quarta-feira, 31 de outubro de 2007

A PROMESSA DA CURA DIVINA

Assim como fiz na lição sobre “A promessa do batismo no Espírito Santo”, estarei abordando alguns equívocos relacionados com “A promessa da cura divina”. São eles:

1. Cura divina como atestado de retidão moral e espiritual – Já ouvi de muitos o argumento de que o fato das curas divinas acontecerem por intermédio de seus ministérios, as mesmas estariam legitimando e aprovando a conduta e ensino destes obreiros. Puro engano. Como já escrevi em outro post, determinado "pastor moderno", defendendo-se de alguns questionamentos quanto a certo comportamento adotado, alegou o seguinte:

"[...] a unção, a Glória de Deus e a presença do Espírito Santo continuam sobre o Ministério que o Senhor me confiou. Os sinais, a salvação das almas continua, se não iguais, maiores do que antes".

Há um pequeno (ou grande) equívoco nesta argumentação. Entendo pela Bíblia Sagrada, que as manifestações e sinais citados pelo pregador, não evidenciam por si só a aprovação de Deus sobre a vida e o Ministério de ninguém. Sobre o "rejeitado" Saul (1 Sm 15.22-28) veio ainda o Espírito de Deus e o mesmo profetizou (1 Sm 19.20-24). Jesus advertiu veementemente: "Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (Mt 7.22-23)

Não julgo aqui a sinceridade do referido obreiro, só que seus argumentos não servem para respaldar sua "conduta inconveniente". Conheço pastores e pregadores que viveram anos cometendo pecados graves, sem que a obra sofresse em suas mãos, e sem a cessação dos "sinais e maravilhas", incluindo cura divina através de seus ministérios.

Não são os sinais, mas sim a qualidade dos "frutos" que identificam aqueles que fazem ou não a vontade de Deus (Mt 7.14-21)

2. Cura divina como agente de promoção pessoal – Nada é tão promocional como um marketing pessoal fundamentado num ministério de operações de maravilhas e cura divina. Tais pessoas não estão interessas em glorificar a Deus, mas sim, de se autopromoverem à custa daquilo que não lhes pertencem. O marketing pessoal é um instrumento que mascara muitas vezes a realidade. Até quando o “parecer” prevalecerá sobre o “ser”? A aparência sobre a essência? Para estes cabem as palavras de Pedro dirigidas para Simão (o mágico) “Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus.” (At 8.21). Por outro lado, muitos crentes acabam “idolatrando” os obreiros e irmãos que foram agraciados com os dons de curar (1 Co 12.9b), tratando-os como supercrentes ou superpastores.

3. Cura divina como produto do “Mercado da Fé” - A situação de extrema pobreza e miséria, enfrentada por nosso povo, é a mola propulsora para o sucesso dos mercantilistas da fé, que acabam promovendo o crescimento de "igrejas", que na realidade tornaram-se grandes centros de investimentos fé-nanceiros (não confundir com financeiros), hospitais de exploração (não confundir com restauração), e clínicas ilusiológicas (não confundir com psicológicas).

“Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita.” ( II Pe 2.3 )

Usar a cura divina como fonte de lucro não é coisa tão difícil. Uma boa oratória e uma aparência agradável, seguidos da fé simples das massas manipuláveis bastam para ganhar alguns reais (ou dólares). É preciso lembra que isto se torna possível, visto que a fé é produzida pela palavra pregada e não pelo pregador:

“Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.” (Rm 10.17)

4. Cura divina como instrumento de barganha – “Senhor, se tu me curares, ou curares minha esposa, meu filho, minha sogra, prometo que te servirei de maneira diferente. Vou trabalhar para ti incansavelmente, te darei o dízimo com fidelidade, obedecerei ao meu pastor, farei tudo que quiserdes”. Você já ouviu esta oração em algum lugar? Pois bem, ela nem sempre retrata um estado de profundo quebrantamento. Em boa parte dos casos trata-se de mera barganha. Vivemos um momento tão crítico que as pessoas só fazem as coisas (inclusive para o Senhor) se vislumbrarem antes algum tipo de vantagem. O apóstolo Paulo, um dos grandes homens que foram usados por Deus como canal de bênçãos e cura divina para muitas pessoas se expressou da seguinte forma: “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas.” (2 Co 12.15a). E ainda “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.” (2 Co 9.7)

5. Cura divina como fenômeno meramente humano e natural – Os céticos, os liberais, os naturalistas e os materialistas, fazem parte de um grupo que não acreditam ou duvidam da existência dos milagres. Declaram, como fez o teólogo alemão Bultmann (1884-1976) numa tentativa de adaptar o Evangelho a uma cosmovisão moderna, e de equacionar o problema entre “fé e razão” e “religião e ciência”, que o Evangelho precisa ser demitologizado, ou seja, os mitos precisam ser destruídos criticamente.

