sexta-feira, 30 de novembro de 2007

OS DEZ PIORES ACONTECIMENTOS DO ANO NO MEIO EVANGÉLICO BRASILEIRO


Os erros do passado nos servem de alerta para o presente. O "crescimento" dos evangélicos proporciona também o crescimento de escândalos, heresias, mercantilismo e outras pragas que só maculam a igreja brasileira.

É preciso cada dia mais discernir entre o falso e o verdadeiro, entre o bem e o mal intencionado, entre o sincero e o aproveitador, entre o sério e o irreponsável, entre quem está edificando e quem está compromentendo as estruturas da igreja evangélica no Brasil.

É preciso entender que uma maior exposição na mídia carrega consigo maior responsabilidade para aquele que consegue se projetar. Pensar com cuidado no que fala, no que faz, como se comporta e o que promove é fundamental.

A proporção do fracasso e do escândalo é sempre maior que a do sucesso. Sempre foi e sempre será assim. Lucifer é mais conhecido por sua posição e trabalho como querubim ungido ou como o traídor e adversário de Deus ?

Não quero ser pessimista, mas parece que em 2007 os escândalos, confusões e baixarias entre líderes, popstar e outras pessoas influentes suplantaram em muito os bons acontecimentos no mundo cristão evangélico.

Trago abaixo uma relação dos dez piores acontecimentos do ano (na minha opinião). A intenção é abrir os olhos para que aqueles que caíram ou estão caíndo se arrependam e se convertam, como também para que aqueles que pensam estar em pé não venham a cair (inclusive eu mesmo!). A relação não está em ordem de gravidade. Dos dez, gostaria de juntamente com o leitor do blog escolher o pior deles;








8. A eleição tumultuada e secularizada para a presidência da CGADB (conforme Mensageiro da Paz - maio/2007 - p. 18)



Participe e comente!

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

INGENUIDADE CRISTÃ x CETICISMO DIABÓLICO!

Esta mensagem, em nome de Max L.S., mistura desabafos e opinião pessoal com a dura realidade vivenciada em muitos setores da igreja evangélica brasileira.

Concordo em parte com as declarações devido algumas generalizações descabíveis. O que não tenho dúvidas é sobre muitas das mazelas citadas, que infelizmente se impregnaram no meio evangélico.

Percebo dois extremos perigosos: a ingenuidade cristã que em tudo acredita e o ceticismo diabólico que de tudo duvida!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

MAPAS BÍBLICOS (IMAGEM DE SATÉLITE)


O Bible Map é uma ótima ferramenta para pesquisas e aulas com mapas bíblicos.

Você indica o livro e o capítulo, e se houver nomes de regiões, cidades e outras referências geográficas a busca é iniciada.

Embora o texto bíblico seja em inglês, não oferece dificuldade de navegação.

Bom proveito!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

A PROMESSA DE UMA VELHICE FELIZ E FRUTÍFERA

"Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes" (Sl 92.14)

1. INTRODUÇÃO

Em todas as épocas o ser humano tem se preocupado com o envelhecimento. Apesar de ser um fato, o envelhecimento é rejeitado por muitos. Entende-se que três coisas colaboram para tal rejeição: a perda do vigor físico, da beleza estética e o medo da morte.

É decorrente destas perspectivas que surgem as tentativas de adiar ou neutralizar o envelhecimento e a morte. A busca pela imortalidade e rejuvenescimento através de fontes e fórmulas mágicas, tão ilustrados em contos e estórias, quer sejam em narrativas escriturísticas e cinematográficas é prova disto.

A entrada do pecado no mundo fez com que gradativamente a longevidade fosse diminuindo (Gn 5.27; 6.3; Sl 90.10). Com isso, a terceira idade foi chegando cada vez mais cedo.

“Nossa sociedade atual dá grande importância para a aparência com o objetivo básico de se encontrar o belo e o jovem. O aspecto da pele, a cor dos cabelos, e a estrutura muscular são os principais alvos a serem alterados.A indústria dos cosméticos fornece os mais diferentes métodos de rejuvenescimento. As academias de ginástica propiciam a manutenção do físico dentro dos padrões clássicos de beleza.” 1

2. O QUE É A TERCEIRA IDADE E QUANDO CHEGA?

Conforme a wikipédia “A terceira idade é uma etapa da vida de um indivíduo. A época em que uma pessoa é considerada na fase da terceira idade varia conforme a cultura e desenvolvimento da sociedade em que vive. Em países classificados como em desenvolvimento, por exemplo, alguém é considerado de terceira idade a partir dos 60 anos. Para a geriatria, somente após alcançar 75 anos a pessoa é considerada de terceira idade. Com a chegada da terceira idade, alguns problemas de saúde passam a ser mais frequentes, e outros, incomuns nas fases de vida anteriores, começam a aparecer. Não existe um consenso com relação a fronteira que limita a fase pré e pós velhice, nem tão pouco, quais são os indícios mais comuns da chegada nesta fase. Dados do IBGE demonstram que entre os anos de 1995 e 1999, no Brasil, o número de pessoas com mais de 60 anos cresceu em 14,5%”

Para muitos, velhice é uma questão de “cabeça”. Neste sentido a idade biológica nem sempre corresponde ao “estado de espírito”. Há jovens velhos e velhos jovens.

3. O QUE A SOCIEDADE PENSA DA TERCEIRA IDADE?

Também aqui encontramos diferenças importantes:

“As sociedades ricas, de primeiro mundo, encaram a terceira idade de maneira bastante prática e objetiva. O idoso recebe nestas sociedades todos os seus direitos, e têm bem nítidos os seus limites, sendo que em determinados países há clara tendência em aproveitá-lo inclusive profissionalmente. Infelizmente sociedades pobres como a nossa, tendem a isolar o idoso, não sendo rara a idéia de considerá-lo inútil, um verdadeiro peso morto. A exagerada valorização da juventude, tão própria da sociedade moderna, contribui muito para piorar o conceito de terceira idade em nosso meio. A Saúde Pública e a Previdência Social não estão estruturadas para cuidar de maneira eficiente da terceira idade. A pobreza e a miséria colocam grande parte de nossa sociedade muito afastada de qualquer benefício trazido pelo mundo moderno. Tudo isso coloca uma carga muito negativa sobre a terceira idade em nosso meio dificultando muito a sua situação.A sociedade brasileira ainda não teve tempo de se adaptar às grandes mudanças ocorridas, e o idoso ainda está longe de se sentir integrado a tais mudanças.”2

O que me chama a atenção é que tal realidade acaba sendo vivenciada também na igreja, onde muitas não estão preparadas para dar o suporte e espaço necessário para os irmãos da terceira idade. Como resultado, nossos anciãos tornam-se também um peso, ao mesmo tempo em que são excluídos de muitas (ou todas) atividades.

4 – OS PROBLEMAS DA TERCEIRA IDADE À LUZ DA BÍBLIA

Relacionaremos alguns problemas que surgem naturalmente com a chegada da terceira idade:

-Maior vulnerabilidade às doenças (Ec 12.1-7): Este texto, na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) ficou assim:

“Lembre do seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: "Não tenho mais prazer na vida." Lembre dele antes que chegue o tempo em que você achará que a luz do sol, da lua e das estrelas perdeu o seu brilho e que as nuvens de chuva nunca vão embora. Então os seus braços, que sempre o defenderam, começarão a tremer, e as suas pernas, que agora são fortes, ficarão fracas. Os seus dentes cairão, e sobrarão tão poucos, que você não conseguirá mastigar a sua comida. A sua vista ficará tão fraca, que você não poderá mais ver as coisas claramente. Então os seus braços, que sempre o defenderam, começarão a tremer, e as suas pernas, que agora são fortes, ficarão fracas. Os seus dentes cairão, e sobrarão tão poucos, que você não conseguirá mastigar a sua comida. A sua vista ficará tão fraca, que você não poderá mais ver as coisas claramente. Você ficará surdo e não poderá ouvir o barulho da rua. Você quase não conseguirá ouvir o moinho moendo ou a música tocando. E levantará cedo, quando os passarinhos começam a cantar. Então você terá medo de lugares altos, e até caminhar será perigoso. Os seus cabelos ficarão brancos, e você perderá o gosto pelas coisas. Nós estaremos caminhando para o nosso último descanso; e, quando isso acontecer, haverá gente chorando por nossa causa nas ruas. Então você terá medo de lugares altos, e até caminhar será perigoso. Os seus cabelos ficarão brancos, e você perderá o gosto pelas coisas. Nós estaremos caminhando para o nosso último descanso; e, quando isso acontecer, haverá gente chorando por nossa causa nas ruas. A vida vai se acabar como uma lamparina de ouro cai e quebra, quando a sua corrente de prata se arrebenta, ou como um pote de barro se despedaça quando a corda do poço se parte. Então o nosso corpo voltará para o pó da terra, de onde veio, e o nosso espírito voltará para Deus, que o deu.”

-Maior dependência (Jo 21.18): Com a velhice surge uma maior dependência da ajuda de outras pessoas. A família e a igreja devem estar atentas para as necessidades daqueles (principalmente os enfermos) que precisam de ajuda para se deslocar, caminhar, sentar, levantar e para outras atividades. Por outro lado, o idoso não pode ser orgulhoso ao ponto de rejeitar tal ajuda, tentando muitas vezes “provar” que não está tão velho assim.

-Solidão e abandono (Sl 71.9; 2 Tm 4.9-11): A solidão não é um projeto de Deus para o homem. Milhares de idosos, irmãos, irmãs e obreiros acabam a vida largados, abandonados, desprezados, rejeitados pela própria família, filhos e inclusive (e infelizmente) pela igreja. Que grande injustiça. Como desamparar aqueles que nos deu amparo, proteção, educação e acima de tudo amor. Lembre-se que você pode chegar a terceira idade. Quando isso acontecer como você pretende de ser tratado?

Conta-se que algumas crianças observavam seu pai preparando algo com madeira. Despertadas pela curiosidade, perguntaram ao pai o que era aquilo. O pai disse-lhes que se tratava de uma mesa para o vovô, pois não suportava mais o “velho” com suas conversas “chatas” sempre que se reuniam para tomar as refeições. A partir daquela data o vovô iria comer lá fora! Passados alguns dias, aquele pai viu as crianças fazendo algo também com algumas madeiras. Perguntados sobre o que estavam fazendo, as crianças responderam: - É uma mesa, para quando o senhor ficar velho como o vovô, comer também lá fora!

