quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

EMPRESA CRISTÃ??????????

"Na minha opinião, não existem empresas cristãs. Tenho uma visão um pouco heterodoxa da realidade vigente, que justifica que uma empresa que vende produtos cristãos pode ser considerada cristã. Uma instituição, comunidade, ou ajuntamento cristão não existe para vender e gerar lucros, e sim para dar, contribuir. Não se negocia bênçãos - se entrega. O fato de uma empresa ser dirigida por cristãos não faz da mesma uma empresa cristã, reafirmo. Empresas são regidas por leis de mercado, e não de Deus, apesar dos princípios do Senhor que regem as relações humanas precisarem ser preservados também dentro dessas empresas." (Paulo Angelim)

Clik aqui e leia esta interessante entrevista.

5 comentários:

Sammis Reachers disse...

Amado pastor, é maravilhoso o painel que o irmão consegue montar, atento e sempre abalizado em suas opiniões.
Atalaia para a Igreja de hoje, seria um bom subtítulo para o blog.

Linkei teu blog nos blogs que mantenho:
www.poesiaevanglica.blogspot.com
www.arsenaldocrente.blogspot.com
www.veredasmissionarias.blogspot.com

Que Deus lhe abençoe e inspire sempre.

Ademir ferreira disse...

a paz do Senhor pastor

Atualmente esse é o blog que mais visito, continue nesse ritmo pastor está abençoando muitas vidas.

Victor Leonardo Barbosa disse...

Inetressante esta entrevsita pastor Altair, mas não concordo com certos enunciados que este autor prôpos, sem contar que, a editora mundo criustão é mais heterodoxa que este autor que ela publica.
Creio que deus deve ser o Senhoir de nossas vidas e todo o sucesso que temos é devido a seu favor imerecido, a sua graça. è veradde que o título "Empresa Cristã" pode não ser muito recomendável, e certamente quando se aplica principios empresariais na igreja de Cristo a coisa se complica.
Mas creio que, dentro de seu contexto, as "empresas cristãs" ou empresas filiadas ao cristianismo certamente devem apresentar uma perspectiva cristã no trabalho, santificando-a mais e mais e diferenciando seus princípios das empresas seculares.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Pr Altair

Concordo plenamente com tal afirmação.

Como exemplo eu cito a SBB, que comercializa as versões da tradução João Ferreira de Almeida. É uma instituição exemplar no meu modo de vê-la, porém, não posso dizer que seja cristã no sentido lato dessa palavra. É um braço forte, muito forte mesmo...

Abraço.

Paulo Silvano disse...

Caro Pr Altair,

Enquanto diretor da CPAD, Custódio Rangel Pires enfatizou a possibilidade do que chamou de binônio negócio-ministério. Há algum tempo reflito sobre essa questão e concluo que biblicamente essa possibilidade talvez não possa ser legitimada porque Empresa, enquanto instituição, lida com a negação do ócio (daí a etimologia da palavra NEGÓCIO). Por outo lado o Cristianismo, na sua essência, é a afirmação do ócio (não confundido com vagabundagem).