As narrativas bíblicas do A.T e N.T. acerca das curas operadas pela ação de Deus (e por isso sobrenatural), não são narrativas mitológicas, são fatos inquestionáveis que não fazem parte apenas de um passado distante. Hoje, em pleno século XXI, o Senhor continua agindo e por meio da fé operando curas no meio e através do seu povo. Ele continua sendo “o Senhor que te sara.” (Êx 15.26)

יְהוָה,רֹפְאֶךָ

domingo, 28 de outubro de 2007

490 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE! (2)


Convidamos a todos para participarem das comemorações dos 490 anos da Reforma Protestante, que acontecerá no Templo Central da AD em Abreu e Lima-PE, conforme agenda abaixo:

- Segunda-feira (29/10): palestra sobre a Reforma Protestante - Pr. Edi Moraes
- Terça-feira (30/10): palestra sobre a Contra Reforma - Pr. Esdras Cabral
- Quarta-feira (31/10): culto de celebração - Pr. Altair Germano

Na quarta-feira acontecerá também o lançamento do livro do Pr. Esdras Cabral "Apologia dos Reformadores Protestantes".

Ore, divulgue e traga sua família!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A PROMESSA DO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

Optei por abordar neste breve comentário, alguns equívocos de interpretação relacionados ao Batismo no Espírito Santo. São Eles:

1. Fórmulas e métodos para recebê-lo - Não existem fórmulas ou métodos para se receber o Batismo no Espírito Santo. É comum no meio pentecostal você ouvir orientações do tipo abra a boca, grite, dobre a língua, dê glória, dobre os joelhos, jejuem, se santifique e outras. O Batismo no Espírito Santo pode acontecer em qualquer dessas circunstâncias ou situações, mas não necessariamente. Existe apenas um pré-requisito: ser nascido de novo. Já contemplei várias vezes, no ato da conversão, pessoas serem batizadas e falarem em línguas sem nunca terem tido um conhecimento prévio sobre a existência de tal fenômeno.

Existem alguns movimentos no Brasil que ensinam até as pessoas a falarem em línguas.

O texto de Lucas 24.49b diz "permancei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder". Perceba que não existem nenhuma fórmula "mágica" ensinada por Jesus. Nós é que por vezes gostamos de complicar as coisas.

Em Atos 2. 1-4 lemos "Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem." Sem dúvida alguma, os discípulos estavam desejosos que a promessa se cumprisse, contudo, apenas creram e esperaram. Não estamos aqui descartando o valor da oração, nem declarando que o cristão não deva orar pedindo o batismo. Estamos sim, afirmando que o Batismo no Espírito Santo não está preso a nenhum rito.

Certa vez, estava ministrando uma aula sobre o Batismo no Espírito Santo na escola do discipulado, quando de repente uma irmã foi batizada. Conheço ainda testemunhos de pessoas que foram batizadas trabalhando, tomando banho, esperando ônibus, dormindo (acordou falando em línguas) e em outras situações.

2. Caráter e Batismo no Espírito Santo - O Batismo no Espírito Santo não transforma o caráter do cristão. Nosso caráter é transformado pela santificação operada pela Palavra de Deus:
"Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade" (Jo 17.17) e pela ação do Espírito, que habita em todo cristão que já nasceu de novo "Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não nos tornemos vangloriosos, provocando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros." ( Gl 5.22-26).

Conheço pessoas que são batizadas no Espírito Santo, falam em línguas, mas, dão um péssimo testemunho como maridos, esposas, pais, filhos, empregados, patrões, etc. Carima e caráter deveriam andar juntos, embora nem sempre isso acontece.

3. Cristãos de primeira classe - Existem cristãos que se vangloriam diante de outros por serem batizados no Espírito Santo. Pensam que de alguma forma se tornaram "melhores" que os demais. Pura tolice e engano. O Batismo no Espírito Santo não cria uma classe especial de cristãos, apenas capacita os mesmos para fazerem a obra de Deus, testemunhando de Jesus com maior eficiência e eficácia conforme Atos 1.8 "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra."