Colhemos aquilo que plantamos!

5 – COMO SER FELIZ NA TERCEIRA IDADE À LUZ DA PALAVRA DE DEUS

-Sentindo-se útil (Gn 12.4; Js 14.10-11; At 7.23, 30): Abraão, Moisés, e tantos outros grandes heróis da fé, foram usados por Deus na terceira idade. Deus não faz acepção de pessoas. Ele usa quem quer, quando quer, onde quer e da maneira que deseja. Deus que lhe usar ainda na velhice. A questão é se você quer ser usado por Deus! “Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e florescentes” diz o Salmo 92.14.

-Testemunhando e louvando a Deus (Sl 71.17-24): A epígrafe do Salmo diz “Súplicas de um ancião”. No versículo 18 o salmista declara “Não me desampares, pois, ó Deus, até à minha velhice e às cãs; até que eu tenha declarado à presente geração a tua força e às vindouras o teu poder”. A seqüência do salmo é uma linda declaração em forma de adoração e louvor. Amado ancião, enquanto tiver saúde ensine, pregue, evangelize, interceda, cante, visite, envolva-se na obra de Deus.

-Buscando o poder do Espírito Santo (At 2.17): Daniel, assim como o apóstolo João, são exemplos de homens que experimentaram mesmo em idade avançada a manifestação do poder de Deus. Ambos continuaram a ter visões da parte de Deus (Dn 10-12; Ap 1.9-20). Em Atos 2.17 lemos que os velhos sonharão envolvidos pelo poder do Espírito, fruto do cumprimento da “promessa” (Lc 24.49). É possível chegar e viver a terceira idade cheio do Espírito Santo!

-Lendo e estudando (2 Tm 4.13): A leitura e o estudo colaboram para o exercício e para o rejuvenescimento mental. Quando paramos de buscar o conhecimento “envelhecemos”. O apóstolo Paulo é um grande exemplo de alguém que em todas as fases da vida valorizou a leitura e o estudo.

-Confiando na fidelidade de Deus (Is 46.3-4): “Ouvi-me, ó casa de Jacó e todo o restante da casa de Israel; vós, a quem desde o nascimento carrego e levo nos braços desde o ventre materno. Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei.” Deus é o mesmo e cuida de nós desde a infância até a velhice. Confie e espere nele.

-Tendo a consciência de que deixou a herança da fé para as futuras gerações (2 Tm 1.5): “pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti.” Estamos deixando para a próxima geração uma boa herança espiritual? Tal herança é transmitida através do ensino da sã doutrina e dos bons custumes, como também através dos bons exemplos (Dt 11.18-21; 2 Tm 2.2; Fl 4.9).

A terceira idade é um momento singular para a vida de um indivíduo. Experiência e conhecimento angariados ao longo da vida, constituem um tesouro acumulado que deve ser compartilhado por nossos amados “anciãos” e “anciãs”. Valorizemos e honremos os mais velhos, reconhecendo a sua importância no Reino de Deus! Ser feliz e frutífero nesta fase da vida não é uma simples possibilidade, mas sim, um ideal de Deus para as nossas vidas.
____________________

1Extraído do livro "Ficar Jovem Leva Tempo....Um Guia Para Viver Melhor"Editora Saraiva, de autoria de João Roberto D. Azevedo.

2 Extraído do site http://www.vivatranquilo.com.br/

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

ISENÇÃO????????????

"Como ter isenção para contar a vida de quem paga nosso salário?" (p.15), é a pergunta retórica do escritor da biografia autorizada de Edir Macedo. Mera retórica!

Na apresentação do livro, o nobre escritor Douglas Tavoralo (diretor nacional de jornalismo da Rede Record desde 2004) declara:

"Não é gratuito afirmar que as multidões extraordinárias reunidas pela Igreja Universal em seus encontros foram o sinal para que os evangélicos começassem a ser mais respeitados." (p.14)

De onde Douglas Tavoralo tirou esta idéia? Como chegou a tão absurda conclusão? De qual respeito ele fala?

Isenção????????????? Eu hein!

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

LIÇÕES BÍBLICAS (CPAD) - PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2008


TEMA : Jesus Cristo, Verdadeiro homem, verdadeiro Deus.

Comentarista: Pr. Esequias Soares

LIÇÃO 01 - Jesus, o Verbo de Deus
LIÇÃO 02 - Jesus, o Filho de Deus
LIÇÃO 03 - Jesus, Verdadeiro Homem, Verdadeiro Deus
LIÇÃO 04 - A Infância de Jesus
LIÇÃO 05 - O Batismo de Jesus
LIÇÃO 06 - Jesus, o Profeta das Nações
LIÇÃO 07 - O Sacerdócio Eterno de Cristo
LIÇÃO 08 - Jesus, Filho de Davi
LIÇÃO 09 - O Ministério de Ensino de Jesus
LIÇÃO 10 - Os Milagres de Jesus
LIÇÃO 11 - A Morte Vicária de Jesus
LIÇÃO 12 - A Ressurreição de Jesus
LIÇÃO 13 - Jesus, O rei dos reis e Senhor dos senhores

terça-feira, 20 de novembro de 2007

MASSA DE MANOBRA!

FOTO: VEJA

O "modismo" atual de avivamento já está perdendo a graça e ficando monótono. As "massas" vão aos ginásios ou outros espaços, o "grande" pregador ou cantor apresenta o seu show, alguns caem no chão, outros são carregados entre as multidões, outros perdem o controle emocional, outros dão "passos", outros gritam, e no final o que é que fica?

Bem, certamente honrando a boa fé de muitos é provável que alguns milagres aconteçam. Vidas são realmente transformadas? Esperamos que sim, pelo menos em nome dessa boa e simples fé.

Se no final, não ficar nada para as massas, pelo menos para os empresários e artistas (pregadores e cantores) da fé, fica um cachê bastante interessante.

Leia mais sobre avivamento em O TEMPORA, O MORES! e VITOR HUGO.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

E POR FALAR EM MOVIMENTO GOSPEL...(3)

E POR FALAR EM MOVIMENTO GOSPEL...(2)

E POR FALAR EM MOVIMENTO GOSPEL...(1)

ENQUETE: O MOVIMENTO GOSPEL NO BRASIL





Nossa enquete sobre a contribuição do "Movimento Gospel" no Brasil, para a manutenção e propagação dos reais valores e princípios do Evangelho de Jesus fechou com os seguintes números:

- 576 leitores votaram
- 121 (21%) acham que o Movimento Gospel promove os valores e princípios do Evangelho de Jesus
- 318 (55%) acham que o Movimento Gospel não coopera para tais propósitos
- 137 (33%) pensam que o Movimento Gospel colabora apenas em parte

Certamente, a banalização da música e da adoração, associada a uma mentalidade capitalista selvagem e mercadológica que em tudo percebe uma oportunidade de ganhos e altos lucros, são fatores que contribuem para a rejeição do Movimento Gospel no Brasil.

sábado, 17 de novembro de 2007

A PROMESSA DE UM LAR FELIZ

1. INTRODUÇÃO

A promessa de um lar feliz transmite a idéia de uma família feliz, visto que a expressão “lar”, dependendo do contexto, pode se referir ao lugar onde a família habita, ou a própria família em si.

Lar, vem do latim lare, que significa parte da cozinha onde se acendia o fogo para preparar os alimentos e aquecer o ambiente; daí se origana o termo lareira.

Segundo o dicionário de Houaiss, o vocábulo “família” pode significar, num sentido mais restrito “grupo social básico, formado por pai, mãe e filhos”, num sentido mais abrangente “pessoas ligadas entre si pelo casamento ou qualquer parentesco”, e ainda num sentido geral “grupo de seres ou coisas com características comuns”.

No hebraico bíblico, o termo para família é mispahah, que significa “família, clã”, isto é, todos os integrantes de um grupo que estavam relacionados por sangue e que ainda sentiam um senso de consangüinidade, parentesco.

No grego do Novo testamento, temos a palavra oikos, que pode significar “habitação, casa, lar ou família (I Tm 5.4) e patria, que primeiramente significa “ascendência, linhagem, tribo (Lc 2.4, At 3.25, Ef 3.15).

A palavra “família” é de origem latina famíliae, e é usada para definir um vínculo doméstico, íntimo.

A família (e/ou lar) é a mais importante instituição social estabelecida por Deus, sendo ela mesma a base de todas as outras. A destruição, inversão de valores, deturpação, descaracterização e a desmoralização da família, implicam diretamente num profundo caos, produzindo os mais terríveis danos à humanidade, quer sejam de ordem moral, espiritual, econômica, fraternal e social.

A preservação do lar e da família depende diretamente da obediência aos princípios estabelecidos por Deus em sua palavra. Negligencia a Bíblia é voltar-se contra o Criador e trabalhar para a destruição das coisas que Ele criou, definidas pelo escritor sagrado como muito boas “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto.”

2. EXISTE LAR OU FAMÍLIA PERFEITA?

Observemos o que declara o Pr. Josué Gonçalves (1999, p. 11-12)

“Um dos muitos problemas, quando se trata sobre família, é o conceito no meio evangélico, de que, como crentes, nossa família tem que ser perfeita. Afinal, não temos um Deus, um Salvador, a Bíblia, a garantia de uma vida eterna? Isso é o que alegam os defensores desse conceito. Esquecem-se de que a família é formada por pessoas limitadas, imperfeitas, que carregam traumas emocionais, frustrações, que tiveram problemas de orientação na infância, e tudo isso influência a vida comunitária íntima da família. A pregação de que a família deve (ou tem de) ser perfeita leva muitas pessoas a experimentarem frustrações nessa área, pois percebem que este é um alvo impossível de ser alcançado. Como não conseguem alcançá-lo camuflam os problemas, escondendo-os atrás de uma capa de aparência de que ‘tudo vai bem’, quando na realidade não vai. Estes pregadores estão levando as famílias a uma vida farisaica, o que pode ser um dos motivos dos filhos estarem abandonando a fé. Essa atitude torna-se um peso para as pessoas. Não foi isto que Deus planejou para nós seres humanos. Famílias perfeitas não, mas famílias felizes sim.”

