
Determinado "pastor moderno", defendendo-se de alguns questionamentos quanto a certo comportamento adotado, alegou o seguinte:
"[...] a unção, a Glória de Deus e a presença do Espírito Santo continuam sobre o Ministério que o Senhor me confiou. Os sinais, a salvação das almas continua, se não iguais, maiores do que antes".
Há um pequeno equívoco nesta argumentação. Entendo pela Bíblia Sagrada, que as manifestações e sinais citados pelo pregador, não evidenciam por si só, a aprovação de Deus sobre a vida e o Ministério de ninguém.
Sobre o "rejeitado" Saul (1 Sm 15.22-28), veio ainda o Espírito de Deus, e o mesmo profetizou (1 Sm 19.20-24).
Jesus advertiu veementemente: "Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." (Mt 7.22-23)
Não julgo aqui a sinceridade do "pastor moderno", só que seus argumentos não servem para respaldar sua "conduta inconveniente".
Conheço pastores e pregadores que viveram anos comentendo pecados graves, sem que a obra sofresse em suas mãos, e sem a cessação dos "sinais e maravilhas" em seu ministério (não são de pecados graves que estamos tratando nest post).
Não são os sinais, mas sim a qualidade dos "frutos", que identificam aqueles que fazem ou não a vontade de Deus (Mt 7.14-21)
2 comentários:
Bem postado.! É pena que existem muitos "meninos" por aí que ainda comem terra.!
São pessoas que baseiam sua vida e ministério em experiências!
Gutierres Siqueira
www.teologiapentecostal.blogspot.com
Postar um comentário