4. Exclusividade e temporariedade - O Batismo no Espírito Santo não pertence exclusivamente a nenhuma denominação evangélica e nem está limitado a um momento histórico único. Diz a Bíblia "Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar." (At 2.39).

Certamente existem outros equívocos de interpretação que poderíamos listar, mas penso que estes aqui relacionados já poderão contribuir com os professores de EBDs para a lição bíblica do próximo domingo.

Como os leitores deste blog são de diversas confissões e denominações, vale lembrar que nossa posição neste post está fundamentada numa "teologia pentecostal".

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

APENAS UM EM TRÊS

O Dr. Robert Clinton, professor de Liderança no Seminário Fuller e autor do livro The Making of a Leader (Criando um Líder), fez um estudo aprofundado sobre líderes na Bíblia, onde revelou o fato de que menos de 30% terminaram bem, ou seja, dois de cada três líderes encerraram suas carreiras fracassados.

Fonte: Vida & Carreira: decisões sábias em cada etapa da vida. David W. F. Wong. SOCEP Editora e Instituto Haggai do Brasil.

SE FIZERMOS UMA AVERIGUAÇÃO NOS CASOS DE FRACASSO ESPIRITUAL E MORAL DA LIDERANÇA CRISTÃ BRASILEIRA, VEREMOS QUE TRÊS SÃO OS FATORES PRINCIPAIS: DINHEIRO, SEXO E PODER.

"Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia." (1 Co 10.12)

Leia mais em Dinheiro, sexo e poder.



segunda-feira, 22 de outubro de 2007

LIÇÕES DO GETSÊMANI


"Então foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmane, e disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar. E levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. Voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Assim nem uma hora pudestes vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados. Deixando-os novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então voltou para os discípulos e disse-lhes: Dormi agora e descansai. Eis que é chegada a hora, e o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamo-nos; eis que é chegado aquele que me trai." (Mt 26.36-46)

Um aperto no coração, uma dor na alma, uma profunda tristeza, a sensação de morte, de algo insuportável, são estes alguns sentimentos que expressam a angústia.

Diante de uma alta carga de pressão emocional a angústia se revela, se manifesta, oprime.

Jesus em Getsêmani (lit. prensa de lagar) experimentou em sua alma um grande aperto. Podemos extrair algumas lições deste episódio para vencermos a angústia.

Em primeiro lugar, diante da iminente ou presente angústia, não se isole, procure a presença de amigos e irmãos amados. Diz o texto: "foi Jesus com eles". A solidão é amiga da angústia.

Em segundo lugar, verbalize os seus sentimentos. Continua o texto: "e disse a seus discípulos". Diga para os seus amigos o que você está sentindo. O silêncio é fomentador da angústia.

Em terceiro lugar, ore ao Pai. "Meu Pai, se for possível, passe de mim este cálice!" Diante de Deus exponha seus desejos, mas, acima de tudo, declare os seus anseios mais íntimos de fazer a sua vontade: " Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres."

Em quarto lugar, persista na oração, não desista: "Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras".

Por fim, encare e enfrente as circunstâncias: "Levantai-vos, vamos!". Não se vence a angústia fugindo da realidade, das adversidades, dos problemas, das lutas e sofrimentos. Levante-se e creia que o Senhor estará contigo, sabendo que no momento oportuno ele mudará o quadro e você triunfará sobre todas as coisas para a sua glória!

sábado, 20 de outubro de 2007

PR. SILAS MALAFAIA QUEBRA O SILÊNCIO ANTE AS ACUSAÇÕES SOFRIDAS


Em seu programa, hoje pela manhã, fundamentado no texto de Ne 6.1-18, o Pr. Silas Malafaia deixou claro o fato de que assim como Neemias, está sendo vítima de calúnias, difamações e invenções por parte de seus "inimigos", os atuais "Tobias e Sambalates".

Disse ainda que não responde aos adúlteros, falidos espirituais, canalhas, lascados e cachorro morto que deseja ressuscitar às suas custas.

Ouvi a 1a. parte da mensagem e percebi consistência bíblica.

Como tenho aqui me posicionado desde o início do episódio, mantenho a opinião de que o Pr. Silas Malafaia é inocente das acusações, até que se prove o contrário.