O texto acima citado nos conduz para algumas reflexões:

- Em primeiro lugar, a perfeição, embora seja um ideal divino (II Co 13.9, Hb 6.1), é algo que não poderá ser vivenciado plenamente nesta vida devido às limitações que o pecado nos impõem.

- Em segundo lugar, parece-nos que as famílias que mais sofrem como este tipo de problema são as dos obreiros, devido às pressões que sofrem da igreja, e por vezes, do próprio obreiro, exigindo dos seus entes queridos uma conduta “perfeita”, em nome da preservação de sua imagem, não considerando as limitações que a própria natureza humana os impõe. A mulher do obreiro, os filhos do obreiro, embora devam de certa forma zelar pelo ministério do homem de Deus, não podem carregar um fardo impossível de ser suportado.

3. A ORIGEM DO LAR E DA FAMÍLIA

Deus é o criador da família. A criação da família funde-se com a criação da humanidade:

“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move na terra.” (Gn 1.27-28)

Podemos afirmar que o primeiro lar existiu no Édem (Gn 2.8, 15). O lar foi assim preparado e estabelecido por Deus como um lugar de bênçãos e felicidade. A responsabilidade do homem era “cultivar” e “guardar” o seu lar (v.15).

4. A QUEDA DA FAMÍLIA

O pecado entrou na família por meio de uma atitude egoísta e deliberada do homem (I Tm 2.14), conforme detalhes narrados em Gênesis 3.6 “E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”

5. A CORRUPÇÃO GERAL DA FAMÍLIA

A perda dos referenciais de bondade, santidade, integridade, moralidade e amor, promoveram na família uma corrupção generalizada, “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.” (Gn 6.11-12)

6. SALVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DO LAR E DA FAMÍLIA

A operação da graça de Deus na vida da família pode ser observada pelos seguintes aspectos:

· A salvação profetizada na aliança Adâmica – Gn 3.15
· A salvação figurada na aliança Noética – Gn 6.13-18
· A salvação prometida na aliança Abrâmica – Gn 12.1-3
· A salvação providenciada em Cristo Jesus – At 10.24-48, At 27-34

7. ATRIBUIÇÕES, FINALIDADES OU PROPÓSITOS DE DEUS PARA O LAR E A FAMÍLIA

Segue abaixo uma relação das principais atribuições de Deus para o lar e a família:

Procriação da humanidade e Prazer sexual para o casal (Gn 1.28; Pv 5.15-19) - A prática e o prazer sexual é uma benção de Deus que é legitimada pelo casamento, com o propósito de constituir família e edificar um lar.

Subsistência (Gn 2.15; 3.19) – É no lar e na família que a provisão para o sustento, a alimentação, a vestimenta e outras necessidades básicas de seus membros devem ser supridas.

Educação (Dt 6.4-9) – Um dos grandes erros dos tempos atuais é o fato da família ter terceirizado a educação moral e espiritual dos filhos. Escola e Igreja cumprem hoje o papel principal na formação destes valores, quando na realidade deveriam cumprir um papel auxiliar.

Proteção (Dt 22.8) – O apoio que recebemos da família, a ajuda nos momentos difíceis, o ombro e o peito amigo do marido, da esposa, dos pais e dos filhos, transmitem uma sensação de segurança e proteção insubstituíveis.

Adoração e serviço a Deus (Gn 4.1-5; 26; 8.18-21; 13.1-4; Ex 12.1-21; Dt 6.4-9; 11.18-21; Js 24.15 e outros) – É no lar e na família que a adoração e o serviço a Deus devem ser primeiramente exercitados. A adoração e o serviço na igreja devem ser compreendidos como uma extensão da adoração e do serviço no lar.

8. CONCLUSÃO

O sucesso e a felicidade na família, está em ter a palavra de Deus como fundamento (Mt 7.24-29) e Tê-lo como principal edificador (Salmo 127.1a). Infelizmente, a família cristã tem negligenciado e relativizado os valores cristãos e os princípios da palavra de Deus. O Senhor já não é realmente o edificador de muitos lares e famílias que o confessam e o adoram apenas de lábios. Como resultado, cada dia a família cristã se torna mais infeliz, mais dividida e incapaz de ser sal e luz para os demais lares e famílias da terra.

7. BIBLIOGRAFIA

GONÇALVES, Josué. Família: os segredos do sucesso de uma família bem ajustada. 6 ed. São Paulo: Editora Mensagem para todos, 1999.

HOUAISS, Antonio. Mini Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

LIMA, Elinaldo Renovato de. A Família Cristã nos Dias Atuais. Rio de Janeiro: CPAD, 1989.

VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário VINE: o significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. 2 ed. Traduzido por Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

DICIONÁRIO DO MOVIMENTO PENTECOSTAL

SINOPSE

Pela primeira vez no Brasil, em uma só obra, um panorama sobre pessoas, igrejas, instituições e temas do pentecostalismo brasileiro e mundial. Mais de 1000 verbetes e cerca de 600 fotos históricas e contemporâneas que dão ao leitor:

- Ampla visão histórica e cronológica das Assembléias de Deus, seus pioneiros e líderes;
- Perfil dos missionários suecos, noruegueses, finlandeses, americanos e de outras nacionalidades que atuaram no brasil;
- Mais de 500 fotos históricas do pentecostalismo no Brasil e no mundo;
- Definição e expressão e temas do pentecostalismo;
- A história do pentecostalismo na Suécia, Noruega, Finlândia e Estados Unidos, paises que mais influenciaram a igreja pentecostal brasileira;
- Síntese histórica das principais denominações pentecostais no Brasil e no mundo;
- Dezenas de remissões cruzadas para que o leitor possa conhecer as conexões, a contemporaneidade e o inter-relacionamento de pessoas, fatos, temas e grupos pentecostais;
- E muito mais.

Uma obra maravilhosa e indispensável na biblioteca de qualquer instituição cristã, e nas mãos principalmente dos pentecostais brasileiros, é como qualifico esta publicação da CPAD.

O amado companheiro Isael de Araujo está de parabéns, juntamente com todos que cooperaram para que o Dicionário do Movimento Pentecostal se tornasse uma realidade.

Que o Senhor Jesus continue vos abençoando!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A PROMESSA DA VERDADEIRA PROSPERIDADE


A verdadeira prosperidade é uma promessa bíblica. Já bem explanada esta semana (ver blog ENSINO DOMINICAL), nossa contribuição será mostrar algumas faces da "falsa Prosperidade", através de uma breve abordagem histórica e teológica. Do ponto de vista pedagógico, é sempre interessante ao falar sobre o que é "verdadeiro" expor também o "falso". Como sugestão, os professores podem começar sua aula abordando a "falsa prosperidade" com sua teologia e concluir ensinando sobre a "verdadeira" prosperidade.

1. RETROSPECTIVA HISTÓRICA DA TEOLOGIA DA "FALSA" PROSPERIDADE

O evangelho da prosperidade é algo e novo na história da igreja. Seu aparecimento, contudo, se desenvolveu gradativamente e tem sua origem ligada a pessoas, épocas e lugares diversos. Estaremos aqui, lançando um fundamento histórico, que nos conduzirá a um melhor entendimento da sua expansão no Brasil.

Mediante pesquisas realizadas nos Estados Unidos sobre o assunto, duas raízes históricas e filosóficas foram identificadas: pentecostalismo (Barron, 1987) e várias seitas metafísicas do início do século XX, que floresceram na área de Boston (McConell, 1988). Dessas duas fontes, o pentecostalismo forneceu a base ou o grupo onde a teologia encontrou a maior parte de seus adeptos. Embora as igrejas pentecostais e carismáticas acolheram numa proporção maior , foram as seitas metafísicas que forneceram os ensinos e base que deram forma ao evangelho da prosperidade.

2. A RELAÇÃO COM O PENTECOSTALISMO

No final do século XIX, vários pregadores na América do Norte começaram a afirmar, que todos os cristãos tinham o direito à saúde como parte da expiação. Entre os tais destacaram-se A. J. Gordon, fundador de uma respeitada instituição de ensino teológico, e A. B. Simpson, fundador da Aliança Cristã e Missionária. Ambos escreveram livros sobre cura que até hoje são utilizados.

Os ensinos de prosperidade não tiveram origem dentro do pentecostalismo. Contudo, a tendência das denominações pentecostais de aceitarem afirmações de autoridade profética “extra-bíblica”, criou um espaço teológico onde a doutrina da prosperidade pôde se firmar e crescer. A conclusão histórica que aqui fazemos é que, embora portador da doutrina, o pentecostalismo não a tem como parte de suas crenças fundamentais.

2. AS ORIGENS DAS SEITAS METAFÍSICAS

As seitas metafísicas eram assim conhecidas, por ensinarem que a verdadeira realidade é “meta-física”, ou seja, vai além da realidade física. Isto significa que a esfera do espírito não somente é maior do que o mundo físico, mas controla cada aspecto dele e é a causa de todos os efeitos por ele sofrido.

Além da ênfase no “direito a cura”, esta teologia reivindica também o direito a “prosperidade” por meio da confissão positiva. Os ensinos do evangelho da prosperidade convergem para dois homens: Kenneth Hagin e E. W. Kenyon.

Kenneth Hagin – Nasceu em 1918. Teve uma saúde debilitada em sua infância. Complicando mais a situação, ele foi educado num ambiente de relativa pobreza, porque aquela foi uma época difícil na história dos Estados Unidos e também porque seu pai abandonou a família, quando Hagin tinha seis anos de idade. Ao atingir a adolescência, sua saúde piorou. Aos 16 anos de idade foi confinado a uma cama com perspectivas de pouco tempo de vida. Segundo seu testemunho, ele ficou ali durante 16 meses, antes que sua vida mudasse radicalmente para melhor. Segundo ainda ele narra, duas coisas aconteceram para mudar a sua sorte:

a) Ele afirma ter recebido uma série de visões nas quais foi levado primeiro ao inferno e depois ao céu, três vezes em seguida. Ele diz aos seus seguidores que, logo depois disso, recebeu uma revelação do “verdadeiro” significado de Marcos 11.23, 24 e da natureza da fé cristã. A essência dessa revelação era que, para obter resultados da parte de Deus, o fiel deve confessar em voz alta seus pedidos e nunca duvidar de que tenham sido respondidos, mesmo que as evidências físicas não indiquem que a oração foi atendida. Uma vez feita a oração, o fiel deve afirmar constantemente a resposta, até que surja a prova. Essa é, por certo, a essência daquilo que é hoje ensinado como “confissão positiva”. Hagin afirma que a fonte disso não foi outra senão o próprio Senhor.

b) Hagin não teve nenhum treinamento teológico formal. Assim como o apóstolo Paulo, ele diz que nenhum homem lhe ensinou sua doutrina, uma vez que ele a recebeu diretamente de Cristo. (Em contraste com isso, temos Paulo, que antes de ser converter, era um rabino judeu altamente treinado.).

