sábado, 15 de novembro de 2008

PRESBÍTEROS SÃO MINISTROS DA PALAVRA?

No livro "Introdução à Teologia Sistemática", de Eurico Bergstén, publicado pela CPAD em 1999, lemos na pg. 270 (pg. 229 da atual edição):

"Os presbíteros tomavam parte ativa no apascentamento da igreja (cf. At 20.28) e também no ensino, pois uma das qualidades exigidas do candidato ao presbitério era que fosse 'apto para ensinar' (cf. 1 Tm 3.2). Os presbíteros constituíam um corpo auxiliar no governo da igreja, sob a presidência do pastor. Convém salientar que os ministros também se consideravam presbíteros. O apóstolo Pedro escreveu para os presbíteros que ele também era presbítero (cf. 1 Pe 5.1), e o apóstolo João considerava-se ancião (cf. 2 Jo 1) ou presbítero (cf. 3 Jo 1). Apesar de os presbíteros não serem ministros da Palavra, os ministros, necessariamente, eram presbíteros. Assim ficava distinguida a liderança que lhes fora dada por Deus."

Gostaria de fazer alguns comentários, acerca do referido texto;

1. Entendo que os presbíteros não constituíam apenas um "corpo auxiliar no governo da igreja sob a presidência do pastor". À luz do Novo Testamento, o presbítero poderia ser o próprio pastor:

"Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória." (1 Pe 5.1-4)

A designação "pastor", do grego poimen (ποιμήν), fala-nos da atividade de "cuidar do rebanho", que envolvia: alimentar, guiar, cuidar (cf. VINE, p. 856, 2003). Dessa forma, os presbíteros, do grego presbuteros (πρεσβύτερος), literalmente "homem idoso, ancião, os que cuidam espiritualmente da igreja" (idem, p. 396, 2003), que assim exerciam seus presbitérios, eram chamados de "pastor".

2. Não havia a citada distinção entre "ministros" e "presbíteros". Os presbíteros eram também ministros. Nem mais, nem menos que isso.

3. O pastor que "presidia", na realidade, sempre que exercia essa função, era chamado de "bispo", do grego episkopos (ὲπίσκοπος), "literalmente, 'inspetor' (formado de epi, 'por cima de', e skopeo, 'olhar' ou 'vigiar', é encontrado em At 20.28; Fp 1.1; 1 Tm 3.2; Tt 1.7; 1 Pe 2.25. (VINE, p. 434, 2003).

4. Existe uma aparente dificuldade, no texto aqui questionado. A Declaração "uma das qualidades exigidas do candidato ao presbitério era que fosse 'apto para ensinar' (cf. 1 Tm 3.2)", parece entrar em contradição com "Apesar de os presbíteros não serem ministros da Palavra [...].

5. A Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD) afirma em sua nota sobre "Dons Ministeriais para a Igreja" que: "Os pastores são aqueles que dirigem a congregação local e cuidam das suas necessidades espirituais. Também chamados "presbíteros" (At 20.17; Tt 1.5) e "bispos" ou supervisores (1 Tm 3.1; Tt 1.17)".

6. Por fim, na obra "O pastor pentecostal: um mandato para o século XXI", também publicado pela CPAD, na pág. 110, encontramos o seguinte:

"Alguns aludem a 1 e 2 Timóteo e Tito como o "Manual do Pastor", por causa das preciosas instruções e qualificações dadas ao ministério e à igreja. Em 1 Tm 3, há orientações muito específicas a todo aquele que aspira ao pastorado. Observe a afirmação que segue: "Para efeito de esclarecimento, os títulos 'bispo', 'presbítero' ou 'ancião' e 'pastor' são usados intercambiavelmente na Escritura e referem-se ao mesmo ofício, mas expressam responsabilidades diferentes, como supervisão administrativa, liderança espiritual e ministério, bem como alimentar e atender o rebanho de Deus. Em Atos 20, todos os três conceitos - bispo, ancião e pastor - são usados em referência aos líderes da igreja em Éfeso." (TRASK et ali, p. 110, 1999)

Dessa forma, parece que tudo fica esclarecido, cabendo, salvo melhor juízo, uma nota teológica de esclarecimento nas próximas edições de "Introdução à Teologia Sistemática", de Eurico Bergstén, este que foi um grande baluarte e mestre das Assembléias de Deus no Brasil.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BERGSTÉN, Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

BÍBLIA. Português. A Bíblia sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. Revista e atualizada no Brasil, 2. ed.

Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

MENDES, José Deneval. Teologia Pastoral. 9 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

TRASK, Thomas E. et ali. O pastor pentecostal: um mandato para o século XXI. Trad. Luís Aron de Macedo. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário VINE: o significado exegético e expositivos das palavras do Antigo e Novo Testamento. Trad. Luís Aron de Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro, 2003.

24 comentários:

Valmir Nascimento Milomem disse...

Concordo com a sua interpretação, Pr. Altair.

Na Bíblia, o Presbítero possui as mesmas funções do Pastor.

Paulo escreveu a Timóteo:

"Os presbítero que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina".

Na Paz

Valmir

zwinglio rodrigues, pr. disse...

Pr. Germano, paz!!

Um ministro com a sua influência [ precisa ser fiel à clareza do Texto Sagrado [em verdade todos devem assim proceder]... deve ser independente em relação à sua tradição denominacional quando esta "adultera" algum princípio bíblico...

Isso o colega acaba por fazer com essas breves linhas postadas sobre o assunto em questão...

Abraços!!

ALTAIR GERMANO, disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ALTAIR GERMANO, disse...

Amado Valmir,

obrigado pela participação.

Abraços!

ALTAIR GERMANO, disse...

Querido Zwinglio,

entendo que o máximo possível de neutralidade e imparcialidade é indispensável em qualquer interpretação séria do texto sagrado, embora isto não nos isente totalmente de equívocos.

Abraços!

jucelino disse...

Pb.Jucelino, muito bem Pr. Altair, a palavra de Deus é inquestionável, e é bem clara. o nosso costume não reconhece o Pb. como Ministro, mais nem por isto vamos pregar uma inverdade. parabens pelo ministério do ensino.

Daladier Lima disse...

Ih!!! A bem da verdade, e nós já discutimos algo parecido, não há distinção alguma. Todas as distinções neste aspecto são feitas por nós, digamos, cosméticas.

Qual a diferença bíblica entre as atribuições de presbítero, evangelista e pastor? Nenhuma. É uma questão de foco apenas. O evangelista bíblico seria por excelência um pregador. Fazemos o seguinte: estágio probatório para o pastorado. Certo do ponto de vista prático, mas sem apoio bíblico.

Aliás, uma questão subjacente é a tradicional "escada", que não existe claramente na Bíblia. Qual dos discípulos foi primeiro diácono, depois presbítero, depois evangelista, e, em seguida, pastor? É complicado responder.

Gostei de sua resposta ante o posicionamento do Anônimo (11:18h). Muitas vezes julgamos as pessoas inquestionáveis, apenas porque são "lendas vivas". Nunca vou esquecer que posicionamentos semelhantes foram interpostos ante o tema: Ministério Feminino. Por que um "luminar" não apóia, todos devemos nos calar a respeito!? Somente a Palavra de Deus é inerrante.

O mais engraçado é o tom das colocações de tais pessoas, da imposição pra frente. Meu Deus! Se fosse no tempo das cruzadas...

Elisomar disse...

Mas sempre escuto o povo dizer: ele é présbítero com ação pastoral.
Sabe que eu nunca tinha pensado nisso?

Valdomiro disse...

A que ser destacado também que a própria palavra "ministro", parece haver sido desvirtuada do uso bíblico. "Ministro" é tradução da palavra "diaconia", que significa serviço. Então, antes de ser uma posição eclesiástica era, na verdade, um reconhecimento da condição de executor do serviço cristão. Quando Paulo diz "o meu ministério" ele está dizendo "a minha diaconia" ou "o meu serviço".

Parabéns Pr. Altair, mais uma vez!

Juber Donizete Gonçalves disse...

Pr. Altair,

Sou da mesma opinião que o irmão no tocante a este assunto, como também concordo com sua resposta ao Anônimo. Se criticam os católicos por terem seus altares, de gesso, pedra. No entanto, muitas vezes os evangélicos têm também seus ídolos, só que em altares psíquicos. Nada errada em honrar nossos pioneiros, ou como disse o irmão Daladier as "Lendas vivas". Mas eles não são infalíveis, são como disse Tiago ao se referir a Elias: "sujeitos as mesmas paixões que nós".

Abraço.

Elias Charamba disse...