Gostaria ainda de parabenizar o Pr. Silas pelo fato de se pronunciar (mesmo que indiretamente), postura esta esperada de qualquer pessoa pública diante de tais circunstâncias.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

SOBRE A AUTORIDADE SECULAR

Ficha Técnica

Coleção: CLASSICOS CAMBRIDGE DE FILOSOFIA POLITICA
Organizador: HOPFL, HARRO
Assunto: Filosofia


Sinopse

Os dois textos apresentados neste livro, 'Sobre a autoridade secular', de Lutero, e 'Sobre o governo civil', de Calvino, constituem as mais consistentes tentativas desses autores para encontrar um equilíbrio entre os compromissos com a vontade de Deus revelada pelas Escrituras e com a ordem e a autoridade na Igreja e na política, questionando a natureza da justiça, a justificação e o alcance da autoridade civil, a liberação dos cristãos e o lugar da Igreja no mundo. Apesar do mútuo respeito, Lutero e Calvino tinham sérias divergências - 'Sobre a autoridade secular' foi considerada pela posteridade como favorável à tolerância religiosa, enquanto Calvino via a autoridade secular como um agente para o estabelecimento compulsório das condições externas da virtude cristã e eliminação da dissidência.

O organizador

Harro Höpfl é professor de Lancaster University, especialista em pensamento político moderno e pensamento político do século XX.

Comentários

O livro, após sua introdução, nos apresenta interessantes notas sobre as traduções inglesas, cronologia da vida de Lutero e Calvino, glossário dos termos utilizados pelos reformadores e indicação de leituras adicionais.

Trata-se de uma obra fundamental para todos que desejam conhecer a visão destes reformadores sobre a relação entre Igreja e Estado.


quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O PENSAMENTO DE LUTERO SOBRE EDUCAÇÃO


O empenho por uma boa educação foi uma das marcas da Reforma Protestante. O pensamento de Lutero acerca deste tema é expresso principalmente em seu escrito "AOS CONSELHOS DE TODAS AS CIDADES DA ALEMANHA PARA QUE CRIEM E MANTENHAM ESCOLAS CRISTÃS - 1524".

1. Sobre o abandono das escolas

"Em primeiro lugar, constatamos hoje em todas as partes da Alemanha que as escolas estão no abandono (p. 303)."

2. Sobre a falta de investimentos em educação

"Caros senhores, anualmente é preciso levantar grandes somas para armas, estradas, pontes, diques e inúmeras outras obras semelhantes, para que uma cidade possa viver em paz e segurança temporal. Por que não levantar igual soma para a pobre juventude necessitada, sustentando um ou dois homens competentes como professores? (p. 305)"

3. Sobre a aplicação de métodos de ensino mais eficazes

"É bem verdade: se as universidades e conventos continuarem como estão sem a aplicação de novos métodos de ensino e modos de vida para os jovens, preferiria que nenhum jovem aprendesse qualquer coisa e que ficassem mudos (p. 306)."

4. Sobre as crianças longe da sala de aula em idade escolar

"Em minha opinião, nenhum pecado exterior pesa tanto sobre o mundo perante Deus e nenhum merece maior castigo do que justamente o pecado que cometemos contra as crianças, quando não as educamos (307)."

5. Sobre a responsabilidade do Estado em prover educação

"Acaso as autoridades e o Conselho querem desculpar-se e dizer que isso não lhes diz respeito? (p. 308)"

6. Sobre o benefício social da educação

"Muito antes, o melhor e mais rico progresso para uma cidade é quando possui muitos homens bem instruídos, muitos cidadãos, ajuizados, honestos e bem educados (p. 309)."

7. Sobre a ludicidade na educação

"Falo por mim mesmo: se eu tivesse filhos e tivesse condições, não deveriam aprender apenas as línguas e história, mas também deveriam aprender a cantar e estudar música com toda a matemática (p. 319)."

8. Sobre a opressão na escola

"Pois as escolas de hoje já não são mais o inferno e purgatório de nossas escolas, nas quais éramos torturados com declinações e conjugações, e de tantos açoites, tremor, pavor e sofrimento não aprendemos simplesmente nada (p. 319)."

9. Sobre a qualificação dos docentes

"Visto, porém, que Deus nos agraciou tão ricamente, concedendo-nos uma grande quantidade de pessoas aptas a instruir e educar maravilhosamente a juventude [...] (p. 306)."