E. W. Kenyon – Tudo indica que Kenyon foi a verdadeira fonte dos ensinos de Hagin. Kenyon foi pastor em várias igrejas, tornou-se evangelista itinerante sem nenhum vínculo denominacional. Ao passar dos anos iniciou suas atividades como radialista e produziu 18 livretos sobre seus ensinos. Kenyon também não freqüentou um seminário teológico. Para ele, a esfera espiritual pode ser controlada pela mente humana, e se o homem entender corretamente as leis espirituais da vida e tiver fé para agir segundo elas, poderá atingir resultados espantosos.

3. OS FUNDAMENTOS DA TEOLOGIA DA "FALSA" PROSPERIDADE

Além da “autoridade espiritual” e da “saúde plena”, esta teologia ensina que a “prosperidade financeira” é um direito do cristão, pois faz parte da expiação efetuada por Cristo. É comum ouvirmos os pregadores da teologia da prosperidade afirmarem que “Deus quer que seus filhos comam a melhor comida, vistam as melhores roupas, dirijam os melhores carros e tenham as melhores coisas. Observemos o que afirmou Hagin:

"... muitos crentes confundem humildade com pobreza. Um pregador certa vez me disse que fulano possuía humildade, porque andava em um carro muito velho. Repliquei: 'Isso não é ser humilde – isso é ser ignorante!' A idéia que o pregador tinha de humildade era a de dirigir um carro velho. Um outro observou: 'Sabe, Jesus e os discípulos nunca andaram num Cadilac.' Não havia Cadilac naquela época. Mas Jesus andou num jumento. Era o 'Cadilac' da época – o melhor meio de transporte existente. Os crentes têm permitido ao diabo lesá-los em todas as bênçãos que poderiam usufruir. Não era intenção de Deus que vivêssemos em pobreza. Ele disse que éramos para reinar em vida de reis. Quem jamais imaginaria um rei vivendo em estrita pobreza? A idéia de pobreza simplesmente não combina com reis" (Autoridade, 48).

Segundo ainda seus ensinos, a pobreza é fruto da falta do conhecimento de seus direitos, falta de fé para afirmar tais direitos ou o diabo o está impedindo de recebê-los. Se houver uma suspeita de que a última causa é o problema, uma sonora repreensão irá liberar tudo aquilo que o cristão tem por direito: “...tudo quanto você precisa fazer é dizer ; Satanás, tire suas mãos do meu dinheiro" (Limiares, 67).

4. CONCLUSÃO

Pela lógica dos ensinos da “Teologia da Prosperidade”, os profetas e apóstolos deveriam ter sido os crentes e homens mais ricos de todos os tempos. Mas ao contrário disto, viveram de forma simples e nos advertiram quanto ao perigo das riquezas (Tg 2.5; 1 Jo 2.15; 1 Tm 6.9-10). O que não dizer do testemunho de vida de João Batista (Mt 3.4), Pedro e João (At 3.6), Paulo (Fp 4.12) e acima de tudo do próprio Jesus (Mt 8.20).

Não somos apologistas da pobreza, é necessário entender que todo desvio doutrinário é resultado de um acréscimo ou de uma omissão de parte da verdade revelada na Bíblia Sagrada. Apesar de atrativa a “teologia da Prosperidade” é danosa, pois tudo que se insurge contra a sã doutrina é prejudicial à vida do cristão.

BIBLIOGRAFIA

PIERATT, Alan B. O Evangelho da Prosperidade. São Paulo: Vida Nova, 1993.

ROMEIRO, Paulo. Super Crentes: o evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os profetas da prosperidade. 6 ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1998.

PR. SILAS MALAFAIA COMENTA O CASO RECORD X GLOBO

Pr. Silas Malafaia manda recado para Edir Macedo e alerta a IURD para o fato de ter entrado numa guerra de audiência, com uma programação cheia de imoralidade e de todo o lixo do inferno. Diz ainda que a RECORD está pior que emissoras de ímpios.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

PROBLEMAS PSICOLÓGICOS DE ALGUNS POLÍTICOS BRASILEIROS


LADRÕES E SALTEADORES!

Uma nova modalidade de ação por parte de falsos pastores e missionários é a de colocar as igrejas na justiça buscando indenizações.

Após alguns anos de atividades à serviço da igreja, pastores e missionários, pelas mais diversas razões, estão se achando no direito de receber "indenizações gordas".

Existem verdadeiros bandidos praticando de maneira premeditada essa ação. Chegam com carta de recomendação e mudança (às vezes falsificada), com carinha de santo, dizendo estarem prontos para servir, alguns passam a ser mantidos pela igreja, outros não pedem nenhuma ajuda financeira (fazedores de tendas), mas na hora de irem embora exigem o pagamento das referidas indenizações.

Vale lembrar que outros, de forma fraudulenta, compram bens para a igreja em seu nome, reclamando posteriormente estes bens para si. Haja falta de temor a Deus!

É necessário ficar atento e buscar informações sobre a verdadeira origem e conduta de tais obreiros nos lugares por onde passaram.


segunda-feira, 12 de novembro de 2007

AS MARCAS DE CRISTO EM NOSSA VIDA


Este é o título do artigo de nossa autoria publicado no jornal Mensageiro da Paz de Novembro/2007.

O periódico, órgão oficial das Assembléias de Deus no Brasil, trás ainda uma excelente matéria sobre a influência do governo brasileiro para o avanço do liberalismo no país, além de notícias do meio cristão nacional e mundial.

TREINAMENTO PARA EVANGELIZAÇÃO COM LITERATURA

A Sociedade Bíblica do Brasil convida você para participar do Treinamento para Evangelização com Literatura.

PROGRAMAÇÃO

19h00 - Recepção aos participantes
19h15 - Leitura bíblica, oração e louvor
19h45 - Estudo e Palestra
20h45 - Cofee break
21h00 - Testemunho e orientações
22h00 - Encerramento

DATA: 19 de novembro de 2007
LOCAL: Igreja Presbiteriana da Boa Vista - Av. Conde da Boa Vista, 521 - Recife - PE

INSCRIÇÃO GRATUITA PELOS TELEFONES 0800-727-8888 (SBB) e 3224-4767 (Livraria Luz e Vida)
Garanta já a sua participação!

domingo, 11 de novembro de 2007

O BISPO: A HISTÓRIA REVELADA DE EDIR MACEDO

A biografia autorizada de Edir Macedo já registra uma das maiores tiragens da história do mercado editorial brasileiro.

Num país onde aventuras de bruxos e de ex-garota de programa (puro lixo cultural) fazem sucesso e batem recordes de vendas no mercado livresco , o que se pode esperar mais?


Leia mais em Folha Online

BISPO EDIR MACEDO E ABORTO


O Bispo Edir Macedo resolveu assumir sua posição liberal acerca do aborto em caso de gravidez indesejável. Segue abaixo trecho da entrevista concedida pelo mesmo à Folha de São Paulo, em 13 de outubro de 2007:

FOLHA: Em sua biografia, o Sr. defende o aborto. Atualmente, a Record e a Record News exibem campanha pelo aborto, por que?

Macedo: Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém aí vão algumas das mais importantes:

1. Muitas mulheres têm perdido a vida em fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte.
2. O que é menos doloroso? Aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas?3. A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém?
4. O que, os que são contra o aborto, têm feito pelas crianças abandonadas?
5. Por que a resistência ao planejamento familiar?

Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.

FOLHA: “Deus deu a vida e só Ele pode tirá-la”, segundo a Bíblia (sic). Não é contraditório um líder cristão defender o aborto?

Macedo: A criança não vem pela vontade de Deus. A criança gerada de um estupro seria de Deus? Não do meu Deus! Ela simplesmente é gerada pela relação sexual e nada mais além disso. Deus deu a vida ao primeiro homem e à primeira mulher. Os demais foram gerados por estes. O que a Bíblia ensina é que se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz (Eclesiastes 6.3). Não acredito que algo informe, seja uma vida.

Amados leitores, discussões teológicas à parte (embora importantes), conheço vários casos de crianças que foram concebidas de maneira indesejável, quer seja por falha em medidas contraceptivas, intimidades no namoro, estupros e outras, que tornaram-se instrumentos nas mãos de Deus.

Afirmar que uma criança gerada de um estupro (ou de qualquer outra forma de gravidez indesejável) não é de Deus, é no mínimo uma atitude irresponsável ou então a palavra de alguém que pensa estar no mesmo patamar ou acima do próprio Deus.

"Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta." (Jr 1.5)

"Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles." (Sl 139.16)

ABORTO (1)


“......
Era tão pequeno / que ninguém o via.
Dormia sereno, / enquanto crescia.
Sem falar, pedia / - porque era semente -
ver a luz do dia / como toda a gente.
Não tinha usurpado / a sua morada.
Não tinha pecado. / Não fizera nada.
Foi sacrificado / enquanto dormia.
Esterilizado / com toda a mestria.
Antes que a tivesse, / taparam-lhe a boca
– tratado, parece, / qual bicho na toca.
Não soltou vagido. / Não teve amanhã.
Não ouviu: "Querido..." / Não disse: "Mamã..."
Não sentiu um beijo. / Nunca andou ao colo.
Nunca teve ensejo / de pisar o solo,
pezito descalço, / andar hesitante,
sorrindo no encalço / do abraço distante.
Nunca foi à escola / de sacola ao ombro,
nem olhou estrelas / com olhos de assombro.
Crianças iguais / à que ele seria,
não brincou com elas / nem soube que havia.
Não roubou maçãs, / não ouviu os grilos,
não apanhou rãs / nos charcos tranquilos.
Nunca teve um cão, / vadio que fosse
a lamber-lhe a mão, / à espera do doce.
Não soube que há rios / e ventos e espaços.
E invernos e estios. / E mares de sargaços,
e flores e poentes. / e peixes e feras -
as hoje viventes / e as de antigas eras.
Não soube do mundo. / Não viu a magia.
Num breve segundo, / foi neutralizado
com toda a mestria:
Com as alvas batas, / máscaras de entrudo,
técnicas exactas, / mãos de especialistas
negaram-lhe tudo / (o destino inteiro...)
- porque os abortistas nasceram primeiro”

(Autor desconhecido)


Fonte: sol.sapo.pt/blogs

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A PROMESSA DA PAZ INTERIOR


Diante do tema “A promessa da paz interior”, o foco de nossa abordagem volta-se para os fatores que comprometem a paz interior na vida do cristão. classificaremos em três os referidos fatores:

1. Fatores Espirituais

Dentre os fatores espirituais selecionamos dois;

a) O cristão fora da vontade de Deus – Não é possível estar fora da vontade de Deus e desfrutar de paz interior. Quando não nos encontramos sintonizados com Deus e com a sua vontade, percebemos que nossa consciência juntamente com o Espírito Santo nos acusa. Um caso típico de desobediência à Deus é o de Jonas

“Ora veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim. Jonas, porém, levantou-se para fugir da presença do Senhor para Társis. E, descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, da presença do Senhor.” (Jn 1.1-3)

Como conseqüência deste ato, o contexto nos relata que uma série de fenômenos aconteceram

“Mas o Senhor lançou sobre o mar um grande vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, de modo que o navio estava a ponto de se despedaçar.” (Jn 1.4)

A maior turbulência não aconteceu no mar, e sim, no coração e na consciência do profeta. A oração que ele dirige ao Senhor nos revela isso

“E orou Jonas ao Senhor, seu Deus, lá das entranhas do peixe; e disse: Na minha angústia clamei ao senhor, e ele me respondeu; do ventre do Seol gritei, e tu ouviste a minha voz. Pois me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. E eu disse: Lançado estou de diante dos teus olhos; como tornarei a olhar para o teu santo templo? As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou, e as algas se enrolaram na minha cabeça. Eu desci até os fundamentos dos montes; a terra encerrou-me para sempre com os seus ferrolhos; mas tu, Senhor meu Deus, fizeste subir da cova a minha vida. Quando dentro de mim desfalecia a minha alma[...].” (Jn 2.1-7a)

Percebam as seguintes expressões: minha angústia, gritei, lançado estou de diante dos teus olhos, as águas me cercaram até a alma, as algas se enrolam na minha cabeça e dentro de mim desfalecia a minha alma. Todas elas expressam o desespero que tomou conta do íntimo do profeta e que toma conta também da vida interior de todos que tentam fugir das orientações e determinações de Deus para as suas vidas. A única saída para você que deseja que a paz interior se mantenha ou retorne é seguir o exemplo positivo de Jonas

“eu me lembrei do Senhor; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que se apegam aos vãos ídolos afastam de si a misericórdia. Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz de ação de graças; o que votei pagarei. Ao Senhor pertence a salvação. Falou, pois, o Senhor ao peixe, e o peixe vomitou a Jonas na terra.” (Jn 7b-10)

Ore ao Senhor, se humilhe e busque a sua vontade. Talvez assim haja esperança e paz para você.

b) Pecado não confessado – O pecado não confessado é como um câncer que corrói a alma. Seus efeitos emocionais e espirituais são terríveis. O salmista Davi relatou tais sentimentos da seguinte forma

“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto calei os meus pecado, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio.” (Sl 32.1-4)

O drama interior de Davi é expresso através dos termos: envelheceram os meus ossos (fraqueza interior), constantes gemidos (dor interior), tua mão pesava sobre mim (sentimento de culpa), o meu humor se tornou em sequidão (tristeza).

Diante de situações semelhantes a esta, cabe-nos como cristão confessar e abandonar o erro (Sl 32.5), para que assim a paz com Deus e consigo próprio seja restituída.

2. Fatores Sociais

Dentre os fatores sociais que comprometem a paz interior destacamos:

a) As facções na igreja – “Grupinhos” na igreja sempre promovem sérios conflitos e contendas entre os irmãos. Paulo escrevendo aos coríntios fez o seguinte alerta

“Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja divisões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer. Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo.” (1 Co 1.10-12)

Assim como na igreja de Corinto o partidarismo está presente nas igrejas atuais, sendo causado por questões políticas, interesses próprios, espírito faccioso, rebeldia, insubmissão à liderança e outros.

b) A disputa por cargo ou posições eclesiásticas – Tal fator é terrível. O fato não é novo. Os evangelhos nos relatam que nem os apóstolos escaparam desta “tentação”

“Aproximou-se dele, então, a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, ajoelhando-se e fazendo-lhe um pedido. Perguntou-lhe Jesus: Que queres? Ela lhe respondeu: Concede que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino. Jesus, porém, replicou: Não sabeis o que pedis; podeis beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos. Então lhes disse: O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai. E ouvindo isso os dez, indignaram-se contra os dois irmãos. (Mt 20.20-24)

Muitos desejam se sentar em lugares de grande honra, contudo, desejar é uma coisa e poder é outra. É Deus quem escolhe e estabelece aqueles que deseja honrar. Lutar contra isso é lutar contra Deus e quem luta contra ele não prevalece. Tais disputas só causam indignação e mal estar. A Bíblia nos recomenda que nos esforcemos para manter a paz com o próximo
“Segui a paz com todos [...]” (Hb 12.14a)

“Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.” (Rm 12.18)

Quem vive promovendo guerra e divisões entre irmãos não pode ter paz consigo mesmo.

3. Fatores pessoais

Estar bem consigo mesmo enquadra-se nesta terceira classificação. Para que isto se torne possível é necessário:

a) Ter amor próprio – Não falamos aqui de narcisismo ou egoísmo. Amar a si mesmo é uma recomendação da Palavra de Deus e prerrogativa para amar o próximo

“E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22.39)

Precisamos entender que somos especiais para Deus. Nossas diferenças são necessárias e fazem parte de um grande e complexo projeto divino. Crer nisso aumentará nossa auto-estima e nos proporcionará prazer, alegria e paz interior.

b) Lançar sobre ele nossas ansiedades – A ansiedade já foi considerada como a emoção oficial de nossa era e a raiz de todas as neuroses. Segundo Collins “Ela nos corrói a todos, sugando energias e destruindo bons sentimentos [...]. Algumas vezes a ansiedade nos sobrevém de maneira incontrolável, fazendo-nos congelar em nosso caminho. Para algumas pessoas, a ansiedade dura dias, semanas e até anos, incapacitando-as de encontrarem um escape na vida em si”. “É um estado emocional doloroso”(Altrocchi). Collins afirma também que a ansiedade produz um turbilhão de reações físicas, psicológicas, defensivas e espirituais. Falta de fôlego, insônia, constante fadiga, perda de apetite, alteração da pressão sanguínea, habilidade de pensar e lembrar, comprometimento da capacidade de bons relacionamentos com os outros, fuga através das drogas, dependência de medicamentos, falta de tempo para orar e falta de concentração na leitura da Bíblia são alguns destes fatores.

Conviver com todas essas mazelas e ter paz interior é impossível. A própria ansiedade não pode conviver junta com essa paz.

Torna-se então imprescindível confiar no Senhor.

“Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? (Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mt 6.31-34)

“Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.” (Fp 4.6-7)

“lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pe 5.7)
Certo compositor escreveu a seguinte frase “Não sei o que o futuro reserva, mas sei quem controla o futuro”. É enfrentando a realidade, tomando algumas medidas preventivas e confiando no Senhor que venceremos nossos medos e temores internos.

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (Jo 14.27)

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

LAVAGEM DE DINHEIRO

O Jornal da Globo de ontem denunciou que o ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol, Onaireves Moura, pretendia criar uma igreja para "lavagem de dinheiro", provavelmente desviado das contas da FPF.

O caso é grave e pode contribuir para denegrir mais ainda a imagem da Igreja Evangélica no Brasil, que nos últimos anos vem sofrendo com a presença dos "mercadores", "enganadores" e "empresários da fé".

Que o Senhor Jesus tenha misericórida de nós!

Leia mais em UOL esportes

terça-feira, 6 de novembro de 2007

MAIS COPA 2014!


ROUPA SUJA SE LAVA EM CASA?

Minha resposta para a indagação feita no título deste post é a seguinte: depende!

Há roupas sujas que se lavam em casa, outras em lavanderias, outras em rios, açudes, ribeiros, riachos e por aí se vai.

Essa expressão geralmente significa que alguns assuntos privados devem ser tratados de forma privada. Até concordo com este ponto de vista. Mas, e quando a sujeira se torna pública? Minha opinião é que "roupa suja" que se torna pública deve ser lavada publicamente.

Na Bíblia, a roupa suja de Adão, Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Sansão, Saul, Davi, Salomão, dos demais reis de Israel e Judá, de profetas, dos apóstolos e outros dignos personagens foi lavada publicamente.

"Lavar roupa suja" deve ser entendido como "passar a limpo", esclarecer os fatos, informar com a máxima precisão e isenção possível.

Nesta perspectiva, além de outros propósitos, com temor e tremor afirmo que este blog existe para "lavar roupa suja".

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

TV ABERTA BRASILEIRA - UM OLHAR CRÍTICO

Como você classificaria a TV aberta brasileira? Ela é instrutiva ou massificadora? Existe realmente liberdade de expressão ou a TV brasileira serve à ideologia das classes dominantes?

No intuíto de saber e revelar o pensamento dos telespectadores evangélicos, estaremos fazendo uma pesquisa de opinião através deste blog, sobre qual o pior e o melhor programa de TV da atualidade. A pesquisa terá a duração de 01 mês (05/11 à 05/12).

Na primeira quinzena, receberemos as opiniões e selecionaremos os 05 piores e melhores programas de TV. Na segunda quinzena, faremos uma enquete onde os leitores elegerão o pior e o melhor programa da TV aberta brasileira dentre os 05 piores e melhores programas indicados pela pesquisa.