Meu irmão em Cristo Altair,
é salutar as discussões deste Blog, entretanto, não entendo o posicionamento do amado anônimo quando pede para respeitar o missionário Bergstén. Não vejo nenhuma afronta ao santo missionário. Será que o ilustre anônimo, o qual gostaria de saber o seu nome, não entende que quaisquer escritos ou posicionamentos de pessoas cultas, eruditas ou não, tem que ser julgados à Luz da Palavra. Pois se os escritos do missionário Bergstén estão acima da crítica bíblica, chego à conclusão de que eles são inspirados. E pela maneira que o ilustre anônimo escreve, julgo eu, que o mesmo deve saber das implicações em considerar quaisquer escritos não canônicos como inspirados.
Portanto, o comentário deste Blog, se averiguados com isenção, chegaremos ao mesmo posicionamento do Pr. Altair. Será que o nobre anônimo é um pastor e está com receio de que os presbíteros queiram também exercer o título de pastor? À luz da Bíblia, digo que os presbíteros não terão que acrescentar o título de pastor ou ministro. Eles já o são! Não vou explicar biblicamente porque o nobre Altair já expôs muito bem, é só conferir à maneira bereiana.
Por fim, o entendimento de que o presbítero não seja um ministro ou pastor, foi posto pela nossa tradição, assim como os católicos também acrescentaram na Doutrina a tradição. No entanto, sigamos esta regra: Coloque sempre a tradição abaixo das Doutrinas.

Matias Borba disse...

A Paz!

Eu acho que neste blog realmente tem muitas postagens que são polemicas mas não vejo nenhuma que seja aberrante, fúteis ou sem base ou fundamento. Não vi nenhuma falta de respeito ao caro missionário citado, é uma questão de opinião e de interpretação bíblica. Quanto ao tema concordo com o posicionamento do Pastor, não por ser este blog uma grande ferramenta mas por minha própria interpretação.

A PAZ DO SENHOR!

Paulo Silvano disse...

Caro Pr Altair,

Concordo plenamente com você. O corpo ministerial das congregações locais da Igreja primitiva, compunha-se, quase sempre, somente de presbítero e diáconos, ocupando respectivamente as funções de supervisão e/ou ensino ("presbíteros") e administração dos bens temporais (diáconos). Portanto, concordo que as designações Bispo, Ancião, Episcopo, Pastor expressam responsabilidades diferentes do ofício do Presbítero.
Sem nenhum demérito, parecece-me que a escrita do saudoso missionário Eurico Bergstén é uma tentativa de explicar o jeito assembleiano de constituir a hierarquizada câmara ministerial, onde o "presbitério" é "corpo auxiliar".

Um abraço,
Paulo Silvano

Irmão João disse...

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Fiquei surpreso com a agressividade das palavras do "anônimo". Com a devida consideração de que ele pode não ser familiarizado com blogs, em vez de aceitar que tenha se escondido atrás do anonimato para escrever palavras ásperas. Se em algum ponto teve razão, sua forma arrogante expôs um contraditório inútil.
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Quanto ao mérito do texto tenho prós e contras.
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Prós, pois a Igreja de hoje não é mais uma simples comunidade, mas milhões de famílias. Não está claro na Bíblia, mas quando observamos Efésios 4:11, há uma distinção de talentos ministérias, embora não ficou estabelecido ali uma hierarquia. Creio que a analogia mais é clara se encontra na escolha dos sete primeiros diáconos em Atos, embora este título não apareça ali. Em tempos de tantos membros nas Igrejas, não vejo como antibíblica a "escadinha" ou a hierarquia de cargos e funções. No Céu tem hierarquia. Por que na Igreja não deveria ter?
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Contras: Mesmo com tantos livros, tantos mestres, doutores, e Faculdades, não podemos tapar o sol com a peneira: Canudo e título não é garantia de ouvir a voz de Deus. Já desde o ínicio, a fome de saber além do que convém, o limite, não foi respeitado. Há mais loucura entre Phds do que entre homens iletrados. Isto não é uma apologia à ignorância nem à preguiça de estudar e entender com equilíbrio os tesouros da Palavra de Deus para si e para compartilhar com outros.
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O que não se pode é investir um homem em um cargo, dar-lhe uma função sem que Deus lhe tenha concedido nem talentos nem chamada ministérial. E para saber isso, é preciso comunhão com Deus. O canudo e uma prateleira cheia de títulos (embora desejáveis) não garentem uma escolha certa.

Em tempos de tantos cursos de lideranças, em que uma multidão quer aprender a mandar, falar em servir, destoa.

Uma coisa ninguém pode negar, a "escadinha", pelo menos durante certo tempo, tem função didática de "levar" a servir. Há diáconos e Diáconos, presbíteros e Presbíteros, evangelistas e Evangelistas, pastores e Pastores, bispos e Bispos. Vou ficar por aqui, pois me irrito, quando vejo a presunção humana criar títulos que destoam da simplicidade que há em Cristo Jesus.

O texto do Pr. Altair não peca, nem ele foi maleducado quando provocado.