10. Sobre um mundo melhor proporcionado pela educação

"Usemos também a razão, para que Deus se aperceba da gratidão por seus bens, e outros países vejam que também somos gente e pessoas que podem aprender deles ou ensinar-lhes algo útil, a fim de que também nós contribuamos para o melhoramento do mundo (p. 321)."

As necessidades descritas acima por Lutero retratam o sistema de ensino na Alemanha do século XVI (que mais parece o Brasil do século XXI. Que atraso!) Estas citações visam promover uma reflexão que resulte numa maior mobilização do Estado, da família, da escola, da igreja, de todos aqueles que podem contribuir mais e melhor para uma educação que combata as injustiças sociais, e colabore para a humanização daqueles que são cada vez mais "coisificados" e explorados por seus algozes"dominadores".

BIBLIOGRAFIA

STRECK, Edson E. et al. Martinho Lutero: obras selecionadas. São Leopoldo-RS: SINODAL/CONCÓRDIA, 1995. v. 5.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

490 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE!


No próximo dia 31 de outubro comemora-se os 490 anos da Reforma Protestante.

Promova estudos, palestras, exposições, seminários e um grande culto de celebração em sua igreja.

sábado, 13 de outubro de 2007

SERÁ QUE O PR. SILAS MALAFAIA VAI SE PRONUNCIAR ACERCA DAS ACUSAÇÕES FEITAS PELO CAIO FÁBIO?

Em seu programa "Vitória em Cristo", que foi ao ar hoje, o Pr. Silas Malafaia avisou que falará durante dois sábados consecutivos sobre "calúnia e difamação".

Será que ele vai esclarecer as acusações feitas pelo Caio Fábio?

Leia mais em:




O RESULTADO DA ENQUETE que elaboramos, sinalizou que 49% dos nossos leitores gostariam que o Pr. Silas Malafaia respondesse às acusações.

Vamos aguardar!

DIPLOMAÇÃO



PR. ALTAIR GERMANO E PR. EUDE MARTINS

Em solenidade realizada pela Sociedade Bíblica do Brasil no dia 11 de outubro às 19h30, nas dependências do Park Hotel, em Recife-PE, pela infinita graça e misericórdia de Deus, fui diplomado como membro do Comitê Nacional e Estadual de referência e apoio ao Ano da Bíblia.

O evento foi presidido pelo Pr. Eude Martins (Coordenador do Ano da Bíblia), tendo a participação de vários líderes evangélicos e autoridades políticas da região.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

PRESOS, MAS RICOS


Este é o título da matéria publicada pela Revista Veja desta semana, que dá ênfase a suposta riqueza acumulada pelo casal Hernandes, líderes da igreja Renascer em Cristo.

130 milhões de reais é o patrimônio estimado de Sonia e Estevam Hernandes, segundo as investigações do Ministério Público, conforme a matéria assinada por Juliana Linhares.

Trata-se ainda de uma investigação. Acontece que o fato me fez pensar (novamente) sobre as seguintes questões:

1. Até que ponto um líder evangélico deve "acumular um grande patrimônio material", enquanto muitos membros da igreja que lidera, vivem na pobreza e na miséria (não estamos falando aqui sobre "voto de pobreza, nem de socialismo cristão", mas de "distância econômica, financeira e social")?

2. O que significa "viver dignamente como "pastor evangélico"?

3. Como diferenciar entre uma igreja e uma "empresa" com fins lucrativos?

4. A "teologia da prosperidade", não seria uma versão "capitalista selvagem" do evangelho de Jesus?

5. Na igreja, a injustiça social que impera no Brasil, está sendo reproduzida?

Enquanto aguardamos o desfecho do caso, pensemos sobre as questões acima.

POLÍTICA CRISTÃ EVANGÉLICA


Se não houver uma mudança radical na conduta de alguns dos nossos "políticos eclesiásticos", em breve, o personagem acima, retratará com naturalidade um "presidente" de qualquer "coisa" no meio evangélico (e cristão em geral).

"porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo." (1 Pe 1.16)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

MAIS BIENAL!


Nem tudo é alegria para os evangélicos, quando o assunto é a VI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.

Afirmo isto, em razão da CPAD ser a única editora evangélica presente no evento.