Você poderá opinar de duas formas:

1. Através do comentário deste post

2. Enviando sua opinião para o e-mail altair.germano@gmail.com

Você responde da seguinte maneira:

- O pior programa da TV aberta brasileira é: _______________________

EMISSORA: ___________________


- O melhor programa da TV aberta brasileira é: _____________________

EMISSORA: ___________________


Os resultados serão enviados para as emissoras de TV.

Participe e divulgue essa pesquisa entre seus amigos e irmãos.

domingo, 4 de novembro de 2007

SINNERS IN THE HANDS OF AN ANGRY GOD

DEUTERONOMY 32. 35

"THEIR FOOT SHALL SLIDE IN DUE TIME."

In this verse, is threatened the vengeance of God on the wicked unbelieving Israelites, who were God's visible people, and who lived under the means of grace; but who, notwithstanding all God's wonderful works towards them, remained (as ver. 28.) void of counsel, having no understanding in them. Under all the cultivations of heaven, they brought forth bitter and poisonous fruit; as in the two verses next preceding the text. -- The expression I have chosen for my text, THEIR FOOT SHALL SLIDE IN DUE TIME, seems to imply the following things, relating to the punishment and destruction to which these wicked Israelites were exposed.

1. That they were always exposed to DESTRUCTION; as one that stands or walks in slippery places is always exposed to fall. This is implied in the manner of their destruction coming upon them, being represented by their foot sliding. The same is expressed, Psalm 73. 18. "Surely thou didst set them in slippery places; thou castedst them down into destruction."

2. It implies, that they were always exposed to sudden unexpected destruction. As he that walks in slippery places is every moment liable to fall, he cannot foresee one moment whether he shall stand or fall the next; and when he does fall, he falls at once without warning: Which is also expressed in Psalm 73. 18, 19. "Surely thou didst set them in slippery places; thou castedst them down into destruction: How are they brought into desolation as in a moment!"

3. Another thing implied is, that they are liable to fall OF THEMSELVES, without being thrown down by the hand of another; as he that stands or walks on slippery ground needs nothing but his own weight to throw him down.

4. That the reason why they are not fallen already and do not fall now is only that God's appointed time is not come. For it is said, that when that due time, or appointed time comes, THEIR FOOT SHALL SLIDE. Then they shall be left to fall, as they are inclined by their own weight. God will not hold them up in these slippery places any longer, but will let them go; and then, at that very instant, they shall fall into destruction; as he that stands on such slippery declining ground, on the edge of a pit, he cannot stand alone, when he is let go he immediately falls and is lost.

The observation from the words that I would now insist upon is this. -- "There is nothing that keeps wicked men at any one moment out of hell, but the mere pleasure of God." -- By the MERE pleasure of God, I mean his SOVEREIGN pleasure, his arbitrary will, restrained by no obligation, hindered by no manner of difficulty, any more than if nothing else but God's mere will had in the least degree, or in any respect whatsoever, any hand in the preservation of wicked men one moment. -- The truth of this observation may appear by the following considerations.

1. There is no want of POWER in God to cast wicked men into hell at any moment. Men's hands cannot be strong when God rises up. The strongest have no power to resist him, nor can any deliver out of his hands. -- He is not only able to cast wicked men into hell, but he can most easily do it. Sometimes an earthly prince meets with a great deal of difficulty to subdue a rebel, who has found means to fortify himself, and has made himself strong by the numbers of his followers. But it is not so with God. There is no fortress that is any defense from the power of God. Though hand join in hand, and vast multitudes of God's enemies combine and associate themselves, they are easily broken in pieces.

They are as great heaps of light chaff before the whirlwind; or large quantities of dry stubble before devouring flames. We find it easy to tread on and crush a worm that we see crawling on the earth; so it is easy for us to cut or singe a slender thread that any thing hangs by: thus easy is it for God, when he pleases, to cast his enemies down to hell. What are we, that we should think to stand before him, at whose rebuke the earth trembles, and before whom the rocks are thrown down?

2. They DESERVE to be cast into hell; so that divine justice never stands in the way, it makes no objection against God's using his power at any moment to destroy them. Yea, on the contrary, justice calls aloud for an infinite punishment of their sins. Divine justice says of the tree that brings forth such grapes of Sodom, "Cut it down, why cumbereth it the ground?" Luke 8. 7. The sword of divine justice is every moment brandished over their heads, and it is nothing but the hand of arbitrary mercy, and God's mere will, that holds it back.

3. They are already under a sentence of CONDEMNATION to hell. They do not only justly deserve to be cast down thither, but the sentence of the law of God, that eternal and immutable rule of righteousness that God has fixed between him and mankind, is gone out against them, and stands against them; so that they are bound over already to hell. John 3:18."He that believeth not is condemned already." So that every unconverted man properly belongs to hell; that is his place; from thence he is, John 8. 23. "Ye are from beneath:" And thither he is bound; it is the place that justice, and God's word, and the sentence of his unchangeable law assign to him.

4. They are now the objects of that very same ANGER and wrath of God, that is expressed in the torments of hell. And the reason why they do not go down to hell at each moment, is not because God, in whose power they are, is not then very angry with them; as he is with many miserable creatures now tormented in hell, who there feel and bear the fierceness of his wrath. Yea, God is a great deal more angry with great numbers that are now on earth: yea, doubtless, with many that are now in this congregation, who it may be are at ease, than he is with many of those who are now in the flames of hell.

So that it is not because God is unmindful of their wickedness, and does not resent it, that he does not let loose his hand and cut them off. God is not altogether such an one as themselves, though they may imagine him to be so. The wrath of God burns against them, their damnation does not slumber; the pit is prepared, the fire is made ready, the furnace is now hot, ready to receive them; the flames do now rage and glow. The glittering sword is whet, and held over them, and the pit hath opened its mouth under them.

5. The DEVIL stands ready to fall upon them, and seize them as his own, at what moment God shall permit him. They belong to him; he has their souls in his possession, and under his dominion. The scripture represents them as his goods, Luke 11. 12. The devils watch them; they are ever by them at their right hand; they stand waiting for them, like greedy hungry lions that see their prey, and expect to have it, but are for the present kept back. If God should withdraw his hand, by which they are restrained, they would in one moment fly upon their poor souls. The old serpent is gaping for them; hell opens its mouth wide to receive them; and if God should permit it, they would be hastily swallowed up and lost.

6. There are in the souls of wicked men those hellish PRINCIPLES reigning, that would presently kindle and flame out into hell fire, if it were not for God's restraints. There is laid in the very nature of carnal men, a foundation for the torments of hell. There are those corrupt principles, in reigning power in them, and in full possession of them, that are seeds of hell fire. These principles are active and powerful, exceeding violent in their nature, and if it were not for the restraining hand of God upon them, they would soon break out, they would flame out after the same manner as the same corruptions, the same enmity does in the hearts of damned souls, and would beget the same torments as they do in them. The souls of the wicked are in scripture compared to the troubled sea, Isa. 57. 20.

For the present, God restrains their wickedness by his mighty power, as he does the raging waves of the troubled sea, saying, "Hitherto shalt thou come, but no further;" but if God should withdraw that restraining power, it would soon carry all before it. Sin is the ruin and misery of the soul; it is destructive in its nature; and if God should leave it without restraint, there would need nothing else to make the soul perfectly miserable. The corruption of the heart of man is immoderate and boundless in its fury; and while wicked me live here, it is like fire pent up by God's restraints, whereas if it were let loose, it would set on fire the course of nature; and as the heart is now a sink of sin, so if sin was not restrained, it would immediately turn the soul into fiery oven, or a furnace of fire and brimstone.

7. It is no security to wicked men for one moment, that there are no visible means of death at hand. It is no security to a natural man, that he is now in health, and that he does not see which way he should now immediately go out of the world by any accident, and that there is no visible danger in any respect in his circumstances. The manifold and continual experience of the world in all ages, shows this is no evidence, that a man is not on the very brink of eternity, and that the next step will not be into another world. The unseen, unthought-of ways and means of persons going suddenly out of the world are innumerable and inconceivable.

Unconverted men walk over the pit of hell on a rotten covering, and there are innumerable places in this covering so weak that they will not bear their weight, and these places are not seen. The arrows of death fly unseen at noon-day; the sharpest sight cannot discern them. God has so many different unsearchable ways of taking wicked men out of the world and sending them to hell, that there is nothing to make it appear, that God had need to be at the expense of a miracle, or go out of the ordinary course of his providence, to destroy any wicked man, at any moment. All the means that there are of sinners going out of the world, are so in God's hands, and so universally and absolutely subject to his power and determination, that it does not depend at all the less on the mere will of God, whether sinners shall at any moment go to hell, than if means were never made use of, or at all concerned in the case.

8. Natural men's prudence and care to preserve their own lives, or the care of others to preserve them, do not secure them a moment. To this, divine providence and universal experience do also bear testimony. There is this clear evidence that men's own wisdom is no security to them from death; that if it were otherwise we should see some difference between the wise and politic men of the world, and others, with regard to their liableness to early and unexpected death: but how is it in fact? Eccles. 2. 16. "How dieth the wise man? even as the fool."

9. All wicked men's pains and CONTRIVANCE which they use to escape hell, while they continue to reject Christ, and so remain wicked men, do not secure them from hell one moment. Almost every natural man that hears of hell, flatters himself that he shall escape it; he depends upon himself for his own security; he flatters himself in what he has done, in what he is now doing, or what he intends to do. Every one lays out matters in his own mind how he shall avoid damnation, and flatters himself that he contrives well for himself, and that his schemes will not fail. They hear indeed that there are but few saved, and that the greater part of men that have died heretofore are gone to hell; but each one imagines that he lays out matters better for his own escape than others have done. He does not intend to come to that place of torment; he says within himself, that he intends to take effectual care, and to order matters so for himself as not to fail.

But the foolish children of men miserably delude themselves in their own schemes, and in confidence in their own strength and wisdom; they trust to nothing but a shadow. The greater part of those who heretofore have lived under the same means of grace, and are now dead, are undoubtedly gone to hell; and it was not because they were not as wise as those who are now alive: it was not because they did not lay out matters as well for themselves to secure their own escape.