Presbítero JoãoCruzué

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marco disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

Paz do Senhor Jesus,querido Pr.ALTAIR.
Gostaria de saber se Presbítero que não tem o batismo do Espírito Santo podem ser consagrado a Evangelista pela nossa convenção.
Cordialmente em Cristo.

edilson disse...

Pr.Altair,
Parabenízo-o respeitosamente pelos comentários inteligentes e pertinentes que o amado pastor tem postado.Seu artigo sobre os prebíteros foram corajosos efundamentados na Sagrada Escritura, e, mesmo assim suscitou indignação naqueles que amam demasiadamente a tradição em detrimento da Verdade.Na sua tradição denominacional o senhor tem sido um porta-voz de Deus.Sou reformado, mas me alegro por ver que os amados pentecostais já não podem ser discriminados(injustamentes)como sendo ignorantes teologicamente.Que o Senhor da Igreja o abençoe abundantemnete.
Edilson

Pr. Mateus Francisco disse...

Pelo Brasil a fora pode ser visto coisas surpreendentes nesta área. Pessoalmente tive que confrontar uma expressiva liderança que por não gostar de presbíteros, resolveu "desconsagrar" todos os que estavam a ele ministerialmente subordinados, prometendo "reconsagrá-los" ao diaconato e "compensá-los" colocando-os em funções de sua particular confiança.
Pastor Mateus Francisco

Valdeci do Carmo disse...

Creio que o "anônimo" se encontra bem equivocado. basta ler o comentário com clareza para entender perfeitamente o raciocinio do pastor Altair. A Bíblia em nenhum momento faz distinção de oficio ministerial como a hieraquia existente. Haja vista que esta hierarquia constituida é coisa da igreja assembléia. dc. Pb, EV. Pastor. o ministerio de evangelista é um dom e não um cargo para ser imposto a alguém. Quanto ao nobre e valoroso companheiro Eurico Bérgstem, obviamente ele considerou esta questão mais do ponto de vista denominacional do que do ponto de vista bíblico. Pois na bíblia não existe distinção entre presbiteros e pastores que aliás este último já é bem depois da igreja primitia, vindo a ganhar força após a reforma protestante.

Pastor Isaac Silva disse...

Caro irmão e amigo Pr. Altair, fico muito feliz por sua coragem e posicionamente imparcial. Precisamos de homens com o seu quilate para fazer a diferença no cenário da conjutural da Teologia atual, se eu já tinha grande admiração e apresso por sua pessoa agora muito mais são enraizado os meus sentimentos de respeito e admiração.

Fico na serteza que o Eterno continuará lhe guiando em todo a verdade

Servo de Jesus e Vosso conservo no amor de Cristo.

Pr. Isaac Silva - São Luis - MA

Gilson Barbosa disse...

Estimado pastor, a tempo reflito sobre essa questão. Concordo com seu texto. Hoje a moda é chamar o presbítero de pastor, como se este ultimo contesse valor mais excelente do que o outro.

Aliás, a meu ver, biblicamente, pastor, assim como profeta, apóstolo e mestre (Ef 4.11) é função e não título.

Entendo que a disposição (título) seria: bispo, presbítero e díácono.

Grande abraço

wellington disse...

A paz do Senhor pastor Autair, não me pareceu muito sensato, por parte do anônimo, fazer uma defesa tão estranha acerca do estava sendo exposto, uma vez que o que estava sendo dito tem base bíblica. Quer dizer que tudo o ouvimos não pode ser questionado? Não temos direito de expressar nossa opinião? Somos robôs? Estamos vivendo uma ditadura dentro das igrejas? Temos ou não, a mente de Cristo? O amado estar confundindo tradição com doutrina. Eu tenho respeito por muitos dos nossos irmãos que sempre falaram a palavra de Deus, mas, eles não são passivos de errar. É justamente por causa destas posições, como a do anônimo, que estamos vivendo um momento tão crítico em nossa igreja. Pastor Autair, sou Pernambucano e estou morando no RN sou auxiliar e superintendente da EBD, e quero lhe dizer que fiquei muito feliz, não só com este artigo, mas, com todos os outros que o senhor tem disponibilizado. E um recado para o anônimo; quando quiser falar algo, não precisa se esconder, pois vivemos em um país livre. Meu nome é Wellington Barbosa Gomes, A paz do Senhor a todos

wellington disse...

A paz do Senhor, pastor Altair me desculpe pelo erro do seu nome em meu comentário. Um abraço!

Gênesis Seguros disse...

Parabém, ficamos regojizados em saber que a COMADALPE está seguindo as diretrizes da Bíblia Sagradas pois hoje temos muitos Presbíteros exercendo a função pastoral com as diretrizes do nosso Pastor Presidente.

Paz!

Gilmar Chaves Bezerra