As editoras "cristãs" não evangélicas expondo na Bienal são a Paulus, Paulinas, Ave Maria, Vozes e outras.

Para a CPAD, meus parabéns!

Quanto às demais editoras evangélicas, só me resta lamentar.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

NOTA DE FALECIMENTO

Dormiu hoje no Senhor às 7:30 hs, aos 78 anos, o irmão Benedito Germano da Silva, meu pai.

Deixo aqui registrada minha homenagem póstuma a esse grande homem de Deus, por toda herança moral, cultural e espiritual que me deixou.

Tive a oportunidade de lhe dizer por várias vezes, o quanto o amava e de como era agradecido a Deus por sua vida.

O irmão Benedito deixa a esposa Juracy e três filhos: Altair, Cristiane e Ednalva.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;" (João 11.25)

domingo, 7 de outubro de 2007

VI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO

STAND DA CPAD NA VI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO

Imperdivel! É como defino a VI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco . Estive presente no Centro de Convenções e constatei que a cada biênio o evento cresce maravilhosamente.

São centenas de stands com variedade de literatura, excelente qualidade e promoções incríveis.

As grandes editoras e livrarias da região estão lá representadas.

Vá correndo e leve toda a sua família!

sábado, 6 de outubro de 2007

NOSSAS PROFUNDAS CONTRADIÇÕES


"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? " (Isaías 55.2a)

Que o Senhor continue tendo misericórdia de nós!

O CARÁTER DAS PROMESSAS DE DEUS (LIÇÕES BÍBLICAS)


Lendo o comentário da primeira lição bíblica do 4º. Trimestre/2007, resolvi destacar alguns aspectos das promessas de Deus e suas relações com o próprio Deus, com a hermenêutica bíblica e com as promessas não textuais.

Torna-se bastante interessante nesse início de trimestre, uma análise etimológica do termo “promessa”. Para isto, consulte o post INTRODUÇÃO A ETIMOLOGIA DA PALAVRA PROMESSA.

1. PROMESSA E SOBERANIA DIVINA

As promessas de Deus estão fundamentadas em sua Soberania. Segue abaixo algumas definições de Soberania divina:

“Soberania não é uma propriedade da natureza divina, mas uma prerrogativa oriunda das perfeições do Ser Supremo. Se Deus é Espírito, e portanto uma pessoa infinita, eterna e imutável em suas perfeições, o Criador e preservador do universo, a soberania absoluta é um direito seu. A infinita sabedoria, bondade e poder, com o direito de posse que pertence a Deus no tocante às suas criaturas, são o fundamento imutável de seu domínio (cf. Sl 115.3; Dn 4.35; 1 Cr 29.11; Ez 18.4; Is 45.9; Mt 20.15; Ef 1.11; Rm 11.36) .” (HODGE, p. 331, 2001)

“O termo soberania, denota uma situação em que uma pessoa, com base em sua dignidade e autoridade, exerce o poder supremo, sobre qualquer área, em sua província, que esteja sob sua jurisdição. Um “soberano” pois, exerce plena autonomia e desconhece imunidades rivais. Quando aplicado a Deus, o termo indica o total domínio do Senhor sobre sua vasta criação. Como soberano que é, Deus exerce de modo absoluto a sua vontade, sem ter que prestar contas a qualquer vontade finita. Conforme se dá com outras idéias teológicas, o termo não figura nas páginas da Bíblia, embora o conceito seja reiterado por inúmeras vezes. Para tanto, as Escrituras apelam par a metáfora de “governante e súditos [...] (Dn 4.25; 1 Tm 1.25). (CHAMPLIN, p. 242, 2001)

“Autoridade inquestionável que Deus exerce sobre todas as coisas criadas, quer na terra, quer nos céus, dispondo de tudo de acordo com os seus conselhos e desígnios. A soberania divina está baseada em sua onipotência, onipresença e onisciência. Deus é absoluto e necessário – todos precisamos dele para existir; sem Ele, não há vida nem movimento.” (ANDRADE, 265, 1998)

A onipotência, o caráter e a imutabilidade de Deus, lhe concedem o poder de fazer suas promessas e cumpri-las. Sua soberania lhe outorga o direito de fazê-las a quem, onde, quando e como quer.