If we could speak with them, and inquire of them, one by one, whether they expected, when alive, and when they used to hear about hell, ever to be the subjects of misery: we doubtless, should hear one and another reply, "No, I never intended to come here: I had laid out matters otherwise in my mind; I thought I should contrive well for myself -- I thought my scheme good. I intended to take effectual care; but it came upon me unexpected; I did not look for it at that time, and in that manner; it came as a thief -- Death outwitted me: God's wrath was too quick for me. Oh, my cursed foolishness! I was flattering myself, and pleasing myself with vain dreams of what I would do hereafter; and when I was saying, Peace and safety, then sudden destruction came upon me."

10. God has laid himself under no OBLIGATION, by any promise to keep any natural man out of hell one moment. God certainly has made no promises either of eternal life, or of any deliverance or preservation from eternal death, but what are contained in the covenant of grace, the promises that are given in Christ, in whom all the promises are yea and amen. But surely they have no interest in the promises of the covenant of grace who are not the children of the covenant, who do not believe in any of the promises, and have no interest in the Mediator of the covenant.

So that, whatever some have imagined and pretended about promises made to natural men's earnest seeking and knocking, it is plain and manifest, that whatever pains a natural man takes in religion, whatever prayers he makes, till he believes in Christ, God is under no manner of obligation to keep him a moment from eternal destruction.

So that, thus it is that natural men are held in the hand of God, over the pit of hell; they have deserved the fiery pit, and are already sentenced to it; and God is dreadfully provoked, his anger is as great towards them as to those that are actually suffering the executions of the fierceness of his wrath in hell, and they have done nothing in the least to appease or abate that anger, neither is God in the least bound by any promise to hold them up one moment; the devil is waiting for them, hell is gaping for them, the flames gather and flash about them, and would fain lay hold on them, and swallow them up; the fire pent up in their own hearts is struggling to break out: and they have no interest in any Mediator, there are no means within reach that can be any security to them. In short, they have no refuge, nothing to take hold of; all that preserves them every moment is the mere arbitrary will, and uncovenanted, unobliged forbearance of an incensed God.

APPLICATION

The use of this awful subject may be for awakening unconverted persons in this congregation. This that you have heard is the case of every one of you that are out of Christ. -- That world of misery, that lake of burning brimstone, is extended abroad under you. There is the dreadful pit of the glowing flames of the wrath of God; there is hell's wide gaping mouth open; and you have nothing to stand upon, nor any thing to take hold of; there is nothing between you and hell but the air; it is only the power and mere pleasure of God that holds you up.

You probably are not sensible of this; you find you are kept out of hell, but do not see the hand of God in it; but look at other things, as the good state of your bodily constitution, your care of your own life, and the means you use for your own preservation. But indeed these things are nothing; if God should withdraw his hand, they would avail no more to keep you from falling, than the thin air to hold up a person that is suspended in it.

Your wickedness makes you as it were heavy as lead, and to tend downwards with great weight and pressure towards hell; and if God should let you go, you would immediately sink and swiftly descend and plunge into the bottomless gulf, and your healthy constitution, and your own care and prudence, and best contrivance, and all your righteousness, would have no more influence to uphold you and keep you out of hell, than a spider's web would have to stop a falling rock.
Were it not for the sovereign pleasure of God, the earth would not bear you one moment; for you are a burden to it; the creation groans with you; the creature is made subject to the bondage of your corruption, not willingly; the sun does not willingly shine upon you to give you light to serve sin and Satan; the earth does not willingly yield her increase to satisfy your lusts; nor is it willingly a stage for your wickedness to be acted upon; the air does not willingly serve you for breath to maintain the flame of life in your vitals, while you spend your life in the service of God's enemies.

God's creatures are good, and were made for men to serve God with, and do not willingly subserve to any other purpose, and groan when they are abused to purposes so directly contrary to their nature and end. And the world would spew you out, were it not for the sovereign hand of him who hath subjected it in hope. There are the black clouds of God's wrath now hanging directly over your heads, full of the dreadful storm, and big with thunder; and were it not for the restraining hand of God, it would immediately burst forth upon you. The sovereign pleasure of God, for the present, stays his rough wind; otherwise it would come with fury, and your destruction would come like a whirlwind, and you would be like the chaff of the summer threshing floor.

The wrath of God is like great waters that are dammed for the present; they increase more and more, and rise higher and higher, till an outlet is given; and the longer the stream is stopped, the more rapid and mighty is its course, when once it is let loose. It is true, that judgment against your evil works has not been executed hitherto; the floods of God's vengeance have been withheld; but your guilt in the mean time is constantly increasing, and you are every day treasuring up more wrath; the waters are constantly rising, and waxing more and more mighty; and there is nothing but the mere pleasure of God, that holds the waters back, that are unwilling to be stopped, and press hard to go forward.

If God should only withdraw his hand from the flood-gate, it would immediately fly open, and the fiery floods of the fierceness and wrath of God, would rush forth with inconceivable fury, and would come upon you with omnipotent power; and if your strength were ten thousand times greater than it is, yea, ten thousand times greater than the strength of the stoutest, sturdiest devil in hell, it would be nothing to withstand or endure it.

The bow of God's wrath is bent, and the arrow made ready on the string, and justice bends the arrow at your heart, and strains the bow, and it is nothing but the mere pleasure of God, and that of an angry God, without any promise or obligation at all, that keeps the arrow one moment from being made drunk with your blood. Thus all you that never passed under a great change of heart, by the mighty power of the Spirit of God upon your souls; all you that were never born again, and made new creatures, and raised from being dead in sin, to a state of new, and before altogether unexperienced light and life, are in the hands of an angry God.

However you may have reformed your life in many things, and may have had religious affections, and may keep up a form of religion in your families and closets, and in the house of God, it is nothing but his mere pleasure that keeps you from being this moment swallowed up in everlasting destruction. However unconvinced you may now be of the truth of what you hear, by and by you will be fully convinced of it. Those that are gone from being in the like circumstances with you, see that it was so with them; for destruction came suddenly upon most of them; when they expected nothing of it, and while they were saying, Peace and safety: now they see, that those things on which they depended for peace and safety, were nothing but thin air and empty shadows.

The God that holds you over the pit of hell, much as one holds a spider, or some loathsome insect over the fire, abhors you, and is dreadfully provoked: his wrath towards you burns like fire; he looks upon you as worthy of nothing else, but to be cast into the fire; he is of purer eyes than to bear to have you in his sight; you are ten thousand times more abominable in his eyes, than the most hateful venomous serpent is in ours. You have offended him infinitely more than ever a stubborn rebel did his prince; and yet it is nothing but his hand that holds you from falling into the fire every moment.

It is to be ascribed to nothing else, that you did not go to hell the last night; that you was suffered to awake again in this world, after you closed your eyes to sleep. And there is no other reason to be given, why you have not dropped into hell since you arose in the morning, but that God's hand has held you up. There is no other reason to be given why you have not gone to hell, since you have sat here in the house of God, provoking his pure eyes by your sinful wicked manner of attending his solemn worship. Yea, there is nothing else that is to be given as a reason why you do not this very moment drop down into hell.

O sinner! Consider the fearful danger you are in: it is a great furnace of wrath, a wide and bottomless pit, full of the fire of wrath, that you are held over in the hand of that God, whose wrath is provoked and incensed as much against you, as against many of the damned in hell. You hang by a slender thread, with the flames of divine wrath flashing about it, and ready every moment to singe it, and burn it asunder; and you have no interest in any Mediator, and nothing to lay hold of to save yourself, nothing to keep off the flames of wrath, nothing of your own, nothing that you ever have done, nothing that you can do, to induce God to spare you one moment. -- And consider here more particularly,

1. WHOSE wrath it is: it is the wrath of the infinite God. If it were only the wrath of man, though it were of the most potent prince, it would be comparatively little to be regarded. The wrath of kings is very much dreaded, especially of absolute monarchs, who have the possessions and lives of their subjects wholly in their power, to be disposed of at their mere will. Prov. 20. 2. "The fear of a king is as the roaring of a lion: Whoso provoketh him to anger, sinneth against his own soul." The subject that very much enrages an arbitrary prince, is liable to suffer the most extreme torments that human art can invent, or human power can inflict.

But the greatest earthly potentates in their greatest majesty and strength, and when clothed in their greatest terrors, are but feeble, despicable worms of the dust, in comparison of the great and almighty Creator and King of heaven and earth. It is but little that they can do, when most enraged, and when they have exerted the utmost of their fury. All the kings of the earth, before God, are as grasshoppers; they are nothing, and less than nothing: both their love and their hatred is to be despised. The wrath of the great King of kings, is as much more terrible than theirs, as his majesty is greater. Luke xii. 4, 5. "And I say unto you, my friends, Be not afraid of them that kill the body, and after that, have no more that they can do. But I will forewarn you whom you shall fear: fear him, which after he hath killed, hath power to cast into hell: yea, I say unto you, Fear him."

2. It is the FIERCENESS of his wrath that you are exposed to. We often read of the fury of God; as in Isa. 59. 18. "According to their deeds, accordingly he will repay fury to his adversaries." So Isa. 66. 15. "For behold, the Lord will come with fire, and with his chariots like a whirlwind, to render his anger with fury, and his rebuke with flames of fire." And in many other places. So, Rev. 19. 15, we read of "the wine press of the fierceness and wrath of Almighty God." The words are exceeding terrible. If it had only been said, "the wrath of God," the words would have implied that which is infinitely dreadful: but it is "the fierceness and wrath of God." The fury of God! the fierceness of Jehovah! Oh, how dreadful that must be!

Who can utter or conceive what such expressions carry in them! But it is also "the fierceness and wrath of ALMIGHTY God." As though there would be a very great manifestation of his almighty power in what the fierceness of his wrath should inflict, as though omnipotence should be as it were enraged, and exerted, as men are wont to exert their strength in the fierceness of their wrath. Oh! then, what will be the consequence! What will become of the poor worms that shall suffer it! Whose hands can be strong? And whose heart can endure? To what a dreadful, inexpressible, inconceivable depth of misery must the poor creature be sunk who shall be the subject of this!

