terça-feira, 22 de janeiro de 2008

CARTA DE UM APÓSTOLO A SEU BISPO


Um relato profundamente interessante, que retrata a dura realidade de alguns setores da igreja evangélica brasileira.

Leia em Caio Fábio.

6 comentários:

Elisomar disse...

Ora, tenho lutado com determinação,para não me impressionar com o que vem acontecendo com os "ministros" do evangelho, que não andam segundo o ensinamento de Paulo. Já que o mesmo, visava o parecer com Cristo. Este é um tempo em que não há meio termo. Ou somos crentes ou não. E, se é, que não queremos ser, não deveríamos tambem citar o nome dEle. Muito criativa essa versão da carta...

Elisomar disse...

gostei da nova apresentação do blog.

Joao Paulo Mendes disse...

Infelizmente essa é a realidade de muitos ministros e ministérios hoje, mas também é o cumprimento da Palavra que está em Pedro que relata que apareceriam muitos que fariam comércio de "nós", e assim é hoje para com aqueles que não observam a sã doutrina, por negligência ou por serem "novos" na fé, mas realmente o problema maior é o daqueles que em vez de levarem as ovelhas pelo caminho estreito, as levam pelo espaçoso caminho da perdição.
Mas é certo que a recompensa daqueles que procedem de tal forma está reservada.

Em Cristo nosso Senhor,

Joao Paulo Mendes
www.joaopaulo-mendes.blogspot.com

Zwinglio, Pr. disse...

É uma pena q Caio Fábio se preste à construção de um texto desses. Logo ele, q claudicou gravemente e q necessita da compreensão da Igreja -ñ me refiro às denominações- até hoje.

Da IGREJA sim!!!

Lendo alguns textos do Caio, vendo alguns vídeos, ñ fica difícil notar q ele é um amargurado q resolveu declarar guerra aos seus desafetos.

Será q pensa ele ser isso cristão, apologético?

Em Manaus, a liderança q ele tinha, foi por alguém (QUEM SERÁ ESTE ALGUÉM??), transferida a outro. E contra este, ele ironiza sarcasticamente e destila seus venenos(?).

Será q o problema é a perda do reconehcimento para outrem, ou apenas uma ação de quem em muito ama a Igreja e ao SENHOR da mesma?

Caio fala contra Apostolos, Bispas, mas esquece-se, ou ñ, q para muitos homens honrados, líderes honrados q ainda ñ tropeçaram, por exemplo, como ele tropeçou, ñ mais admitem q ele ESTEJA NO EXERCÍCIO DO MINISTÉRIO PASTORAL (também acho que quem é contra o exercício do ministério pastoral de Caio Fábio e q venha a se utilizar deste texto como uma carta "profética", também está incorrendo em grave erro).

Talvez, neste kso,ele diga diga: mas quem me vocacionou foi DEUS. Então tá! Dois pesos e duas medidas. Os outros são falsos profetas; Caio é um profeta de Deus. TODO CUIDADO É POUCO COM TUDO!!!

Gosto de ler muitas coisas q o Caio escreve. Diferente de muitos, acredito ser legítimo ele exercer o ministério pastoral ainda, pois a vocação é irrevogável, disse paulo aos romanos; admiro a sua profundidade;

mas,

desprezo textos como esses q mais perturbam do q corrigem os problemas existentes (OS QUAIS NINGUÉM NEGA Q EXISTAM) dentro da IGREJA.

Marcos Wandré disse...

É incrível como não entendemos o evangelho... O rev. Caio Fábio errou como eu também errei. Todos nós fomos achados em falta. Todos pecaram. Infelizmente, tem alguns não entendem isso, e fazem este discurso invocando moral.Ninguém é melhor do que ninguém. Temos uma natureza caída. O que o rev. Caio Fábio critica não é nossos pecados pessoais que cometemos todos os dias(eu não me acho mais santo do que ele, pois eu tropeço todos os dias, devido a minha natureza caída. Por isso nós temos a Graça!). O rev. Caio critica a perversão da palavra promovida por esses apóstolos. Que os homens sejam caídos, mas a palavra do Evangelho não seja pervertida.

Parabéns ao Caio por este texto, retrata a infeliz realidade da igreja "evangélica".

Pena que tem alguns que acham que a denuncia da perversão da Palavra, atrapalha. O que eu desprezo é a moralismo hipócrita que não enxerga que todos pecaram e critica quem se levanta contra a mentira que pregam por aí...

Lamentável...

Que Deus nos ajude!

Paulo Ceroll disse...

1. Prezado pr. Altair Germano. Não concordo de maneira nenhuma com a construção desse artigo. Entendo até a intenção, mas é um exemplo infeliz de paráfrase, porque trata-se das Escrituras Sagradas, a eficaz Palavra do Deus Vivo.
2. É público e notório que cada Testamento, cada livro, cada página, capítulos e (pasmem!) versículos da Bíblia judaico-cristã foram (e estão sendo) preservados pela ação corajosa de um sem número de crentes que preferiram a morte (inclusive), a destruir ou deixar que o Texto Sagrado, caísse em mãos inimigas. Não seria mais fácil parafrasear ou dissimular o Texto para escapar à perseguição? Seria. Mas, eles preferiram fazer chegar às mãos de cada pessoa cópias exatas daquilo que diz o SENHOR.

3. “... aquele em quem está a minha palavra, que fale a minha palavra, com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR. (Jeremias 23:28).

4. A mensagem bíblica é eficaz. O texto bíblico é claro. Os estilos literários existentes são perfeitamente representados na Escrita Sagrada, inexcedíveis em sua beleza. Cada estilo, cada figura de linguagem (metáforas, ironias, antíteses, etc) em seu próprio lugar. Toda a mensagem foi cuidadosamente planejada para ser “aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.” (1 Coríntios 10:11b); para “ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança. (Rm 15.14b).

5. Portanto, não é possível obter mais efeito sobre a mente e o coração, parafraseando ou reconstruindo o texto bíblico como foi feito. O problema não esta na linguagem, mas nos ouvintes (1Timóteo 4.1).

6. Ainda que o autor tenha suas próprias opiniões sobre o divórcio, sobre o homossexualismo, etc, públicas e notoriamente, expressas em seus artigos, não invalida sua indignação contra os proponentes da “teologia da prosperidade”. Deus vai tratar deles (e de todos!) oportunamente: “Estas coisas tens feito, e eu me calei; pensavas que era como tu; mas eu te argüirei, e, em sua ordem, tudo porei diante dos teus olhos.” (Salmos 50:21).

Abraço fraterno,
Paulo Ceroll.