2. PROMESSA E INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

Para quem são as promessas escriturísticas de Deus? Para termos uma resposta sem margem de erro, é necessário utilizar-se das ciências da interpretação bíblica. São elas:

- A HERMENÊUTICA: Conforme Bentho (p. 55, 2003) “Hermenêutica é a disciplina da Teologia Exegética que ensina as regras para interpretar as Escrituras e a maneira de aplicá-la corretamente. Seu objetivo primário é estabelecer regras gerais e específicas de interpretação, a fim de entender o verdadeiro sentido do autor ao redigir as Escrituras. É a ciência da compreensão de textos bíblicos.”
- A EXEGESE: Segundo Zuck (p. 21, 1994) “A exegese pode ser definida como a verificação do sentido do texto bíblico dentro de seus contextos histórico e literário. A exposição é a transmissão do significado do texto e de sua aplicabilidade ao ouvinte moderno.”

Tais ciências, no tocante ao conhecimento dos destinatários das promessas, se revestem de singular, notória e inquestionável importância.

É preciso lembra nesse contexto, que é um grande absurdo, e plenamente contrário a seriedade e responsabilidade da aplicação das promessas de Deus, o uso das chamadas “caixinhas de promessas”, que na realidade, deveriam ser chamadas de “caixinhas de bênçãos premeditadas”.

3. PROMESSAS E O DOM DE PROFECIA

Mais complicado e difícil do que interpretar, validar e aplicar as promessas bíblicas é fazer o mesmo com as promessas não textuais, oriundas de profecias (1 Co 12.10, 28, 29; 14.1-5, 29-33).

Toda promessa não textual, precisa estar em conformidade com a palavra de Deus. Deus pode fazer através do “dom de profecia”, promessas específicas para a sua igreja, em termos gerais ou individuais nos dias de hoje? Creio que sim. Conforme o próprio comentarista da lição, Pr. Geremias do Couto “Os conceitos expressos em cada uma dessas promessas são válidos para nós, hoje, pois Deus pode e quer tratar conosco segundo os mesmos padrões” ( p. 7, 2007)

Cabe nesse caso, a orientação de Paulo quanto a necessidade de julgar essas profecias (1 Co 14.29)

4. CONCLUSÃO

Concluirei esse breve estudo, com o estribilho do hino 459 da harpa cristã:

“De Deus mui firmes são as promessas, falhando tudo, não falharão; Se das estrelas o brilho cessa, mas as promessas brilharão!

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

- Bíblia Sagrada (ARA). SBB
- Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. R. N. Champlin. Hagnos
- Dicionário Teológico. Claudionor Corrêa de Andrade. CPAD
- Harpa Cristã. CPAD
- Hermenêutica: fácil e descomplicada. Esdras Costa Bentho. CPAD
- Interpretação Bíblica. Roy B. Zuck. Vida Nova
- Lições Bíblicas 4º. Trimestre/2007 (mestre). CPAD
- Teologia Sistemática. Charles Hodge. HAGNOS

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

ENCERRAMENTO DA 22ª. AGO DA UMADENE

PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTES DA UMADENE (2007/2009)

O encerramento da 22ª.. AGO da União de Ministros das Assembléas de Deus no Nordeste, teve como ponto alto, as palavras de exortação, das mensagens do Pr. José Welllington (Presidente da CGADB) e do Pr. José Antônio (Presidente da UMADENE e 1º vice-presidente da CGADB).

O Pr. José Wellington enfatizou a necessidade de se manter a unidade das Assembléias de Deus no Brasil, em todos os seus aspectos, dentre os quais, a conservação da sã doutrina e dos bons costumes. Disse ainda, que tal postura é fundamental para se manter, e para alcançar um real avivamento.

O Pr. José Antônio, por sua vez, falou da importância de continuarmos aprendendo uns com os outros. "Ninguém nasce sabendo. O que aprendemos, aprendemos de alguém". Logo em seguida, agradeceu aos presentes, o apoio recebido no último biênio de sua gestão.

Logo após, a sequência da solenidade seguiu com a aclamação da mesa diretora (houve apenas uma chapa formada). O Pr. Everaldo Morais, membro da Comissão Jurídica da UMADENE, indicado conforme o estatuto para presidir a posse, declinou para o Pr. José Wellingon tal ação.