Consider this, you that are here present, that yet remain in an unregenerate state. That God will execute the fierceness of his anger, implies, that he will inflict wrath without any pity. When God beholds the ineffable extremity of your case, and sees your torment to be so fastly disproportioned to your strength, and sees how your poor soul is crushed, and sinks down, as it were, into an infinite gloom; he will have no compassion upon you, he will not forbear the executions of his wrath, or in the least lighten his hand; there shall be no moderation or mercy, nor will God then at all stay his rough wind; he will have no regard to your welfare, nor be at all careful lest you should suffer too much in any other sense, than only that you shall NOT SUFFER BEYOND WHAT STRICT JUSTICE REQUIRES.

Nothing shall be withheld, because it is so hard for you to bear. Ezek. 8. 18. "Therefore will I also deal in fury: mine eye shall not spare, neither will I have pity; and though they cry in mine ears with a loud voice, yet I will not hear them." Now God stands ready to pity you; this is a day of mercy; you may cry now with some encouragement of obtaining mercy. But when once the day of mercy is past, your most lamentable and dolorous cries and shrieks will be in vain; you will be wholly lost and thrown away of God, as to any regard to your welfare. God will have no other use to put you to, but to suffer misery; you shall be continued in being to no other end; for you will be a vessel of wrath fitted to destruction; and there will be no other use of this vessel, but to be filled full of wrath. God will be so far from pitying you when you cry to him, that it is said he will only "laugh and mock," Prov. 1. 25, 26, &c.

How awful are those words, Isa. 63. 3, which are the words of the great God. "I will tread them in mine anger, and will trample them in my fury, and their blood shall be sprinkled upon my garments, and I will stain all my raiment." It is perhaps impossible to conceive of words that carry in them greater manifestations of these three things, viz. contempt, and hatred, and fierceness of indignation. If you cry to God to pity you, he will be so far from pitying you in your doleful case, or showing you the least regard or favour, that instead of that, he will only tread you under foot. And though he will know that you cannot bear the weight of omnipotence treading upon you, yet he will not regard that, but he will crush you under his feet without mercy; he will crush out your blood, and make it fly, and it shall be sprinkled on his garments, so as to stain all his raiment. He will not only hate you, but he will have you in the utmost contempt: no place shall be thought fit for you, but under his feet to be trodden down as the mire of the streets.

3. The MISERY you are exposed to is that which God will inflict to that end, that he might show what that wrath of Jehovah is. God hath had it on his heart to show to angels and men, both how excellent his love is, and also how terrible his wrath is. Sometimes earthly kings have a mind to show how terrible their wrath is, by the extreme punishments they would execute on those that would provoke them. Nebuchadnezzar, that mighty and haughty monarch of the Chaldean empire, was willing to show his wrath when enraged with Shadrach, Meshach, and Abednego; and accordingly gave orders that the burning fiery furnace should be heated seven times hotter than it was before; doubtless, it was raised to the utmost degree of fierceness that human art could raise it.

But the great God is also willing to show his wrath, and magnify his awful majesty and mighty power in the extreme sufferings of his enemies. Rom. 9. 22. "What if God, willing to show his wrath, and to make his power known, endured with much long-suffering the vessels of wrath fitted to destruction?" And seeing this is his design, and what he has determined, even to show how terrible the unrestrained wrath, the fury and fierceness of Jehovah is, he will do it to effect.
There will be something accomplished and brought to pass that will be dreadful with a witness. When the great and angry God hath risen up and executed his awful vengeance on the poor sinner, and the wretch is actually suffering the infinite weight and power of his indignation, then will God call upon the whole universe to behold that awful majesty and mighty power that is to be seen in it. Isa. 33. 12-14. "And the people shall be as the burnings of lime, as thorns cut up shall they be burnt in the fire. Hear ye that are far off, what I have done; and ye that are near, acknowledge my might. The sinners in Zion are afraid; fearfulness hath surprised the hypocrites," &c.

Thus it will be with you that are in an unconverted state, if you continue in it; the infinite might, and majesty, and terribleness of the omnipotent God shall be magnified upon you, in the ineffable strength of your torments. You shall be tormented in the presence of the holy angels, and in the presence of the Lamb; and when you shall be in this state of suffering, the glorious inhabitants of heaven shall go forth and look on the awful spectacle, that they may see what the wrath and fierceness of the Almighty is; and when they have seen it, they will fall down and adore that great power and majesty. Isa. 66. 23, 24. "And it shall come to pass, that from one new moon to another, and from one sabbath to another, shall all flesh come to worship before me, saith the Lord. And they shall go forth and look upon the carcasses of the men that have transgressed against me; for their worm shall not die, neither shall their fire be quenched, and they shall be an abhorring unto all flesh."

4. It is EVERLASTING wrath. It would be dreadful to suffer this fierceness and wrath of Almighty God one moment; but you must suffer it to all eternity. There will be no end to this exquisite horrible misery. When you look forward, you shall see a long for ever, a boundless duration before you, which will swallow up your thoughts, and amaze your soul; and you will absolutely despair of ever having any deliverance, any end, any mitigation, any rest at all. You will know certainly that you must wear out long ages, millions of millions of ages, in wrestling and conflicting with this almighty merciless vengeance; and then when you have so done, when so many ages have actually been spent by you in this manner, you will know that all is but a point to what remains. So that your punishment will indeed be infinite. Oh, who can express what the state of a soul in such circumstances is! All that we can possibly say about it, gives but a very feeble, faint representation of it; it is inexpressible and inconceivable: For "who knows the power of God's anger?"

How dreadful is the state of those that are daily and hourly in the danger of this great wrath and infinite misery! But this is the dismal case of every soul in this congregation that has not been born again, however moral and strict, sober and religious, they may otherwise be. Oh that you would consider it, whether you be young or old! There is reason to think, that there are many in this congregation now hearing this discourse, that will actually be the subjects of this very misery to all eternity. We know not who they are, or in what seats they sit, or what thoughts they now have. It may be they are now at ease, and hear all these things without much disturbance, and are now flattering themselves that they are not the persons, promising themselves that they shall escape.

If we knew that there was one person, and but one, in the whole congregation, that was to be the subject of this misery, what an awful thing would it be to think of! If we knew who it was, what an awful sight would it be to see such a person! How might all the rest of the congregation lift up a lamentable and bitter cry over him! But, alas! instead of one, how many is it likely will remember this discourse in hell? And it would be a wonder, if some that are now present should not be in hell in a very short time, even before this year is out. And it would be no wonder if some persons, that now sit here, in some seats of this meeting-house, in health, quiet and secure, should be there before tomorrow morning.

Those of you that finally continue in a natural condition, that shall keep out of hell longest will be there in a little time! your damnation does not slumber; it will come swiftly, and, in all probability, very suddenly upon many of you. You have reason to wonder that you are not already in hell. It is doubtless the case of some whom you have seen and known, that never deserved hell more than you, and that heretofore appeared as likely to have been now alive as you. Their case is past all hope; they are crying in extreme misery and perfect despair; but here you are in the land of the living and in the house of God, and have an opportunity to obtain salvation. What would not those poor damned hopeless souls give for one day's opportunity such as you now enjoy!

And now you have an extraordinary opportunity, a day wherein Christ has thrown the door of mercy wide open, and stands in calling and crying with a loud voice to poor sinners; a day wherein many are flocking to him, and pressing into the kingdom of God. Many are daily coming from the east, west, north and south; many that were very lately in the same miserable condition that you are in, are now in a happy state, with their hearts filled with love to him who has loved them, and washed them from their sins in his own blood, and rejoicing in hope of the glory of God. How awful is it to be left behind at such a day! To see so many others feasting, while you are pining and perishing! To see so many rejoicing and singing for joy of heart, while you have cause to mourn for sorrow of heart, and howl for vexation of spirit! How can you rest one moment in such a condition? Are not your souls as precious as the souls of the people at Suffield, where they are flocking from day to day to Christ?

Are there not many here who have lived long in the world, and are not to this day born again? and so are aliens from the commonwealth of Israel, and have done nothing ever since they have lived, but treasure up wrath against the day of wrath? Oh, sirs, your case, in an especial manner, is extremely dangerous. Your guilt and hardness of heart is extremely great. Do you not see how generally persons of your years are passed over and left, in the present remarkable and wonderful dispensation of God's mercy? You had need to consider yourselves, and awake thoroughly out of sleep. You cannot bear the fierceness and wrath of the infinite God. -- And you, young men, and young women, will you neglect this precious season which you now enjoy, when so many others of your age are renouncing all youthful vanities, and flocking to Christ?
You especially have now an extraordinary opportunity; but if you neglect it, it will soon be with you as with those persons who spent all the precious days of youth in sin, and are now come to such a dreadful pass in blindness and hardness. -- And you, children, who are unconverted, do not you know that you are going down to hell, to bear the dreadful wrath of that God, who is now angry with you every day and every night? Will you be content to be the children of the devil, when so many other children in the land are converted, and are become the holy and happy children of the King of kings?

And let every one that is yet out of Christ, and hanging over the pit of hell, whether they be old men and women, or middle aged, or young people, or little children, now hearken to the loud calls of God's word and providence. This acceptable year of the Lord, a day of such great favour to some, will doubtless be a day of as remarkable vengeance to others. Men's hearts harden, and their guilt increases apace at such a day as this, if they neglect their souls; and never was there so great danger of such persons being given up to hardness of heart and blindness of mind.
God seems now to be hastily gathering in his elect in all parts of the land; and probably the greater part of adult persons that ever shall be saved, will be brought in now in a little time, and that it will be as it was on the great out-pouring of the Spirit upon the Jews in the apostles' days; the election will obtain, and the rest will be blinded. If this should be the case with you, you will eternally curse this day, and will curse the day that ever you was born, to see such a season of the pouring out of God's Spirit, and will wish that you had died and gone to hell before you had seen it. Now undoubtedly it is, as it was in the days of John the Baptist, the axe is in an extraordinary manner laid at the root of the trees, that every tree which brings not forth good fruit, may be hewn down and cast into the fire.

Therefore, let every one that is out of Christ, now awake and fly from the wrath to come. The wrath of Almighty God is now undoubtedly hanging over a great part of this congregation. Let every one fly out of Sodom: "Haste and escape for your lives, look not behind you, escape to the mountain, lest you be consumed."

Preacher: Jonathan Edwards (1703-1758)

Enfield, Connecticut July 8, 1741


Fonte: christian look

Tradução