caldeirada. Contém tudo, menos a razão.

Zwinglio, Pr. disse...

É verdade q alguém pode distorcer as palavras newtonianas.

O debate e a exposição do erro é interessante para se estabelecer os conflitos, pois estes podem promover, para aqueles q deles sabem fazer uso, a congruência.

Para mim, em uma interpretação pessoal do fragmento postado, Newton mais interessado estava em ver estabelecidas pontes do q distâncias, visto q em Deus (ele propunha apresentar os sujeitos a Deus -2Tm 2:23-26-, a paz antecede a guerra (note q eu ñ disse q Deus ñ faz guerra).

Elisomar disse...

Opa! Traz à tona. E não tràs à tona...falha nossa. rsrs