Informamos abaixo, como ficou a presidência e vice-presidência da UMADENE:

- Presidente de honra: Pr. Francisco Pacheco de Brito (COMEAD-CGPB)
- Presidente: Pr. José Antônio dos Santos (COMADAL)
- 1º. vice-presidente: Valdomiro Pereira da Silva (CEADEB)
- 2º. vice-presidente: Ozires Teixeira Pessoa (CONFRADECE)
- 3º. vice-presidente: Roberto José dos Santos (COMADAL)
- 4º. vice-presidente: Pedro Aldi Damasceno (CEADEMA)
- 5º. vice-presidente: Martim Alves da Silva (CEMADERN)

Pela infinita graça e misericórdia de Deus, fomos indicados para o terceiro biênio junto ao Conselho de Doutrina da UMADENE, desta feita, eleito por seus membros (um de cada Convenção do Nordeste) como presidente do mesmo.

Após a apresentação e posse da Mesa Diretora, Conselhos, e Comissões, para o biênio 2007/2009, a 22ª. AGO da UMADENE foi encerrada com uma oração de agradecimento a Deus.

A UMADENE reune atualmente, cerca de 1.500 ministros do Nordeste brasileiro.

Um abraço e a Paz do Senhor!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

ABERTURA DA 22a. AGO DA UMADENE

PR. JOSÉ WELLINGTON, PR. ALTAIR GERMANO E IR. JOAB
PR. JOSÉ WELLINGTON (PRESIDENTE DA CGADB)
PR. JOSÉ ANTÔNIO (PRESIDENTE DA UMADENE)


Num clima de profunda fraternidade, a 22a. AGO da UMADENE foi dada como instalada, após a leitura da palavra de Deus, realizada pelo Pr. José Antonio (presidente), no texto do evangelho segundo escreveu Mateus 25.14-30.

A programação do evento foi em seguida, lida pelo Pr. Emídio Barbosa (secretário), que consta de:

03/10 - Quarta-feira

- 14:00 às 17:00 hs: Negócios da UMADENE
- 19:00 às 22:00 hs: Reunião com presidentes de convenções

04/10 - Quinta-feira

- 9:00 às 12:00 hs: Eleição e posse da mesa diretora

Estiveram presentes na abertura da AGO, pastores presidentes, representantes, e caravanas de todos os Estados do Nordeste.

Tivemos também a presença do Pr. José Wellington Bezerra da Costa (presidente da CGADB), que em sua palavra, dentre outras coisas, agradeceu a participação dos pastores do Nordeste na última AGO da CGADB, realizada no mês de abril, em São Paulo.

Amanhã pela manhã, conforme programação, será realizada a eleição e posse da mesa diretora para o próximo biênio, como também a posse dos obreiros, que serão indicados para os diversos cargos nos conselhos e comissões da UMADENE.

Oremos, para que tudo continue acontecendo dentro das normalidades.

Um abraço e a paz do Senhor!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

22a. AGO da UMADENE


Estarei viajando amanhã (se Deus quiser), para participar de mais uma Assembléia Geral Ordinária, da União dos Ministros das Assembléia de Deus no Nordeste (UMADENE), na belíssima Maceió.

Estaremos cobrindo o evento. Até lá!

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

ASSEMBLÉIA DE DEUS EM BELÉM DO PARÁ, ADOTA REVISTA PRÓPRIA PARA O 4o. TRIMESTRE/2007

FOTO: GQL


Não estou sabendo ainda, os "reais motivos" para esta iniciativa. Que a AD em Belém tem plena autonomia para tomar tal decisão, não temos dúvidas.

Primeiro, foi o Pr. Silas Malafaia com as revistas da Editora Central Gospel, e agora...

Espero que tudo isso que está acontecendo, seja "para a glória de Deus", e que tal mudança continue fazendo crescer os irmãos em Belém, na graça e no conhecimento do Senhor Jesus!

Se alguém puder nos ajudar a esclarecer os "reais motivos", nosso blog está aberto para os comentários!

Agora, o que não se pode negar, pelo menos na minha opinião, e vocês já perceberam que costumo assumir minhas posições, é que as revistas publicadas pela CPAD são de ótima qualidade. Há quem conteste isso, reclame do preço, etc.

Sou favorável a “melhor qualidade”, associada ao “menor preço”, desde que este não comprometa administrativamente as editoras.

Como cada cabeça é um mundo, respeito as opiniões contrárias.

ELEIÇÕES 2008 - ORAÇÃO


Senhor, continuamos a te pedir, que livres a nossa liderança (e tua igreja) destes políticos corruptos!